com Lucilene Silva
Tecida na interação da criança consigo mesma, com a outra e com o mundo, a cultura infantil é vária, única em cada gesto; e a criança, infante que é de sua espécie, necessita, como todas as outras, do espaço natural para exercer movimento próprio e inaugurar com vigor, suavidade e alegria seus talentos infinitos. A natureza é o espaço primordial portador da vida, com suas múltiplas dimensões e desafios. E é sobre isto este encontro: a natureza como espaço primordial para a infância.
Lucilene Silva é mestre e doutoranda em Música na UNICAMP, pesquisadora do Instituto de Etnomusicologia da Universidade Nova de Lisboa, membro do conselho diretivo do Grupo ICTM de Estudos de Música e Dança da América Latina e Caribe. Desenvolve, desde 1998, pesquisa e documentação de cultura infantil e música da infância no Brasil, entre outros países da América Latina e Europa. Sua pesquisa contempla também a música de manifestações populares. Coordenadora do Centro de Estudos e Irradiação da Cultura Infantil e do Centro de Formação da Oca Escola Cultural; integra a equipe gestora da Casa Redonda Centro de Estudos; representa, em São Paulo, a Casa das 5 Pedrinhas, fundada pela pesquisadora Lydia Hortélio; integra a equipe de educadores do Instituto Brincante. Entre outras publicações, é autora do livro Eu vi as três meninas, música tradicional da infância na Comunidade da Aldeia de Carapicuíba, que, em 2015, recebeu o prêmio IPHAN de Salvaguarda do Patrimônio Imaterial. Integrou a Cia Cabelo de Maria com participação nos CDs Cantos de Trabalho volumes I e II, Baianás e São João do Carneirinho; participou do filme Tarja Branca, uma revolução que faltava e do filme Mitã, uma poética da infância brasileira.
Acessível em Libras. Atividade virtual e gratuita, para professoras(es), educadoras(es), pesquisadoras(es), estudantes e artistas, aberta ao público. Inscrições online no site oficial do mam. Para audiodescrição, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48hs de antecedência. Para emissão de certificado, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br após a atividade, com comprovante de inscrição em anexo.
Essa atividade faz parte do programa Contatos com a arte
com Giselda Perê
Com o apoio da metodologia de pesquisa e formação história de vida, em diálogo com os conceitos da oralidade, partiremos de nossas histórias com a literatura infantojuvenil buscando reconhecer aspectos do racismo em nossa formação. Vamos percorrer obras que registrem aspectos das oralidades preservadas nas culturas tradicionais africanas e pretas brasileiras, além de conhecer obras consideradas clássicas que trazem na narrativa uma tentativa de incluir pessoas negras. Buscaremos revisar criticamente os estereótipos solidificados em nosso repertório com as narrativas sobre a população negra, e reconhecer em nossos caminhos formativos e de definição com a literatura, as reproduções de racismos em nosso repertório e criação artística.
Giselda Perê é artista e educadora há 20 anos, mestra em arte-educação pelo Instituto de Artes da UNESP, e fundadora do Agbalá Conta – Núcleo de pesquisa e narração de histórias das culturas negras.
Acessível em Libras. Atividade virtual e gratuita, para professoras(es), educadoras(es), pesquisadoras(es), estudantes e artistas, aberta ao público. Inscrições online no site oficial do mam. Para audiodescrição, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48hs de antecedência. Para emissão de certificado, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br após a atividade, com comprovante de inscrição em anexo.
Essa atividade faz parte do programa Contatos com a arte
Com Plinio Camillo
Período de inscrições: de 04.08.2025 a 15.08.2025
Dias e horários: Terças e sextas-feiras das 14h às 16h *fuso horário de Brasília
Duração: 02/09 a 26/09
Aulas: 02/09, 05/09, 09/09, 12/09, 16/09, 19/09, 23/09, 26/09
Gratuito
Atenção: como forma de construir um ambiente diverso e inclusivo, pessoas negras, indígenas, transgêneras, neurodivergentes e/ou com deficiência, ou com perfil de baixa renda (renda familiar igual ou inferior a dois salários mínimos), terão prioridade nas vagas dos cursos. O preenchimento dos formulários não garante vaga, o processo de participação dos cursos é feito por um critério de avaliação socioeconômico.
“Em Contos” é uma curso on-line com 8 encontros voltados à criação e análise de contos curtos. Foca na escrita autoral, sensível e crítica, explorando estrutura, personagens e estilo. Estimula a escuta coletiva e amplia o repertório literário dos participantes. Voltada a jovens e adultos a partir de 18 anos, promove leitura, diversidade e autoestima por meio do processo coletivo de escrita, através da valorização das perspectivas sociais, culturais e raciais nas narrativas.
Plinio Camillo, nascido em Ribeirão Preto, desde cedo compreendeu que a escrita era mais do que linguagem: era sobrevivência, denúncia e construção de identidade. A escrita tornou-se seu território de afirmação como homem negro e instrumento de resistência poética. Tem formação em Letras e Teatro, atua como escritor, educador e agente cultural. Desenvolve oficinas de escrita criativa com foco em contos curtos e narrativas autorais, promovendo a escuta sensível, o letramento racial e o fortalecimento de vozes negras e periféricas. Fundador da editora Notas de Escurecimento, publicou e organizou obras como Mãe Preta, Filha Preta, Rosas para Marielle, Luiza, De Rua, Outras Vozes e a série Bombons Sortidos. Foi finalista do Prêmio Jabuti com Pretos em Contos – Volume 2, reafirmando seu compromisso com a escrevivência e a memória ancestral. Apresenta o programa Notas de Escurecimento no YouTube, um espaço dedicado à Literatura Negro-Brasileira. Em oficinas, rodas de conversa e palestras, circula por escolas, bibliotecas, quilombos, centros culturais e instituições educativas. Hoje, com mais de 60 anos, segue escrevendo, formando e provocando.
Esse curso faz parte do programa Igual Diferente.
