A partir de elementos encontrados na natureza como galhos, folhas, e outros materiais – resíduos coletados em parceria com pequenos produtores, pelo projeto Poética do Habitar, serão produzidos, pincéis, riscadores de carvão para o desenho e pintura. Ao final da oficina, esses materiais serão experimentados coletivamente através da prática de pintura com Denise Valarini.

 

Denise Valarini Leporino é licenciada em Artes Visuais com ênfase em Design pela Puc- Campinas e mestra pelo Instituto de Artes da Unicamp. Atua como docente na Faculdade Unimetrocamp, no Curso de Pedagogia. É fundadora do Projeto Poética do Habitar, investigando a extração de pigmentos e produção de materiais naturais em conexão com a natureza. Atuou como Docente na Universidade do Vale do São Francisco ministrando a disciplina de Poéticas Visuais. Coordenou projetos artísticos em Ong’s destinadas às pessoas com deficiência intelectual. Investiga metodologias no Ensino de Arte Contemporânea para crianças. Trabalha com formação de Professores e é professora na rede particular de ensino.

 

Atividade presencial, para crianças a partir de 2 anos, acompanhadas de seus responsáveis.
Inscrições com 30 minutos de antecedência com o MAM Educativo na recepção do MAM.
Para intérprete de Libras, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48hs de antecedência.

 

Essa atividade faz parte do programa Família MAM + Marcenaria no MAM.

 

Meio Monumento é um dispositivo para ativar o debate sobre os monumentos e os desafios da descolonização dos espaços públicos em São Paulo e nas cidades brasileiras. Para tanto, promove uma série de encontros que discutem, sob diferentes perspectivas, alternativas e condicionantes para desmonumentalizar o patrimônio e seus monumentos incômodos. Neste encontro, Meio Monumento recebe o advogado e colunista da Folha Thiago Amparo e a historiadora Deborah Neves, pesquisadora dos legados da ditadura no contexto urbano, para discutir: como desmonumentalizar memórias traumáticas?

 

Thiago Amparo é professor da FGV Direito SP e da FGV Relações Internacionais, ministrando cursos sobre direitos humanos, direito internacional, políticas públicas, diversidade e discriminação. É colunista semanal no Jornal Folha de S.Paulo, e tem contribuído para várias mídias como Globonews, CNN Brasil, além de ter sido um dos comentaristas no podcast Quem Lê Tanta Notícia (Spotify Original).

 

Deborah Neves é Doutora em História (Unicamp), coordenadora do GT interinstitucional Doi Codi, especialista em Patrimônio Cultural – em especial sobre memórias difíceis – e autora do livro A persistência do passado: patrimônio e memoriais da ditadura em São Paulo e Buenos Aires (Alameda, 2018).

 

Meio Monumento é uma obra artística de Giselle Beiguelman, criada especialmente para o 37º Panorama da Arte Brasileira do MAM-SP. A obra tem parceria de Luis Felipe Abbud (Design) e Renato Cymbalista (Ativações).

 

Atividade presencial, para professores, educadores, pesquisadores, estudantes e artistas, aberta ao público e colaboradores do MAM.
Inscrições com 30 minutos de antecedência com o MAM Educativo na recepção do MAM.
Acessível em libras.

 

Essa atividade faz parte do programa Contatos com a arte – Volta às aulas.

 

A partir do formato minizine, em que a dobra e um pequeno corte numa folha A4 compõem um livreto de 8 ou 16 páginas, o público participante da atividade será convidado a compor uma narrativa sobre desejos e sonhos para o futuro. Utilizando sobretudo recortes de impressos, adesivos, e materiais que estejam nos bolsos e carteiras ou encontrados no trajeto, o intuito do processo é apresentar o formato zine como possibilidade de autopublicação.

 

Uarê Erremays é artista por insistência, bicho curioso: transita entre linguagens e geografias como tática de sobrevivência. Desde 2016, idealiza e realiza o selo Móri Zines de publicações independentes, que parte do corpo como matriz da palavra escrita e produz registro de algumas dentre as múltiplas dimensões que compõem a linguagem para além da palavra. Em 2021, em parceria com Slam Marginália, realizou o Ateliê de Futuridades Trans.

 

Atividade presencial, livre. Aberta ao público. Na Marquise no entorno do MAM (verificar local no dia na recepção do MAM).
Inscrições com 30 minutos de antecedência com o MAM Educativo na recepção do MAM.
Para intérprete de Libras, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48hs de antecedência.

 

Essa atividade faz parte do programa Domingo MAM.

 

O Agbê ou Xequerê é um instrumento feito por uma cabaça com uma trama de contas. É utilizado em diversas tradições culturais e religiosas no Brasil, sobretudo nas Nações de Maracatu de Baque Virado, muito presente em Recife (Pernambuco). Nesta Oficina, iremos aprender a construir uma versão mini do instrumento com cabaças pequenas.

 

Cintia Ferreira é Agbezeira, Artesã, Percussionista e Geógrafa. Faz parte do Bloco Afro Ilú Obá de Min desde 2012, atuando como ritimista do naipe dos Xequerês e atualmente das Alfaias. Confecciona Agbês em seu próprio ateliê, sob encomenda. Ministra oficinas para confecção e toques de Agbês/Xequerês. É formada em Geografia pela Universidade de São Paulo, possuindo diploma de Bacharelado e Licenciatura.

 

Atividade presencial, para crianças a partir de 4 anos, acompanhadas de seus responsáveis.
Inscrições com 30 minutos de antecedência com o MAM Educativo na recepção do MAM.
Para intérprete de Libras, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48hs de antecedência. 

