O Visual Vernacular (VV) é um recurso estético próprio da língua de sinais, que está presente no dia a dia da língua e da comunidade surda, em sua literatura, poesia, assim como na música e no teatro. Através dele, uma imagem é narrada para além dos signos das palavras. Nesta oficina, Fabio de Sá apresenta algumas estruturas desse recurso.
Fábio de Sá
Fábio de Sá é formado em Letras/LIBRAS, fez curso de teatro em acessibilidade. É professor, ator, artista, consultor de peça de teatro em libras e revisor de LIBRAS. Atuou como professor de Libras na PUC-SP, CES Rio Branco e Senac. Ministrou workshops de Visual Vernacular em países como Chile, Colômbia, Costa Rica e Brasil. Apresentou poesias utilizando o Visual Vernacular e Poesia em Libras na França, Chile, Colômbia, Japão e Brasil. Participou do Festival Clin d’Oeil na França e do Septimo Festival Internacional Arte Sordo Visual Vernacular em 2019.
Acessível em Libras. Atividade presencial e gratuita para famílias com crianças de todas as idades, acompanhadas de seus (suas) responsáveis. Vagas limitadas. Inscrições na recepção do MAC USP com 30 minutos de antecedência. Para audiodescrição, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48h de antecedência.
Essa atividade faz parte do programa MAM na Marquise > Família MAM.
Deu praia, Deu baile!” é uma performance em trânsito – uma intervenção e instalação criativa para crianças e seus acompanhantes, convidamos o público a explorar a dança enquanto nos movimentamos por diferentes espaços, transformando cada área em um universo aquático vibrante.
Ao longo do percurso, todos serão envolvidos por esses seres do mar – as bailarinas, que incorporam elementos aquáticos e lúdicos em suas performances, criando um ambiente dinâmico e interativo onde o corpo e o movimento se entrelaçam com memórias das praias e mundos imaginários.
Plataforma Panelinha
Plataforma Panelinha, fundado em 2017, nosso grupo surgiu a partir de pesquisas focadas na dança e nas infâncias, explorando a potência do brincar coletivo. Somos uma plataforma aberta que acolhe diversas formas de expressão e conta com a colaboração de diferentes parceiros, enriquecendo nossa prática artística a cada nova etapa de criação e investigação. Nosso grupo é composto por uma mãe bailante e uma bailante não mãe, refletindo a diversidade e a riqueza de perspectivas que trazemos para nosso trabalho.
Atividade presencial e gratuita, para famílias com crianças de todas as idades, acompanhadas de suas (eus) responsáveis. Vagas limitadas. Inscrições com MAM Educativo na recepção do MAC USP. Para intérprete de Libras ou audiodescrição, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48h de antecedência.
Essa atividade faz parte do programa MAM na Marquise > Família MAM.
A partir da produção artística de José Antonio da Silva, o MAM Educativo convida o público para visitar a exposição em cartaz a partir de recursos mediativos que instigam o acesso às obras de maneira lúdica, sensorial e acessível para todas as idades e públicos.
MAM Educativo
O MAM Educativo desenvolve programas e projetos em diálogo com seus públicos variados, por meio de uma programação acessível e gratuita que busca equiparar oportunidades e reduzir barreiras físicas, sensoriais, intelectuais, sociais ou de saúde mental. A equipe do museu, formada por profissionais multidisciplinares, se desenvolve através de um amplo e contínuo programa de pesquisa e formação em arte e educação, que atravessa seus programas e projetos anualmente na forma de conversas, práticas de ateliê, leituras e vivências que contam com a colaboração de artistas, educadores, curadores e pesquisadores parceiros.
Atividade presencial e gratuita, para famílias com crianças de todas as idades, acompanhadas de suas (eus) responsáveis. Vagas limitadas. Inscrições com MAM Educativo na recepção do MAC USP. Para intérprete de Libras ou audiodescrição, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48h de antecedência.
Essa atividade faz parte do programa MAM na Marquise > Família MAM.
A partir da produção artística de José Antonio da Silva e suas obras com retratística, o MAM Educativo convida o público para experimentar diversas técnicas de desenho e colagem para produzir autorretratos.
MAM Educativo
O MAM Educativo desenvolve programas e projetos em diálogo com seus públicos variados, por meio de uma programação acessível e gratuita que busca equiparar oportunidades e reduzir barreiras físicas, sensoriais, intelectuais, sociais ou de saúde mental. A equipe do museu, formada por profissionais multidisciplinares, se desenvolve através de um amplo e contínuo programa de pesquisa e formação em arte e educação, que atravessa seus programas e projetos anualmente na forma de conversas, práticas de ateliê, leituras e vivências que contam com a colaboração de artistas, educadores, curadores e pesquisadores parceiros.