Com Ananda Guimarães
Período de inscrições: de 04.08.2025 a 15.08.2025
Dias e horários: Quintas-feiras das 10h00 às 12h00 *fuso horário de Brasília
Duração: 04/09 a 25/09
Aulas: 04/09, 11/09, 18/09, 25/09
Gratuito
Atenção: como forma de construir um ambiente diverso e inclusivo, pessoas negras, indígenas, transgêneras, neurodivergentes e/ou com deficiência, ou com perfil de baixa renda (renda familiar igual ou inferior a dois salários mínimos), terão prioridade nas vagas dos cursos. O preenchimento dos formulários não garante vaga, o processo de participação dos cursos é feito por um critério de avaliação socioeconômico.
O curso propõe uma imersão introdutória na linguagem da palhaçaria e da comicidade contemporânea, compreendidas como campos férteis de criação artística, sensível e política. A partir da provocação “O que é o nariz que se propõe a viver?”, os encontros convidam a um processo criativo coletivo, onde jogos, reflexões teórico-práticas e experiências de cena atravessam corpos, afetos e imaginários.
Destina-se também a educadores e educadoras que atuam com infâncias e juventudes, interessados em experimentar a palhaçaria como forma de expressão, invenção e relação. Mais do que uma técnica, a palhaçaria é pensada aqui como dispositivo de criação do mundo, em que o erro, a escuta e a diferença são matéria-prima para a arte e para o encontro.
Ananda Guimarães, também conhecida como Palhaça Neneca, é artista DEF, diretora e cofundadora da Coletiva de Palhaças, além de fundadora do Laboratório de Pesquisa em Artes da Cena em Manaus. Atua há mais de 3 anos com formação em palhaçaria a partir da comicidade como ferramenta de criação e investigação estética. Representa a Região Norte no GT de Acessibilidade Cultural da FUNARTE, articulando arte, ancestralidade e acessibilidade como eixos de potência artística e política.
Esse curso faz parte do programa Igual Diferente.
Com Laura Teixeira
Dias e horários: Quartas e sextas-feiras das 10h às 12h *fuso horário de Brasília
Duração: 03/09 a 26/09
Aulas: 03/09, 05/09, 10/09, 12/09, 17/09, 19/09, 24/09, 26/09
Gratuito
Atenção: como forma de construir um ambiente diverso e inclusivo, pessoas negras, indígenas, transgêneras, neurodivergentes e/ou com deficiência, ou com perfil de baixa renda (renda familiar igual ou inferior a dois salários mínimos), terão prioridade nas vagas dos cursos. O preenchimento dos formulários não garante vaga, o processo de participação dos cursos é feito por um critério de avaliação socioeconômico.
Espaço de pesquisa em desenho e outras linguagens gráficas, envolvendo colagem e impressão com diversos materiais, onde as propostas serão muitas vezes norteadas pelo diálogo com materiais específicos – utilizados tradicionalmente para desenho ou não – levando em conta suas restrições e possibilidades. Teremos certa flexibilidade no planejamento dos encontros semanais de modo a incorporar eventuais demandas específicas do grupo, em práticas individuais e coletivas.
É artista visual, professora, ilustradora e designer. Graduou-se em Arquitetura e Urbanismo e possui mestrado pela Universidade de São Paulo. Especializou-se em Ilustração Criativa na Eina – Universidade Autônoma de Barcelona. Sua pesquisa gira em torno da linguagem do desenho vinculada a materialidades diversas e de suas relações com o espaço tridimensional. É autora de Pássaro desenho (Mov Palavras, 2015), Bolinha branca (idem), Água de pegar (Jujuba, 2011), Número de Circo (Hedra, 2008) e Letra de Forma (idem). Além de ser artista orientadora no programa Igual Diferente do Museu de Arte Moderna de São Paulo, vêm atuando em diversas instituições como MASP, UNESP, SESC, Ateliescola Acaia, Escola da Cidade, Laboratório Emília de Formação, Oficinas Culturais do Estado e Escola Britânica de Artes Criativas – University of Hertfordshire, UK.
Esse curso faz parte do programa Igual Diferente.
Com Elisa Band e Karina Bacci
Período de inscrições: de 04.08.2025 a 15.08.2025
Dias e horários: segundas e quintas-feiras das 14h às 16h (curso virtual) *fuso horário de Brasília
Duração: 01/09 a 25/09
Aulas: 01/09, 04/09, 08/09, 11/09, 15/09, 18/09, 22/09, 25/09.
Gratuito
Atenção: como forma de construir um ambiente diverso e inclusivo, pessoas negras, indígenas, transgêneras, neurodivergentes e/ou com deficiência, ou com perfil de baixa renda (renda familiar igual ou inferior a dois salários mínimos), terão prioridade nas vagas dos cursos. O preenchimento dos formulários não garante vaga, o processo de participação dos cursos é feito por um critério de avaliação socioeconômico.
Desenvolvimento e análise de processo autoral em fotoperformance a partir de estímulos temáticos, referências artísticas e exercícios que experimentam o hibridismo entre essas duas linguagens.
É performer, encenadora e pesquisadora. Formada em Artes Cênicas-Unicamp, foi uma das fundadoras do grupo K, dirigido por Renato Cohen. Em 2015, foi residente da Akademie Schloss Solitude (Alemanha) e publicou o livro de contos Perecíveis. Em 2021, apresentou a performance Nica pelo SESC. Ministra cursos de teatro e performance na SP Escola de Teatro, MAM São Paulo, Escola Superior de Artes Célia Helena, entre outros. Desde 2016 é diretora de Teatro da ONG Ser em Cena. Atualmente, é doutoranda pela ECA – USP e diretora da Cia. Ueinzz. Suas áreas são teatro contemporâneo, performance e literatura.
Doutoranda em Artes Visuais na ECA/USP na área de concentração: Teoria, Ensino e Aprendizagem de Arte, Karina Bacci tem pós-graduação em Cinema, Vídeo e Fotografia e graduação em Fotografia, com habilitação em Arte e Cultura. Faz parte do GMEPAE (Grupo Multidisciplinar de Estudo e Pesquisa em Arte e Educação da ECA USP) e atua como fotógrafa e educadora na área cultural. Ministra cursos no MAM-SP desde 2001, além de lugares como USP, CCSP, SESC e Casa Mário de Andrade, tendo ganhado prêmios nessa área. É educadora, fotógrafa e curadora dos projetos itinerantes Retratos da Terra, Cidade Através da Lente e Olhar da Comunidade, com 53 oficinas, exposições e catálogos realizados em diferentes cidades do Brasil. Foi curadora da exposição Evgen Bavcar e Imagens Possíveis, em 2016, da exposição Tramas na Casa Mário de Andrade, em 2015, e das mostras de cinema do MAM-SP (Cinemam), de 2003 a 2005.