 

Essa atividade faz parte do programa Família MAM + Arte e Ecologia.

 

Madeira Geométrica é uma experiência que nos aproxima da madeira e suas possibilidades poéticas, por meio da tradução do desenho geométrico para o objeto feito com varetas de madeira. Durante o encontro vamos desenvolver um trabalho de observação e sensibilização que envolve o contato com o material e suas etapas para chegar no objeto final, passando pelo desenho, construção, acabamento e pintura.

 

Ana Mazzei é bacharel em Artes Plásticas e Mestre em Poéticas Visuais. Seus trabalhos estiveram recentemente em importantes exposições institucionais: Drama O’Rama no Sesc Pompéia (São Paulo), Glasgow International at The Pipe Factory; Histórias Feministas no MASP (São Paulo); Padiglione d’Arte Contemporanea (Milão), 14º Bienal Internacional de Cuenca, 32ª Bienal Internacional de São Paulo.

 

Encontro presencial, para professores, educadores, pesquisadores, estudantes e artistas.
Inscrições com 30 minutos de antecedência com o MAM Educativo na recepção do MAM.

Para intérprete de Libras, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48hs de antecedência. 

 

Essa atividade faz parte do programa Contatos com a arte + Marcenaria no MAM.

 

BlindWiki foi idealizado pelo artista espanhol Antoni Abad, consiste na criação colaborativa de um mapa com registros sonoros sobre o espaço urbano, cujas informações são inseridas por pessoas com deficiência visual, apoiados por seus próprios smartphones. Em tempo real, elas registram suas experiências, opiniões, histórias, percepções, sentimentos e críticas sobre a cidade.

Durante todo o mês de agosto, ocorrerão diversas rotas por pontos emblemáticos na cidade de São Paulo e áreas circundantes, com o objetivo de criar trocas de experiências entre pessoas videntes e com deficiência visual, registrando suas novas percepções sobre o meio ambiente urbano e cultural através do uso do aplicativo gratuito BlindWiki. Ao longo destas vivências, haverá debates, reflexões e muitos aprendizados.

Os mapas sonoros BlindWiki reúnem um importante acervo de experiências, crônicas, opiniões, histórias, ambientes sonoros, obstáculos e facilidades, que podem ser ouvidos por qualquer pessoa na rua em seu telefone celular, bem como no computador. Participe!

*Para a esta atividade é importante que o público instale o aplicativo BlinkWiki em seu celular, disponível no site https://blind.wiki/ para ios e android.

 

Visita presencial. Aberta ao público.
Inscrições com 30 minutos de antecedência com o MAM Educativo na recepção do MAM.
Para intérprete de Libras, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48hs de antecedência. 

 

Essa atividade faz parte do Programa de Visitação.

 

Slam das Minas SP leva ao mam a última edição do ano valendo vaga para a grande final. As inscrições são abertas e as pessoas são escolhidas como juradas na hora. As pessoas inscritas enquanto poetas batalham em 3 (três) rodadas eliminatórias, quem ganhar garante sua vaga para a competição anual. Ao final, o evento contará com um pocket show de encerramento.

 

Slam das Minas SP é a primeira batalha poética com recorte de gênero de São Paulo, que atua com literatura em diversas linguagens, explorando as construções possíveis através das palavras. Propondo reconstruir conceitos e derrubar estereótipos e receitas de padronização.

 

Atividade presencial, livre. Aberta ao público.
Na Marquise no entorno do MAM (verificar local no dia na recepção do MAM).

Sem inscrição prévia. Atividade presencial, livre.
Acessível em Libras. 

 

Essa atividade faz parte do programa Domingo MAM.

 

A terra é um elemento que sustenta a vida. É a partir dela que as árvores surgem, as águas caem e nós caminhamos. Assim, propomos olhar para ela como uma ferramenta do brincar. Esta oficina presencial é um convite aos participantes para investigarem o que a terra nos entrega e assim criarem brinquedos que partam dela. Seria um jogo com pedras? Uma boneca de galho? O fazer é livre e o brincar também, em uma proposta inspirada em muitos artistas e educadores referências para a gente: Gandhy Piorski, Adelsin, Anna Marie Holm, Celeida Tostes Lídia Lisboa.

 

Materiais: disponibilizados no dia pelo mam educativo.

 

Atividade presencial, para crianças a partir de 2 anos, acompanhadas de seus responsáveis. Inscrições com 30 minutos de antecedência com o MAM Educativo na recepção do MAM.
Para intérprete de Libras, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48hs de antecedência. 

 

Essa atividade faz parte do programa Família MAM + Arte e Ecologia.

 

A partir do jogo de queimada, a Gaymada São Paulo visa a acessibilidade do esporte para todas as pessoas, independente do tipo físico, idade, etnia, sexualidade ou gênero. Com foco na valorização e respeito à diversidade, este evento mescla ativismo e esporte com objetivo à democratização dos espaços públicos e ao direito às práticas esportivas. Primeiro, jogaremos algumas partidas de gaymada e, em seguida, teremos uma roda de conversa sobre o tema “Esportes na comunidade LGBTQIAPN+ e a Gaymada SP em espaços públicos”. O evento ocorrerá atrás do auditório do Ibirapuera, no grande gramado.

 

Coletivo Gaymada São Paulo tem a ideia de trazer à “selva de pedra” mais cor em formato de partidas de queimada LGBTQIAPN+ como forma de ocupar os espaços públicos. Além disso, os jogos também têm o cunho de unir a comunidade LGBTQIAPN+ em um momento de descontração e ativismo em uma competição saudável.

