Prática democrática de dança, que a Cia Dança sem Fronteiras desenvolve desde sua criação, com o intuito de incluir pessoas de todas as idades com habilidades e características físicas, motoras e intelectuais diversas, incentivando a transformação da ação através da reflexão e da experiência. Conduzidas pela coreógrafa e bailarina Fernanda Amaral com a participação do elenco da Cia Dança sem Fronteiras e música ao vivo.
Dança sem Fronteiras foi criada em 2010, em São Paulo, pela bailarina, coreógrafa e educadora Fernanda Amaral. Desde a sua criação, a companhia, com mais de doze espetáculos no repertório, realiza oficinas de dança e apresentações em teatros, museus, espaços abertos (rua e praças) e diversos SESCs da capital e interior, além de participação nos festivais Sencity no Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM), Vozes do Corpo e Mostra Internacional Mais Sentidos no Teatro Sérgio Cardoso. Contemplada com diversos editais e prêmios incluindo; Prince Claus Fund for Culture and Development (Holanda) ProAc de Produção de Espetáculo de Dança, Edital de Fomento à Dança da Cidade de São Paulo (19º,23º, 27º e 31º). Em 2021 prêmio Denilto Gomes por sua atuação inclusiva com Olhares dos Sapatos e estreia do espetáculo documentário Ciranda de Retina e Cristalino.
A Cia também tem participado com apresentações em versão online e videodanças em mostras e festivais online incluindo; FIOD -Festival Danza de Maracaibo, Venezuela e Thrieve Aid – the Art of Protest, USA, Australia e Reino Unido, IRMAP, Festival Internacional de Vídeodança, em perspectivas no Centro Coreográfico do Rio de Janeiro, Bienal Internacional de dança do Ceará, Blanc Festival de vídeo e dança do Amazonas e Dance Filmes Together em Londres.
Fernanda Amaral é bailarina, coreógrafa e educadora com 25 anos de experiência profissional. Nascida no Brasil, residiu na Grã-Bretanha por 20 anos, onde se graduou em Educação. Possui vários títulos internacionais em dança e teatro, incluindo vários certificados em DanceAbility. Recebeu vários prêmios: “Bonnie Bird” 2009 pelo “Centro Laban” em Londres, Arts Council no País de Gales, “Lisa Ulman”, entre outros. Em 1993 fundou Patuá Dance, Companhia de Dança-Teatro, no País de Gales.
Atividade presencial, livre. Aberta ao público.
Na Marquise no entorno do MAM (verificar local no dia na recepção do MAM).
Sem inscrição prévia.
Para intérprete de Libras, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48hs de antecedência.
Essa atividade faz parte do programa Domingo MAM.
A vida e a natureza, muitas vezes, acham maneiras de resistir às situações e impedimentos predeterminados pelo desenvolvimento, criando brechas para romper o concreto e seguir seu fluxo, mostrando uma grande resiliência às situações adversas da vida urbana. A pesquisa da Cia de uma certa forma se identifica muito com estas situações. A Cia trabalha com as relações do corpo, o gesto e o movimento e suas possibilidades de ocupação do espaço neste projeto, tendo como inspiração as relações do concreto, que – com sua rigidez – dá espaço à delicadeza que brota com a natureza. Agora, a retomada do corpo e suas relações com o espaço que se abre para todos os corpos dando visibilidade às suas linguagens como, por exemplo, a de uma pequena flor ou árvore que rompe o concreto.
Dança sem Fronteiras foi criada em 2010, em São Paulo, pela bailarina, coreógrafa e educadora Fernanda Amaral. Desde a sua criação, a companhia, com mais de doze espetáculos no repertório, realiza oficinas de dança e apresentações em teatros, museus, espaços abertos (rua e praças) e diversos SESCs da capital e interior, além de participação nos festivais Sencity no Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM), Vozes do Corpo e Mostra Internacional Mais Sentidos no Teatro Sérgio Cardoso. Contemplada com diversos editais e prêmios incluindo; Prince Claus Fund for Culture and Development (Holanda) ProAc de Produção de Espetáculo de Dança, Edital de Fomento à Dança da Cidade de São Paulo (19º,23º, 27º e 31º). Em 2021, prêmio Denilto Gomes por sua atuação inclusiva com Olhares dos Sapatos e estreia do espetáculo documentário Ciranda de Retina e Cristalino.
A Cia também tem participado com apresentações em versão online e videodanças em mostras e festivais online incluindo FIOD -Festival Danza de Maracaibo, Venezuela e Thrieve Aid – the Art of Protest, USA, Australia e Reino Unido, IRMAP, Festival Internacional de Vídeodança, em perspectivas no Centro Coreográfico do Rio de Janeiro, Bienal Internacional de dança do Ceará, Blanc Festival de vídeo e dança do Amazonas e Dance Filmes Together em Londres.
Atividade presencial, livre. Aberta ao público. Sem inscrição prévia.
Para intérprete de Libras, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48hs de antecedência.
Essa atividade faz parte do programa Domingo MAM.
Construção de um dos principais personagens da manifestação cultural do Bumba meu Boi: o boizinho. A oficina explora a diversidade cultural brasileira a partir do fazer manual, da imaginação e da brincadeira.
