com Marcelo Greco
Datas: 26 de março, 02, 09, 16, 23 e 30 de abril de 2026
Quintas-feiras
Horário: das 18h às 20h
Duração: 06 encontros
Público: interessados em geral
Investimento: R$ 480,00 + taxas
Curso online
Ao vivo, via plataforma de videoconferência
Aulas gravadas disponibilizadas apenas por tempo determinado
Contempla certificado no final
Um livro de fotografia não é feito de um conjunto aleatório de imagens. Quando considerado como expressão em si, ele possui mecanismos de estruturação que, muitas vezes, se aproximam daqueles que dão corpo a textos ou a livros de literatura. Por essa razão, pode ser entendido como uma manifestação de literatura visual — uma narrativa construída por fotografias ou por outras formas de articulação de imagens.
A relação entre texto visual e texto escrito constitui um vasto campo de investigação, sendo a combinação das duas linguagens um eixo de especial interesse quando observamos livros publicados no Brasil e no mundo.
Neste curso serão apresentados conceitos fundamentais para a compreensão de como esses textos — escrito e visual — se relacionam, além da apresentação de livros constituídos a partir dessa combinação. Durante as aulas, organizadas por eixos de ligação entre as linguagens, serão mostrados trabalhos de diferentes autores e autoras, de contextos e épocas distintos, a fim de refletir sobre as muitas possibilidades de conexão entre palavras e imagens.
Programação
Aula 1 – Intertextualidade, formas de estabelecer relações
- As diferentes perspectivas de abordagem do livro (Autor e receptor);
- Escita e Artes Visuais como premissas da criação.
Aula 2 – Breve relato da história da imagem no livro
- A evolução dos formatos;
- A inserção da imagem no livro;
- As estruturas de relação entre texto e imagem: transposição, justaposição, discurso misto e discurso sincrético.
Aula 3
Estudos de caso:
- O livro O Chão de Graciliano, de Tiago Santana
- O livro Soledade, de Gilles Roudière
- O livro Small Miths, de Mikiko Hara
Aula 4
Estudos de caso:
- O livro Anamnesis, de Ana Della Vedove
- O livro Terayama, de Daido Moriyama
- O livro Uncle Charlie, de Marc Asnin
Aula 5
Estudos de caso:
- O livro One Tree, de Machiel Botman
- O livro Sertões, Luz e Trevas, de Maureen Bisilliat
- O livro Dogs, Fires, Me, de Diana Michener
Aula 6
Estudos de caso:
- O livro Flamingo, de Robert Frank
- O livro Holy, de Dona Ferrato
- O livro As it may be, de Bieke Depoorter
Nascido em 1966, Marcelo Greco trabalha com fotografia desde 1996. Desenvolve projetos nos principais museus do país, como MAM e MASP. Fez diversas exposições individuais e coletivas no Brasil e no exterior. Faz parte de algumas coleções como da Coleção Joaquim Paiva, Fundação Cultural de Curitiba, Pinacoteca do Estado de SP, etc. Foi curador geral do Festival Paraty em Foco em 2008. Em 2009, criou a Schoeler Editions.
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Dúvidas:
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Ao participar desta atividade/evento, você autoriza, de forma gratuita e definitiva, o Museu de Arte Moderna de São Paulo a utilizar sua imagem, voz, dados biográficos e sinais característicos, captados em vídeo, áudio, fotografia e prints para fins de registro, divulgação e promoção das atividades da instituição, em quaisquer meios, veículos, suportes, mídias, métodos e tecnologias, tangíveis ou intangíveis. Caso você não queira que sua imagem seja divulgada, por favor informar ao MAM pelo e-mail cursos@mam.org.br.
créditos
Fotos: Helena Rios
com Helena Obersteiner
Datas: 14, 21, 28 de março e 04 de abril de 2026
Sábados
Horário: das 10h às 13h
Duração: 04 encontros
Público: interessados em geral
Investimento: R$ 320,00 + taxas
Curso presencial
Contempla certificado no final
Partindo da premissa de que ver não é reconhecer, este curso propõe uma investigação sobre diferentes formas de percepção e convida os participantes a uma prática de observação que vai além do registro visual imediato, buscando compreender e construir significados a partir do reconhecimento da própria experiência.
O Parque Ibirapuera, com suas camadas sobrepostas de histórias, paisagens, sons, texturas e movimentos, será nosso espaço de investigação ao longo dos encontros. Trabalharemos com o conceito de observação expandida, que extrapola o olhar e abrange os cinco sentidos do corpo e o momento presente. Através desta abordagem sensorial mais ampla, investigaremos como o desenho e a escrita podem estimular traduções do que nos atravessa.
Programação
Aula 1
- Reconhecimento e histórias pessoais;
- Investigação no parque;
- Através de exercícios práticos no parque, investigaremos como nossas histórias pessoais influenciam nossa percepção e reconhecimento do espaço ao nosso redor.
Aula 2
- Percepção através dos cinco sentidos;
- Entrelaçamentos de desenho e escrita;
- Aprofundaremos a percepção sensorial através de exercícios que ativam os cinco sentidos, descobrindo novas camadas de significado no ambiente do parque. Experimentaremos como desenho e escrita podem se entrelaçar como ferramentas complementares de tradução e expressão da experiência vivida.
Aula 3
- Construção de repertório a partir de múltiplas perspectivas;
- Construção de narrativas coletivas;
- Trabalharemos com múltiplas perspectivas para construir um repertório mais rico de observações e interpretações do espaço. A partir das experiências individuais, desenvolveremos narrativas coletivas que revelam diferentes camadas de significado presentes no Parque Ibirapuera.
Aula 4
- Desenvolvimento de biblioteca de exercícios;
- Consolidaremos o aprendizado através da criação de uma biblioteca pessoal de exercícios de observação, desenho e escrita. Este encontro focará no desenvolvimento de ferramentas práticas que os participantes poderão aproveitar para continuar investigando outros espaços e experiências.
É artista visual e tem o desenho como investigação. Através da prática de observação interage, de maneira empírica, com materiais e máquinas que afetam e constroem superfícies. Em seus trabalhos, dialoga com tecido, gesso, látex e papel, assim como máquinas de tatuagem costura e tapeçaria. Em 2019, criou o curso Desenhos Feios, realizado em parceria com Espaço.CC, que contou com mais de dez turmas, entre formatos on-line e presenciais. Ao longo dos anos, realizou diversas aulas e palestras em instituições parceiras, como IED-SP, EBAC, Faculdade Santa Marcelina, entre outras. Atualmente, também realiza cursos regulares em seu ateliê.
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créditos
Ilustração: Helena Obersteiner
com Alexandre Villares
Datas: 10, 17, 24 e 31 de março, 07, 14 e 16 de abril de 2026
Terças-feiras (exceto o último encontro, que será na quinta-feira por conta do feriado de Tiradentes)
Horário: das 19h às 21h30
Duração: 06 encontros
Público: interessados em geral
Investimento: R$ 480,00 + taxas
Curso online
Ao vivo, via plataforma de videoconferência
Aulas gravadas disponibilizadas apenas por tempo determinado
Contempla certificado no final
Desde a década de 60, artistas produzem imagens escrevendo programas de computador. Neste curso serão apresentadas obras pioneiras e contemporâneas, assim como ideias recorrentes na prática da chamada programação criativa, servindo para reflexão e inspiração de atividades práticas de experimentação dos participantes.
Trata-se de uma introdução ao desenho com programação que ensina, sem pré-requisitos, elementos essenciais da linguagem de programação Python e do vocabulário de desenho de Processing, uma plataforma de programação amplamente utilizada por artistas.
O curso visa promover a familiarização dos participantes com ideias da arte computacional, guiar os primeiros passos na programação com Python, estimular a análise e reflexão sobre obras construídas com código, assim como estimular a experimentação neste meio de expressão. É aberto a todas as pessoas interessadas na intersecção da arte e da tecnologia, com curiosidade em aprender sobre programação de computadores e sua utilização com fins estéticos, expressivos e poéticos.
- Apresentação de conceitos e procedimentos, frequentemente por meio da técnica do live coding;
- Demonstração ao vivo da escrita de um programa, ou trecho de código;
- Exercícios de experimentação;
- Discussão e esclarecimento de dúvidas;
por que fazer este curso?