Esse curso faz parte do programa Igual Diferente.
local: Praça de Eventos do Sesc Vila Mariana
Breaking Ibira é um evento criado por b.boys e b.girls (nomenclatura atribuída a dançarinos de breaking) que tem por objetivo reunir b.boys e b.girls para celebrar a cultura hip hop, encontrar desafios através da dança e expressar sua criatividade e habilidade em suas sessions (sequência organizada de passos de breaking). Desde 2014, em parceria com o MAM São Paulo, tem atraído pessoas de diversas regiões de São Paulo e um público significativo tanto de praticantes de breaking quanto de admiradores da cultura.
Atividade presencial e gratuita, para todos os públicos. Inscrições no local com 30 minutos de antecedência. Para intérprete de Libras ou audiodescrição, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48h de antecedência. Para emissão de certificado, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br após a atividade, com comprovante de inscrição em anexo.
Essa atividade faz parte do programa Domingo MAM
local: Sesc Vila Mariana
Inspirada no Jardim de Esculturas do MAM, a exposição O Jardim do MAM no Sesc, em cartaz no Sesc Vila Mariana, propõe um diálogo entre arte, paisagem e convivência. Em bate-papo com artistas Regina Silveira e Luiz 83 compartilham suas visões sobre o espaço urbano e poéticas, a conversa contará com mediação de Luna Aurora

Luiz 83 é o nome artístico de Luiz dos Santos Menezes. Autodidata, sua formação decorre da experiência adquirida nas ruas da cidade como “pixador”, atividade que ofereceu o princípio de um vocabulário plástico que vem sendo refinado a partir de pesquisas que o artista desenvolve com considerável grau de inventividade em meios mais convencionais como o desenho, a pintura e a escultura. Sua experiência profissional como montador de exposições de arte também lhe oferece a oportunidade de permanecer em íntimo contato com obras de caráter clássico e contemporâneo, oportunidade que resulta em conhecimento sensivelmente assimilado. Em suas obras é possível perceber um concretismo de tipo bastante peculiar e sem dúvida sofisticada nas soluções formais e nos arranjos conceituais e de natureza POP qualidade também percebida através de um cromatismo que em geral privilegia cores brilhantes de luminosidade intensa. O artista também tem se dedicado a performances onde coloca em questão o lugar social do negro e tematiza a relação do corpo com seu fazer artístico e interações com a cidade. O artista participou de várias mostras individuais e coletivas entre quais se destacam a individual “Z” na galeria Tato e as coletivas “Tendências da Street Art” no Museu Brasileiro de Escultura e “Pretatitude: insurgências, emergências e afirmações na arte contemporânea afro-brasileira” nos SESC Ribeirão Preto, São Carlos, Vila Mariana e Santos”.

É graduada em Artes Plásticas pelo Instituto de Artes da UFRGS (1959), além de ter um mestrado (1980) e Ph.D. (1984) na Escola de Comunicação e Artes da USP – Universidade de São Paulo. A artista participou de várias bienais, como Bienal de São Paulo (1981, 1983, 1998, 2021); Bienal Internacional de Curitiba (2013, 2015); Bienal do Mercosul (2001, 2011), em Porto Alegre e Bienal de La Habana, em Cuba (1986, 1998 e 2015). Algumas de suas exposições coletivas mais recentes são Walking through Walls (Martin Gropius Bau, Alemanha, 2019) e Radical Women: Latin American Art, 1960-1985 (Hammer Museum, EUA, 2017). As últimas exposições individuais de Regina são: Limiares (Paço das Artes, Brasil, 2020); Up There (Farol Santander, Brasil, 2019); EXIT (MuBE, Brasil, 2018); Unrealized / NãoFeito (Alexander Gray Associates, EUA, 2019); Todas As Escadas (Instituto Figueiredo Ferraz, Brasil, 2018), e Crash (Museu Oscar Niemeyer, Brasil, 2015). Entre outros, recebeu os prêmios Prêmio MASP (2013), Prêmio APCA pela trajetória (2011) e Prêmio Fundação Bunge (2009). A artista também recebeu bolsas da Fundação John Simon Guggenheim (1990), Fundação Pollock-Krasner (1993) e Fundação Fulbright (1994).
Luna Aurora ou Luna Dy Córtes é beletrista pela Universidade de São Paulo, pós-graduanda em Arte e Educação pelo Centro Universitário Belas Artes, escritora, multiartista da palavra e educadora. Publicou Mem(orais): poéticas de uma Byxa-travesty preta de cortes pela editora Urutau em 2019 e Prospectos: feitiços entre o tempo, o vórtex, o eu e o eco pela mesma editora em 2023. Pesquisa as interdisciplinaridades de linguagens focando na escrita em conjunto com as discussões sobre identidade de gênero e travestilidades.
Acessível em Libras. Atividade presencial e gratuita, para professoras(es), educadoras(es), pesquisadoras(es), estudantes e artistas, aberta ao público. Inscrições no local com 30 minutos de antecedência. Para intérprete de Libras ou audiodescrição, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48h de antecedência. Para emissão de certificado, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br após a atividade, com comprovante de inscrição em anexo.
Essa atividade faz parte do programa Contatos com a arte
com Yeejide
local: Sesc Vila Mariana – ateliê exposição Jardim do MAM no Sesc
Inspirado na exposição Jardim do MAM no Sesc, a oficina Ifé Okan propõe um espaço de descoberta, imaginário e compartilhamento de histórias para possibilitar aos participantes construírem autorretratos a partir da técnica da colagem.
Dançarina e artista visual, pesquisa cultura popular e tradições afro-diaspóricas. Acredita que as tradições de terreiro, memórias, imaginário popular e a conexão com a natureza são estímulos de conexão do pensamento e consciência da relação do corpo com os espaços em que habita.