Caroline Machado, 26 anos, mulher, filha, neta e irmã. Educadora de Artes que pesquisa o corpo e a cultura popular brasileira, principalmente das danças de matrizes tradicionais. Fomentar a arte e a cultura através de práticas educativas e artísticas é o que movem meus pés e brilham meus olhos. Busca encontrar caminhos que encruzilhem a arte-educação com acessibilidade, onde a sabedoria dos nossos terreiros e quintais tragam novas possibilidades educativas.
Atividade presencial para crianças a partir de 3 anos acompanhadas por responsáveis. Inscrições com 30 minutos de antecedência com o MAM Educativo na recepção do mam.
Para intérprete de Libras, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48hs de antecedência.
Essa atividade faz parte do programa Família MAM.
“Drama por natureza, desafio como conduta, abismo em profecia”. Essa é a definição dada às obras de Samson Flexor em um texto de Clarival do Prado Valladares, publicado em 1965. Inspirados por esta descrição feita pelo crítico de arte, o MAM Educativo propõe uma mediação na exposição Samson Flexor: além do moderno. Criando um percurso pelas obras que pretende apresentar e discutir dois argumentos curatoriais desta exposição: a revisão histórica deste artista e o seu caráter contemporâneo.
Atividade presencial, aberta ao público.
Inscrições com 30 minutos de antecedência com o mam educativo na recepção do mam.
Para intérprete de Libras, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48hs de antecedência.
Essa atividade faz parte do Programa de Visitação.
O Parque Ibirapuera tem aproximadamente quase 400 espécies diferentes, plantas arbustivas e herbáceas, nativas e exóticas em cada canto, muitas delas poderiam estar presentes em nossa alimentação. Nesta caminhada com Assucena Tupiassú, o público é convidado a observar algumas dessas plantas. Conhecer é o primeiro passo para mudar a alimentação, com mais diversidade e saúde.
Assucena Tupiassú é bióloga e empreendedora social com especialização em Saúde Pública; Gestão Ambiental; Ecologia, Arte e Sustentabilidade e Design For Sustainability – Gaia Education. Atua como voluntária na prática da jardinagem como ferramenta terapêutica e da jardinagem como instrumento fundamental na educação (2014 – 2022). É professora de Jardinagem e Paisagismo da Escola Municipal de Jardinagem – PMSP (1992 – 2022); consultora em Paisagismo Sustentável (1994 – 2022); apresentou o quadro “Que planta é essa?” no Programa Arquitetura Verde, veiculado pela Globosat (2013 – 2015); coordenou o Projeto Crer-Ser – Germinando a Cidadania – Curso de capacitação profissional para jovens em vulnerabilidade (1994 – 2012); coordenou o Curso de Paisagismo da Universidade Anhembi Morumbi (2001 – 2002); é autora do Livro “Da planta ao jardim” (Ed. Nobel e Ed. Kindle); é coautora dos livros “Sustentar da Vida” (Ed. Paulínia), “Apostila de Jardinagem” (SVMA/PMSP), “Manual de Plantas Medicinais” (SVMA/PMSP), “Apostila de Recursos Paisagístico” (SVMA/PMSP), “Manual de Jardinagem e Paisagismo” (Instituto Botânico de São Paulo) e “Como ensinar plantando” (Fundação do Instituto de Pesquisas Tecnológicas – FIPT). Recebeu o Prêmio Dorothy Stang na Categoria Humanidade, em 2019, na Câmara Municipal de São Paulo.
Atividade presencial, livre. Aberta ao público.
Na Marquise no entorno do MAM (verificar local no dia na recepção do MAM). Sem inscrição prévia.
Para intérprete de Libras, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48hs de antecedência.
Essa atividade faz parte do programa Domingo MAM.
Quais são os pigmentos que brotam do chão da sua escola, do quintal, da praça, da estrada, do seu bairro? Quais são os elementos tintórios que habitam os caminhos por debaixo de seus pés? Como seria um mapa cromático das suas paisagens cotidianas? Este é um laboratório destinado para produção de materiais artísticos a partir do entorno natural. O encontro faz um convite inicial que é o de mapear o Parque Ibirapuera, para o reconhecimento e coleta dos elementos tintórios que existem ali. A partir dessa vivência serão extraídos os corantes e pigmentos para produção de tintas naturais e finalização com um inventário cromático e afetivo.
Denise Valarini Leporino é licenciada em Artes Visuais com ênfase em Design pela Puc- Campinas e mestra pelo Instituto de Artes da Unicamp. Atua como docente na Faculdade Unimetrocamp, no Curso de Pedagogia. É fundadora do Projeto Poética do Habitar, investigando a extração de pigmentos e produção de materiais naturais em conexão com a natureza. Atuou como Docente na Universidade do Vale do São Francisco ministrando a disciplina de Poéticas Visuais. Coordenou projetos artísticos em Ong’s destinadas às pessoas com deficiência intelectual. Investiga metodologias no Ensino de Arte Contemporânea para crianças. Trabalha com formação de Professores e é professora na rede particular de ensino.
Rayssa Oliveira é arte-educadora e artista visual, criadora do Andorinha Ateliê Itinerante, projeto que ocupa escolas e praças oferecendo oficinas e formações sobre arte e a cultura do ateliê, além de intervenções artísticas nos espaços pensadas coletivamente. Arquiteta pela FAU-USP, trabalhou no Cenários Pedagógicos, com Bia Goulart; foi educadora no Ateliê Binah, com Stela Barbieri; atuou como arte-educadora em instituições culturais como Sesc Pompéia, foi professora de artes na Rede Municipal de SP e é colaboradora da Virada Educação.