Escrever um desenho pode ser extremamente empolgante. Desenhar com programação permite explorar a repetição incansável de elementos, obter variações diversas de uma ideia visual, descobrir a surpresa em elementos aleatórios e suas combinações. Levada ao seu limite, essa linguagem artística dialoga com a animação (desenho em movimento), com as obras interativas (instalações com sensores), ou ainda com fenômenos naturais (simulações físicas e outras que remetem a sistemas biológicos), entre outras possibilidades, abrindo um imenso horizonte de exploração estética.
Programação
Aula 1 – Apresentação do curso: primeiro vocabulário de desenho
- Alguns precedentes de arte com programação
- Uma ferramenta de desenho com Python
- Sistema de coordenadas, formas elementares, cor
- Organizando o código com funções
Aula 2 – Laços de repetição
- Vera Molnar, a grande dama da arte computacional
- Repetição de formas, filas e colunas de elementos
- Aleatoriedade e execução condicional
- Frieder Nake e Georg Nees (obra Shotter)
- Transformações do sistema de coordenadas
Aula 4 – L-System: Uma estratégia para desenhar plantas e fractais
- Um pouco sobre estruturas de dados
- Implementando um L-System
- Mais opções de interação
Aula 5 – Orientação a objetos, um primeiro contato
- Usando objetos de uma classe (instâncias, atributos e métodos)
- Exercício de síntese
Aula 6 – Explorações finais e encerramento
- Orientação a objetos: definindo uma nova classe
- Indicações para futuros estudos
- Devolutivas e considerações finais das pessoas participantes
Alexandre Villares é professor, artista visual e consultor em projetos de design e novas mídias. Pesquisa práticas artísticas que se valem de meios computacionais e o ensino de programação em contextos visuais. Graduado em arquitetura e urbanismo pela FAU-USP (2000) e mestre pela FECFAU-Unicamp (2019). Ministra cursos na graduação e pós-graduação de diversas instituições e é educador de tecnologias e artes no Sesc-SP. Desenvolve material didático aberto, colabora com projetos de software livre e produz diariamente desenhos usando programação.
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créditos
Arte: Alexandre Villares
com Alexandre Villares
Datas: 14, 21 e 28 de janeiro de 2026
Quartas-feiras
Horário: das 19h às 21h30
Duração: 3 encontros
Público: interessados em geral
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Curso online
Ao vivo, via plataforma de videoconferência
Aulas gravadas disponibilizadas apenas por tempo determinado
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No final da década de 1960, o artista ítalo-brasileiro Waldemar Cordeiro lançou a série Derivadas de uma imagem, na qual trabalhava com imagens produzidas a partir do uso de computadores. Considerado um dos pioneiros da arte computacional no Brasil, Cordeiro, em parceria com o físico Giorgio Moscati, desenvolveu trabalhos que combinavam digitalização de imagens, algoritmos e grades com sobreposição de elementos gráficos. Suas experiências inauguraram um capítulo importante da história da arte brasileira, em que arte concreta, ciência e cultura de massa se entrelaçam.
Este curso parte dessa referência histórica para explorar a criação de imagens reticuladas com programação, inspirando-se em técnicas que dialogam com a arte computacional desde suas origens. Serão apresentadas abordagens acessíveis para produzir grades, imagens baseadas em retículas, e texturas visuais “ruidosas”, utilizando o algoritmo Perlin Noise, criado por Ken Perlin em 1983 e amplamente difundido no campo da programação criativa.
Usaremos a linguagem de programação Python e a biblioteca py5, que traz o vocabulário visual e infraestrutura gráfica do Processing para o Python. O curso é aberto a todas as pessoas interessadas em arte e tecnologia, mesmo sem experiência prévia em programação.
Programação
Aula 1: Introdução à arte computacional
- Breve histórico e referências de obras de arte com programação: Waldemar Cordeiro e as conexões do concretismo com a programação; Frieder Nake e a estética gerativa de Max Bense; Guilherme Vieira e possíveis reinterpretações da ASCII-art;
- Primeiros passos em um ambiente de trabalho com Python e a biblioteca py5. Como produzir grades, filas e colunas, de elementos gráficos.
Aula 2: Consultando cada pixel de uma imagem
- Carregando uma imagem, obtendo e manipulando amostras de cor dos elementos; Explorando variantes das retículas;
- Tempo reservado para experimentação e acompanhamento dos participantes, esclarecimento de dúvidas e compartilhamento dos resultados.
Aula 3: Ruído de Perlin e OpenSimplexNoise
- Novas referências: Apresentando o Perlin Noise e outras ferramentas para a produção de texturas;
- Produzindo imagens com retículas e pequenas animações;
- Encerramento do curso.
Alexandre Villares é professor, artista visual e consultor em projetos de design e novas mídias. Pesquisa práticas artísticas que se valem de meios computacionais e o ensino de programação em contextos visuais. Graduado em arquitetura e urbanismo pela FAU-USP (2000) e mestre pela FECFAU-Unicamp (2019). Ministra cursos na graduação e pós-graduação de diversas instituições e é educador de tecnologias e artes no Sesc-SP. Desenvolve material didático aberto, colabora com projetos de software livre e produz diariamente desenhos usando programação.
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créditos
Imagem: Rosana Paulino, Sem Título.
com Manuela Eichner
Datas: 13, 20, 27 de janeiro e 03 de fevereiro de 2026
Terças-feiras
Horário: das 19h às 21h
Duração: 4 encontros
Público: interessados em geral
Investimento: R$ 320,00 + taxas
Curso online
Ao vivo, via plataforma de videoconferência
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Contempla certificado no final
As plantas desempenharam um papel dinâmico na formação da nossa história. A partir do seu estudo e catalogação, o encontro estabelece um vínculo entre a sua estrutura e a colagem. Neste curso, a artista Manuela Eichner apresentará seu percurso artístico, permeado de projetos ambientais e construção comprometida com a ecologia, como Monstera Deliciosa, On Earth e MONSTRA, uma coreografia-colagem para pessoas e plantas. Percorrendo o estudo de algumas plantas que mudaram o rumo da História — o café, por exemplo —, os participantes vão criar plantas-colagens manuais com imagens e folhas naturais.
Público-alvo: artistas de todas as idades e pessoas interessadas em criatividade, botânica e na técnica da colagem. O curso também se conecta a áreas próximas, como história, ativismo e meio ambiente, transbordando o campo das artes visuais.
Programação
Aula 1
- Planta e o rumo da História;
- Apresentação do curso;
- Percurso de Manuela Eichner com obras ambientais;
- Plantas que mudaram o rumo da História.
Aula 2
- Colagem e o rumo da História;
- Breve apresentação sobre colagem e a técnica da colagem;
- Exercícios fundamentos de colagem;
- Apresentação e discussão em grupo.
Aula 3
- Plantas-Colagens e o rumo da história;
- Breve apresentação sobre plantas-colagens;
- Seleção e catalogação de plantas;
- Projeto individual – tutoria criativa.
Aula 4
- Plantas-Colagens e apresentações dos projetos;
- Apresentações dos projetos individuais em grupo
- Conversa e debate;
- Fechamento do curso e sugestões de possibilidades.
Artista multifacetada, formada em Escultura pela UFRGS. Vive e trabalha entre São Paulo e Berlin. Sua prática abarca vídeos, performances, oficinas colaborativas, instalações, murais e experiências ambientais. Nessas diferentes frentes, recorre sistematicamente a princípios de colagem, ruptura e embaralhamento da unidade espacial. Participou de diversos programas pelo mundo, como Rumos Itaú Cultural (BR), Utropic em Poznań (PL), ZK/U em Berlim (DE), AnnexB e Brooklyn Brush em Nova York (EUA), Arte Pará em Belém (BR), Art Madrid Feria em Madrid (ES), Fikra Bienal de Design Gráfico em Sharjah (EAU), IASPIS Residência em Malmö (SE), CND Centre National de la Danse em Paris (FR) e Manifesta Colagem, Vão do MASP em São Paulo (BR).
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créditos
Imagem: Manuela Eichner, Sem Título, 2025.
com Juliana Monteiro
Datas: 17, 24 de novembro, 01 e 12 de dezembro
Segundas-feiras*
Horário: das 19h30 às 21h30
Duração: 04 encontros
Público: interessados em geral
Investimento: R$ 360,00 + taxas
Exceto o último encontro, que será presencial, em uma sexta-feira à tarde, e não terá gravação.
Curso híbrido
Ao vivo, via plataforma de videoconferência
Aulas gravadas disponibilizadas apenas por tempo determinado
Curso contempla certificado no final
Fotografia, livro e arte — três palavras que conduzem as reflexões e os trabalhos apresentados neste curso. O livro é entendido aqui como uma matéria viva, capaz de conduzir o leitor a diferentes experiências estéticas e sensoriais.