Atividade presencial e gratuita, aberta ao público. Vagas limitadas. Inscrições no local com 30 minutos de antecedência. Para intérprete de Libras ou audiodescrição, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48h de antecedência.
Essa atividade faz parte do programa Domingo MAM
com Itinerock
local: Sala Corpo e Artes do Sesc Vila Mariana
Slam das Manas é uma batalha poética, segue os padrões dos demais: somente textos autorais de até três minutos; não pode usar figurino e nem objeto cênico; pode ler; júri é convocado na hora – notas são de 0 a 10. O único diferencial é que somente mulheres (hétero, lésbicas, bis, ou trans) podem batalhar.
Slam das Manas é uma batalha que celebra a força da poesia feminina e das poetas sinalizantes que protagonizam suas poesias na Língua Brasileira de Sinais.
Acessível em Libras. Atividade presencial e gratuita, para todos os públicos. Inscrições no local com 30 minutos de antecedência. Para audiodescrição, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48h de antecedência. Para emissão de certificado, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br após a atividade, com comprovante de inscrição em anexo.
Essa atividade faz parte do programa Família MAM
com Itinerock
local: Sala Corpo e Artes do Sesc Vila Mariana
Neste evento, será realizada uma oficina de dança rockabilly, um dos subgêneros do rock, focado em músicas dos anos 1950 e 1960. Através da condução e prática livre os participantes serão convidados a experimentarem esse estilo dança e musical independente do seu grau de contato com o estilo.
O Itinerock é um projeto sociocultural sem fins lucrativos, que foi concebido em outubro de 2021 para reunir amigos para expandir a cultura rockabilly, que é o rock dançante dos anos 1950 e 1960 (assim denominado em São Paulo). O Projeto consiste em uma intervenção artística livre, itinerante, mensal e gratuita em parques, praças e instituições culturais da cidade de São Paulo e região celebrando a diversidade de corpos possíveis dentro desse estilo. Além da prática da dança, é oferecida uma oficina gratuita de rockabilly básico aos frequentadores. O objetivo geral do Itinerock é fomentar a dança em espaços públicos da cidade de São Paulo e região, utilizando-a como ferramenta de transformação dos sujeitos e realidades nas quais o projeto está inserido.
Atividade presencial e gratuita, para crianças e seus acompanhantes de todas as idades. Inscrições no local com 30 minutos de antecedência. Para intérprete de Libras ou audiodescrição, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48h de antecedência. Para emissão de certificado, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br após a atividade, com comprovante de inscrição em anexo.
Essa atividade faz parte do programa Domingo MAM
com Banda das Invenções
local: Auditório do Sesc Vila Mariana
Folia dos Bichos é um espetáculo musical dinâmico, que convida o público a se envolver em brincadeiras, cantorias e momentos de integração. A apresentação conta com músicos brincantes, que exploram a riqueza sonora de instrumentos como rabeca, caixa, triângulo, alfaia e vozes. Numa viagem repleta de cores vibrantes e com a musicalidade da cultura popular, a Banda das Invenções apresenta Folia dos Bichos, um show que convida os participantes à brincadeira, cantoria e integração. O espetáculo conta com músicos brincantes, com a instrumentação de rabeca, caixa, triângulo, alfaia e vozes. O repertório, composto por canções tradicionais populares e canções autorais da banda, traz consigo a sonoridade do samba de coco, dos cacuriás, cirandas e congadas, com a temática norteada pelo nome do espetáculo: A Folia dos Bichos convida o público a cantar e dançar junto.
Atividade presencial e gratuita, para crianças e seus acompanhantes de todas as idades. Inscrições no local com 30 minutos de antecedência. Para intérprete de Libras ou audiodescrição, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48h de antecedência. Para emissão de certificado, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br após a atividade, com comprovante de inscrição em anexo.
Essa atividade faz parte do programa Família MAM
com Negret e DJ Paul
local: Sala de Jogos do Sesc Vila Mariana
Roda de conversa de introdução ao universo do Hip Hop e seus quatro elementos: breaking, mc, dj e graffiti, seguido por um pocket show com Negret e Dj Paul. O pocket show com o artista independente Negret apresenta um repertório especial com músicas da EP Defeitos (2023) e de seu álbum solo Vírus do Preconceito (2022), além de outros lançamentos e produções com com DJ Paul.
Negret é artista independente vindo das ruas do interior paulista. Por meio de suas letras, procura compartilhar suas vivências e lutas contra o preconceito e a desigualdade social. Sua primeira experiência com o Hip Hop foi o break dance por influência de seu pai, que era B.boy. Com participação em batalhas de rima, teve experiências como mestre de cerimônias e foi campeão de algumas batalhas como: Batalha da Laje e Batalha da Teles. Negret participou do Grupo Holocausto da Quebrada e deu continuidade à sua carreira solo com o lançamento do álbum intitulado Vírus do Preconceito (2022). Realizou shows na Casa de Cultura Itaim Paulista, Casa de Cultura Zona Leste Tiradentes, CEU Formosa, Batalha da Central em Diadema, entre outros espaços culturais. Vive em Ferraz de Vasconcelos, extremo leste de São Paulo – SP.
DJ Paul é um dos nomes mais importantes do Hip Hop brasileiro. Iniciou sua carreira em 1987 com uma trajetória marcada pela inovação, pioneirismo e dedicação à cultura hip hop. Seu trabalho como DJ, produtor musical e arte educador se estende por mais de três décadas, e seu legado continua inspirando novas gerações de artistas e contribuiu para a disseminação da cultura hip hop no Brasil.
Atividade presencial e gratuita, aberta ao público. Vagas limitadas. Inscrições no local com 30 minutos de antecedência. Para intérprete de Libras ou audiodescrição, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48h de antecedência.
Essa atividade faz parte do programa Domingo MAM
com Priscila Obaci
local: Sala Corpo e Artes do Sesc Vila Mariana
Xirê é uma palavra em yorubá que quer dizer “brincadeira”. Xirezinho é uma atividade musical, sensorial e formativa que propõe movimentações e interações a partir da relação dos elementos da natureza que cada Orixá representa. A proposta tem a relação entre adulto e criança como experiência, e/ou qualquer pessoa que queira entrar na brincadeira.