 

Atividade presencial, livre. Aberta ao público.
Na Marquise no entorno do MAM (verificar local no dia na recepção do MAM).
Inscrições com 30 minutos de antecedência com o MAM Educativo na recepção do MAM.
Para intérprete de Libras, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48hs de antecedência. 

 

Essa atividade faz parte do programa Domingo MAM.

 

Com o grupo Histórias de Brincar, crianças e suas famílias irão viajar ao belo universo de Mariquinha: uma viagem com cantos e brincadeiras das várias regiões e bichos do Brasil!

 

Histórias do Brincar é formado por Flora Barcellos, Marina Siqueira e Flora Poppovic. O projeto é protagonizado por três mulheres – artistas, educadoras e empreendedoras – que perceberam na Cultura Popular Brasileira o espaço que buscavam para confluência de tudo que desejavam desenvolver nas esferas da música, dança, educação e cultura da infância. Desde 2014, o grupo desenvolve um trabalho de shows, oficinas, formação de educadores e prestação de consultoria em instituições educacionais e de outros portes, além de uma web série de vídeos, em que apresentam histórias contadas oralmente, permeadas por canções e brincadeiras da cultura popular. Os temas são norteados pelos Ciclos da Cultura Brasileira (carnavalesco, junino e natalino) e nossas Matrizes Étnicas Formadoras (ibérica, indígena e africana). O grupo já se apresentou em diversas unidades do SESC (Pompéia, Pinheiros, Interlagos, São Caetano, Osasco, Sorocaba, Jundiaí, Paraná, entre outros), em museus como mam (Museu de Arte Moderna de São Paulo), Museu da Língua Portuguesa, Museu da Casa Brasileira, em lugares e eventos como Congresso Internacional Brincar 2019, Instituto Brincante, Itaú Cultural, Jazz B, Casa do Brincar, Livraria Cultura, Livraria da Vila Risadaria, Virada Sustentável 2015 e 2019, Slow Kids, FAM Festival, Casa Bossa, Shopping Villa-Lobos, em creches e escolas, entre outros.

 

Atividade presencial, para crianças a partir de 3 anos, acompanhadas de seus responsáveis.
Inscrições com 30 minutos de antecedência com o MAM Educativo na recepção do MAM.
Acessível em Libras.

 

Essa atividade faz parte do programa Família MAM.

 

Partindo da ideia que a obra Meio Monumento de Giselle Beiguelman não é uma escultura, mas um espaço aberto de reflexão sobre como reinventar os usos do patrimônio, neste encontro será apresentado a mostra que tem como um de seus pressupostos a valorização da dimensão pedagógica da arte.

 

Cauê Alves é bacharel, mestre e doutor em Filosofia pela FFLCH-Universidade de São Paulo. Desde 2020 é curador-chefe do Museu de Arte Moderna de São Paulo. Desde 2010 é professor do Departamento de Artes da Faculdade de Filosofia, Comunicação, Letras e Artes da PUC-SP. Entre 2016 e 2020 foi curador-chefe do MuBE, onde realizou ao lado de outros profissionais as exposições Ambiental: arte e movimentos (2019), Burle Marx: arte, paisagem e botânica (2018-2019), premiada pela ABCA, Amazônia: os novos viajantes (2018) e Pedra no Céu: Arte e a Arquitetura de Paulo Mendes da Rocha (2017). Foi co-curador, com Vanessa K. Davidson, de Past/ Future/ Present: Contemporary Brazilian Art, no Phoenix Art Museum, Arizona, USA e MAM-SP (2017-2019). Foi curador assistente do Pavilhão Brasileiro da 56a Bienal de Veneza (2015). Publicou texto no catálogo da exposição Mira Schendel, Museu de Arte Contemporânea de Serralves, Porto, e Pinacoteca do Estado de São Paulo (2014) e Tate Modern, Londres (2013). Fez a co-curadoria de Más Allá de la Xilografía, no Museo de la Solidaridad Salvador Allende, em Santiago, Chile (2012). Foi curador adjunto da 8ª Bienal do Mercosul (2011) e co-curador, com Cristiana Tejo, do 32º Panorama da Arte Brasileira do Museu de Arte Moderna de São Paulo (2011).

 

Claudinei Roberto da Silva é professor, curador e artista visual. Nasceu em 1963 em São Paulo onde vive e trabalha. Formado pelo Departamento de Arte da Universidade de São Paulo. Como curador realizou entre outras, a exposição Sidney Amaral “O Banzo, o amor e a Cozinha” 1º prêmio Funart para artistas e curadores negros – Museu Afro Brasil, a “13ª Bienal Naïfs do Brasil” no Sesc Piracicaba e a série “Pretatitude. Insurgências, emergências e afirmações. Arte afro-brasileira contemporânea” para várias unidades do Sesc São Paulo e curador convidado para o projeto de “Pesquisa MAC USP Processos Curatoriais – Curadoria Crítica e Estudos Decoloniais em Artes Visuais: Diásporas Africanas nas Américas”. Coordenou, entre outros, o Núcleo Educativo do Museu Afro Brasil. Coordenador Artístico Pedagógico do projeto multinacional “A Journey trough African diáspora” do American Aliance of Museums em parceria com o Museu Afro Brasil e Prince George African American Museum. Foi Bolsista Programa “International Visitor Leadership Program” do Departamento de Estado do Governo dos Estados Unidos. Faz parte do conselho curatorial do Museu de Arte Moderna de São Paulo. Tem obras no acervo do Museu Nacional de cultura afro-brasileira MUNCAB em Salvador, Bahia.