Voltado a artistas e a pessoas interessadas na fotografia publicada em livros, o curso propõe o aprofundamento da habilidade leitora e do repertório analítico por meio de encontros que articulam referências teóricas e artísticas. Entre os autores e artistas abordados estão Franz Roh, Lucia Mindlin Loeb, Thiago Honório, Waltercio Caldas, Israel Ariño, Regina Silveira e Marina Feldhues, entre outros.
O curso é composto por quatro encontros: três remotos e um presencial, realizado em um centro de circulação de livros de artista e fotolivros em São Paulo. As aulas combinam análise de textos artísticos sob a perspectiva da semiótica da cultura, discussão coletiva de publicações e, ao final de cada encontro, leitura mediada de livros e bonecos produzidos pelos participantes.
Programação
Aula 1: Páginas soltas
- Memória, fronteira e semiosferas: perspectiva da semiótica da cultura
- Livro de artista, percursos de fronteira
- Fotolivro, definições contemporâneas
- Catálogo da exposição Clube de Colecionadores de Fotografia do MAM – 20 anos e outras publicações fotográficas
Aula 2: Livro livre
- A estrutura do texto artístico, por Iúri Lotman
- Livros de artista contemporâneos
- Leitura mediada dos livros (e bonecos) dos participantes
Aula 3: Nas estantes
- Os livros preferidos de artistas e editores
- Fotolivros clássicos e contemporâneos
- Leitura mediada dos livros (e bonecos) dos participantes
Aula 4: Circulação
- Visita mediada a acervos de fotolivros e livros de artista no centro da cidade de São Paulo
É artista visual, formada em Linguística, com pesquisa no Programa de Pós-graduação em Estética e História da Arte (PGEHA-USP). A partir de fotografias, palavras e colagens, observa a infância, a impermanência e a relação entre palavra e imagem. É autora de Pandora (2020), Aprendiz (2021), Queira receber como recordação (2022), Problemas de linguística geral (2024), Álbum (2024) e Do outro lado da porta (2021/ ed. Vento Leste – 2025). É coautora, juntamente com o escritor João Anzanello Carrascoza, de Catálogo de Perdas (ed. SESI – 2017), livro finalista do prêmio Jabuti e vencedor do FNLIJ, e de Fronteiras visíveis (ed. Maralto – 2023). Em 2024, criou o ensaio visual de A infância de Joana (ed. Maralto – 2024), escrito por Mariana Ianelli.
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créditos
Imagem: Henri Matisse. Le Destin (Destiny), série Jazz, 1947.
com Tânia Carlos e Bruno Tarpani
Datas: 17, 24 de setembro, 01, 08 e 15 de outubro de 2025
Quartas-feiras
Horário: das 19h às 21h
Duração: 05 encontros
Público: interessados em geral
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Curso online
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Curso contempla certificado no final
Neste curso vamos explorar os diálogos entre fotografia e psicanálise, com foco no retrato familiar. A partir de referências teóricas e fotográficas, investigaremos as relações entre fotografia, memória, cultura e subjetividade em intersecção com a dinâmica histórica das composições familiares.
O objetivo dessa série de encontros é também auxiliar os participantes em suas pesquisas pessoais e/ou artísticas que dialoguem com os temas abordados. Para isso, haverá espaços de partilha de processos criativos ou de pesquisa entre os participantes, além da apresentação de referências dos campos da fotografia e das artes visuais que explorem a temática da fotografia familiar em seus diversos formatos.
Programação
Aula 01 | Fotografia familiar: história e cultura
• História do retrato de família e seus contextos socioculturais: breve história do surgimento da fotografia no contexto moderno e do retrato familiar, acompanhando o desenvolvimento da fotografia vernacular em relação com os avanços técnicos da fotografia e as correspondentes mudanças da noção de “família” na cultura ocidental.
• A psicanálise como disciplina que evidencia o mal-estar e as dinâmicas ocultas no interior da família: como o recalque no seio familiar pode ser expresso na produção fotográfica vernacular.
Aula 02 | Famílias outras: construções não normativas
• Famílias outras: construções não normativas de família; noções familiares simbólicas; família nos guetos e margens; família e parentesco entre povos originários.
Aula 03 | Trauma e memória: contar uma história
• Convidaremos os participantes a trazerem fotos de família e, a partir da ideia de “escovar a história a contrapêlo”, proposta por Walter Benjamin, facilitaremos um debate norteado pelas seguintes questões: Quais são as linhas de força implicadas na narração de uma fotografia? O que ela diz sobre o fotógrafo e sobre o fotografado, tanto em âmbito sociológico quanto psíquico? O que é enquadrado e o que é excluído? Podemos retificar a história contada pelo Outro?
• Ao final deste encontro incentivaremos os participantes a levarem no final do curso as mesmas fotos trazidas com algum desenvolvimento em suas pesquisas particulares. Essa participação não será obrigatória e será de livre formato; o participante poderá trazer intervenções como colagens, escritos, produção audiovisual, ensaio fotográfico, etc.
Aula 04 | A constituição do sujeito em psicanálise a partir da imagem / apresentação de referências criativas
• Abordaremos noções como narcisismo e estádio do espelho para apresentarmos o lugar de destaque que a noção de imagem exerce na psicanálise em sua concepção de construção identitária. Tais referências têm por finalidade contribuir com a diversificação de referências para o pensamento crítico a respeito da noção de identidade, privilegiando sua maneira coletiva de produção.
• O convidado Vitor Casemiro, autor e editor de fotolivros, apresentará uma série de obras que abordam o tema da identidade e da fotografia familiar, acrescentando referências criativas aos processos de investigação dos participantes.
Aula 05 | Apresentação de processos criativos
• Apresentação de desenvolvimentos nos processos de criação de pesquisa dos participantes a partir das fotos trazidas no segundo encontro e do corpo de referência abordado no decorrer dos encontros.
Tânia Carlos é psicanalista e pesquisa intersecções entre arte e inconsciente pelo viés antimanicomial e de gênero. Participa das Formações Clínicas do Fórum do Campo Lacaniano de São Paulo e da Região Metropolitana de Campinas. Ministrou aulas em cursos sobre arte e psicanálise oferecidos pelo SESC, museus e galerias. No MAM, ministrou o curso Narrativas Gráficas através do Inconsciente, idealizado pelo artista plástico DW Ribatski. Colabora com a Rede de Saúde Mental do MST e atua no Mutabis, projeto que sustenta a leitura crítica da psicanálise em espaços públicos de São Paulo. É cofundadora do Laboratório de Fotografia e Psicanálise “Álbum de Família”.
Bruno Tarpani é psicanalista, fotógrafo e filmmaker. Possui mestrado em Psicologia Clínica (IP-USP) e especialização em Audiovisual e Multimídias (UFSCar). Foi diretor e roteirista do documentário Ouvidores de Vozes (Canal Futura). Realizou pesquisas nas áreas de performance, antropologia visual e psicanálise. É cofundador do Laboratório de Fotografia e Psicanálise “Álbum de Família” e atualmente desenvolve projeto de fotolivro em coedição com Vitor Casemiro.
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foto: estilista Betsey Johnson em seu apartamento em Londres, Glamour, New York (1985), de Otto Stupakoff.
com Manuela Eichner
Datas: 25 de setembro, 02, 09 e 16 de outubro de 2025
Quintas-feiras
Horário: das 19h às 21h
Duração: 04 encontros
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O curso abordará a colagem em perspectiva analisada pelo trabalho e desenvolvimento da técnica por artistas de vanguarda. Arranjadas por uma linha de tempo não histórica, as aulas traçam as contribuições de artistas/ativistas, não só na técnica da colagem, mas para as discussões de gênero, insurgência e provocações da sociedade de suas épocas. Público-alvo: artistas, interessados em criatividade e na técnica da colagem.
Além de contemplar as mais diversas áreas do setor de artes visuais, sobretudo da colagem, o curso visa transbordar para outros setores próximos como o da história, gênero e mídias.