Encontro presencial para professores, educadores, pesquisadores, estudantes e artistas. Inscrições com 30 minutos de antecedência com o mam educativo na recepção do mam.
Para intérprete de Libras, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48hs de antecedência.
Essa atividade faz parte do programa Contatos com a arte + arte e ecologia.
Neste bate-papo, Kiki Mazzucchelli – curadora da exposição Samson Flexor: além do moderno – e Cauê Alves – curador-chefe do Museu de Arte Moderna de São Paulo – debatem sobre a mostra que tem como objetivo trazer à luz a obra tardia de Flexor, que marcou a transição do artista do moderno para o contemporâneo ao confrontar questões éticas e estéticas de sua época. Na ocasião, os catálogos da exposição estarão à venda.
Kiki Mazzucchelli é diretora artística da Galeria Luisa Strina, em São Paulo. Exposições recentes incluem Eleonore Koch: The Essential Painter (Modern Art, Londres e Mendes Wood DM, Nova York, 2020-21); Flávio de Carvalho: O antropófago ideal, (S2 Gallery, London / Galeria Almeida & Dale, São Paulo, 2019); Conjuro de ríos – Selva Cosmopolítica (Museo de Arte de la Universidad Nacional, Bogotá, Colômbia, 2018) e Site Santa Fe Biennial (Site Santa Fe, Novo México, 2016). Seus textos sobre a obra de artistas latino-americanos foram publicados em diversos catálogos e monografias (Jonathas de Andrade, Manuela Ribadeneira, Marcius Galan, Maria Isabel Rueda, Maxwell Alexandre, Paulo Monteiro, Paulo Nimer Pjota, entre outros). Organizou as monografias de Tonico Lemos Auad (Koenig, Londres, 2018) e ‘Marcelo Cidade: Empena Cega’ (Cobogó, Rio de Janeiro, 2016). Desde 2017 é membro do conselho do Prêmio Pipa.
Cauê Alves é bacharel, mestre e doutor em Filosofia pela FFLCH-Universidade de São Paulo. Desde 2020 é curador-chefe do Museu de Arte Moderna de São Paulo. Desde 2010 é professor do Departamento de Artes da Faculdade de Filosofia, Comunicação, Letras e Artes da PUC-SP. Entre 2016 e 2020 foi curador-chefe do MuBE, onde realizou ao lado de outros profissionais as exposições Ambiental: arte e movimentos (2019), Burle Marx: arte, paisagem e botânica (2018-2019), premiada pela ABCA, Amazônia: os novos viajantes (2018) e Pedra no Céu: Arte e a Arquitetura de Paulo Mendes da Rocha (2017). Foi co-curador, com Vanessa K. Davidson, de Past/ Future/ Present: Contemporary Brazilian Art, no Phoenix Art Museum, Arizona, USA e MAM-SP (2017-2019). Foi curador assistente do Pavilhão Brasileiro da 56a Bienal de Veneza (2015). Publicou texto no catálogo da exposição Mira Schendel, Museu de Arte Contemporânea de Serralves, Porto, e Pinacoteca do Estado de São Paulo (2014) e Tate Modern, Londres (2013). Fez a co-curadoria de Más Allá de la Xilografía, no Museo de la Solidaridad Salvador Allende, em Santiago, Chile (2012). Foi curador adjunto da 8ª Bienal do Mercosul (2011) e co-curador, com Cristiana Tejo, do 32º Panorama da Arte Brasileira do Museu de Arte Moderna de São Paulo (2011).
A Batalha do Ibira é um evento fomentado por MC’s com o intuito de levar a cultura Hip-Hop aos visitantes do parque por meio do RAP, para assim abrir outros espaços de visibilidade e formação para poetas e MC’s de diferentes localidades e realidades sociais. Com um histórico de 7 anos de ação, a batalha do Ibira nasce a partir do contexto dos rolezinhos do parque e na Marquise do Ibirapuera e seu diverso público.
Nesta edição de retomada das batalhas presenciais do coletivo, as batalhas terão a modalidade de 30 segundos para cada MC, cada batalha ocorrerá em 2 rounds. Das 12h30 até 13h00 abrirá a lista de inscrição para MC’s e poetas que queiram batalhar. O evento também contará com discotecagem e um pocket show do MC Oddyn.
Atividade presencial, livre. Aberta ao público.
Na Marquise no entorno do MAM (verificar local no dia na recepção do MAM).
Sem inscrição prévia.
Para intérprete de Libras, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48hs de antecedência.
Essa atividade faz parte do programa Domingo MAM.
Semana Mundial do Brincar
Nesta apresentação na marquise, o Grupo Sementeira convida o público para o encontro e interação através da música e dos ritmos brasileiros com participação especial de Talita Frangione e Thais Ribeiro. Nessa formação especial, violino, flauta e acordeon acompanham os sons da percussão e das vozes, inspirados pelos elementos presentes na paisagem do entorno do museu.
Grupo Sementeira pesquisa ritmos da cultura popular, histórias e brincadeiras cantadas da cultura tradicional da infância. Jogos de versos, cancioneiro popular, baião, côco, maracatu, ciranda, fazem parte de seu repertório, temperados com outras sonoridades do mundo. Cantos para se brincar em roda, para dar as boas vindas aos que estão chegando, para manter viva a criança em nós.
Atividade presencial, livre. Aberta ao público.
Na Marquise no entorno do MAM (verificar local no dia na recepção do MAM).