A atividade é conduzida com a introdução de uma poesia e, em cada brincadeira, a música e o toque de cada Orixá são tocados. A música é feita ao vivo, sendo assim um espetáculo interativo que acontece como um grande círculo de vivência.
É artista, educadora e mãe de Melik Rudá e Bakari Mairê. Formada em Comunicação das Artes do Corpo na PUC – SP e pós-graduanda em musicalização infantil, transita entre teatro, dança e poesia. Professora da Dança Materna, matrigestora de KIS NSI – Consciência corporal para Mães – Bebês – Pais e XIREZINHO – Os Bebês e a natureza, atividades sensoriais/lúdicas que tem o candomblé como base pedagógica e filosófica. Integrante do núcleo Black Babywearing Brasil – Carregar Preto e Umoja. Redatora e social media no Estúdio Gemma de Criação. Autora de Poesias Pós Parto (2020 – Oralituras) e A Calimba e Flauta, em coautoria com Allan da Rosa (2012 – Edições Toró).
Acessível em Libras. Atividade presencial e gratuita, para professoras(es), educadoras(es), pesquisadoras(es), estudantes e artistas, aberta ao público. Inscrições no local com 30 minutos de antecedência. Para intérprete de Libras ou audiodescrição, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48h de antecedência. Para emissão de certificado, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br após a atividade, com comprovante de inscrição em anexo.
Essa atividade faz parte do programa Família MAM
com Amanda Paralela
local: Sesc Vila Mariana
Qual papel a arte pode desempenhar no combate à emergência climática? Neste encontro, conversaremos sobre as relações entre arte e meio ambiente, considerando práticas artísticas ancestrais e contemporâneas. Tomando como referência o trabalho de artistas que desafiam e transformam narrativas dominantes sobre a relação humano-natureza.
É educadora, artista visual e designer. Seu percurso acadêmico é composto pela formação em Design Gráfico pela UMC; licenciatura em Artes Visuais pela FPA e segue em curso a pós-graduação A Natureza Que Somos Filosofias e Práticas para uma Atuação Genuína no Mundo pela A Casa Tombada. Atuou como professora de dança e atualmente é educadora no Museu de Arte Moderna de São Paulo. Sua pesquisa permeia experimentações em diferentes linguagens artísticas nas quais é possível brincar. Acredita que a infância é um estado de se viver que não se limita a uma única fase da vida e que os pássaros estão entre os seres mais criativos desta Terra.
Acessível em Libras. Atividade presencial e gratuita, para professoras(es), educadoras(es), pesquisadoras(es), estudantes e artistas, aberta ao público. Inscrições no local com 30 minutos de antecedência. Para intérprete de Libras ou audiodescrição, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48h de antecedência. Para emissão de certificado, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br após a atividade, com comprovante de inscrição em anexo.
Essa atividade faz parte do programa Contatos com a arte
com Amanda Falcão, Amanda Alves e Caroline Machado
local: Sesc Vila Mariana
Este encontro visa compartilhar experiências e processos educativos realizados a partir do trabalho contínuo com crianças pequenas no contexto do museu e da arte educação. As atividades abordam diversas linguagens artísticas, desde brincadeiras cantadas, experimentações com tintas naturais e contações de histórias que envolvem adultos e bebês, que participam descobrindo juntos novas possibilidades sensoriais e sensibilização.
É artista e educadora formada em bacharelado de Artes Visuais e licenciando Artes no Centro Universitário Belas Artes de São Paulo. Já atuou em educativos de instituições culturais como Sesc Pompeia e Sesc 24 de Maio, e atualmente é educadora no MAM São Paulo. Em suas pesquisas, busca costurar a relação entre memória e o fazer artesanal e, também, investigar os processos sutis e interdisciplinares na mediação cultural e arte educação.
Amanda Alves Vilas Boas Oliveira ou Amanza é educadora e fotógrafa. Sua formação acadêmica é Bacharelado em História da Arte na Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) e Técnico em Comunicação Visual pela ETEC Tiquatira. Apresenta o podcast “O Conceito” sobre história da arte e cultura pop. Percorreu entre instituições culturais como Pinacoteca do Estado de São Paulo e SESC Consolação, Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo e produção de projetos culturais periféricos. Atualmente é educadora no Museu de Arte Moderna de São Paulo. Sua pesquisa permeia entre direito à cidade, expressões musicais e cultura das infâncias.
É educadora, artista e produtora cultural. Técnica em Dança, licenciada em Artes Visuais, pós graduanda no curso “A Pedagogia das Miudezas na Educação das Infâncias: sobre epistemologias, utopias e teimosias” pela A Casa Tombada. Em suas pesquisas encruzilha relações entre corpo, memória e aspectos da cultura afro-diaspórica e popular brasileira no campo da arte-educação.
Acessível em Libras. Atividade presencial e gratuita, para professoras(es), educadoras(es), pesquisadoras(es), estudantes e artistas, aberta ao público. Inscrições no local com 30 minutos de antecedência. Para intérprete de Libras ou audiodescrição, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48h de antecedência. Para emissão de certificado, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br após a atividade, com comprovante de inscrição em anexo.
Essa atividade faz parte do programa Contatos com a arte
com MAM Educativo
local: Sesc Vila Mariana – exposição Jardim do MAM no Sesc
Caça-obras na exposição Jardim do MAM no Sesc é uma atividade que convida o público a entrar em contato com as obras de arte a céu aberto de uma maneira investigativa e lúdica.
Atividade presencial e gratuita, para famílias com crianças de todas as idades, acompanhadas de suas (eus) responsáveis. Vagas limitadas. Inscrições no local com 30 minutos de antecedência. Para intérprete de Libras ou audiodescrição, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48h de antecedência.