Programação
Aula 01 – Colagem e Surrealismo – artista comentada: Claude Cahun
- Colagem e Surrealismo
- Sonhos e inconsciente coletivo
- Precursora da selfie e das questões de gênero/queer
- Colagem e Dadá – artista comentada: Hannah Höch
- O surgimento da colagem
- Dadaísmo
- Hannah Höch como precursora da colagem e da primeira onda feminista
Aula 02 – Colagem e movimento Punk – artista comentada: Linder Sterling
- Colagem e Pop-art
- Movimento Punk
- Colagem e multimídia: música, mídias impressas (cartazes, zines)
Aula 03 – Colagem e Afrofuturismo – artista comentada: Mickalene Thomas
- Colagem e fotografia
- Afrofuturismo
- Colagem e multilinguagens (pintura, bordado, roupas, etc.)
Aula 04 – Colagem e contemporaneidade no Brasil – artistas comentadas: Gê Viana e Ventura Profana
- Colagem e fotografia
- Colagem digital
- Colagem e território de reexistência social
Artista multifacetada, formada em Escultura pela UFRGS. Vive e trabalha entre São Paulo e Berlin. Sua prática abarca vídeos, performances, oficinas colaborativas, instalações, murais e experiências ambientais. Nessas diferentes frentes, recorre sistematicamente a princípios de colagem, ruptura e embaralhamento da unidade espacial. Participou de diversos programas pelo mundo, como Rumos Itaú Cultural (BR), Utropic em Poznań (PL), ZK/U em Berlim (DE), AnnexB e Brooklyn Brush em Nova York (EUA), Arte Pará em Belém (BR), Art Madrid Feria em Madrid (ES), Fikra Bienal de Design Gráfico em Sharjah (EAU), IASPIS Residência em Malmö (SE), CND Centre National de la Danse em Paris (FR) e Manifesta Colagem, Vão do MASP em São Paulo (BR).
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Ao participar desta atividade/evento, você autoriza, de forma gratuita e definitiva, o MAM – Museu de Arte Moderna de São Paulo, a utilizar sua imagem, voz, dados biográficos e sinais característicos, captados em vídeo, áudio, fotografia e prints, para fins de registro, divulgação e promoção das atividades do Museu, em quaisquer meios, veículos, suportes, mídias, métodos e tecnologias, tangíveis ou intangíveis. Caso você não queira que sua imagem seja divulgada, por favor informar o MAM (cursos@mam.org.br)
com Marcelo Greco
Datas: 14, 21, 28 de agosto, 04, 11 e 18 de setembro de 2025
Quintas-feiras
Horário: das 18h às 20h
Duração: 06 encontros
Público: interessados em geral
Investimento: R$ 480,00
Curso online
Ao vivo, via plataforma de videoconferência
Aulas gravadas disponibilizadas apenas por tempo determinado
Curso contempla certificado no final
A fotografia japonesa, reconhecida mundialmente, é considerada uma das mais importantes da história. Os movimentos artísticos que surgiram após a Segunda Guerra Mundial são reverenciados em todo o mundo. As mulheres participam dessa trajetória desde o início, com registros de atuação de fotógrafas já no final do século XIX. No entanto, é a partir do fim da década de 1980 que as fotógrafas japonesas passam a ganhar maior visibilidade.
Este curso abordará o olhar das fotógrafas sobre os corpos feminino e masculino. Ao longo de seis encontros, serão analisados livros produzidos por artistas como Miyako Ishiuchi, Mao Ishikawa, Yurie Nagashima, Hideka Tonomura, Sakiko Nomura, Momo Okabe e Miwa Yanagi — fotógrafas que desafiaram os papéis de gênero tradicionais.
Programação
Aula 01
• A mulher na mitologia japonesa
• O feminino na fotografia japonesa
Aula 02
• Trajetória de Miyako Ishiuchi
• Superação das tradições fotográficas japonesas
Aula 03
• O olhar de Mao Ishikawa sobre Okinawa
• Comparação com a abordagem de Keizo Kitajima
Aula 04
• O movimento Girl Photography
• A obra e o impacto de Yurie Nagashima
Aula 05
• O corpo masculino pelo olhar de Sakiko Nomura
• Relações com a fotografia erótica de Nobuyoshi Araki
Aula 06
• O corpo assexual nas obras de Momo Okabe
• A representação do corpo em Miwa Yanagi
Nascido em 1966, Marcelo Greco trabalha com fotografia desde 1996. Desenvolve projetos nos principais museus do país, como MAM e MASP. Fez diversas exposições individuais e coletivas no Brasil e no exterior. Faz parte de algumas coleções como da Coleção Joaquim Paiva, Fundação Cultural de Curitiba, Pinacoteca do Estado de SP, etc. Foi curador geral do Festival Paraty em Foco em 2008. Em 2009, criou a Schoeler Editions.
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Estudantes, professores e aposentados têm 10% de desconto
Dúvidas:
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WhatsApp: 11 99774 3987
Ao participar desta atividade/evento, você autoriza, de forma gratuita e definitiva, o MAM – Museu de Arte Moderna de São Paulo, a utilizar sua imagem, voz, dados biográficos e sinais característicos, captados em vídeo, áudio, fotografia e prints, para fins de registro, divulgação e promoção das atividades do Museu, em quaisquer meios, veículos, suportes, mídias, métodos e tecnologias, tangíveis ou intangíveis. Caso você não queira que sua imagem seja divulgada, por favor informar o MAM (cursos@mam.org.br)
créditos:
com Helena Obersteiner
Datas: 05, 12, 19 e 26 de julho de 2025
Sábados
Horário: das 10h às 13h
Duração: 04 encontros
Público: interessados em geral
Investimento: R$ 320,00
Curso presencial
Curso contempla certificado no final
O curso propõe uma jornada de desaceleração e descoberta por meio do desenho, no Parque Ibirapuera. Em meio ao ritmo acelerado das grandes cidades, o parque se apresenta como um território de outras temporalidades. A proposta convida a explorar diferentes estratégias de observação e registro, valorizando, para além da eficiência do pensamento objetivista, as possibilidades de deriva e os desvios da produtividade exacerbada.
O nome do curso faz referência ao posfácio escrito por Helena Obersteiner para a obra Viagem ao centro da Terra, de Jules Verne. A partir de suas reflexões, iremos trabalhar o desenho como meio de investigação e imaginação — tanto do espaço físico quanto das camadas de significado sensível para cada participante.
Os primeiros 10 inscritos no curso serão contemplados com um exemplar do livro Viagem ao centro da Terra, de Jules Verne (Editora Antofágica).
Programação
Aula 01 – Diário de viagem
- Registros em primeira pessoa
- Escrever e compartilhar segredos
Aula 02 – Cartografias sensíveis
- Respiração e presença
- Mapeamento de pausas
- Vestígios e marcas que apontam caminhos
Aula 03 – Tempo circular
- Diferentes leituras a respeito do tempo
- Pesquisa sobre diferentes momentos do MAM e do Parque Ibirapuera
- Registro de narrativas através de entrevistas
Aula 04 – Ao centro da imagem
- A obra de Jules Verne e processos de ilustração
- O que é real no desenho?
- Imaginação a partir da observação
É artista visual e tem o desenho como investigação. Através da prática de observação interage, de maneira empírica, com materiais e máquinas que afetam e constroem superfícies. Em seus trabalhos, dialoga com tecido, gesso, látex e papel, assim como máquinas de tatuagem costura e tapeçaria. Em 2019, criou o curso Desenhos Feios, realizado em parceria com Espaço.CC, que contou com mais de dez turmas, entre formatos on-line e presenciais. Ao longo dos anos, realizou diversas aulas e palestras em instituições parceiras, como IED-SP, EBAC, Faculdade Santa Marcelina, entre outras. Atualmente, também realiza cursos regulares em seu ateliê.
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com Renan Marcondes
Datas: 27 de maio, 03, 10 e 17 de junho
Terças-feiras
Horário: das 19h às 21h
Duração: 04 encontros
Público: interessados em geral
Investimento: R$ 320,00
Curso online
Ao vivo, via plataforma de videoconferência
Aulas gravadas disponibilizadas apenas por tempo determinado
Curso contempla certificado no final
Este curso busca compreender alterações recentes nos modos de produção e leitura de obras que lidam com a violência, investigando obras de artistas contemporâneas brasileiras e latino-americanas que atuam no campo da performance, tanto nas artes da cena quanto nas artes visuais, e que abordam o tema de forma oblíqua e suspensa, substituindo a forma-denúncia que diversas obras de performance assumiram em sua história por abordagens da violência pela via do corpo, mas sem buscar superá-la ou negá-la.
