39º Panorama da Arte Brasileira: Depois que tudo foi dito

12 set 26 – 24 jan 27
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curadoria
Diane Lima
(Curadora)
Imagem. Descrição da imagem: Um retrato de Diane Lima em preto e branco, capturado em plano frontal e próximo. A mulher tem pele negra clara, olhar direto e sério, e um volume de cabelo afro cacheado e escuro que emoldura o rosto. Ela veste uma camisa social de cor clara com uma textura amarrotada, aberta sobre uma blusa de malha branca de trama aberta (ou crochê). O fundo é uma parede texturizada e branca, com luz natural intensa vinda da lateral, criando áreas de alto contraste e definindo a silhueta do cabelo. Fim da descrição.

Curadora e pesquisadora, Diane Lima é mestra em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP e Pre-doctoral Mellon Fellow, afiliada ao Critical Racial Anti Colonial Study Co-Lab  (CRACS Co-Lab) no Department of Spanish & Portuguese Languages and Literatures na New York University. Recentemente, foi anunciada como curadora do Pavilhão do Brasil na 61ª Exposição Internacional de Arte – La Biennale di Venezia. Suas exposições anteriores incluem coreografias do impossível – 35ª Bienal de São Paulo (2023), Paulo Nazareth: Luzia no Museo Tamayo, na Cidade do México (2024), O rio é uma serpente – 3ª Frestas Trienal de Artes do SESC São Paulo (2020/2021), e o programa de dois anos Diálogos Ausentes no Itaú Cultural (São Paulo, 2016-2017), que desempenhou um papel histórico na virada anticolonial da arte contemporânea brasileira.

Em 2025, Lima foi nomeada para o Conselho Consultivo Científico da documenta e Museum Fridericianum gGmbH, na Alemanha, onde atua como vice-presidente. Entre 2024 e 2025, foi Diretora de Programação da ESAP Fellowship 2025 – uma iniciativa liderada pela A&L Berg Foundation para promover o desenvolvimento profissional de curadores latinex nos Estados Unidos.

Em 2024, Lima foi professora convidada no Instituto de Pesquisa Estética da Universidade Nacional Autônoma do México (UNAM). Diane Lima editou a aclamada antologia Negros na Piscina: Arte Contemporânea, Curadoria e Educação (Fósforo, 2024), que documenta os últimos dez anos de debates sobre racialidade e arte no Brasil. Também coeditou o volume Textes à lire à voix haute (Textos para ler em voz alta), que reuniu vozes dissidentes anticoloniais em contextos lusófonos e francófonos (Brook, 2022). Ela também é uma das vencedoras da Ford Foundation Global Fellowship 2021, programa que celebra a nova geração de líderes globais em justiça social.

Giovanna Querido
(Gerente de Projetos da Curadoria)
Imagem. Descrição da imagem: Retrato em preto e branco, com formato quadrado, focado no busto de uma mulher jovem de pele clara, posicionada no centro da composição. Ela tem cabelos escuros, levemente ondulados, na altura dos ombros e com uma franja reta sobre a testa. Seu semblante é sereno e ela direciona o olhar discretamente para o lado direito da câmera. Ela veste um casaco ou jaqueta escura e estruturada, de gola aberta. O fundo é composto por uma parede de textura fosca e granulada, iluminada por um forte feixe de luz circular, no estilo spotlight ou holofote, que destaca a jovem no centro e cria uma moldura de sombra escura e arredondada ao redor de toda a imagem. Fim da descrição.

Giovanna Querido atua nas áreas de curadoria, gestão cultural e desenvolvimento institucional, com interesse nas relações entre arte, política e trabalho no campo das artes. Recentemente concluiu o mestrado em Arts Administration pela Teachers College, Columbia University, com bolsa integral da Fundação Lemann. É bacharela em Jornalismo e pós-graduada em Gestão de Artes e Cultura pela Universidade de São Paulo (USP), além de ter realizado estudos em Arte Contemporânea na Université Lumière Lyon 2, na França.

Recentemente, atua como Gerente de Projetos da Curadoria da 39ª Panorama da Arte Brasileira: Depois Que Tudo Foi Dito, no MAM São Paulo, e como Assistente Curatorial do Pavilhão do Brasil na 61ª Exposição Internacional de Arte – La Biennale di Venezia (2026). Também trabalhou no Studio Museum in Harlem, Creative Time e Instituto Moreira Salles. Atualmente, é Program Coordinator da A&L Berg Foundation (Estados Unidos).

Anteriormente, foi Coordenadora Executiva da Presidência da Fundação Bienal de São Paulo, integrando a equipe responsável pela 34ª (2021) e 35ª (2023) Bienais de São Paulo, bem como pelos Pavilhões do Brasil nas Bienais de Arte e de Arquitetura de Veneza.

artistas
Allan Weber
(1992 – Rio de Janeiro, RJ, Brasil)
Amorí
(1995 – Ribeirão, PE, Brasil)
Ana Cláudia Almeida
(1993 – Rio de Janeiro, RJ, Brasil)
André Felipe Cardoso
(1997 – Quilombo São Félix, Minaçu, GO, Brasil)
Anti Ribeiro
(1995 – São Cristóvão, SE, Brasil)
Arorá
(2000 – Rio de Janeiro, RJ, Brasil)
Bárbara Banida
(1996 – Fortaleza, CE, Brasil)
biarritzzz
(1994 – Fortaleza, CE, Brasil)
Carolina Cordeiro
(1983 – Belo Horizonte, MG, Brasil)
Caroline Ricca Lee
(1990 – São Paulo, SP, Brasil)
Chacha Barja
(1990 – Belém, PA, Brasil)
Darks Miranda
(1985 – Fortaleza, CE, Brasil)
Emer Freire
(1995 – São Paulo, SP, Brasil)
Fykyá Pankararu
(1999 – São Paulo, SP, Brasil)
Gilson Plano
(1988 – Goiânia, GO, Brasil)
Helô Sanvoy
(1985 – Goiânia, GO, Brasil)
Iagor Peres
(1995 – Rio de Janeiro, RJ, Brasil)
Josi
(1983 – Itamarandiba, MG, Brasil)
Jota Mombaça
(1991 – Natal, RN, Brasil)
Kuenan Mayu
(2003 – Terra Indígena Tikuna Feijoal, Benjamin Constant, AM, Brasil)
Lia D’Castro
(1978 – Martinópolis, SP, Brasil)
Lita Cerqueira
(1952 – Salvador, BA, Brasil)
Marcelo Conceição
(1966 – Niterói, RJ, Brasil)
Moacir
(1954 – 2025 – Alto Paraíso de Goiás, GO, Brasil)
Nazas
(1997 – Ourém, PA, Brasil)
Osvaldo Gaia
(1961 – Belém, PA, Brasil)
Oto Ferreira
(1995 – Serrinha, BA, Brasil)
Rafael Chavez
(1996 – São Mamede/Santa Luzia, PB, Brasil)
Rayana Rayo
(1989 – Recife, PE, Brasil)
Rodrigo Cass
(1983 – São Paulo, SP, Brasil)
Rose Afefé
(1988 – Varzedo, BA, Brasil)
Thaís Muniz
(1985 – Feira de Santana, BA, Brasil)
Ygor Landarin
(1995 – Uruguaiana, RS, Brasil)
serviço
Exposição:
Curadoria:
Gerente de Projetos da Curadoria:
Abertura:
Encerramento:
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