Essa atividade faz parte do programa Família MAM
com Pedro Queiroz
local: Auditório do Sesc Vila Mariana
Este encontro propõe o compartilhamento de experiências educativas no contexto museal, guiado por reflexões sobre simbologias e saberes ancestrais africanos. Partindo dos Adinkras — conjunto de símbolos oriundos dos povos Acã da África Ocidental —, vamos explorar como práticas cotidianas, dentro e fora do museu, podem se conectar com esses conhecimentos ancestrais. Também vamos estabelecer diálogos entre a realidade brasileira e as expressões musicais de artistas negros e negras, fortalecendo pontes entre tradição, criação contemporânea e vivências do presente.
É graduando de Ciências Sociais pela Universidade Federal de São Paulo. Amante da fotografia, possui uma trajetória de cobertura de manifestações populares. Utiliza a fotografia como forma de ativismo, buscando apresentar e construir, através de seu olhar, sua própria narrativa, com foco na preservação das identidades negras. Além disso, também é arte educador em formação no MAM São Paulo.
Acessível em Libras. Atividade presencial e gratuita, para crianças e seus acompanhantes de todas as idades. Inscrições no local com 30 minutos de antecedência. Para audiodescrição, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48h de antecedência. Para emissão de certificado, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br após a atividade, com comprovante de inscrição em anexo.
Essa atividade faz parte do programa Contatos com a arte
com Pâmela Amy
local: Praça de Eventos Sesc Vila Mariana
A série de vídeos Histórias no Jardim, presente na exposição Jardim do MAM no Sesc, convida o público para uma relação do lúdico e do brincar com as obras do Jardim de Esculturas, com narrações de histórias e apresentações musicais. Nesta atividade, Cristino Wapichana narra a história do seu livro A onça e o fogo, que resgata uma história indígena do povo Wapichana. O duelo entre a onça e o fogo é travado em um tempo fantástico, cheio de perigos e aventuras.
Contador de histórias, escritor, músico, compositor, produtor cultural. Artista indígena, utiliza-se de sua familiaridade com as palavras e a música para disseminar histórias, saberes e heranças dos povos originários, reforçando a importância dessa população para a formação da sociedade brasileira.
Acessível em Libras. Atividade presencial e gratuita, para crianças e seus acompanhantes de todas as idades. Inscrições no local com 30 minutos de antecedência. Para audiodescrição, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48h de antecedência. Para emissão de certificado, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br após a atividade, com comprovante de inscrição em anexo.
Essa atividade faz parte do programa Família MAM
com Pâmela Amy
local: Praça de Eventos Sesc Vila Mariana
O Gumboot Dance nasceu no final do século 18 para o século 19 nas minas de ouro e diamante da África do Sul. A princípio, era utilizado como forma de se comunicar, pois nesses lugares haviam pessoas de várias partes do continente africano. Este código era utilizado contra os perigos iminentes, além de um método de organização entre os trabalhadores. Desta língua nasceu uma dança percussiva que traz em suas palavras um manifesto.
Com 29 anos, é coreógrafa, bailarina, performer, produtora cultural e fotógrafa. Iniciou sua trajetória artística no Núcleo de Dança Pélagos, no qual participou dos espetáculos Volúpia, Garimpo e Y Khissa. Após isso, em 2013, entrou na companhia de dança africana Gumboot Dance Brasil, na qual está há 10 anos. Na companhia Gumboot Dance Brasil, pesquisa danças da África do Sul como Zulu, Botsuwana e o Gumboot. A partir dessa pesquisa, foi intérprete criadora dos espetáculos Yebo e o Subterrâneo, além dos musicais Beat 16, Gumboot Dance Brasil 10 anos e Yebo Remix.
Acessível em Libras. Atividade presencial e gratuita, para crianças e seus acompanhantes de todas as idades. Inscrições no local com 30 minutos de antecedência. Para audiodescrição, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48h de antecedência. Para emissão de certificado, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br após a atividade, com comprovante de inscrição em anexo.
Essa atividade faz parte do programa Família MAM
com MAM Educativo
local: sala de jogos Sesc Vila Mariana
O MAM Educativo convida o público a soltar a voz em uma playlist inspirada na temática da exposição Jardim do MAM no Sesc.
Acessível em Libras. Atividade presencial e gratuita, para crianças e seus acompanhantes de todas as idades. Inscrições no local com 30 minutos de antecedência. Para audiodescrição, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48h de antecedência. Para emissão de certificado, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br após a atividade, com comprovante de inscrição em anexo.
Essa atividade faz parte do programa Domingo MAM
com Nós D’água Companhia de Dança
local: Sala Corpo e Artes do Sesc Vila Mariana
O projeto consiste em uma celebração à Cultura House, que tem como característica música com batidas eletrônicas, feita ao vivo objetivando o fomento à cena House brasileira de maneira autêntica e a reconexão do House com sua ancestralidade negra.
A Nós D’água de Dança surge como uma companhia de dança que organiza-se a partir de pensamentos e estéticas negras em cultura composta por Eduardo Reis e Gisoul. É a idealizadora e produtora do projeto Jacking Baile e do documentário em produção “House Dance: percursos e memórias afrodiaspóricas no Brasil”.
Acessível em Libras. Atividade presencial e gratuita, para crianças e seus acompanhantes de todas as idades. Inscrições no local com 30 minutos de antecedência. Para audiodescrição, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48h de antecedência. Para emissão de certificado, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br após a atividade, com comprovante de inscrição em anexo.
Essa atividade faz parte do programa Domingo MAM
com CRIA Cia de Dança
local: Sesc Vila Mariana
Espetáculo interativo e itinerante em que três dançarinas e uma musicista propõem interações com o público enquanto se movem pelo espaço. Um jogo cênico em que figuras misteriosas começam a surgir, trazendo narrativas que se constroem junto à plateia – convidada a se mover e brincar -, numa conversa estabelecida entre os corpos.
No primeiro momento, uma atmosfera de mistério acontece conforme essas figuras surgem. Aos poucos, os corpos das dançarinas são desvelados, gerando curiosidade e surpresa: “Quem são vocês?” – Ouve- se do público. Corpos e tecidos vão sendo moldados, formando figuras que convidam o público a imaginar criaturas, conduzindo-o pelo espaço por meio de brincadeiras até chegarem no espaço final onde dança, brincadeira e música favorecem uma experiência corporal estética, criativa e divertida.
