Clubes de colecionadores Gravura e Fotografia

Os Clubes de colecionadores foram criados para fomentar o colecionismo e incentivar a produção artística brasileira. A associação a cada Clube é anual e dá direito a cinco obras comissionadas pelo MAM para cada edição. As obras selecionadas por curadores renomados nas áreas de gravura e fotografia são produzidas em tiragens de 100 exemplares e entregues aos Sócios dos Clubes com certificado de autenticidade. Provas de artista de cada obra são incorporadas à coleção do museu.

Informações
clubes@mam.org.br
T +55 11 5085-1406
WhatsApp +55 11 94368-3988

 

Os artistas convidados para a edição 2018 do Clube de Gravura com curadoria de Felipe Scovino são:

Ângelo Venosa – São Paulo, SP, 1954, vive e trabalha no Rio de Janeiro

Escultor. Freqüenta a Escola Brasil, em São Paulo, em 1973. No ano seguinte, transfere-se para o Rio de Janeiro, onde estuda na Escola Superior de Desenho Industrial (Esdi), e concluí o curso em 1977. No início da década de 1980, realiza cursos no ateliê livre da Escola de Artes Visuais do Parque Lage (EAV/Parque Lage). Em 1984, passa a realizar obras tridimensionais. As esculturas do início dos anos 1980 associam indistintamente materiais naturais e produtos industrializados. A partir do início dos anos 1990, o artista utiliza materiais como mármore, cera, chumbo e dentes de animais, realizando obras que lembram estruturas anatômicas, como vértebras e ossos. Suas esculturas e objetos carregam indícios que remetem a eras ancestrais, surpreendendo pela estranheza e pelo caráter inquietante.

José Rufino – João Pessoa, PB, 1965, vive e trabalha em João Pessoa

José Augusto Costa de Almeida (João Pessoa, PB, 1965). Artista visual e professor. Faz curso de iniciação às artes plásticas na Coordenação de Extensão Cultural da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) no final década de 1970, e, no começo de 1980, cursa geologia na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).
No final da década, publica poesias em coletâneas e em jornais do Recife e de João Pessoa, mudando-se para São Paulo em 1990, onde faz pós-graduação em paleontologia na Universidade de São Paulo (USP). Volta para o Recife em 1992 e ministra aulas de paleontologia na UFPE. No mesmo período, interessa-se por poesia, poesia visual e arte postal, integrando mostras no Brasil e no exterior, em países como Argentina, México, Romênia e Portugal. Em sua obra, utiliza elementos carregados de memória, oriundos sobretudo de seu legado familiar, como documentos, cartas e mobiliário.
Produz instalações, desenhos, objetos e também se envolve com a linguagem cinematográfica, realizando curtas – metragem. Em 2006, participa do curta Gravidade como diretor de arte. Integra reconhecidas mostras no país, participando da 25ª Bienal Internacional de São Paulo e recebendo a Bolsa Vitae de Apoio à Cultura (2000) e a Bolsa Funarte de Criação Literária (2010).

Laís Myrrha – Belo Horizonte, MG, 1974, vive e trabalha em São Paulo

Lais Myrrha é mestre pela Escola de Belas-Artes da UFMG, 2007 e graduada no curso de artes plásticas pela Escola Guignard, UEMG, 2001.
Desde 1998, participou de diversas exposições coletivas e individuais, tais como I Bolsa Pampulha (2003), Programa Trajetórias do Centro Cultural Joaquim Nabuco, Recife (2005), e da Edição 2005/2006 do Programa Rumos Visuais do Instituto Itaú Cultural (São Paulo).
Em 2007, foi contemplada com o Prêmio Projéteis, Rio de Janeiro, e com o Prêmio Atos Visuais, Brasília, ambos concedidos pela Funarte. Em 2010, participou da Paralela10 no Liceu de Artes e Ofícios, São Paulo. Em 2011, integrou a Temporada de Projetos do Paço das Artes, São Paulo, e a 8ª Bienal do Mercosul, Porto Alegre, e foi premiada no I Concurso Itamaraty de Arte Contemporânea, Brasília. Foi contemplada em 2012 com a Bolsa Estímulo às Artes Visuais concedida pela Funarte. Em 2013, foi selecionada para o 18º Festival Internacional de Arte Contemporânea do Videobrasil, e participou da exposição Blind Field no Karnnet Museum, Illinois, USA. Ainda em 2013/2014, apresentou a exposição individual Zona de Instabilidade (com curadoria de Júlia Rebouças) na CAIXA Cultural São Paulo e Brasília. Em 2014, realizou o Projeto Gameleira 1971 no Pivô, e participou dos projetos Greve, na Fundação Bienal de São Paulo/SP-Arte e Ensaio de Orquestra no Coletor, em São Paulo. Em 2016, seu trabalho Dois pesos duas medidas ocupou o salão principal da 32º Bienal Internacional de São Paulo.