Sem inscrição prévia.
Acessível em Libras.
Essa atividade faz parte do programa Domingo MAM.
Semana Mundial do Brincar
Percurso lúdico pelo Jardim de Esculturas do mam, com propostas poético-musicais de interação com as obras do museu a céu aberto com participação de Talita Frangione.
O Jardim de Esculturas é a exposição mais acessível e de interesse dos mais diversos públicos. Brincadeiras cantadas e diferentes sonoridades serão exploradas numa proposta de medição com as obras de arte.
O Grupo Sementeira pesquisa ritmos da cultura popular, histórias e brincadeiras cantadas da cultura tradicional da infância. Jogos de versos, cancioneiro, baião, côco, maracatu, ciranda, fazem parte de seu repertório, temperados com outras sonoridades do mundo. Cantos para se brincar em roda, para dar as boas vindas aos que estão chegando, para manter viva a criança em nós.
Atividade presencial, para bebês e crianças de todas as idades, acompanhadas de seus responsáveis.
Inscrições com 30 minutos de antecedência com o MAM Educativo na recepção do MAM.
Para intérprete de Libras, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48hs de antecedência.
Essa atividade faz parte do programa Família MAM.
Semana Mundial do Brincar
Nesse encontro, Tatiana falará da dança materna em suas implicações como experiência individual e coletiva de maternidade e de como o brincar se manifesta nas vivências dançantes e nos tempos-espaços vividos com o bebê e suas famílias.
Tatiana Tardioli é bailarina, arte-educadora, especialista em bebês e educadora perinatal. Criadora e professora da Dança Materna® para Gestantes, Mães e Bebês, que é um trabalho pioneiro, de dança e atenção integral desde a gestação até os três anos de vida e prevê também o trabalho com casais, antes e depois da chegada de seus bebês. Pós-graduada em Crianças de Zero a Três pelo Instituto Singularidades e pós-graduanda em Linguagem e Poética da Dança pela FURB, desde 2006 estuda o corpo e o desenvolvimento dos bebês pelas abordagens da Coordenação Motora, das Cadeias Musculares e Articulares (GDS) e da abordagem Pikler. Há oito anos forma professoras no Método Dança Materna®, que atuam por todo o Brasil e na Argentina. Tem apresentado trabalhos e realizado palestras sobre a Dança Materna e assuntos correlatos em eventos como Encontro Internacional da ABEBÊ, SiaParto, Fórum Nascimento Transdisciplinar e outros.
Atividade presencial para mães, pais, bebês e gestantes.
Inscrições com 30 minutos de antecedência com o MAM Educativo na recepção do mam.
Para intérprete de Libras, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48hs de antecedência.
Essa atividade faz parte do programa Família MAM.
Semana Mundial do Brincar
Na Dança Materna para Mães, Pais e Bebês de Colo e Engatinhantes, os bebês brincam e exploram livremente suas possibilidades corporais enquanto os adultos, por perto, se alongam e aquecem. Ao longo da vivência, combinamos momentos de chão e colo, de forma lúdica, respeitando os novos interesses e habilidades dos bebês e aproveitando suas curiosidades para explorarem o contato com a mãe, o pai ou adultos responsáveis, com os outros bebês e com materiais diversos para brincar e dançar. Recomenda-se o uso de carregadores (sling, wrap, etc). Haverá alguns disponíveis para empréstimo.
Tatiana Tardioli é bailarina, arte-educadora, especialista em bebês e educadora perinatal. Criadora e professora da Dança Materna® para Gestantes, Mães e Bebês, que é um trabalho pioneiro, de dança e atenção integral desde a gestação até os três anos de vida e prevê também o trabalho com casais, antes e depois da chegada de seus bebês. Pós-graduada em Crianças de Zero a Três, no Instituto Singularidades, pós-graduanda em Linguagem e Poética da Dança na FURB, desde 2006 estuda o corpo e o desenvolvimento dos bebês pelas abordagens da Coordenação Motora, das Cadeias Musculares e Articulares (GDS) e da abordagem Pikler. Há oito anos forma professoras no Método Dança Materna®, que atuam por todo o Brasil e na Argentina. Tem apresentado trabalhos e realizado palestras sobre a Dança Materna e assuntos correlatos em eventos como Encontro Internacional da ABEBÊ, SiaParto, Fórum Nascimento Transdisciplinar e outros.
Atividade presencial para bebês de 1 a 15 meses acompanhados de seus responsáveis.
Inscrições com 30 minutos de antecedência com o MAM Educativo na recepção do MAM.
Para intérprete de Libras, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48hs de antecedência.
Essa atividade faz parte do programa Família MAM.
Semana Mundial do Brincar
Nasceu menina-pássara. Sem asas, sem bico, sem penas. Não canta e nem voa, fica muda em seu canto. Diferente de todos, sai em busca por um lugar que seja seu, um nome que lhe pertença e uma identidade para sua língua. Em sua trajetória, encontra vários pássaros, únicos, diferentes, em extinção. E ela, será que é pássaro? Inspiradas no livro “O grito da gaivota” da escritora surda francesa Emmanuelle Laborit, o grupo êba criou esta aventura, onde som e silêncio dialogam para a construção de um momento lúdico, cheio de brincadeiras, sons e recursos visuais para quem ouve com os ouvidos e com os olhos também.