Tendo em vista que a violência sempre foi central na história da performance ocidental – modo de evidenciar certa realidade do corpo – faz-se necessário observar que novas formalizações do tema se dão nessas práticas nas últimas duas décadas, marcadas por transformações profundas no papel da arte no campo social, da relação dos países colonizados com a violência histórica que carregam, do papel das novas tecnologias na promoção e disseminação de discursos, imagens e atos violentos e, principalmente, pela incorporação “positiva” (Byung-Chun Han) da violência no tecido social.
Programação
Aula 01 – Janet Toro (Chile) e Eliana de Santana (Brasil)
- Através da análise de obras das artistas, pensaremos sobre a torção e o dar as costas como procedimentos contrários à exibição performativa e que as artistas usam de forma poética para lidar com violências históricas de seus países de origem.
Aula 02 – Juliana Notari (Brasil) e Maria José Arjona (Colômbia)
- Através da análise de obras das artistas, pensaremos como a arte da performance pode ser uma forma de elaboração do medo. Porém, não sendo uma forma de superá-lo, mas sim uma forma de habitá-lo em ato.
Aula 03 – Regina Parra (Brasil) e Improvável Produções (Brasil)
- Através da análise de obras das artistas, pensaremos sobre o conceito de “bárbaro” e sua apropriação pela via do acúmulo de imagens em performances contemporâneas.
Aula 04 – Alice Yura (Brasil) e Cinthia Marcelle (Brasil)
- Através da análise de obras das artistas, pensaremos sobre noções benjaminianas como “violência divina”, “aura” e “reprodutibilidade técnica” e seus usos ainda possíveis na arte contemporânea brasileira
É artista e pesquisador, com doutorado em Artes Cênicas pela ECA-USP, onde desenvolveu uma tese sobre o desaparecimento do corpo na arte contemporânea. Atua nas interseções entre performance, teoria da arte e política do corpo, com obras apresentadas no Brasil e no exterior. É autor do livro Desaparecer: ausências do corpo na arte contemporânea e ministra cursos e palestras em instituições como o MAM SP e o Sesc SP.
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créditos: Bala de homem = carne / mulher = carne (1997), de Laura Lima, Coleção MAM São Paulo
com Juliana Monteiro
Datas: 10, 17, 24 e 31 de março de 2025
Segundas-feiras
Horário: das 19h às 21h
Duração: 04 encontros
Público: interessados em geral
Investimento: R$ 320,00
Curso online
Ao vivo, via plataforma de videoconferência
Aulas gravadas disponibilizadas apenas por tempo determinado
Contempla certificado no final
A partir de livros de fotografia e de textos literários, os participantes são convidados a ampliar suas reflexões e seu olhar sobre a fotografia como linguagem artística, como texto e como processo de construção poética sobre as relações cotidianas.
Cada encontro apresenta um eixo temático que norteará as confluências e algumas possibilidades de diálogo entre essas duas linguagens.
De que maneira os escritores abordam as questões que permeiam o universo da fotografia? Como escritores e fotógrafos retratam a si mesmos?
De forma dialógica, tentaremos responder a essas e a outras questões, juntos, a partir de autores clássicos e contemporâneos da literatura e da fotografia, como os escritores Machado de Assis, Marília Garcia, Ana Martins Marques, Ricardo Aleixo, Orides Fontela e os fotógrafos Carlos Moreira, Robert Frank, André Penteado, Reymond Meeks, Masahisa Fukase, entre outros.
Os temas e as referências, além de serem a base do conteúdo apresentado, servem como ponto de partida para práticas fotográficas que serão propostas e discutidas durante os encontros.
Programação
ENCONTRO 01 | o olhar
ENCONTRO 02 | olhar para si
ENCONTRO 03 | olhar para o outro
ENCONTRO 04 | olhar para o seu lugar no mundo
É artista visual, formada em Linguística, com pesquisa no Programa de Pós-graduação em Estética e História da Arte (PGEHA-USP). A partir de fotografias, palavras e colagens, observa a infância, a impermanência e a relação entre palavra e imagem. É autora de Pandora (2020), Aprendiz (2021), Queira receber como recordação (2022), Problemas de linguística geral (2024), Álbum (2024) e Do outro lado da porta (2021/ ed. Vento Leste – 2025). É coautora, juntamente com o escritor João Anzanello Carrascoza, de Catálogo de Perdas (ed. SESI – 2017), livro finalista do prêmio Jabuti e vencedor do FNLIJ, e de Fronteiras visíveis (ed. Maralto – 2023). Em 2024, criou o ensaio visual de A infância de Joana (ed. Maralto – 2024), escrito por Mariana Ianelli.
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Dúvidas:
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com Adriana Maciel
Datas: 21, 28 de janeiro, 04, 11 e 18 de fevereiro
Terças-feiras
Horário: das 19h às 21h
Duração: 5 encontros
Público: interessados em geral
Investimento: R$ 400,00
Curso online
Ao vivo, via plataforma de videoconferência
Aulas gravadas disponibilizadas apenas por tempo determinado
Contempla certificado no final
Tudo o que vemos e ouvimos, além das letras no papel, são textos. A escrita se faz no gesto, na escuta, na fala, na visão, no corpo. É uma inscrição – escava a linguagem e se apropria de diferentes fontes, mídias e suportes. Na contemporaneidade, os gêneros pelos quais a arte se move são permeáveis – quando não, indistinguíveis –, e seus significados são, muitas vezes, fluidos.
O curso apresenta textos artísticos de diferentes linguagens – artes visuais, textos escritos e arte sonora – buscando entender seus procedimentos e o modo como agem performaticamente, cavando e ampliando a possibilidade de sentidos. A cada encontro, um exercício de escrita é sugerido – uma provocação, um disparador. A intenção é abrir e ampliar as possibilidades inventivas de cada participante. Pensar as escritas performáticas é desinformar a matéria, e nesse exercício, achar o estilo próprio ao que se deseja produzir. É exercitar outras formas de leitura da complexa realidade em que habitamos.
Como o curso funciona?
O curso é estruturado em cinco encontros, cada um com duração de duas horas. Cada aula combina a análise de textos artísticos, discussão coletiva e a realização de um exercício prático. Os participantes são incentivados a explorar diferentes formas de escrita e a compartilhar suas produções ao final de cada encontro.
Programação
Aula 01 – Invenção e procedimentos
- Experiências artísticas das vanguardas do início do século 20
- Exercícios 1
Aula 02 – O atravessamento das linguagens
- O rompimento com a representação e a fricção de sentidos
- Exercícios 2
Aula 03 – John Cage – pensar com as mãos
- John Cage a as diversas formas de escrita
- Exercícios 3
Aula 04 – Ruptura
- Invenção de itinerários
- Exercícios 4
Aula 5 – Escritas performáticas
- Escritas das bordas: apresentação e discussão dos trabalhos
Doutora e Mestra pelo Programa de Pós-Graduação em Letras da PUC-Rio, Adriana Maciel é bacharel em Produção Textual também pela PUC-Rio e tem pós-doutorado com a pesquisa Escritas performáticas. Coordena e dá aulas na especialização Escritas Performáticas – Invenção e procedimentos artísticos do CCE da PUC-Rio desde 2019. É, também, professora na especialização Formação do escritor do CCE da PUC-Rio e da especialização Gestão e Produção cultural da FACHA, na disciplina Produção editorial. Professora horista da graduação na PUC-Rio no departamento de Letras, é sócia-fundadora, diretora e editora da Numa Editora desde 2015.
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Ao participar desta atividade/evento, você autoriza, de forma gratuita e definitiva, o MAM – Museu de Arte Moderna de São Paulo, a utilizar sua imagem, voz, dados biográficos e sinais característicos, captados em vídeo, áudio, fotografia e prints, para fins de registro, divulgação e promoção das atividades do Museu, em quaisquer meios, veículos, suportes, mídias, métodos e tecnologias, tangíveis ou intangíveis. Caso você não queira que sua imagem seja divulgada, por favor informar o MAM (cursos@mam.org.br)
com Helena Obersteiner
Terças-feiras
Duração: 5 encontros
Público: interessados em geral
Investimento: R$ 400,00
Curso online
Ao vivo, via plataforma de videoconferência
Aulas gravadas disponibilizadas apenas por tempo determinado
Curso contempla certificado no final
Este curso propõe uma postura investigativa sobre a interseção entre desenho e escrita. Inspirado pela dinâmica do jogo de pingue-pongue, o curso convida os participantes a mergulharem em um diálogo constante, explorando como essas práticas podem se entrelaçar e estimular mutuamente processos de pesquisa e criação.