 

Cristiana Tejo é curadora independente e Doutora em Sociologia (UFPE). É co-fundadora do Espaço NowHere (Lisboa) e investigadora do Instituto de História da Arte da Universidade Nova de Lisboa, onde foi pesquisadora do projeto Artistas e Educação Radical na América Latina: anos 1960/1970. É cocuradora da Residência Belojardim, no Agreste de Pernambuco. Foi Coordenadora de Programas Públicos da Fundação Joaquim Nabuco (2009 – 2011), Diretora do Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães (2007-2009) e curadora de Artes Plásticas da Fundação Joaquim Nabuco (2002-2006). Cocurou o 32º Panorama da Arte Brasileira do MAM – SP e o Projeto Rumos Artes Visuais do Itaú Cultural (2005-2006). Curou a Sala Especial de Paulo Bruscky na X Bienal de Havana (2009). Vive e trabalha em Lisboa.

 

Atividade presencial, para professores, educadores, pesquisadores, estudantes e artistas, aberta ao público e colaboradores do mam.
Inscrições com 30 minutos de antecedência com o MAM Educativo na recepção do MAM.
Acessível em Libras.

 

Essa atividade faz parte do programa Contatos com a arte – Volta às aulas.

 

Prática democrática de dança que a Cia Dança sem Fronteiras desenvolve desde sua criação com o intuito de incluir pessoas de todas as idades com habilidades e características físicas, motoras e intelectuais diversas, incentivando a transformação da ação através da reflexão e da experiência. Conduzidas pela coreógrafa e bailarina Fernanda Amaral, com a participação do elenco da Cia Dança sem Fronteiras e música ao vivo.

 

Dança sem Fronteiras foi criada em 2010, em São Paulo, pela bailarina, coreógrafa e educadora Fernanda Amaral. Desde a sua criação, a companhia, com mais de doze espetáculos no repertório, realiza oficinas de dança e apresentações em teatros, museus, espaços abertos (rua e praças) e diversos SESCs da capital e interior, além de participação nos festivais Sencity no Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM), Vozes do Corpo e Mostra Internacional Mais Sentidos no Teatro Sérgio Cardoso. Contemplada com diversos editais e prêmios, incluindo Prince Claus Fund for Culture and Development (Holanda) ProAc de Produção de Espetáculo de Dança, Edital de Fomento à Dança da Cidade de São Paulo (19º,23º, 27º e 31º). Em 2021, prêmio Denilto Gomes por sua atuação inclusiva com Olhares dos Sapatos e estreia do espetáculo documentário Ciranda de Retina e Cristalino.

A Cia também tem participado com apresentações em versão online e videodanças em mostras e festivais online incluindo; FIOD -Festival Danza de Maracaibo, Venezuela e Thrieve Aid – the Art of Protest, USA, Australia e Reino Unido, IRMAP, Festival Internacional de Vídeodança, em perspectivas no Centro Coreográfico do Rio de Janeiro, Bienal Internacional de dança do Ceará, Blanc Festival de vídeo e dança do Amazonas e Dance Filmes Together em Londres.

 

Fernanda Amaral é bailarina, coreógrafa e educadora com 25 anos de experiência profissional. Nascida no Brasil, residiu na Grã-Bretanha por 20 anos, onde se graduou em Educação. Possui vários títulos internacionais em dança e teatro, incluindo vários certificados em DanceAbility. Recebeu vários prêmios: “Bonnie Bird” 2009 pelo Centro Laban em Londres, Arts Council no País de Gales, “Lisa Ulman”, entre outros. Em 1993, fundou Patuá Dance, Companhia de Dança-Teatro, no País de Gales.

 

Atividade presencial, livre. Aberta ao público.
Na Marquise no entorno do MAM (verificar local no dia na recepção do MAM).
Sem inscrição prévia.
Para intérprete de Libras, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48hs de antecedência.

 

Essa atividade faz parte do programa Domingo MAM.

 

A vida, a natureza muitas vezes acha maneiras de resistir as situações e impedimentos predeterminados pelo desenvolvimento, criando brechas para romper o concreto e seguir seu fluxo, mostrando uma grande resiliência as situações adversas da vida urbana. A pesquisa da Cia de uma certa forma se identifica muito com estas situações. A Cia trabalha com as relações do corpo, o gesto e o movimento e suas possibilidades de ocupação do espaço. Neste projeto tendo como inspiração as relações do concreto que com sua rigidez dá espaço a delicadeza que brota com a natureza. Agora a retomada do corpo e suas relações com o espaço que se abre para todos os corpos dando visibilidade as suas linguagens, como por exemplo a de uma pequena flor, ou árvore que rompe o concreto.

 

Dança sem Fronteiras foi criada em 2010, em São Paulo, pela bailarina, coreógrafa e educadora Fernanda Amaral. Desde a sua criação, a companhia, com mais de doze espetáculos no repertório, realiza oficinas de dança e apresentações em teatros, museus, espaços abertos (rua e praças) e diversos SESCs da capital e interior, além de participação nos festivais Sencity no Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM), Vozes do Corpo e Mostra Internacional Mais Sentidos no Teatro Sérgio Cardoso. Contemplada com diversos editais e prêmios, incluindo Prince Claus Fund for Culture and Development (Holanda) ProAc de Produção de Espetáculo de Dança, Edital de Fomento à Dança da Cidade de São Paulo (19º,23º, 27º e 31º). Em 2021, prêmio Denilto Gomes por sua atuação inclusiva com Olhares dos Sapatos e estreia do espetáculo documentário Ciranda de Retina e Cristalino.