Grupo Êba nasceu em 2012 com o objetivo de proporcionar um novo tipo de encontro entre culturas. As histórias, brincadeiras e músicas transformaram-se em instrumentos para chegar até as crianças, levando leitura, alegria e muita imaginação. É formado por Amanda Lioli, pedagoga e intérprete de LIBRAS, Brunna Talita, contadora de histórias e educadora e Li Albano, psicóloga social e percussionista, além de contar com a participação de artistas surdos.
Atividade presencial, livre. Aberta ao público.
Na Marquise no entorno do MAM (verificar local no dia na recepção do MAM).
Sem inscrição prévia.
Acessível em Libras.
Essa atividade faz parte do programa Domingo MAM.
Semana Mundial do Brincar
O museu enquanto espaço de interculturalidade convida o público para esta vivência da cultura indígena através das brincadeiras tradicionais e outras criadas pelos artistas indígenas do grupo de artes dyroá bayá. É um momento de brincar e vivenciar a cultura indígena através das brincadeiras que são trazidas neste momento de ser criança, não importando a sua idade. Utilizando matérias primas da natureza, a língua tradicional tukano, nomes de animais Brasileiros, grafismos, pega- pega da onça e uma viagem rápida até Iauaretê -AM, utilizando o imaginário criativo, dentre outras brincadeiras.
Anderson Kary Báya é artista indígena de Iauaretê (AM), pesquisador da cosmovisão, das danças, dos cantos e dos grafismos de seus povos Tariano e Tukano. Iniciou suas atividades artísticas oficialmente em 2003, atuando como músico no grupo de artes Dyroá Báya. Depois disso teve suas primeiras experiências no teatro e dança com a Cia. Uatê. Em 2008 iniciou suas participações no cinema e na TV, em curtas, longas metragens e seriados. Atualmente organiza vivências diversas relacionadas às culturas indígenas em comunidades pedagógicas formais e não-formais, e é artista-educador do Programa de Iniciação Artística (PIÁ – 2021, Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo).
Atividade presencial para crianças a partir de 3 anos acompanhadas de seus responsáveis.
Inscrições com 30 minutos de antecedência com o MAM Educativo na recepção do MAM.
Acessível em Libras
Essa atividade faz parte do programa Família MAM.
Corpo Memória é uma vivência corporal e rítmica direcionada para o público infanto-juvenil, mas que também pode ser realizada com a participação de adultos, em conjunto. A proposta trabalha a coordenação motora com cantos, jogos, músicas e histórias, a partir das danças brasileiras, afro-brasileiras e africanas, como ciranda, coco, maracatu, entre outras.
Pâmela Amy, 27 anos, é bailarina com 11 anos de experiência, especializada em danças da África do Sul e Oeste, danças afro-brasileiras e brasileiras. É criadora do projeto Gesto Circular, iniciativa multidisciplinar que pesquisa a força do útero na dança africana, especialmente dos ritmos Gumboot Dance, Djole, Kakilambe e Marrabenta. Iniciou sua trajetória artística no Núcleo de Dança Pélagos, na qual participou dos espetáculos Volúpia, Garimpo e Y Kissa. Após isso, esteve no grupo Gumboot Dance Brasil por 9 anos, onde estrelou os espetáculos Yebo e Subterrâneo.
Atividade presencial, livre. Aberta ao público.
Na Marquise no entorno do MAM (verificar local no dia na recepção do MAM).
Sem inscrição prévia.
Para intérprete de Libras, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48hs de antecedência.
Essa atividade faz parte do programa Domingo MAM.
Criação e construção de brinquedo inspirado na mitologia oriental sobre dragões. Materiais como arame, barbante e papel crepom montam a estrutura base de um dragão a ser criado artisticamente. Com inspirações também individuais, materiais diversos são usados para personalizar o brinquedo. Ao final da oficina, um desfile pela marquise ou pelo Jardim de Esculturas é proposto com os dragões voando.
Atividade presencial, para crianças a partir de 3 anos, acompanhadas de seus responsáveis.
Inscrições com 30 minutos de antecedência com o MAM Educativo na recepção do MAM.
Para intérprete de Libras, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48hs de antecedência.
Materiais: disponibilizados no dia pelo mam educativo.
Essa atividade faz parte do programa Família MAM.
Neste encontro, Heloisa Espada, integrante da curadoria de ruptura e o grupo: abstração e arte concreta, 70 anos, apresentará a exposição que aponta dois direcionamentos iniciais: o contato do visitante com um conjunto de obras e registros fotográficos que remete à mostra inaugural de 1952 que ocorreu no MAM-SP. E, posteriormente, a produção e constituição do grupo ao longo da década de 1950. Com esta mostra, a curadoria tem como foco propor uma revisão crítica do legado da arte construtiva no Brasil.
Heloisa Espada é curadora do Instituto Moreira Salles e doutora em Artes Visuais pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo. Autora dos livros Hércules Barsotti (Edições Folha, 2013), Geraldo de Barros e a fotografia (Org.) (Instituto Moreira Salles, 2014) e Monumentalidade e sombra: o centro cívico de Brasília por Marcel Gautherot (Annablume, 2016).
Atividade presencial, para professores, educadores, pesquisadores, estudantes e artistas, aberta ao público e colaboradores do mam. Com inscrição prévia.
Para intérprete de Libras, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48hs de antecedência.
Para certificado, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br após o evento, com comprovante de inscrição em anexo.
Essa atividade faz parte do programa Contatos com a arte.
