Como parte do 39º Panorama da Arte Brasileira: Depois que tudo foi dito, o MAM lança a publicação que acompanha a exposição, em um bate-papo entre a curadora Diane Lima e a filósofa, escritora e artista Denise Ferreira da Silva.
Com 664 páginas, o livro reúne textos institucionais, ensaios, entrevistas e verbetes sobre os artistas participantes, além de contribuições inéditas de Christina Sharpe, David Lloyd, Denise Ferreira da Silva, Ricardo Terto, Maria Isabel Iorio, Natasha Felix e Mirella Ferreira. Os textos estabelecem diferentes relações entre literatura, poesia, crítica e artes visuais, ampliando as possibilidades de leitura das obras e das pesquisas apresentadas no Panorama.
Bilíngue, em português e inglês, a publicação tem identidade visual e projeto gráfico do estúdio Porto Rocha.
Diane Lima
Curadora e pesquisadora, Diane Lima é mestra em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP e Pre-doctoral Mellon Fellow, afiliada ao Critical Racial Anti Colonial Study Co-Lab (CRACS Co-Lab) no Department of Spanish & Portuguese Languages and Literatures na New York University. Recentemente, foi anunciada como curadora do Pavilhão do Brasil na 61ª Exposição Internacional de Arte – La Biennale di Venezia. Suas exposições anteriores incluem coreografias do impossível – 35ª Bienal de São Paulo (2023), Paulo Nazareth: Luzia no Museo Tamayo, na Cidade do México (2024), O rio é uma serpente – 3ª Frestas Trienal de Artes do SESC São Paulo (2020/2021), e o programa de dois anos Diálogos Ausentes no Itaú Cultural (São Paulo, 2016-2017), que desempenhou um papel histórico na virada anticolonial da arte contemporânea brasileira.
Em 2025, Lima foi nomeada para o Conselho Consultivo Científico da documenta e Museum Fridericianum gGmbH, na Alemanha, onde atua como vice-presidente. Entre 2024 e 2025, foi Diretora de Programação da ESAP Fellowship 2025 – uma iniciativa liderada pela A&L Berg Foundation para promover o desenvolvimento profissional de curadores latinex nos Estados Unidos.
Em 2024, Lima foi professora convidada no Instituto de Pesquisa Estética da Universidade Nacional Autônoma do México (UNAM). Diane Lima editou a aclamada antologia Negros na Piscina: Arte Contemporânea, Curadoria e Educação (Fósforo, 2024), que documenta os últimos dez anos de debates sobre racialidade e arte no Brasil. Também coeditou o volume Textes à lire à voix haute (Textos para ler em voz alta), que reuniu vozes dissidentes anticoloniais em contextos lusófonos e francófonos (Brook, 2022). Ela também é uma das vencedoras da Ford Foundation Global Fellowship 2021, programa que celebra a nova geração de líderes globais em justiça social.
Denise Ferreira da Silva
Denise Ferreira da Silva é professora Samuel Rudin de Humanidades no Departamento de Espanhol e Português da Universidade de Nova Iorque. Acadêmica e artista, a Dra. Denise Ferreira da Silva escreve sobre questões globais cruciais, que aborda a partir de uma perspectiva feminista negra anticolonial.
Autora prolífica, seus livros revolucionários — como Toward a Global Idea of Race and Unpayable Debt (Prêmio Frantz Fanon de Melhor Livro de 2022 pela Associação Filosófica do Caribe) — foram publicados por grandes editoras. Seus diversos artigos foram publicados em importantes revistas interdisciplinares, como Social Text, Theory, Culture & Society, Social Identities, PhiloSOPHIA, Griffith Law Review, Theory & Event, The Black Scholar, entre outras. Seus trabalhos artísticos incluem os filmes Serpent Rain (2016) e 4Waters-Deep Implicancy (2018), Soot Breath/Corpus Infinitum (2020) e Ancestral Clouds/Ancestral Claims (2022, vencedor do prêmio de Melhor Longa-Metragem no 2025 St Moritz Film ), em colaboração com Arjuna Neuman; e as práticas de arte relacional Poethical Readings, Sensing Salon e Reading with Echo, em colaboração com Valentina Desideri.
Ela expôs e deu palestras em importantes espaços de arte, como o Centro Pompidou (Paris), Whitechapel Gallery (Londres), MASP (São Paulo), Reina Sofia (Madri), The Belkin (Vancouver), Kunsthalle Wien (Viena), Kunsthalle Hamburg (Hamburgo), Guggenheim (Nova York), MACBA (Barcelona) e MoMa (Nova York), bem como na 10ª Bienal de Berlim, 35ª Bienal de São Paulo, 2024 Bienal de Veneza, Kadist (Paris), Document14, 2022 Bienal de Cingapura, entre outros. Ela foi professora visitante em importantes universidades de pesquisa, como a Universidade da Pensilvânia, a Universidade de Toronto, a Universidade La Trobe, a Universidade de São Paulo, a Universidade Federal do Rio de Janeiro e a Universidade de Copenhague. Ela ocupou a Cátedra Internacional de Filosofia Contemporânea de 2023 no Departamento de Filosofia da Universidade de Paris 8 e foi professora adjunta no Departamento de Belas Artes da Universidade Monash.