A Cia também tem participado com apresentações em versão online e videodanças em mostras e festivais online incluindo; FIOD -Festival Danza de Maracaibo, Venezuela e Thrieve Aid – the Art of Protest, USA, Australia e Reino Unido, IRMAP, Festival Internacional de Vídeodança, em perspectivas no Centro Coreográfico do Rio de Janeiro, Bienal Internacional de dança do Ceará, Blanc Festival de vídeo e dança do Amazonas e Dance Filmes Together em Londres.

 

Atividade presencial, livre. Aberta ao público.
Sem inscrição prévia.
Para intérprete de Libras, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48hs de antecedência. 

 

Essa atividade faz parte do programa Domingo MAM.

 

Inspiradas na fauna e flora presentes nos arredores do mam, localizado no Parque Ibirapuera, os participantes desta atividade presencial serão convidados a aguçar os olhares em busca de elementos da natureza que serão utilizados em composições de desenhos e esculturas. Quantas tonalidades de cores e quais texturas estarão presentes em sua coleta? Quais são os cheiros que você encontrará no caminho? Prepare o seu olhar investigativo e venha participar com a gente!

 

Atividade presencial, para crianças a partir de 2 anos, acompanhadas de seus responsáveis.
Inscrições com 30 minutos de antecedência com o MAM Educativo na recepção do MAM.
Para intérprete de Libras, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48hs de antecedência. 

 

Essa atividade faz parte do programa Família MAM + Férias no MAM.

 

Neste primeiro encontro em torno do 37º Panorama da Arte Brasileira, o MAM Educativo convida o público a realizar um percurso por algumas obras presentes na mostra partindo da pergunta disparadora: como os artistas têm enfrentado os múltiplos problemas causados pelo modelo de desenvolvimento adotado nos últimos séculos?

 

Atividade presencial, para professores, educadores, pesquisadores, estudantes e artistas, aberta ao público e colaboradores do mam.
Inscrições com 30 minutos de antecedência com o MAM Educativo na recepção do MAM.
Acessível em Libras.

 

Essa atividade faz parte do programa Contatos com a arte – Volta às aulas.

 

Já pensou em criar seu próprio filme de animação ou dar movimento para seus desenhos? Nesta atividade faremos pequenas formas de animações, baseadas nos antigos modelos de filmes, tais como o flipbook. Nela exploraremos a criação de histórias e desenho em movimento.

 

Atividade presencial, para crianças a partir de 3 anos, acompanhadas de seus responsáveis.
Inscrições com 30 minutos de antecedência com o mam educativo na recepção do mam.
Para intérprete de Libras, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48hs de antecedência.

 

Essa atividade faz parte do programa Família MAM + Férias no MAM.

 

Há quem diga que recortar é como desenhar com a tesoura, pois o recorte no papel equivale aos riscos e contornos que fazemos num desenho. Partindo desta ideia, faremos desenhos/recortes e os instalaremos pelo espaço do ateliê, criando uma efêmera obra de arte coletiva.

 

Atividade presencial, para crianças a partir de 2 anos, acompanhadas de seus responsáveis.
Inscrições com 30 minutos de antecedência com o MAM Educativo na recepção do MAM.
Para intérprete de Libras, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48hs de antecedência. 

 

Essa atividade faz parte do programa Família MAM + Férias no MAM.

 

Diversas experiências poéticas e artísticas inspiradas nas esculturas do Jardim do MAM, que permitem a exploração sensorial da arte e do espaço de modo lúdico e integrado ao parque e à cidade.

 

Atividade presencial, para crianças a partir de 2 anos, acompanhadas de seus responsáveis.
Inscrições com 30 minutos de antecedência com o MAM Educativo na recepção do MAM.
Para intérprete de Libras, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48hs de antecedência. 

 

Essa atividade faz parte do programa Família MAM + Férias no MAM.

 

A cada último domingo do mês o Sarau Poesia da Esquina acontece na obra Sectiones Mundi (2000) de Denise Milan e Ary Perez, presente no Jardim de Esculturas do mam. Em seu formato circular, essa atividade propõe o encontro entre o museu e o seu entorno por meio da poesia. O sarau apresenta narrativas sobre gêneros da arte literária, poetas contemporâneos e a cena atual de artistas independentes. O objetivo do encontro é dialogar e partilhar experiências culturais, convívio social e promover o desenvolvimento cultural, criando uma ponte de interação do artista com a poesia e do público com a arte.

 

Coletiva Literária Sarau Poesia de Esquina é uma coletiva independente de São Paulo desde maio de 2017, onde teve sua atividade, Sarau Poesia de Esquina dentro da programação Meu Ibira, do Parque do Ibirapuera. Foi um dos saraus citados em uma matéria no Jornal Estadão, onde é indicado na Seleção de saraus e slams em espaços culturais, parques e bibliotecas (2019). Idealizadora do Quintal da Poesia (2021), encontro com destaque para artistas independentes com obra literária lançada, e do Avoá – Primeiro Torneio de Curtinhas do Sudeste, onde incentiva a escrita e o desbloqueio de inspiração.

 

Atividade presencial, livre.
Sem inscrição prévia.
Acessível em Libras. 

 

Essa atividade faz parte do programa Domingo MAM.

 

Neste encontro presencial com Lenora de Barros, a artista é convidada a apresentar as relações tecidas em sua obra “Retromemória”, em exposição na Sala de Vidro. A instalação se refere diretamente a obra “Aranha” (1996) de Louise de Bourgeois, que permaneceu no mesmo espaço por 20 anos. Refletiremos junto com a artista sobre como nossas experiências individuais se entrelaçam com a história de um determinado espaço. E no caso de “Retromémória”, em como obras que já foram exibidas marcam a história presente do museu, e seguirá reverberando em memórias futuras.