Em um diálogo com o Jardim de Esculturas, e pensando a linguagem do desenho como percurso, faremos uma intervenção pública com fitas zebradas. Elas serão nossos objetos riscadores, abrindo caminhos possíveis para, através da prática, refletirmos sobre o papel de nossos corpos nos espaços públicos do parque e da cidade.
Laura Teixeira é artista gráfica, ilustradora e educadora. Fez mestrado em design de livros na FAU-USP e, em 2004, especializou-se na Eina-UAB (Barcelona). Publicou, entre outros títulos, “Pássaro-desenho” e “Bolinha branca” (Mov Palavras, 2015). Ilustrou textos de Hilda Hilst, John Williams, John Banville e Raimundo Carrero. Colaborou com as editoras Cosac Naify e Biblioteca Azul, além de jornais e revistas como Folha de São Paulo, Le Monde Diplomatique, Quatro cinco um e Cult. Dá aulas no programa Igual Diferente do mam são paulo e na graduação da EBAC – Escola Britânica de Artes Criativas, onde é Module Leader do BA Illustration Programme.
Atividade presencial, livre. Aberta ao público.
Na Marquise no entorno do MAM (verificar local no dia na recepção do MAM).
Sem inscrição prévia.
Para intérprete de Libras, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48hs de antecedência.
Essa atividade faz parte do programa Domingo MAM.
Local: auditório do mam
Acessível em Libras
“Waldemar Cordeiro foi mais do que um artista. Foi crítico de artes, fomentador cultural, paisagista e urbanista. Entrou para a história da arte brasileira e mundial pela sua contribuição marcante. Waldemar Cordeiro foi acima de tudo um humanista.” Com essa afirmação termina o filme-conceito Fantasia Exata – Waldemar Cordeiro, sobre a vida e obra de Waldemar Cordeiro. Idealizado por Gregoire Cordeiro Belhassen e dirigido por Analivia Cordeiro, o filme-conceito apresenta uma narrativa cronológica para resgatar todos os aspectos que permeiam a história do artista.
São depoimentos de diversos pesquisadores e testemunhas que não apenas contextualizam os feitos de Cordeiro, como também conceitualizam e exemplificam suas teorias, posicionando-o na história da arte e ilustrando como sua vida pessoal e suas crenças pautaram sua pesquisa e prática artística. Dentre os depoimentos estão os dos historiadores Maria Luiza Tucci Carneiro, Heloisa Spada, Margit Rosen, Fernando Cocchiarale, Adele Nelson e Rachel Price, bem como do neurologista André Macedo, do arquiteto Givaldo Medeiros, do artista e amigo Augusto de Campos e do irmão, o urbanista Luiz Alberto Cordeiro.
Waldemar Cordeiro – Fantasia Exata
Duração: 1h 7min
Idealização: Gregoire Cordeiro Belhassen
Roteiro e Direção: Analivia Cordeiro
Produção: Analivia Cordeiro, Luciana Brito Galeria, Luli Hunt Cidadania Corporativa
Consultoria: Bob Wolferson
Trilha Sonora: Rodolpho Grani Jr
Edição: Matheus Gonçalves
Essa atividade faz parte da programação paralela à exposição ruptura e o grupo: abstração e arte concreta, 70 anos.
Inspiradas no espetáculo “Um Pouco de Tudo, com Pitadas de Nada” essa oficina performática acontece por meio de elementos lúdicos: bexigas, tecidos, bolhas de sabão e fitas de demarcação no chão, que convidam as crianças para a improvisação do corpo e movimento e a criação de coreografias pelo Jardim de Esculturas. O som, as cores e o espaço compõem as cenas dançadas que aparecem e desaparecem no desenrolar das relações criadas pelos/entre os participantes. Territórios de passagem e paisagens que reúnem as artistas e o público, fazendo emergir o que é pertencente ao universo da criança. Os rastros cênicos, as memórias vividas, os lastros instaurados, as paisagens vivenciadas, o espaço físico modificado no imaginário, os afetos adquiridos, os movimentos levados para casa.
Plataforma Panelinha foi criada em 2017 e se move através de pesquisas em dança e educação, a partir do corpo e da potência do brincar em bando. Abordamos em nossas investigações a linguagem corporal da criança com foco no coletivo, desenvolvendo ações focadas para/com elas, impulsionando suas próprias “revoluções miúdas” no espaço que é fortemente propositivo. Como um coletivo artístico de múltiplas linguagens, estivemos presentes em ações no Parque da Aclimação, em unidades do SESC (Interlagos, Osasco, Pompéia e Bauru) e integrando a programação da Semana Mundial do Brincar de 2018 e 2019. Em dezembro de 2021 estivemos em uma ação pedagógica na escola Quintal da Mantiqueira/ Iniciativa Waldorf em Taubaté/SP. Somos uma plataforma sempre aberta, que agrega todas as formas possíveis de se expressar, contamos com diferentes parceires que adentram nosso fazer artístico a cada nova etapa de criação e investigação. Somos uma produtora movente que transita na energia de promover encontros dentro e fora da cena. Somos uma mãe bailante e uma bailante não mãe, Daiana Carvalho e Ágata Cergole.
Atividade presencial para crianças a partir de 3 anos acompanhadas pelos responsáveis.
Inscrições com 30 minutos de antecedência com o MAM Educativo na recepção do MAM.
Para intérprete de Libras, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48hs de antecedência.
Essa atividade faz parte do programa Família MAM.