É membro de vários conselhos, incluindo o coletivo editorial Third Text, o Conselho Consultivo do Consórcio Internacional para Programas de Teoria Crítica e os conselhos editoriais das revistas Postmodern Culture, Catalyst, Social Identities e Dark Matter.
patrocínio
parceiros estratégicos
realização
Participe da mesa sobre colecionismo privado e visibilidade pública com Eduardo Brandão, José Olympio da Veiga Pereira e Andrea Pereira. A mediação será de Felipe Chaimovich, curador do MAM.
O encontro será no dia 29/08 (segunda-feira), às 19h30, no auditório do MAM. Entrada gratuita. Aberto ao público.
MAM celebra três décadas do Clube de Colecionadores de Gravura com mostra retrospectiva. Exposição comemorativa exibe todas as obras produzidas, com diferentes orientações e por diversos artistas, desde a sua criação em 1986; curadoria é de Cauê Alves
Com curadoria de Aracy Amaral e assistência de Paulo Portella Filho, a mostra traz 74 obras em menores dimensões que serviam como estudo antes do artista pintar as grandes telas. Os trabalhos, das décadas de 1930 a 1970, pertencem à coleção de Ladí Biezus.
Abertura: 20 de junho (segunda-feira), às 20h
Visitação: até 18 de dezembro
Entrada: R$ 6,00 – gratuita aos domingos
Local: Museu de Arte Moderna de São Paulo
Endereço: Parque do Ibirapuera (av. Pedro Álvares Cabral, s/nº – Portão 3)
Horários: Terça a domingo, das 10h às 17h30 (com permanência até as 18h)
Tel.: (11) 5085-1300
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Estacionamento no local (Zona Azul: R$5 por 2h)
Acesso para defcientes / Ar condicionado
Restaurante/café
Confira a programação da ► Semana Mundial do Brincar ◄ de 2016!
24/05 (ter) +3 anos
10h Narração de história para surdos e ouvintes, com Mirela Estelles e Amarílis Reto
25/05 (qua) +6 meses
11h Experimentações sensoriais para bebês
26/05 (qui) +4 anos
15h Brinquedos e brincadeiras tradicionais da infância: vivência no Jardim de Esculturas
27/05 (sex) Livre
16h Exibição do filme O começo da Vida. Direção Estela Renner. Apresentação Fundação Maria Cecília Souto Vidigal, Bernard van Leer Foundation, Instituto Alana e Unicef. Produção Maria Farinha Filmes.
28/05 (sáb) Livre
10h – 12h Feira de troca de brinquedos com MAM Educativo
16h Exibição do filme O começo da Vida. Direção Estela Renner. Apresentação Fundação Maria Cecília Souto Vidigal, Bernard van Leer Foundation, Instituto Alana e Unicef. Produção Maria Farinha Filmes.
Atividades gratuitas. Vagas limitadas. Distribuição de senhas com 30 minutos de antecedência.
+info: educativo@mam.org.br e 11 5085-1313
Vai rolar uma conversa com artista Stephan Doitschinoff sobre suas obras na exposição Educação como matéria-prima. É grátis e é pra todo mundo!
Inspirada no Cântico das Criaturas, de Francisco de Assis, mostra apresenta obras de artistas que utilizam elementos da natureza numa relação colaborativa.
Artistas convidados: Lucia Koch, Marcelo Zocchio, On Kawara, Marcelo Moscheta, Brígida Baltar, Thiago Rocha Pitta, Shirley Paes Leme, Yves Klein, Wolfgang Tillmans, Sérgio Porto, Frans Krajcberg, Paulo Lima Buenoz, Nazareth Pacheco, José Leonilson e Chiara Banfi.
Mostra reúne artistas nacionais e internacionais que utilizam processos educativos nas obras exibidas e geram possibilidades de ativação permanente com o público.
Artistas convidados: Amilcar Packer, Evgen Bavcar, Graziela Kunsch, Luis Camnitzer e Stephan Doitschinoff, Jorge Menna Barreto e Paulo Bruscky
Trinta metros de canos plásticos, uma pia de alumínio, um hidrômetro. Esses materiais estão articulados em um circuito longo e estrito, formando um retângulo que se interrompe pelo fluxo contínuo de um líquido escuro. Estrutura simples, desenho mínimo, crítica direta: assim é Águas negras, instalação Nicolás Robbio no Projeto Parede.