Luiz Zerbini – São Paulo, SP, 1959, vive e trabalha no Rio de Janeiro

Luiz Pierre Zerbini (São Paulo SP 1959). Artista multimídia. Aos quatro anos de idade, começa a ter aulas de pintura com Van Acker (1931-2000). Posteriormente estuda fotografia com Carlos Moreira (1936) e aquarela com Dudi Maia Rosa (1946). Entre 1978 e 1980, frequenta o curso de artes plásticas da Fundação Armando Álvares Penteado (Faap), em São Paulo. No início da década de 1980 muda-se para o Rio de Janeiro, passa a trabalhar como cenógrafo do grupo de teatro Asdrúbal Trouxe o Trombone e faz performances em bares cariocas em parceria com a atriz Regina Casé (1954). Faz sua primeira exposição individual em 1982, na Casa do Brasil, em Madri, na Espanha. Ocupa parte do Salão Nacional de Artes Plásticas no Rio de Janeiro e recebe Referência Especial do Júri, em 1985. Participa da 19ª Bienal Internacional de São Paulo, em 1987. Integrante da chamada Geração 80, suas primeiras obras são pinturas, mas depois trabalha com escultura, vídeo, desenho e fotografia. Em 1995, recebe o grande prêmio da crítica na categoria artes visuais da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA). Nesse mesmo ano, cria, em parceria com o artista Barrão (1959), o editor de vídeo e cinema Sérgio Mekler (1963) e o produtor musical Chico Neves o grupo Chelpa Ferro (expressão arcaica que significa dinheiro), que trabalha com escultura, instalações tecnológicas e música eletrônica.

Grupo EmpreZa – (fundado em 2001) – Goiânia, GO – membros integrantes (artistas): Babidu, Helô Sanvoy, João Angelini, Aishá Kanda Marcela Campos, Paul Setubal, Paulo Veiga Jordão, Rava e Thiago Lemos.

Fundado em 2001, inicialmente como grupo de estudo e pesquisa em performance arte, o Grupo EmpreZa (GE) possui hoje um vasto repertório de ações performáticas, happenings e produções audiovisuais e fotográficas. Vários artistas já passaram pela formação do GE, que atualmente é formado pelos membros-integrantes, Babidu, Helô Sanvoy, João Angelini, Aishá Kanda Marcela Campos, Paul Setubal, Paulo Veiga Jordão, Rava e Thiago Lemos – ainda operando o interesse pelas invenções e expansões do corpo, que se mantêm com significativa reverberação nas pesquisas do grupo, atuante há mais de treze anos a partir do Centro-Oeste do Brasil, com integrantes espalhados, em sua maioria, pelo estado de Goiás e no Distrito Federal.
Movidos por intensa curiosidade em relação aos modos de produção de linguagem e de sensibilidade do corpo, o Grupo EmpreZa parte de seu corpo-coletivo – a conjunção dos muitos artistas que formaram e contribuíram para a história do grupo – para pensar a performance, a arte e os lugares simbólicos em amplas dimensões.
Na constituição desse corpo-coletivo, desde o início de sua trajetória, o Grupo EmpreZa reúne um repertório absolutamente não trivial de corpos: não necessariamente oriundos do mundo das “artes do corpo” ou das “artes do movimento” – os emprezários e emprezárias enfatizam a diversidade dos corpos a cada gesto, cada som e cada movimento. Ativando, assim, concepções plurais de subjetividade e mundo, revelando, ainda, um aspecto crucial acerca da convivência no seio da multiplicidade subjetiva da vida: as relações de co-dependência. Tônica vertebral da produção do GE. Em algumas das ações que lidam com a dependência, corpos diferentes se transformam em unidades que exploram não somente os limites da individualidade, como também problematizam esses limites a partir da perspectiva do espaço, então compartilhado. Cientes da não solidão dos corpos, de modo antropófago, o Grupo EmpreZa institui situações de devoração, como na ambígua frase “Eu como Você”, que intitula um de seus manifestos.

 

Entrando para o Clube de Gravura, automaticamente fará parte do Programa de Sócios do museu na Categoria Cultura tendo os seguintes benefícios abaixo:

  1. Visitas guiadas às exposições do MAM
  2. Visitas a acervos e exposições em outras instituições culturais
  3. Palestras com curadores, críticos ou artistas
  4. Dois catálogos gratuitos de exposições do MAM
  5. Quatro cursos exclusivos e gratuitos para sócios
  6. 20% desconto nos cursos regulares do MAM
  7. 10% desconto no restaurante do Prêt no MAM
  8. 10% desconto nos produtos linha MAM na Loja do Museu
  9. Acesso gratuito ás exposições do MAM

Anuidade: R$ 5.200,00 em até 10x sem juros no cartão ou 5% de desconto à vista.
Associando-se a dois clubes o Sócio terá um desconto de 10% em uma das categorias.