Ao longo dos encontros, analisaremos obras de artistas do acervo do MAM-SP, refletiremos e realizaremos exercícios que enfatizam o afeto entre as práticas, além de investigar poéticas individuais que emergem a partir da convivência coletiva.
Programação
Aula 01 – Metodologia pingue-pongue
- Observação imparcial
- Importância de práticas transdisciplinares
- Borrar fronteiras
Aula 02 – Investigações a partir de obras do acervo do MAM-SP
- Artistas: Leonilson, Rivane Neuenschwander, Tadaskia, Xadalu Tupã Jekupé e Mira Schendel
- Elaboração de exercícios baseados na análise das obras
Aula 03 – Ultrapassar convenções: intersecção entre texto e imagem
- Consciência corporal e pesquisa de materiais riscantes
- Coreografias e roteiros no espaço
- Ilustração e lettering
Aula 04 – Reorganização de textos
- Convivência entre referências
- Decoupage de texto e pesquisa de imagens
Aula 05 – Pesquisa de palavras em órbita
- Memória, reconhecimento e afeto
- Relatos escritos de experiências
É artista visual e tem o desenho como investigação. Através da prática de observação interage, de maneira empírica, com materiais e máquinas que afetam e constroem superfícies. Em seus trabalhos, dialoga com tecido, gesso, látex e papel, assim como máquinas de tatuagem costura e tapeçaria. Em 2019, criou o curso Desenhos Feios, realizado em parceria com Espaço.CC, que contou com mais de dez turmas, entre formatos on-line e presenciais. Ao longo dos anos, realizou diversas aulas e palestras em instituições parceiras, como IED-SP, EBAC, Faculdade Santa Marcelina, entre outras. Atualmente, também realiza cursos regulares em seu ateliê.
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com Alexandre Villares
Segundas-feiras
Duração: 06 encontros
Público: interessados em geral
Investimento: R$ 480,00
Curso online
Ao vivo, via plataforma de videoconferência
Aulas gravadas disponibilizadas apenas por tempo determinado
Curso contempla certificado no final
Desde a década de 60, artistas produzem imagens escrevendo programas de computador. Neste curso serão apresentadas obras pioneiras e contemporâneas, assim como ideias recorrentes na prática da chamada programação criativa, servindo para reflexão e inspiração de atividades práticas de experimentação dos participantes.
Trata-se de uma introdução ao desenho com programação que ensina, sem pré-requisitos, elementos essenciais da linguagem de programação Python e do vocabulário de desenho de processing, uma plataforma de programação amplamente utilizada por artistas.
O curso visa promover a familiarização dos participantes com ideias da arte computacional, guiar os primeiros passos na programação com Python, estimular a análise e reflexão sobre obras construídas com código, assim como estimular a experimentação neste meio de expressão. É aberto a todas as pessoas interessadas na intersecção da arte e da tecnologia, com curiosidade em aprender sobre programação de computadores e sua utilização com fins estéticos, expressivos e poéticos.
Metodologia
- Apresentação de conceitos e procedimentos, por meio da técnica do live coding
- Demonstração ao vivo da escrita de um programa, ou trecho de código
- Exercícios de experimentação
- Discussão e esclarecimento de dúvidas
Equipamento necessário
Computador com teclado, mouse e acesso à internet.
Programação
Aula 01 – Apresentação do curso: primeiro vocabulário de desenho
- Alguns precedentes de arte com programação
- Uma ferramenta de desenho com Python
- Sistema de coordenadas, formas elementares, cor
- Aleatoriedade e execução condicional
Aula 02 – Definindo novas funções
- Vera Molnar, a grande dama da arte computacional
- Organizando o código com funções
- Transformações do sistema de coordenadas
Aula 03 – Laços de repetição e recursividade
- Frieder Nake e Georg Nees (obra Shotter)
- Repetição de formas, filas e colunas de elementos
- Recursão e seu efeitos visuais
Aula 04 – Estruturas de dados
- Data art ou visualização de dados?
- Registro de um gesto e mais opções de interação
Aula 05 – Orientação a objetos, um primeiro contato
- Usando objetos de uma classe (instâncias, atributos e métodos)
- Desdobramentos do uso de programação nas artes visuais
Aula 06 – Explorações finais e encerramento
- Orientação a objetos: definindo uma nova classe
- Indicações para futuros estudos
- Devolutivas e considerações finais das pessoas participantes
Alexandre Villares é professor, artista visual e consultor em projetos de design e novas mídias. Pesquisa práticas artísticas que se valem de meios computacionais e o ensino de programação em contextos visuais. Graduado em arquitetura e urbanismo pela FAU-USP (2000) e mestre pela FECFAU-Unicamp (2019). Ministra cursos na graduação e pós-graduação de diversas instituições e é educador de tecnologias e artes no Sesc-SP. Desenvolve material didático aberto, colabora com projetos de software livre e produz diariamente desenhos usando programação.
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com Juliana Miyasaka
Datas: 17, 24, 31 de julho, 07, 14, 21, e 28 de agosto
Quartas-feiras
Horário: das 18h às 21h
Duração: 7 encontros
Público: interessados em geral
Investimento: R$ 630,00
Curso presencial
Contempla certificado no final
*Material incluso: cada participante receberá um pacote de argila (10 kg), adequada para a queima a 1240ºC. A argila será entregue aos alunos na primeira aula.
A história da cerâmica remonta aos primórdios da civilização. Há oito mil anos, na cultura Jomon do Japão, surgiram as primeiras peças de cerâmica, testemunhas de uma habilidade ancestral. Durante o Neolítico, essa arte viajou da Ásia à Europa, moldando culturas como a chinesa, cujos guerreiros de Xian testemunham a maestria. Na Antiguidade, Egito e China já utilizavam cerâmica em rituais. A Revolução Industrial impulsionou a cerâmica para novos horizontes e, hoje, ela continua a ser uma forma de expressão artística e funcional, incorporando tradição e inovação.
Este curso é ideal para aqueles que desejam explorar a cerâmica, independentemente da experiência anterior. Em sete aulas práticas, os alunos aprenderão os conceitos básicos e as técnicas fundamentais da modelagem manual em cerâmica para criar peças únicas e ricas em expressão pessoal.
Programação
Aula 01 – Fundamentos teóricos e confecção de peças na primeira técnica básica
- Apresentação de alguns tipos de argila, preparação delas para uso, etapas da transformação da argila até que se torne cerâmica.
- Confecção de peças usando a técnica japonesa chamada tebineri (ou pinch pot), que é a técnica básica e principal, a partir da qual é possível desenvolver peças utilitárias ou decorativas, em diversas formas e é ótima para sensibilização do tato e conhecimento da argila e seu potencial.
Aula 02 – Finalização das peças feitas na primeira aula e tipos de acabamento
- Apresentação de tipos de acabamento, colagem de partes e decorações usando engobes (que são argilas coloridas, e como prepará-los) – mishimo, sgraffito e pintura simples – para finalização das peças feitas na primeira aula.
Aula 03 – Técnica de acordelado
- Apresentação da técnica de cordelado e confecção de peça usando esta técnica.
Aula 04 – Técnica de placa
- Apresentação da técnica de placa e confecção de peça usando esta técnica.
Aula 05 – Técnica de ocagem
- Apresentação da técnica de ocagem e início de modelagem de peça para finalização usando esta técnica.
Aula 06 – Técnica de ocagem
- Finalização da peça feita na aula anterior, através de técnica de ocagem.
Aula 07 – Esmaltação
- Preparação das primeiras peças confeccionadas no curso, após estas terem passado já pela primeira queima (chamada de biscoito, a 1000°C).
- Acabamento final, impermeabilização de áreas que não receberão esmalte e esmaltação para que passem pela última queima, a 1240°C.
É formada em Marketing e Design, com MBA em Arte Educação. Ceramista desde 2007, ministra aulas e workshops de cerâmica para crianças e adultos desde 2012. Atualmente, ministra aulas no Colégio Oshiman, no programa PIAPI e em seu atelier.
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créditos
Juliana Miyasaka
com Pedro Campanha
Datas: 20, 27 de julho, 03 e 10 de agosto
Sábados
Horário: das 10h às 12h
Duração: 4 encontros
Público: interessados em geral
Investimento: R$ 320,00
Curso presencial
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Ateliês práticos onde os participantes poderão produzir suas próprias tintas artesanais a partir de poucos materiais. Serão preparadas tinta nanquim, têmpera de ovo, têmpera de caseína e aquarela. Cada encontro começará com uma breve introdução sobre os contextos históricos nos quais esses materiais tiveram seus primeiros registros. Também discutiremos o trabalho de alguns artistas que utilizaram essas tintas como recurso poético em seus processos de criação, antes de partir para a atividade prática.