Visita presencial aberta ao público com o mam educativo pela exposição do Grupo Ruptura. O coletivo de artistas marcou o início do movimento concretista em São Paulo com o Manifesto Ruptura em 1952 e teve sua primeira exposição no Museu de Arte Moderna de São Paulo no mesmo ano. Essa visita tem como proposta revisitar a memória e contribuições do coletivo, assim como estabelecer novas conexões com a atualidade.
Visita presencial, aberta ao público. Com inscrição prévia.
Para intérprete de Libras, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48hs de antecedência.
Essa atividade faz parte do Programa de Visitação.
A apresentação do ritual do Xondaro compreende o nhande rekó (modo de vida e cultura) do povo Guarani Mbya. O Xondaro é um jeroky (dança) também realizado fora da Opy (casa de reza), uma técnica corporal embalada em um ritmo em que se ensina a defesa e o fortalecimento do corpo e do espírito do xondaro (guerreiro) que dança ao som do Mbaraká (violão), do rave’i (rabeca) e do angu apu (tambor).Organizados em círculo, evocando o formato do Sol, da Lua e da Terra os xondaros seguem os comandos do yvyra’ija, com auxílio do popygua (instrumento Guarani) que orienta a roda dos guerreiros.
O ritual Xondaro é um treinamento que os antigos faziam para ter reflexos e resistência, uma dança para aprender a lutar, uma preparação para a guerra, para proteger o povo Guarani dos ataques dos juruá (homem branco) e também para viver harmoniosamente com a família natureza.
Xondaro Kuery Kaguy Ijá (Guardiões da Floresta) é formado por guerreiros do povo Guarani Mbya, da Terra Indígena Jaraguá, localizada em São Paulo (SP).
Atividade presencial, livre. Inscrições na hora e no local.
Para intérprete de Libras, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48hs de antecedência.
Essa atividade faz parte do programa Domingo MAM.
O guerreiro e o Curupira é uma história indígena que narra a vontade de um guerreiro em ganhar o respeito do seu povo. Para isso acontecer ele decide sequestrar o filhote de curupira, mas as coisas não saem conforme o planejado, resultando numa grande aventura e aprendizado.
Anderson Kary Báya é artista indígena de Iauaretê (AM), pesquisador da cosmovisão, das danças, dos cantos e dos grafismos de seus povos Tariano e Tukano. Iniciou suas atividades artísticas oficialmente em 2003, atuando como músico no grupo de artes Dyroá Báya. Depois disso teve suas primeiras experiências no teatro e dança com a Cia. Uatê. Em 2008 iniciou suas participações no cinema e na TV, em curtas, longas metragens e seriados. Atualmente organiza vivências diversas relacionadas às culturas indígenas em comunidades pedagógicas formais e não-formais, e é artista-educador do Programa de Iniciação Artística (PIÁ – 2021, Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo).
Atividade presencial para crianças a partir de 3 anos acompanhadas pelos responsáveis.
Inscrições com 30 minutos de antecedência com o MAM Educativo na recepção do MAM.
Acessível em Libras.
Essa atividade faz parte do programa Família MAM + arte e ecologia.
Esta edição do Breaking Ibira será realizada em forma de mostra de dança competitiva (batalhas de breaking), onde os dançarinos poderão, segundo as expressões do breaking e da cultura hip hop, desafiarem a si mesmo e a outros dançarinos numa forma de confraternização mista, envolvendo momentos de expressão livre com expressão direcionada. Em razão da pandemia, serão seguidos e recomendados todos os protocolos exigidos pela prefeitura da cidade de São Paulo.
Breaking Ibira é um evento criado por b.boys que tem por objetivo reunir b.boys e b.girls, amantes da cultura urbana e do hip-hop, assim como de outras modalidades artísticas, para encontrar desafios através da dança e expressar sua criatividade e habilidade em suas sessions (sequências organizadas de passos de breaking). Desde 2017, em parceria com o MAM Educativo, o evento tem atraído pessoas de diversas regiões de São Paulo e um público significativo, tanto de praticantes de breaking quanto de admiradores da cultura de diversas regiões, inclusive de países da América Latina como Argentina, Peru e Venezuela.
Atividade presencial, livre. Inscrições na hora e no local.
Para intérprete de Libras, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48hs de antecedência.
Essa atividade faz parte do programa Domingo MAM.
Essa oficina de colagem contemplativa é um convite para explorarmos visualmente os jardins que circundam o museu e pesquisarmos sensorialmente as infinitas relações entre os diversos materiais disponíveis, como papéis coloridos, adesivos e carimbos.
Laura Teixeira é artista gráfica, ilustradora e educadora. Fez mestrado em design de livros na FAU-USP e, em 2004, especializou-se na Eina-UAB (Barcelona). Publicou, entre outros títulos, “Pássaro-desenho” e “Bolinha branca” (Mov Palavras, 2015). Ilustrou textos de Hilda Hilst, John Williams, John Banville e Raimundo Carrero. Colaborou com as editoras Cosac Naify e Biblioteca Azul, além de jornais e revistas como Folha de São Paulo, Le Monde Diplomatique, Quatro cinco um e Cult. Dá aulas no programa Igual Diferente do mam são paulo e na graduação da EBAC – Escola Britânica de Artes Criativas, onde é Module Leader do BA Illustration Programme.
Atividade presencial para crianças a partir de 3 anos acompanhadas pelos responsáveis.