Durante o evento de abertura acontecerão algumas apresentações:
O ator Juca de Oliveira fará a leitura do Cântico das Criaturas, tema da mostra Natureza Franciscana na Grande Sala às 11h30.
Abertura: 27 de fevereiro (sábado), às 11h
Visitação: até 5 de junho
Entrada: R$ 6,00 – gratuita aos domingos
Local: Museu de Arte Moderna de São Paulo
Endereço: Parque do Ibirapuera (av. Pedro Álvares Cabral, s/nº – Portão 3)
Horários: Terça a domingo, das 10h às 17h30 (com permanência até as 18h)
Tel.: (11) 5085-1300
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Estacionamento no local (Zona Azul: R$5 por 2h)
Acesso para deficientes / Ar condicionado
Restaurante/café
06/02 (sábado)
15h | Família MAM
Oficina de barangandão arco-íris
Um brinquedo colorido para voar no carnaval!
Atividades gratuitas. Vagas limitadas.
Distribuição de senhas com 30 minutos de antecedência.
Choro instrumental leva shows gratuitos a São Paulo, Belo Horizonte e Rio de Janeiro
Em turnê nas capitais, o músico e arranjador, Chico Bastos e o grupo “H-Fieira vão valorizar a cultura do Violão Tenor
Para valorizar a cultura de um dos instrumentos mais fascinantes da Música Popular Brasileira, as cidades de São Paulo, Belo Horizonte e Rio de Janeiro vão receber o show “Chico Bastos e as Ressonâncias do Violão Tenor”. As apresentações vão marcar a retomada da popularização do Violão Tenor, bastante utilizado por músicos e grupos brasileiros nas primeiras décadas do século 20. Os shows, gratuitos, em São Paulo acontecem nos dias 4 e 5 de dezembro, às 20h, no Museu de Arte Moderna de São Paulo – MAM, auditório Lina Bo Bardi, Parque Ibirapuera, Portão 3.
Conhecido da música brasileira desde 1933, o Violão Tenor é um instrumento de quatro cordas, com dimensões menores que o violão e maiores que o cavaquinho, proporciona sonoridade única. Na sua origem, foi bastante utilizado para tocar jazz, nos Estados Unidos. Por sua beleza e timbre, o instrumento foi introduzido no Brasil por Annibal Augusto Sardinha, conhecido como Garoto, sendo acolhido por outro gênero musical de mais expressividade no país: o Choro.
Legado
Rapidamente, o Violão Tenor caiu nas graças do universo musical brasileiro, sendo utilizado em canções como Gente Humilde e Vamos acabar com o Baile. Seguindo o legado deixado por Garoto, outros importantes instrumentistas como Jacob do Bandolim e Álvaro Brachado Hilsdorff e Demônios da Garoa também adotaram o instrumento em suas melodias.
Apesar de sua importante trajetória para a cultura brasileira, o instrumento, deixou de ser produzido em escala, dando lugar ao cavaquinho e ao bandolim na formação de grupos de choro.
Valorização
Apreciador do Violão Tenor, o multi-instrumentista e compositor Chico Bastos, buscou se aprofundar no estudo do método criado por Garoto e passou a compor e a utiliza-lo em suas aulas de Cordas Populares em escolas de música em Minas Gerais.
A produtora artística e cultural Hibrys, o Ministério da Cultura, com patrocínio dos Correios, mergulharam em um ambicioso projeto de revalorização deste importante instrumento da MPB. “Os elementos delineados, como a sonoridade ímpar do violão tenor, a importância para a cultura brasileira das músicas e dos compositores que se vinculam ao instrumento, incitaram a criação e execução desse projeto que busca a valorização, a difusão e o estímulo ao seu uso e conhecimento”, observa Luciano Nascimento Figueiredo, produtor do show.
SERVIÇO:
“Chico Bastos e as Ressonâncias do Violão Tenor” Data: 04 e 05 de dezembro de 2015
Horário: 20 horas
Local: Museu de Arte Moderna de São Paulo – MAM, Avenida Pedro Álvares Cabral, s/n, São Paulo/SP. Capacidade (200 lugares). Gratuito.
*Ingressos gratuitos, devem ser retirados com uma hora de antecedência, classificação livre.
Waymedia Comunicação de Negócios Assessoria de Imprensa – Rodrigues de Souza (MTB: 20211)
Tels.: (11) 2281-9066 e (11) 99721-5606
Nesta edição do Domingo MAM vai rolar a apresentação final da residência artística do ISH no MAM.
Foram 2 semanas intensas de ensaio, produção, muita dança e novos aprendizados.
Às 16 horas vai rolar a apresentação final, não perca!