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Os artistas convidados para a edição 2018 do Clube de fotografia com curadoria de Eder Chiodetto são:

Alair Gomes – Nasceu em Valença, Rio de Janeiro, 1921 – 1992 (faleceu no Rio de Janeiro/RJ)

Fotógrafo, filósofo, professor e crítico de arte. Em 1944, gradua-se em engenharia civil na Escola Nacional de Engenharia da Universidade do Brasil, atual Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Dois anos depois, funda a revista literária Magog, com o poeta Marcos Konder Reis (1922 – 2001) e outros. Em 1948, abandona a engenharia para estudar física, matemática, filosofia e biologia. Torna-se professor do Instituto de Biofísica do Rio de Janeiro, em 1958. Recebe bolsa da Fundação Guggenheim, em 1962, e permanece cerca de um ano realizando pesquisas na Universidade de Yale, nos Estados Unidos. A partir do fim dos anos 1960, dedica-se com constância à fotografia e à crítica de arte. A maior parte de suas imagens são sequências de nus masculinos e fotos de rapazes feitas da janela de seu apartamento, na praia de Ipanema, no Rio de Janeiro, além de registros do carnaval carioca. Nessa cidade, de 1977 a 1979, trabalha como coordenador na área de fotografia da Escola de Artes Visuais do Parque Lage (EAV/Parque Lage), onde desempenha um importante papel como educador no campo das artes plásticas e da filosofia. Entre 1976 e 1984, participa de mostras coletivas em Nova York, Paris, Rio de Janeiro e Toronto. Em 2001, a Fundação Cartier de Arte Contemporânea, em Paris, realiza uma mostra retrospectiva de sua obra com imagens que integram o acervo da Biblioteca Nacional no Rio de Janeiro.

Ana Maria Tavares – Belo Horizonte, MG, 1958, vive e trabalha em São Paulo

Escultora. Inicia sua formação na Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG, entre 1977 e 1978. Após esse período, transfere-se para São Paulo, onde cursa licenciatura em artes plásticas na Fundação Armando Álvares Penteado – Faap. Leciona desenho na mesma instituição, entre 1982 e 1984. Frequenta cursos com Regina Silveira (1939) e Julio Plaza (1938 – 2003), professores que influenciam seu experimentalismo. Entre 1984 e 1986, faz mestrado na The School of The Art Institute of Chicago [Escola do Instituto de Arte de Chicago], Estados Unidos. É marcante sua passagem por essa escola, pois intensifica questões conceituais e impõe novos parâmetros ao desenvolvimento de sua obra. Desde 1993, leciona na graduação do departamento artes plásticas na Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo – ECA/USP, onde obtém título de doutora em 2000, com a tese Armadilhas para os Sentidos: uma Experiência no Espaço-Tempo da Arte. Entre 2002 e 2003, é bolsista da John Simon Guggenheim Foundation, em Nova York. A partir de 2002, torna-se docente no curso de pós-graduação em poéticas visuais na ECA/USP. Em 2006, realiza a instalação Enigmas de uma Noite com Midnight Daydreams, no Instituto Tomie Ohtake, e desenvolve obra de grande escala para a Bienal de Cingapura.

Gilvan Barreto – Jaboatão dos Guararapes, Recife/PE, vive no Rio de Janeiro

Pernambucano e reside no Rio de Janeiro há dez anos. Seu trabalho foca em questões políticas, sociais e na relação do homem com a natureza. Sua fotografia é fortemente influenciada pelo cinema e literatura. Em 2014 venceu alguns dos prêmios mais importantes do Brasil, como o Prêmio Brasil de Fotografia, Prêmio Marc Ferrez, Prêmio Conrado Wessel de Arte e foi dos artistas selecionados pelo programa Rumos, do Itaú Cultural. É autor dos livros Suturas (independente, 2016), Sobremarinhos (independente, 2015), O Livro do Sol (Tempo D’Imagem, 2013) e Moscouzinho (Tempo D’Imagem, 2012). Além de ser organizador e coautor do livro-cd Orquestra Pernambucana de Fotografia. Possui trabalhos em acervos particulares e institucionais, a exemplo do Porto Seguro / Prêmio Brasil de Fotografia, Centro Cultural São Paulo e Itaú Cultural.
Entre as exposições, destacam se as individuais, Llamamiento, Centro de Fotografia de Montevideo, (Uruguai, 2016). Suturas, Centro Cultural Laura Alvim, (RJ, 2015) e Galeria Amparo 60 (Recife, PE, 2015). Arqueologia de Ficções, Centro Capibaribe de Imagens, (Recife, PE, 2013), Ateliê da Imagem, (RJ, 2013) e Doc Galeria (São Paulo, 2013). E as coletivas: A Arte da Lembrança – a Saudade na Fotografia Brasileira Itaú Cultural, (São Paulo, SP, 2015) e Espaço Cultural Casa das Onze Janelas, (Belém – PA, 2016). A Arte de Contar Histórias, Museu de Arte Contemporânea de Niterói (Niterói, RJ, 2016). Passion. Fan-Behaviour and Art, Küntstlerhaus Bethanien, (Berlin, Alemanha).