 

Lenora de Barros é poeta e artista visual. Seu trabalho se desenvolve a partir de diversas linguagens como o vídeo, a performance poética, a fotografia e a instalação. Sua obra faz parte de coleções públicas e particulares no Brasil e no exterior: Museu d’Art Contemporani de Barcelona, Espanha, Daros-Latinamerica, Zurique, Suíça e Rio de Janeiro, RJ, e Museu de Arte Moderna de São Paulo, SP. Participou como artista-curadora da “RADIOVISUAL” na 7ª Bienal do Mercosul – “Grito e Escuta”, Porto Alegre, RS (out/nov 2009). é formada em Linguística pela Universidade de São Paulo – USP, SP.

 

Atividade presencial, para professores, educadores, pesquisadores, estudantes e artistas, aberta ao público e colaboradores do mam.
Inscrições com 30 minutos de antecedência com o MAM Educativo na recepção do MAM.
Acessível em Libras.
Para certificado, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br após o evento, com comprovante de inscrição em anexo.

 

Essa atividade faz parte do programa Contatos com a arte.

 

Assim como os contos e as histórias, os trabalhos manuais estão presentes em nossa sociedade há milhares de anos, costurando fios entre gerações. Neste encontro, vamos nos inspirar na obra Retromemória de Lenora de Barros em diálogo com a Aranha de Louise Bourgeois, que durante anos ocupou a sala de vidro do mam. Por meio das narrativas e memórias ativaremos um grande tear coletivo, assim como a construção de um mini tear. Venha tecer com a gente!

 

Amanda Harumi Falcão é artista visual e arte educadora, bacharel em Artes Visuais e licenciada em Artes no Centro Universitário Belas Artes de São Paulo. Já atuou em educativo de instituições culturais com exposições temporárias, e atualmente faz parte do educativo do Museu de Arte Moderna de São Paulo. Em suas pesquisas, busca costurar a relação entre memória e o fazer artesanal, como também investigar os processos sutis e interdisciplinares na mediação cultural e arte educação.

 

Atividade presencial, para crianças a partir de 3 anos, acompanhadas de seus responsáveis.
Inscrições com 30 minutos de antecedência com o MAM Educativo na recepção do MAM.
Para intérprete de Libras, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48hs de antecedência.

 

Essa atividade faz parte do programa Família MAM + Férias no MAM.

 

Acompanhados e conduzidos pelo grupo Histórias de Brincar, bebês e suas famílias poderão experimentar voos, danças, músicas e brincadeiras dos bichos que voam em uma divertida brincadeira numa festa lá no céu!

 

Histórias do Brincar é formado por Flora Barcellos, Marina Siqueira e Flora Poppovic. O projeto é protagonizado por três mulheres – artistas, educadoras e empreendedoras – que perceberam na Cultura Popular Brasileira o espaço que buscavam para confluência de tudo que desejavam desenvolver nas esferas da música, dança, educação e cultura da infância. Desde 2014, o grupo desenvolve um trabalho de shows, oficinas, formação de educadores e prestação de consultoria em instituições educacionais e de outros portes, além de uma web série de vídeos, em que apresentam histórias contadas oralmente, permeadas por canções e brincadeiras da cultura popular. Os temas são norteados pelos Ciclos da Cultura Brasileira (carnavalesco, junino e natalino) e nossas Matrizes Étnicas Formadoras (ibérica, indígena e africana). O grupo já se apresentou em diversas unidades do SESC (Pompéia, Pinheiros, Interlagos, São Caetano, Osasco, Sorocaba, Jundiaí, Paraná, entre outros), em museus como mam (Museu de Arte Moderna de São Paulo), Museu da Língua Portuguesa, Museu da Casa Brasileira, em lugares e eventos como Congresso Internacional Brincar 2019, Instituto Brincante, Itaú Cultural, Jazz B, Casa do Brincar, Livraria Cultura, Livraria da Vila Risadaria, Virada Sustentável 2015 e 2019, Slow Kids, FAM Festival, Casa Bossa, Shopping Villa-Lobos, em creches e escolas, entre outros.

 

Atividade presencial, para bebês acompanhadas de seus responsáveis.
Inscrições com 30 minutos de antecedência com o MAM Educativo na recepção do MAM.
Acessível em Libras. 

 

Essa atividade faz parte do programa Família MAM + Férias no MAM.

Local: auditório do mam

 

Um país não é construído apenas com indústrias, ferrovias e um plano econômico. Um país se constrói também com imagens. O artista plástico Rubens Gerchman entendeu isso muito bem e criou uma série de ícones e cenas que falam da realidade brasileira, fazendo da nossa precariedade um valor. Compreendido entre os anos de 1963 e 1978, o documentário Rubens Gerchman: O Rei do Mau Gosto retrata a criação artística e a atuação política de uma geração que soube criar imagens daquele Brasil que se tornava urbano e experimentava os mais duros anos da sua vida política.

