Curadora e pesquisadora, Diane Lima é mestra em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP e Pre-doctoral Mellon Fellow, afiliada ao Critical Racial Anti Colonial Study Co-Lab (CRACS Co-Lab) no Department of Spanish & Portuguese Languages and Literatures na New York University. Recentemente, foi anunciada como curadora do Pavilhão do Brasil na 61ª Exposição Internacional de Arte – La Biennale di Venezia. Suas exposições anteriores incluem coreografias do impossível – 35ª Bienal de São Paulo (2023), Paulo Nazareth: Luzia no Museo Tamayo, na Cidade do México (2024), O rio é uma serpente – 3ª Frestas Trienal de Artes do SESC São Paulo (2020/2021), e o programa de dois anos Diálogos Ausentes no Itaú Cultural (São Paulo, 2016-2017), que desempenhou um papel histórico na virada anticolonial da arte contemporânea brasileira.
Em 2025, Lima foi nomeada para o Conselho Consultivo Científico da documenta e Museum Fridericianum gGmbH, na Alemanha, onde atua como vice-presidente. Entre 2024 e 2025, foi Diretora de Programação da ESAP Fellowship 2025 – uma iniciativa liderada pela A&L Berg Foundation para promover o desenvolvimento profissional de curadores latinex nos Estados Unidos.
Em 2024, Lima foi professora convidada no Instituto de Pesquisa Estética da Universidade Nacional Autônoma do México (UNAM). Diane Lima editou a aclamada antologia Negros na Piscina: Arte Contemporânea, Curadoria e Educação (Fósforo, 2024), que documenta os últimos dez anos de debates sobre racialidade e arte no Brasil. Também coeditou o volume Textes à lire à voix haute (Textos para ler em voz alta), que reuniu vozes dissidentes anticoloniais em contextos lusófonos e francófonos (Brook, 2022). Ela também é uma das vencedoras da Ford Foundation Global Fellowship 2021, programa que celebra a nova geração de líderes globais em justiça social.