Mauro Restiffe – São José do Rio Pardo, SP, 1970, vive e trabalha em São Paulo

Fotógrafo. Estuda cinema na Faculdade de Comunicação da Fundação Armando Álvares Penteado (Faap), em São Paulo, formando-se em 1993. Neste ano, inicia suas exposições com a participação no 1º Mês Internacional da Fotografia, no Sesc Pompéia, em São Paulo. Em 1994, recebe o Prêmio Estímulo de Fotografia, concedido pela Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo. Estuda fotografia no International Center of Photography, em Nova York, entre 1994 e 1995. Nesse ano e nessa mesma instituição, participa da coletiva One Year Program Students Exhibitions. De volta ao Brasil, expõe em diversas cidades brasileiras, como Rio de Janeiro (Projeto Macunaíma, 1997), Salvador (6º Salão MAM-Bahia, 1997) e Goiânia (Entre o Eu e o Mundo, 1999). É contemplado, em 2000, com a bolsa ApARTES, concedida pelo Ministério da Cultura (MinC). Neste mesmo ano, realiza suas duas primeiras exposições individuais, no Espaço Cultural Sérgio Porto, no Rio de Janeiro, e na galeria Thomas Cohn, em São Paulo. Em 2001, recebe dois prêmios, ambos em Nova York: The Louis Comfort Tiffany Biennial Award e Rema Hort Mann Art Grant. Entre 2001 e 2003, estuda no departamento de artes da Universidade de Nova York.

Romy Pocztaruk – Porto Alegre, RS, 1983, vive e trabalha em Porto Alegre

Romy Pocztaruk, é mestre em Poéticas Visuais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Seu trabalho lida com simulações e com a posição a partir da qual o artista interage com diferentes lugares, e com as relações possíveis a partir do cruzamento de diferentes campos e disciplinas (como ciência e comunicação) com o campo da arte, gerando resultados poéticos em diferentes meios e suportes. Entre as mostras das quais participou estão: Uma coleção particular (2015). Pinacoteca do Estado de São Paulo, São Paulo, Brasil; Telón De Fondo (2015). Backroom Caracas (2015)
[em colaboração com a Fundação Cisneros], Venezuela; 31ª Bienal de São Paulo (2014), BRICS (2014), OI futuro flamengo, Rio de Janeiro, Brasil; Convite à Viagem – Rumos Artes Visuais (2011-13), Itaú Cultural, São Paulo/Rio de Janeiro/Goiânia, Brasil; 9ª Bienal do Mercosul (2013), Porto Alegre, Brasil; Region 0 – The Latino Video Art Festival of New York (2013), Nova York; 64º Salão Paranaense (2012), Museu de Arte Contemporânea do Paraná, Curitiba, Brasil; Prêmio diário contemporâneo de fotografia (2012), Casa das onze janelas, Belém do Para, Brasil; Percursos Simulados (2011), Paço das Artes, São Paulo, Brasil; Simulated Pathways (2011), Skalitzer 140, Berlim, Alemanha.
Também realizou residências no Bronx Museum (Nova York) ), pela Bolsa Iberê Camargo de residências artísticas; China (Sunhoo Creatives in Residency), Berlim (Takt Kunstprojektraum) e Instituto Sacat.

Entrando de sócio(a) no Clube de Fotografia, automaticamente fará parte do Programa de Sócios do museu na Categoria Cultura tendo os seguintes benefícios abaixo:

  1. Visitas guiadas às exposições do MAM
  2. Visitas a acervos e exposições em outras instituições culturais
  3. Palestras com curadores, críticos ou artistas
  4. Dois catálogos gratuitos de exposições do MAM
  5. Quatro cursos exclusivos e gratuitos para sócios
  6. 20% desconto nos cursos regulares do MAM
  7. 10% desconto no restaurante do Prêt no MAM
  8. 10% desconto nos produtos linha MAM na Loja do Museu
  9. Acesso gratuito ás exposições do MAM

Anuidade: R$ 5.200,00 em até 10x sem juros no cartão ou 5% de desconto à vista.
Associando-se a dois clubes o Sócio terá um desconto de 10% em uma das categorias.

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