 

Rubens Gerchman: O Rei do Mau Gosto
Direção: Pedro Rossi
Produção: Isabel Joffily
Roteiro: Bianca Oliveira, Isabel Joffily e Pedro Rossi
Montagem: Bianca Oliveira e Pedro Rossi
Fotografia: Bernardo Pinheiro e Pedro Rossi
Edição de som: Guilherme Farkas
Finalização de imagem: Bernardo Neder
Consultoria: Clara Gerchman
Duração: 01h20min

 

inscrições aqui

 

Sobre Rubens Gerchman

Rubens Gerchman realizou, ao longo de 50 anos de trajetória, diversos projetos entre os mais vastos segmentos culturais. Teve seu trabalho reconhecido como pintor, escultor, fotógrafo, desenhista, gravador, cineasta, cenógrafo e escritor. Utilizou ícones do futebol, do carnaval e da política em suas obras. É possível ter uma pequena noção da sua importância para a cultura nacional e a projeção de seus trabalhos no exterior, elevando e ratificando o nome do país e de seus artistas internacionalmente, fortalecendo a cultura brasileira pelo mundo.

Faleceu em 2008 em São Paulo. Durante sua carreira, participou de diversas exposições nacionais e internacionais e, em 2010, foi fundado o Instituto Rubens Gerchman, responsável pela salvaguarda da memória e dos trabalhos do artista. Seus trabalhos figuram em importantes coleções públicas e privadas nacionais e internacionais, como Museu de Arte Contemporânea de Niterói, Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Museu de Arte Moderna de São Paulo, Pinacoteca do Estado de São Paulo, Coleção Tuiuiu, Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofia (Madrid, Espanha) ESCALA-Essex Collection of Art from Latin America (Colchester, UK) , Museo de Arte Latino Americano de Buenos Aires (Buenos Aires, Argentina), Museo Alejandro Otero (Caracas, Venezuela), Blanton Museum of Art (Texas, EUA), entre outros.

 

 

Um percurso musical e investigativo para conhecer as árvores presentes no Parque Ibirapuera. Versos serão cantados e a partir deles a pesquisa será feita. A qual árvore aquele verso se refere? Quais características nos levam até aquela árvore? Um encontro para conhecer a flora do território Ibirapuera em meio ao Jardim de Esculturas do mam São Paulo.

 

Atividade presencial, para crianças a partir de 3 anos, acompanhadas de seus responsáveis.
Inscrições com 30 minutos de antecedência com o MAM Educativo na recepção do MAM.
Para intérprete de Libras, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48hs de antecedência. 

 

Essa atividade faz parte do programa Família MAM.

 

Atividade em celebração ao dia do orgulho LGBTQIA+.

 

A partir do jogo de queimada, A Gaymada São Paulo visa a acessibilidade do esporte para todas as pessoas, independente do tipo físico, idade, etnia, sexualidade ou gênero. Com foco na valorização e respeito à diversidade, este evento mescla ativismo e esporte com objetivo à democratização dos espaços públicos e ao direito às práticas esportivas. Primeiro, ocorrerá uma breve conversa sobre o coletivo. Logo após jogaremos algumas partidas de gaymada e, em seguida, teremos uma roda de conversa sobre o tema “Comunidade LGBTQIAP+ nos espaços públicos”

 

Coletivo Gaymada São Paulo tem a ideia de trazer à Selva de Pedra mais cor em formato de partidas de queimada LGBTQIAP+ como forma de ocupar os espaços públicos. Além disso, os jogos também têm o cunho de unir a comunidade LGBTQIAP+ em um momento de descontração e ativismo em uma competição saudável.

 

Atividade presencial. Aberta ao público. Sem necessidade de Inscrição prévia.
Para intérprete de Libras, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48hs de antecedência. 

 

Essa atividade faz parte do programa Domingo MAM.

 

 

São João do Carneirinho é um show voltado para crianças de todas as idades. Neste espetáculo interativo repleto de beleza, delicadeza, diversão e animação, o público é convidado a cantar e participar das brincadeiras. Coco, xote, baião, marchinhas, formam a riqueza e a variedade de ritmos em “São João do Carneirinho” em celebração do período junino, quando se agradecem as colheitas realizadas e se acendem as fogueiras fazendo pedidos para o próximo ano. Uma homenagem a Luiz Gonzaga, o eterno rei do baião e a Jackson do Pandeiro, que completaram recentemente os seus centenários de nascimento e que tantas canções de São João compuseram celebrando nossa cultura. Venham participar com a gente!

 

A Cia Cabelo de Maria é formada por Renata Mattar (voz, sanfona e direção geral), Nina Blauth (percussão e voz), Gustavo Finkler (violão, voz, arranjos e direção musical), Micaela Marcondes (violino e vocal), Clara Dum (flauta e vocal) e Paulo Pixu (percussão e vocal).

 

Atividade presencial, para crianças a partir de 3 anos, acompanhadas de seus responsáveis. Sem inscrição prévia. Acessível em Libras

 

Essa atividade faz parte do programa Família MAM.

 

 

Esta edição do Breaking Ibira será realizada em forma de mostra de dança competitiva (batalhas de breaking), onde os dançarinos poderão, segundo as expressões do breaking e da cultura hip hop, desafiarem a si mesmo e a outros dançarinos numa forma de confraternização mista, envolvendo momentos de expressão livre com expressão direcionada. Em razão da pandemia serão seguidos e recomendados todos os protocolos exigidos pela prefeitura da cidade de São Paulo.

 

Breaking Ibira é um evento criado por b.boys que tem por objetivo reunir b.boys e b.girls, amantes da cultura urbana e do hip-hop, assim como de outras modalidades artísticas, para encontrar desafios através da dança e expressar sua criatividade e habilidade em suas sessions (sequências organizadas de passos de breaking). Desde 2017, em parceria com o MAM Educativo, o evento tem atraído pessoas de diversas regiões de São Paulo e um público significativo, tanto de praticantes de breaking quanto de admiradores da cultura de diversas regiões, inclusive de países da América Latina como Argentina, Peru e Venezuela.