É formada pelas dançarinas Beatriz Miguez e Larissa Pretti, e desenvolvemos um trabalho em DANÇA voltado à PRIMEIRA INFÂNCIA. Fundamos a CRIA depois que nos tornamos mães. Nós duas tínhamos uma vasta experiência como educadoras e a maternidade despertou em nós um desejo de mergulhar em uma pesquisa profunda sobre a movimentação dos bebês, a relação destes com seus cuidadores e sobretudo, as possibilidades de criação em dança para e com esse público, já que acreditamos nos bebês como sujeitos de suas próprias histórias.
Acessível em Libras. Atividade presencial e gratuita, para crianças e seus acompanhantes de todas as idades. Inscrições no local com 30 minutos de antecedência. Para audiodescrição, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48h de antecedência. Para emissão de certificado, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br após a atividade, com comprovante de inscrição em anexo.
Essa atividade faz parte do programa Família MAM
com Trupe Las Manas
local: Praça de Eventos do Sesc Vila Mariana
Las Manas e a Despedida conta a história de duas palhaças, Picolé e Barnabéia, grandes companheiras que vivem juntas há muito tempo. Quando Picolé decide viajar e explorar o mundo, Barnabéia faz de tudo pra que ela fique mais um pouco, com medo da falta de Picolé. O espetáculo explora frustrações e emoções humanas através da relação das palhaças, com as quais o público se identifica e se diverte. Misturamos técnicas circenses de acrobacias e malabares que contribuem para a estética lúdica e corporal do espetáculo.
Foi formada em 2018 nas Oficinas Culturais de Mauá, com foco nas relações femininas na palhaçaria. Como encerramento do Núcleo de Pesquisa, apresentaram números baseados em esquetes clássicas. Em 2019, receberam apoio do Edital FAFC Mauá e criaram o espetáculo “Las Manas e a Despedida”, que circularam pela cidade. Em 2020, foram apoiadas pelo Programa VAI para criar “Las Manas e o Apocalipse”, com uma equipe técnica exclusivamente feminina. Em 2021, continuaram pelo Programa VAI, promovendo “Las Manas e o Apocalipse” e “Cortejo das Manas” em ocupações de São Paulo. Em 2022, decidiram criar “Las Manas à Obra”, explorando trabalhos considerados masculinos por mulheres palhaças, e receberam apoio para uma Mostra de repertório em espaços periféricos.
Acessível em Libras. Atividade presencial e gratuita, para crianças e seus acompanhantes de todas as idades. Inscrições no local com 30 minutos de antecedência. Para audiodescrição, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48h de antecedência. Para emissão de certificado, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br após a atividade, com comprovante de inscrição em anexo.
Essa atividade faz parte do programa Família MAM
com gRUPO êBA!
local: Praça de Eventos do Sesc Vila Mariana
A série de vídeos Histórias no Jardim, presente na exposição Jardim do MAM no Sesc, convida o público para uma relação do lúdico e do brincar com as obras do Jardim de Esculturas, com narrações de histórias e apresentações musicais. Nesta atividade, o gRUPO êBA! contará a história de uma menina que começou a sentir uma coceirinha na cabeça. Ela coçava, coçava, e não sabia o que era. Sua mãe disse que devia ser um bichinho que fica andando no couro cabeludo. Mas olhou fio por fio, e nada. Afinal, o que será que está causando essa coceirinha toda? Assim começa a história Pé de Sonho, que será apresentada junto de outras tantas histórias e brincadeiras numa proposta bilíngue, onde tudo deve fazer sentido para aqueles que ouvem e que não ouvem. Para isso, os gestos, ritmos corporais, vibrações e recursos visuais são usados e abusados, para que todos possam participar.
nasceu em 2012, com o objetivo de proporcionar um novo tipo de encontro entre culturas. As histórias, brincadeiras e músicas transformaram-se em instrumentos para chegar até as crianças, levando leitura, alegria e muita imaginação. É formado por Amanda Lioli, pedagoga e intérprete de LIBRAS, Brunna Talita, contadora de histórias e educadora e Li Albano, psicóloga social e percussionista, além de contar com a participação de artistas surdes.
Acessível em Libras. Atividade presencial e gratuita, para crianças e seus acompanhantes de todas as idades. Inscrições no local com 30 minutos de antecedência. Para audiodescrição, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48h de antecedência. Para emissão de certificado, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br após a atividade, com comprovante de inscrição em anexo.
Essa atividade faz parte do programa Família MAM
com Grupo Sementeira
local: Praça de Eventos do Sesc Vila Mariana
A série de vídeos Histórias no Jardim, presente na exposição Jardim do MAM no Sesc, convida o público para uma relação do lúdico e do brincar com as obras do Jardim de Esculturas, com narrações de histórias e apresentações musicais. Nesta apresentação, o Grupo Sementeira convida o público para o encontro e interação através da música e dos ritmos brasileiros. Nessa formação especial, violino, rabeca e cello acompanham os sons da percussão e das vozes, inspirados pelos elementos presentes na exposição Jardim do MAM no Sesc.
Pesquisa ritmos da cultura popular, histórias e brincadeiras cantadas da cultura tradicional da infância. Jogos de versos, cancioneiro popular, baião, côco, maracatu, ciranda, fazem parte de seu repertório, temperados com outras sonoridades do mundo. Cantos para se brincar em roda, para dar as boas vindas aos que estão chegando, para manter viva a criança em nós.
Atividade presencial e gratuita, para crianças e seus acompanhantes de todas as idades. Inscrições no local com 30 minutos de antecedência. Para intérprete de Libras ou audiodescrição, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48h de antecedência. Para emissão de certificado, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br após a atividade, com comprovante de inscrição em anexo.
Essa atividade faz parte do programa Família MAM
com Yeejide
local: Sala Corpo e Artes do Sesc Vila Mariana
O corpo como espaço sagrado e templo da criação. Nesta oficina serão propostos nove exercícios de dança que exploram movimentações da dança contemporânea e das danças tradicionais dos terreiros, além do som do atabaque, tocado ao vivo, que permeia todo o encontro, como possibilitadores da imersão corporal que autorreferenciem e contribuam para os processos de criação e mitologias pessoais.