Programação
Aula 01: Nanquim
- História do nanquim: tinta da China e seus muitos nomes
- Sobre os materiais: preto de fumo e goma arábica. Curiosidades sobre receitas japonesas
- Prática: fabricação do nanquim
Aula 02: Têmpera ovo
- Registros históricos da têmpera ovo, alguns artistas do Renascimento
- Qualidades do material, presença de cor específica das têmperas. Transição da têmpera de ovo para a tinta óleo
- Artistas brasileiros: Volpi, Eleonore Koch, André Ricardo
- Prática: fabricação da têmpera de ovo
Aula 03: Têmpera de caseína
- Registros históricos da caseína, diferentes nomenclaturas e diferentes usos: Paleolítico, Egito Antigo; pintura de mobiliário tradicional estadunidense; Castelo Belvedere, no Vaticano
- Qualidades da têmpera de caseína: propriedades físicas e cuidados
- Artistas modernos e contemporâneos que utilizavam esse material como recurso poético
- Prática: fabricação da têmpera de caseína
Aula 04: Aquarela
- Registros históricos da aquarela: Egito Antigo, Renascença, artistas ingleses do século XVII-XVIII, artistas modernos e contemporâneos
- Prática: fabricação da aquarela
Pedro Campanha é artista visual e educador, bacharel em Artes Visuais pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Em 2012, iniciou seus estudos na École Supérieure des Beaux Arts de Montpellier Agglomération, em Montpellier, na França. Entre 2018 e 2020, coordenou os ateliês e ministrou cursos, oficinas e vivências em artes visuais no Espaço Cultural Porto Seguro. Em 2014, atuou como artista-orientador no programa Vocacional da Prefeitura de São Paulo. Em 2013, foi artista residente no espaço Pony Royal em Berlim, Alemanha, e na Residência São João, em São José do Vale do Rio Preto, RJ. Em 2022, participou das mostras coletivas “Ouro e Madeira”, no Quase Espaço (São Paulo), e “Niebla y Plata” (Peru).
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créditos
Pedro Campanha
com Helena Obersteiner
Datas: 20 e 27 de abril, 04 e 11 de maio de 2024
Sábados
Horário: das 10h às 13h
Duração: 04 encontros
Público: interessados em geral
Investimento: R$ 320,00
Curso presencial
Curso contempla certificado no final
O ambiente do parque, nos finais de semana, é repleto de movimento, um cenário dinâmico que proporciona constantes estímulos para exercitar nossa espontaneidade. Nesse contexto, ao contrário do trabalho em um ateliê, quais estratégias de desenho podemos desenvolver para explorar o Parque Ibirapuera
Descaminhos são os trajetos que se desviam de ideias pré-concebidas. A partir de reflexões e da construção de um caderno de pesquisa, iremos realizar exercícios de desenho ao ar livre, buscando estimular o repertório gráfico e a busca por novidades nos processos de criação.
Programação
Aula 1 – Um caderno de descaminhos
- Prefixo “DES” e a negação como abertura de possibilidades
- Coreografia dos objetos na prática do desenho
- Verbos de ação e a construção de um caderno
Aula 2 – Superfícies
- É preciso desenhar parado?
- Diferentes superfícies e seus registros
- Reconhecimento de locais e estratégias de frotagem
Aula 3 – Registros de movimento
- Nutrir uma postura investigativa
- Estratégias de pesquisa
- Procura por evidências de acontecimentos e construção de narrativa
Aula 4 – Borrão
- Diferentes interações entre os materiais e a folha de papel
- Desenhos dupla face
É artista visual e tem o desenho como investigação. Através da prática de observação interage, de maneira empírica, com materiais e máquinas que afetam e constroem superfícies. Em seus trabalhos, dialoga com tecido, gesso, látex e papel, assim como máquinas de tatuagem costura e tapeçaria. Em 2019, criou o curso Desenhos Feios, realizado em parceria com Espaço.CC, que contou com mais de dez turmas, entre formatos on-line e presenciais. Ao longo dos anos, realizou diversas aulas e palestras em instituições parceiras, como IED-SP, EBAC, Faculdade Santa Marcelina, entre outras. Atualmente, também realiza cursos regulares em seu ateliê.
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Dúvidas:
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WhatsApp: 11 99774 3987
Curso online ao vivo via plataforma de videoconferência. Aulas gravadas disponibilizadas somente aos inscritos e por tempo determinado.
Ao participar desta atividade/evento, você autoriza, de forma gratuita e definitiva, o MAM – Museu de Arte Moderna de São Paulo, a utilizar sua imagem, voz, dados biográficos e sinais característicos, captados em vídeo, áudio, fotografia e prints, para fins de registro, divulgação e promoção das atividades do Museu, em quaisquer meios, veículos, suportes, mídias, métodos e tecnologias, tangíveis ou intangíveis. Caso você não queira que sua imagem seja divulgada, por favor informar o MAM (cursos@mam.org.br). Em alguns cursos as aulas que acontecem na plataforma Zoom poderão são gravadas e disponibilizadas somente aos participantes dessas respectivas aulas com prazo de expiração. O conteúdo da gravação é protegido por direitos autorais e o acesso é permitido unicamente para fins de estudo e de uso exclusivo do participante impossibilitando a sua divulgação ou compartilhamento com terceiros.
créditos
Ilustração: Helena Obersteiner
com Ivan Padovani e Marcelo Amorim
Datas: 16, 23, 30 de março, 06 e 13 de abril
Sábados
Horário: das 10h às 13h
Duração: 5 encontros
Público: interessados em geral
Investimento: R$ 400,00
Curso presencial
Curso contempla certificado no final
Nesta oficina prática, exploram-se propostas que abordam as interseções entre fotografia, performance e arquitetura. Dividida em 5 encontros, a programação é permeada pelo compartilhamento de referências e textos, com o objetivo central de orientar a produção de um novo trabalho por cada participante. A oficina se destina a qualquer pessoa envolvida nas áreas de artes visuais e artes do corpo.
Programação
Aula 1 – Registro de performances históricas
- Dada a natureza efêmera da performance, discutiremos sua institucionalização, historização e comercialização e a relação com a fotografia.
- Exploração de referências históricas.
- Enfoque em artistas como Vito Acconci, Gina Pane e Joseph Beuys.
Aula 2 – Atualização e reperformance: crítica das reencenações de performances históricas em museus
Exercício: criar uma performance histórica fictícia.
- Discussão sobre a atualização da performance.
- Análise crítica de casos como “7 Easy Pieces” de Marina Abramovic e o conceito de “Reperformance”.
Aula 3 – O potencial de uma fotoperformance
Exercício: planejamento de uma fotoperformance pessoal por meio de storyboards e apresentação das propostas e discussão em grupo.
- Identificação das características essenciais de uma fotoperformance.
- Elaboração e planejamento de uma fotoperformance pessoal, incluindo o desenvolvimento de produção com equipes, roteiros e estrutura.
Aula 4 – Criação de uma fotoperformance pessoal
Convidada: Celina Portella
Aula 5 – Apresentação dos resultados de fotoperformance pessoal
É formado em Administração pela FAAP e Pós-Graduado em Fotografia pela mesma instituição. Paralelo à sua atuação como artista visual, Ivan também é professor na Escola Panamericana de Arte. Entre os anos de 2017 e 2020 esteve à frente da gestão do VÃO, espaço independente de arte. Foi co-fundador e coordenador do F+, núcleo de formação em artes visuais da Fauna Galeria. Atualmente é gestor do Canteiro, Campo de Produção em Arte Contemporânea. Seu trabalho integrou exposições como Time Space Existence, que fez parte da programação da 15ª Bienal Internacional de Arquitetura de Veneza, Antilogias: o fotográfico na Pinacoteca de São Paulo, Experimentando Le Corbusier no Museu da Casa Brasileira, Bienal de Arquitetura de São Paulo 2017 na Biblioteca Mario de Andrade, Tarefas Infinitas no SESC CPF, Territórios Imaginários na Casa América no Festival PhotoEspaña em Madrid, Realidades da Imagem, História da Representação no Museu do Estado do Pará e Library of Love no Museu de Arte Contemporânea de Cincinnati em Ohio/EUA. Como professor, Ivan Padovani realiza ações formativas em artes visuais por meio de grupos de estudos, cursos e workshops em instituições culturais e de ensino como Instituto Moreira Salles, SESC, Valongo – Festival Internacional de Imagem, Festival Imaginária e Estúdio Madalena. Ivan Padovani recorre principalmente ao uso de fotografias, esculturas, vídeos e instalações para criar metáforas sobre a condição do indivíduo em meio ao ambiente contemporâneo, seja em seus aspectos físicos e arquitetônicos, seja em relação às dimensões mais íntimas e psicológicas. A construção do olhar, os processos mentais de apreensão, os mecanismos de defesa, a intersubjetividade e as relações espaciais e temporais ativadas pelo contexto em que vivemos são questões recorrentes em sua produção.