28/11 (Sáb) 15h Apresentação Musical com Banda Alana. Livre
Atividade Gratuita.
+info:educativo@mam.org.br e +55 11 5085-1313
O MAM Educativo promove a cultura tradicional da infância por meio de diversas práticas ao longo do ano. Para celebrar esta abordagem educativa, preparamos uma programação de 13 a 17 de outubro dedicada às crianças, pais, avós, educadores e professores. Confira!
13_10 (ter)
14h30 Brincar com as palavras
A presença dos jogos de verso e brincadeiras tradicionais da infância nas exposições do museu, com a educadora Mirela Estelles
+ pais, avós, professores e educadores
14_10 (qua)
10h30 Entre contos e cantos: percurso narrativo no Jardim de Esculturas
+ 4 anos
15_10 (qui)
10h Visita mediada à exposição 34° Panorama da arte brasileira para mães e pais com seus bebês
+ bebês até 18 meses
15h Música e danças brasileiras: vivência aberta com as crianças da OCA (Escola Cultural de Carapicuíba)
+ 6 anos
16_10 (sex)
14h30 Histórias da tradição oral contadas em português e libras (língua brasileira de sinais) com Mirela Estelles e Amarilis Reto
+ 3 anos
17 (sáb)
10h às 13h Contatos com a arte, com Adelsin
+ professores e educadores
15h Oficina de construção de brinquedos
+ 3 anos
Atividades Gratuitas. Vagas Limitadas.
Distribuição de senhas com 30 minutos de antecedência.
+info: educativo@mam.org.br e +55 11 5085-1313
Na 34ª edição do Panorama da Arte Brasileira, os curadores Aracy Amaral e Paulo Miyada propuseram aos artistas Berna Reale, Cao Guimarães, Cildo Meireles, Erika Verzutti, Miguel Rio Branco e Pitágoras Lopes que realizassem trabalhos que dialogassem com peças líticas em pedra polida, esculpidas milhares de anos antes da chegada dos europeus e encontradas no território litorâneo que vai do sudeste do Brasil à costa do Uruguai. Da pedra Da terra Daqui abre sábado, dia 03 às 11h. O evento é livre e gratuito. Estaremos distribuindo sorvetes Jundiá.
Paisagem opaca traz trabalhos de diversos suportes e de artistas como Tarsila do Amaral, José Pancetti, Geraldo de Barros, Araquém Alcântara e José Leonilson que possuem a paisagem como tema principal.
Metamorfoses e Heterogonia é Projeto Parede do artista Walmor Corrêa, que interpreta a fauna paulista, recriando a cena pelo olhar do Padre José de Anchieta no Brasil do século XVI.
Estacionamento no local (Zona Azul: R$ 5 por 2h)
Acesso para deficientes
Restaurante/café
Ar condicionado
24 (sex)
11h00 – Férias no MAM
(+2 anos) Histórias e brincadeiras cantadas com Mirela Estelles e Sandra Bittar
23 (qui)
15h00 – Férias no MAM
(+4 anos) Oficina de fotografia: desenhando com a luz com Karina Bacci
21/07 – terça – 11h00 – Férias no MAM
(+livre) Feira de troca de brinquedos em frente ao painel de OSGEMEOS
30 (qui)
11h00 – Férias no MAM
(+4 anos) Oficina de stop motion com paisagens do parque
Anna Marie Holm, autora do livro – Baby Art – estará no Brasil em Maio! A artista dinamarquesa é educadora e tem um trabalho lindo sobre a investigação das crianças na materialidade dos objetos. Em parceria com Ateliê Carambola Escola de Educação Infantil e o Ateliê Centro de Pesquisa e Documentação Pedagógica Anne Marie Holm dará uma palestra no MAM nos dias 29 e 30 de maio. Aproveite essa oportunidade também para conhecer sua nova publicação: Eco-arte para crianças.
Para mais informações (11) 5572-1274 com Natasha
Anna Marie Holm, autora do livro – Baby Art – estará no Brasil em Maio! A artista dinamarquesa é educadora e tem um trabalho lindo sobre a investigação das crianças na materialidade dos objetos. Em parceria com Ateliê Carambola Escola de Educação Infantil e o Ateliê Centro de Pesquisa e Documentação Pedagógica Anne Marie Holm dará uma palestra no MAM nos dias 29 e 30 de maio. Aproveite essa oportunidade também para conhecer sua nova publicação: Eco-arte para crianças.
Para mais informações (11) 5572-1274 com Natasha
No dia 23 vão rolar atividades o dia todo!
11hIntervenção de kempo no espaço expositivo com o grupo Sangha Kempo
11h15 Oficina de kempo: prática corporal inspirada nos movimentos dos animais e no arquétipo do guerreiro
12h30Piquenique com Sucos Verdes com o artista Jorge Menna Barreto