Dançarina e artista visual, pesquisa cultura popular e tradições afro-diaspóricas. Acredita que as tradições de terreiro, memórias, imaginário popular e a conexão com a natureza são estímulos de conexão do pensamento e consciência da relação do corpo com os espaços em que habita.
Maranhense residente no bairro do Ipiranga/Heliópolis há 24 anos, é ogã na umbanda e atualmente estuda os toques do candomblé ketu.
Ogã e Opa Otun no Ilê Àse Bomin, de Nação Ketu, atua há doze anos como produtor cultural, especializado em projetos culturais, gestão de eventos e produção musical. Apaixonado pela valorização da cultura e pelo impacto social por meio da arte e da educação.
Atividade presencial e gratuita, para crianças e seus acompanhantes de todas as idades. Inscrições no local com 30 minutos de antecedência. Para intérprete de Libras ou audiodescrição, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48h de antecedência. Para emissão de certificado, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br após a atividade, com comprovante de inscrição em anexo.
Essa atividade faz parte do programa Domingo MAM
com Forró das Minas
local: Sala Corpo e Artes do Sesc Vila Mariana
O Núcleo Histórias de Comadres encontrou nos instrumentos musicais presentes no universo da Capoeira Angola a inspiração para criar narrativas e imagens. Em “Passando de Raspão”, um velho mestre de capoeira conta histórias sobre o instrumento musical Reco-Reco para ajudar Onira, uma garota de 11 anos, a enfrentar com sabedoria, flexibilidade e malemolência as tempestades da vida.
O Coletivo Forró das Minas é composto por mais de 48 mulheres, resgatando e fortalecendo o legado de artistas tão significativos na história da nossa cultura.
O grupo realizou o primeiro festival só de mulheres da história da música, o Festival Forró das Minas, em 2022, com mais de 35 artistas em palco, sendo Anastácia e Liv Moraes convidadas especiais do evento. Atualmente, organizam o 2° Festival Forró das Minas que, em breve, trará novidades para o cenário.
O Forró das Minas é composto por mulheres em suas diversidades; mulheres nordestinas, pretas, periféricas, mães solo, lésbicas, PCD, que se conectam através de suas artes e levam até o público uma apresentação dinâmica revezando as vozes e instrumentos. São diversos os projetos do coletivo, além de shows com diferentes formações, rodas de conversas, proporcionando oficinas musicais como percussão, rabeca, pífano, sanfona, canto e dança.
Atividade presencial e gratuita, para crianças e seus acompanhantes de todas as idades. Inscrições no local com 30 minutos de antecedência. Para intérprete de Libras ou audiodescrição, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48h de antecedência. Para emissão de certificado, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br após a atividade, com comprovante de inscrição em anexo.
Essa atividade faz parte do programa Família MAM
com Núcleo Histórias de Comadres
local: Praça de Eventos do Sesc Vila Mariana
O Núcleo Histórias de Comadres encontrou nos instrumentos musicais presentes no universo da Capoeira Angola a inspiração para criar narrativas e imagens. Em “Passando de Raspão”, um velho mestre de capoeira conta histórias sobre o instrumento musical Reco-Reco para ajudar Onira, uma garota de 11 anos, a enfrentar com sabedoria, flexibilidade e malemolência as tempestades da vida.
Criado em 2014 pela atriz, capoeirista, educadora e narradora de histórias Jordana Dolores, o grupo encontrou nos instrumentos musicais presentes no universo da Capoeira Angola o estímulo para a criação de seus primeiros projetos. O objetivo foi explorar a potência dos instrumentos enquanto inspiração para gerar narrativas e imagens.
Atividade presencial e gratuita, para crianças e seus acompanhantes de todas as idades. Inscrições no local com 30 minutos de antecedência. Para intérprete de Libras ou audiodescrição, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48h de antecedência. Para emissão de certificado, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br após a atividade, com comprovante de inscrição em anexo.
Essa atividade faz parte do programa Família MAM
com Cia Caruru
local: Sala Curumim do Sesc Vila Mariana
Com intervenções lúdicas musicalizadas, o balaio vem chegando para o encantamento, trazendo elementos de referência às culturas africanas e negras diaspóricas. Esse espaço lúdico pensado para bebês e crianças, possibilita experimentações através dos sentidos e descobertas de brincadeiras das diversas infâncias, valorizando as culturas africanas, negras, indígenas e das nossas memórias. Esse é o nosso convite para virem com a gente brincar, cantar, descobrir e dançar.
É uma companhia de arte-educação negra que promove o afeto e a memória por meio do brincar e da valorização das culturas africanas e diaspóricas, fundada em 2015. Inicialmente formada como Coletivo Dúdú Badé, na zona norte de São Paulo, a companhia desenvolve vivências, mediações e atividades para crianças e seus adultos de referência, utilizando a ludicidade para fortalecer identidades negras e suas ancestralidades. Em 2024, inaugurou o Quintal Brincante da Cia Caruru, ampliando sua atuação comunitária e reafirmando seu compromisso com a educação e a valorização da cultura negra. Ao longo de sua trajetória, a Cia Caruru realizou formações para educadores, ocupações brincantes e eventos como os Seminários Omo Erê, voltados para reflexões sobre infâncias e relações étnico-raciais. Contemplada por editais como VAI e Coletivos Abrinq, a companhia circula com suas ações em escolas, centros culturais e comunidades, consolidando-se como um território de afeto, resistência e troca de saberes ancestrais. A companhia é conduzida por Ana Caroline da Silva de Jesus, gestora cultural, pesquisadora e co-fundadora do Terça Afro, e Amanda Cristina da Silva de Jesus, nutricionista, arte-educadora e pesquisadora da saúde da população negra. Juntas, seguem promovendo experiências que ressignificam a infância e fortalecem a representatividade negra na educação, criando espaços de acolhimento e transformação por meio da arte e da cultura.
Atividade presencial e gratuita, para crianças e seus acompanhantes de todas as idades. Inscrições no local com 30 minutos de antecedência. Para intérprete de Libras ou audiodescrição, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48h de antecedência. Para emissão de certificado, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br após a atividade, com comprovante de inscrição em anexo.
Essa atividade faz parte do programa Domingo MAM