É artista e curador independente radicado em São Paulo. Entre 2009 e 2016 dirigiu o Ateliê397 e, desde 2013, é diretor do Fonte, onde cria e organiza residências artísticas, exposições, debates e cursos relacionados à arte contemporânea. Paralelamente, também atua como orientador do grupo Hermes Artes Visuais. Amorim realizou exposições individuais no MARP, Ribeirão Preto (2019), Sem Título, Fortaleza (2018), Zipper Galeria, São Paulo (2016), Paço das Artes, São Paulo (2014); Galeria Jaqueline Martins, São Paulo (2012), Galeria Oscar Cruz, São Paulo (2010) e Centro Cultural São Paulo, São Paulo (2008). Seu trabalho foi apresentado em exposições coletivas, entre elas destacam-se: Sentido comum– Anita Schwartz Galeria de Arte, Rio de Janeiro (2022), Dizer não – Ateliê397, São Paulo (2021), Against, Again: Art Under Attack in Brazil – Anya and Andrew Shiva Gallery, Johnfoy College, Nova York (2020); Memória seletiva – Galeria Aymoré, Rio de Janeiro (2019), Ação e reação – Arte contemporáneo brasileño – Casa do Brasil, Madri, Espanha (2018); São Paulo não é uma cidade: invenções do centro – Sesc 24 de Maio, São Paulo (2018). Destacam-se na sua prática curatorial: Mar Rio Fonte (Galeria Karla Osorio, 2023), Pieces of landscape (Profoundation, 2018), Entrever Paisagens, (Galeria da FAV, 2018), Vá em Frente Volte pra Casa – Júnior Pimenta (Sem título, 2018), Contraprova (Paço das Artes, 2015), Lusco Fusco – Karlla Girotto (Ateliê397, 2015), Pintar a China Agora – Brody & Paetau (Ateliê397, 2015), É Fluido mas é Legível (Oficina Oswald de Andrade, 2014).
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créditos
Performance de Isabella Breves. | Registro: Ivan Padovani
com Juliana Miyasaka
Datas: 20, 27 de fevereiro, 05, 12, 19 e 26 de março e 02 de abril
Terças-feiras
Horário: das 18h30 às 21h30
Duração: 7 encontros
Público: interessados em geral
Investimento: R$ 560,00
Curso presencial
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A história da cerâmica remonta aos primórdios da civilização. Há oito mil anos, na cultura Jomon do Japão, surgiram as primeiras peças de cerâmica, testemunhas de uma habilidade ancestral. Durante o Neolítico, essa arte viajou da Ásia à Europa, moldando culturas como a chinesa, cujos guerreiros de Xian testemunham a maestria. Na Antiguidade, Egito e China já utilizavam cerâmica em rituais. A Revolução Industrial impulsionou a cerâmica para novos horizontes e, hoje, ela continua a ser uma forma de expressão artística e funcional, incorporando tradição e inovação.
Este curso é ideal para aqueles que desejam explorar a cerâmica, independentemente da experiência anterior. Em sete aulas práticas, os alunos aprenderão os conceitos básicos e as técnicas fundamentais da modelagem manual em cerâmica para criar peças únicas e ricas em expressão pessoal.
Materiais necessários
Cada participante deve providenciar um pacote de argila (10kg), adequada para queima a 1240°C. A argila pode ser adquirida diretamente com a professora ou em lojas específicas.
Programação
Aula 1 – Fundamentos teóricos e confecção de peças na primeira técnica básica
Apresentação de alguns tipos de argila, preparação delas para uso, etapas da transformação da argila até que se torne cerâmica.
Confecção de peças usando a técnica japonesa chamada tebineri (ou pinch pot), que é a técnica básica e principal, a partir da qual é possível desenvolver peças utilitárias ou decorativas, em diversas formas e é ótima para sensibilização do tato e conhecimento da argila e seu potencial.
Aula 2 – Finalização das peças feitas na primeira aula e tipos de acabamento
Apresentação de tipos de acabamento, colagem de partes e decorações usando engobes (que são argilas coloridas, e como prepará-los) – mishimo, sgraffito e pintura simples – para finalização das peças feitas na primeira aula.
Aula 3 – Técnica de acordelado
Apresentação da técnica de cordelado e confecção de peça usando esta técnica.
Aula 4 – Técnica de placa
Apresentação da técnica de placa e confecção de peça usando esta técnica.
Aula 5 – Técnica de ocagem
Apresentação da técnica de ocagem e início de modelagem de peça para finalização usando esta técnica.
Aula 6 – Técnica de ocagem
Finalização da peça feita na aula anterior, através de técnica de ocagem.
Aula 7 – Esmaltação
Preparação das primeiras peças confeccionadas no curso, após estas terem passado já pela primeira queima (chamada de biscoito, a 1000°C).
Acabamento final, impermeabilização de áreas que não receberão esmalte e esmaltação para que passem pela última queima, a 1240°C.
É formada em Marketing e Design, com MBA em Arte Educação. Ceramista desde 2007, ministra aulas e workshops de cerâmica para crianças e adultos desde 2012. Atualmente, ministra aulas no Colégio Oshiman, no programa PIAPI e em seu atelier.
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Escultura de Juliana Miyasaka
Datas: 17, 24, 31 de janeiro e 07 de fevereiro
Quartas-feiras
Horário: das 18h às 21h
Duração: 4 encontros
Público: interessados em geral
Investimento: R$ 320,00
Curso presencial
Contempla certificado no final
Oficina que explora abordagens analógicas criativas para o desenvolvimento de projetos fotográficos e artísticos por meio da intervenção com aquarela em imagens fotográficas impressas. Iniciando com uma análise da obra da artista cearense Telma Saraiva, especialista em fotopintura, propomos uma imersão intensiva na pesquisa e descoberta da imagem como catalisador criativo da autopercepção. Um dos pontos destacados na obra de Telma são seus autorretratos, nos quais a artista emprega a tinta para conceber novos universos inspirados principalmente em personagens dos grandes clássicos do cinema hollywoodiano.
Cada participante terá a oportunidade de desenvolver um projeto a partir de autorretratos criados durante as aulas. Diferenciando-se de Telma, que utilizava tinta a óleo, nesta oficina, a ênfase recai sobre a aquarela como técnica principal.
A proposta é acessível a fotógrafos, artistas e entusiastas interessados na construção estética e narrativa das imagens. Não é necessário possuir experiência prévia em nenhuma das técnicas ou ter realizado trabalhos anteriores no âmbito da imagem. O único pré-requisito é a disposição para experimentar e a crença de que todo o processo é uma jornada, sem conceitos de certo ou errado.
Programação
Aula 1
- Introdução à aula, apresentação da metodologia e do cronograma.
- Exibição e análise do trabalho de Telma Saraiva.
- Apresentação dos materiais e instruções sobre a técnica básica.
Aula 2
- Apresentação de artistas contemporâneos que empregam técnicas de fotopintura.
- Prática orientada de experimentação em fotopintura.
Aula 3
- Continuação da prática de experimentação em fotopintura, com orientações.
Aula 4
- Conclusão da prática de experimentação em fotopintura com orientações adicionais.
- Etapa de finalização e conclusão do projeto.
A produção artística de Carine Wallauer transita entre a técnica e a experimentação com imagens, sejam estas estáticas ou em movimento. Sua obra faz parte da coleção de Joaquim Paiva e encontra-se nos acervos do MAM RJ, IMS SP e MAC RS. Além de colaborar em projetos de outros cineastas, desde 2020, dedica-se ao Copan, seu primeiro longa-metragem como roteirista e diretora. Participou de laboratórios de desenvolvimento em dois dos mais conceituados festivais de cinema do mundo: Berlinale – Festival Internacional de Cinema de Berlim e IDFA – Festival Internacional de Documentários de Amsterdã.
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Fonte: Carine Wallauer