Inscrições com 30 minutos de antecedência com o MAM Educativo na recepção do MAM.
Para intérprete de Libras, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48hs de antecedência.
Essa atividade faz parte do programa Família MAM.
Prática democrática de dança que a Cia Dança sem Fronteiras desenvolve desde sua criação, com o intuito de incluir pessoas de todas as idades com habilidades e características físicas, motoras e intelectuais diversas, incentivando a transformação da ação através da reflexão e da experiência. Conduzidas pela coreógrafa e bailarina Fernanda Amaral com a participação do elenco da Cia Dança sem Fronteiras.
Dança sem Fronteiras foi criada em 2010, em São Paulo, pela bailarina, coreógrafa e educadora criou Fernanda Amaral. Desde a sua criação, a companhia, com mais de doze espetáculos no repertório, realiza oficinas de dança e apresentações em teatros, museus, espaços abertos (rua e praças) e diversos SESCs da capital e interior, além de participação nos festivais Sencity no Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM), Vozes do Corpo e Mostra Internacional Mais Sentidos no Teatro Sérgio Cardoso. Contemplada com diversos editais e prêmios incluindo; Prince Claus Fund for Culture and Development (Holanda) ProAc de Produção de Espetáculo de Dança, Edital de Fomento à Dança da Cidade de São Paulo (19º,23º, 27º e 31º). Em 2021, prêmio Denilto Gomes por sua atuação inclusiva com Olhares dos Sapatos e estreia do espetáculo documentário Ciranda de Retina e Cristalino.
A Cia também tem participado com apresentações em versão online e videodanças em mostras e festivais online incluindo; FIOD -Festival Danza de Maracaibo, Venezuela e Thrieve Aid – the Art of Protest, USA, Australia e Reino Unido, IRMAP, Festival Internacional de Vídeodança, em perspectivas no Centro Coreográfico do Rio de Janeiro, Bienal Internacional de dança do Ceará, Blanc Festival de vídeo e dança do Amazonas e Dance Filmes Together em Londres.
Fernanda Amaral é bailarina, coreógrafa e educadora com 25 anos de experiência profissional. Nascida no Brasil, residiu na Grã-Bretanha por 20 anos, onde se graduou em Educação. Possui vários títulos internacionais em dança e teatro, incluindo vários certificados em DanceAbility. Recebeu vários prêmios: “Bonnie Bird” 2009 pelo “Centro Laban” em Londres, Arts Council no País de Gales, “Lisa Ulman”, entre outros. Em 1993 fundou Patuá Dance, Companhia de Dança-Teatro, no País de Gales.
Atividade presencial, livre. Aberta ao público.
Na Marquise no entorno do MAM (verificar local no dia na recepção do MAM).
Sem inscrição prévia.
Para intérprete de Libras, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48hs de antecedência.
Essa atividade faz parte do programa Domingo MAM.
A atividade propõe experiências poéticas e artísticas inspiradas nas esculturas do Jardim do MAM, que permitem a exploração sensorial da arte e do espaço público de modo lúdico, integrado ao parque e à cidade.
Atividade presencial, para crianças a partir de 3 anos, acompanhadas de suas(eus) responsáveis.
Inscrições com 30 minutos de antecedência com o MAM Educativo na recepção do MAM.
Para intérprete de Libras, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48hs de antecedência.
Essa atividade faz parte do programa Família MAM.
Visita educativa presencial inspirada no painel dos OSGEMEOS. Considerando as relações entre o grafite e a cidade e os desdobramentos desta relação de presença nos territórios e culturas, sobretudo, a do Hip Hop, nesta visita virtual iremos investigar o painel dos OSGEMEOS, na entrada do mam, a partir dos elementos e das influências da cultura Hip Hop.
Atividade presencial, aberta ao público.
Inscrições com 30 minutos de antecedência com o mam educativo na recepção do mam.
Para intérprete de Libras, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48hs de antecedência.
Essa atividade faz parte do Programa de Visitação.
A visita educativa presencial à obra de Marcius Galan do Projeto Parede do mam, pretende aprofundar sobre o panorama catastrófico que o artista discute em Pintura de emergência (2021-2022). Se utilizando das simbologias de sinalizações de emergência que visam coibir ações capazes de conduzir ao início de um incêndio ou ao seu agravamento. Nesta visita conversaremos sobre as implicações formais e ideológicas que essa sinalização propõe, assim como seus diálogos com o contexto histórico atual.
Atividade presencial, aberta ao público.
Inscrições com 30 minutos de antecedência com o mam educativo na recepção do mam.
Para intérprete de Libras, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48hs de antecedência.
Essa atividade faz parte do programa Programa de Visitação.
Visita educativa presencial inspirada na exposição Sete décadas de exposições modernistas no MAM São Paulo produzida a partir do acervo documental da Biblioteca Paulo Mendes de Almeida, que guarda e memória institucional do mam e é referência para a pesquisa sobre arte moderna e contemporânea. Nesta visita conversaremos sobre a história desses cartazes, seus contextos e o como eles dialogam com o centenário da Semana de Arte Moderna de 1922.
Atividade presencial, aberta ao público.
Inscrições com 30 minutos de antecedência com o mam educativo na recepção do mam.
Para intérprete de Libras, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48hs de antecedência.
Essa atividade faz parte do programa Programa de Visitação.
estamos voltando! em 12 de setembro, reabriremos nossa sede no parque ibirapuera.
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