 

Atividade presencial, livre. Aberta ao público.
Na Marquise no entorno do MAM (verificar local no dia na recepção do MAM). Sem inscrição prévia.
Para intérprete de Libras, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48hs de antecedência.

 

Essa atividade faz parte do programa Domingo MAM.

 

 

Vai ter festa na roça! Brincando, dançando e cantando junto com o grupo Histórias de Brincar, crianças e suas famílias poderão aproximar-se e conhecer um pouquinho mais de alguns dos elementos da simbologia da festa junina como: a roda, a fogueira e o balão.

 

Histórias do Brincar é formado por Flora Barcellos, Marina Siqueira e Flora Poppovic. O projeto é protagonizado por três mulheres – artistas, educadoras e empreendedoras – que perceberam na Cultura Popular Brasileira o espaço que buscavam para confluência de tudo que desejavam desenvolver nas esferas da música, dança, educação e cultura da infância. Desde 2014, o grupo desenvolve um trabalho de shows, oficinas, formação de educadores e prestação de consultoria em instituições educacionais e de outros portes, além de uma web série de vídeos, em que apresentam histórias contadas oralmente, permeadas por canções e brincadeiras da cultura popular. Os temas são norteados pelos Ciclos da Cultura Brasileira (carnavalesco, junino e natalino) e nossas Matrizes Étnicas Formadoras (ibérica, indígena e africana). O grupo já se apresentou em diversas unidades do SESC (Pompéia, Pinheiros, Interlagos, São Caetano, Osasco, Sorocaba, Jundiaí, Paraná, entre outros), em museus como MAM (Museu de Arte Moderna de São Paulo), Museu da Língua Portuguesa, Museu da Casa Brasileira, em lugares e eventos como Congresso Internacional Brincar 2019, Instituto Brincante, Itaú Cultural, Jazz B, Casa do Brincar, Livraria Cultura, Livraria da Vila Risadaria, Virada Sustentável 2015 e 2019, Slow Kids, FAM Festival, Casa Bossa, Shopping Villa-Lobos, em creches e escolas, entre outros.

 

Atividade presencial, para crianças a partir de 3 anos, acompanhadas de seus responsáveis.
Inscrições com 30 minutos de antecedência com o MAM Educativo na recepção do MAM.
Acessível em Libras.

 

Essa atividade faz parte do programa Família MAM.

 

 

A atividade faz parte da programação do Museum Week que recebe a temática “Cultura, Sociedade e Inovação”.

A partir da exposição que só existe dentro da plataforma Minecraft: Educational Edition visitaremos o museu, seu Jardim de Esculturas e diversas obras de seu acervo dentro da plataforma do jogo. Trazendo reflexões sobre o concretismo, neoconcretismo e as intersecções entre Jogo, educação e Artes Visuais. A visita será mediada via aplicativo de teleconferência Zoom Meetings e não será necessário possuir nenhuma versão do jogo para acompanhá-la.

 

inscrições para a visita virtual aqui

 

Visita presencial e virtual no Zoom, aberta ao público. Com inscrição prévia. No auditório do mam.
Para a visita presencial, inscrições com 30 minutos de antecedência com o MAM Educativo na recepção do MAM.
Para intérprete de Libras, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48hs de antecedência.

 

Essa atividade faz parte do Programa de Visitação.

 

 

O boi é uma figura mitológica nas brincadeiras e celebrações de povos bastante distintos. No Brasil, a festa remonta à época colonial e mistura elementos europeus, ameríndios e africanos. Para cada região, um nome diferente: Bumba-meu-Boi no Maranhão, Boi-Bumbá no Amazonas, Boi-de-Reis no Rio Grande do Norte, Boi Surubim no Ceará e Boi-de-Mamão em Santa Catarina. Junto com o grupo Histórias de Brincar, bebês e suas famílias brincarão, dançarão e cantarão os diferentes bois do Brasil!

 

Histórias do Brincar é formado por Flora Barcellos, Marina Siqueira e Flora Poppovic. O projeto é protagonizado por três mulheres – artistas, educadoras e empreendedoras – que perceberam na Cultura Popular Brasileira o espaço que buscavam para confluência de tudo que desejavam desenvolver nas esferas da música, dança, educação e cultura da infância. Desde 2014, o grupo desenvolve um trabalho de shows, oficinas, formação de educadores e prestação de consultoria em instituições educacionais e de outros portes, além de uma web série de vídeos, em que apresentam histórias contadas oralmente, permeadas por canções e brincadeiras da cultura popular. Os temas são norteados pelos Ciclos da Cultura Brasileira (carnavalesco, junino e natalino) e nossas Matrizes Étnicas Formadoras (ibérica, indígena e africana). O grupo já se apresentou em diversas unidades do SESC (Pompéia, Pinheiros, Interlagos, São Caetano, Osasco, Sorocaba, Jundiaí, Paraná, entre outros), em museus como mam (Museu de Arte Moderna de São Paulo), Museu da Língua Portuguesa, Museu da Casa Brasileira, em lugares e eventos como Congresso Internacional Brincar 2019, Instituto Brincante, Itaú Cultural, Jazz B, Casa do Brincar, Livraria Cultura, Livraria da Vila Risadaria, Virada Sustentável 2015 e 2019, Slow Kids, FAM Festival, Casa Bossa, Shopping Villa-Lobos, em creches e escolas, entre outros.

 

Atividade presencial, para bebês acompanhadas de seus responsáveis.
Inscrições com 30 minutos de antecedência com o MAM Educativo na recepção do MAM.
Acessível em Libras. 

 

Essa atividade faz parte do programa Família MAM.