Atividade presencial e gratuita, para famílias com crianças de todas as idades, acompanhadas de suas (eus) responsáveis. Vagas limitadas. Inscrições com MAM Educativo na recepção do MAC USP. Para intérprete de Libras ou audiodescrição, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48h de antecedência.
Essa atividade faz parte do programa MAM na Marquise > Família MAM.
A partir da produção artística de José Antonio da Silva, o MAM Educativo convida o público para refletir os imaginários das paisagens brasileiras e construir novos cenários por meio de técnicas de colagem e desenho.
MAM Educativo
O MAM Educativo desenvolve programas e projetos em diálogo com seus públicos variados, por meio de uma programação acessível e gratuita que busca equiparar oportunidades e reduzir barreiras físicas, sensoriais, intelectuais, sociais ou de saúde mental. A equipe do museu, formada por profissionais multidisciplinares, se desenvolve através de um amplo e contínuo programa de pesquisa e formação em arte e educação, que atravessa seus programas e projetos anualmente na forma de conversas, práticas de ateliê, leituras e vivências que contam com a colaboração de artistas, educadores, curadores e pesquisadores parceiros.
Atividade presencial e gratuita, para famílias com crianças de todas as idades, acompanhadas de suas (eus) responsáveis. Vagas limitadas. Inscrições com MAM Educativo na recepção do MAC USP. Para intérprete de Libras ou audiodescrição, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48h de antecedência.
Essa atividade faz parte do programa MAM na Marquise > Família MAM.
Nesta oficina de estamparia, o MAM Educativo propõe diferentes técnicas de estamparias, utilizando materiais como: carimbos de madeira, stencil, entre outras possibilidades para a criação de estampas.
Atividade presencial e gratuita, para crianças a partir de 06 anos, acompanhadas de suas (eus) responsáveis. Inscrições no local com 30 minutos de antecedência. Para intérprete de Libras ou audiodescrição, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48h de antecedência. Para emissão de certificado, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br após a atividade, com comprovante de inscrição em anexo.
Essa atividade faz parte do programa Domingo MAM , eixo Marcenaria no MAM.
A oficina visa oferecer aos participantes a oportunidade de elaborar suas produções gráficas no formato de zines, aproximando-os da história dos fanzines, explorando processos de impressões manuais e colagens. Apoiando-os em seu processo de criação, escolha de tema, formato e diagramação, tendo como referências o acervo da Zineteria. Nesse ateliê aberto a intenção é experimentar possibilidades, trocar conhecimentos e iniciar ou expandir sua criação de publicações independentes e experimentais
Betto Souza
Betto Souza é artista visual, arte educador, poeta e pesquisador formado em Ciência da Informação e Biblioteconomia pela Universidade de São Paulo. Natural das quebradas de Francisco Morato – SP, reside em Ribeirão Preto interior de São Paulo desde 2015 onde desenvolve atividades para educativos de exposições de Arte, ministra oficinas e realiza produções culturais. Transita entre linguagens contemporâneas da arte e literatura, tendo como principal ferramenta o desenho e a palavra falada aliadas a experimentos gráficos e digitais. Fundador e gestor do coletivo artístico literário Encontrão Poético em Francisco Morato – SP, e slammaster do Slam da cana em Ribeirão Preto – SP.
Atividade presencial e gratuita, para crianças e seus acompanhantes de todas as idades. Inscrições no local com 30 minutos de antecedência. Para intérprete de Libras ou audiodescrição, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48h de antecedência. Para emissão de certificado, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br após a atividade, com comprovante de inscrição em anexo.
Essa atividade faz parte do programa Domingo MAM .
Artistas como José Antonio da Silva utilizavam do autorretrato para expressar suas possibilidades e escolhas sobre como se representar. O MAM Educativo convida o público a refletir: Como você se vê? Como você se representa? E a partir de técnicas diversas cada participante criará o seu autorretrato.
Atividade presencial e gratuita para crianças e seus acompanhantes de todas as idades. Inscrições no local com 30 minutos de antecedência. Para intérprete de Libras ou audiodescrição, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48h de antecedência. Para emissão de certificado, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br após a atividade, com comprovante de inscrição em anexo.
Essa atividade faz parte do programa Domingo MAM .
A partir da produção artística de José Antonio da Silva, o MAM Educativo convida o público para refletir os imaginários das paisagens brasileiras e construir novos cenários por meio de técnicas de pintura.
Atividade presencial e gratuita, para crianças e seus acompanhantes de todas as idades. Inscrições no local com 30 minutos de antecedência. Para intérprete de Libras ou audiodescrição, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48h de antecedência. Para emissão de certificado, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br após a atividade, com comprovante de inscrição em anexo.
Essa atividade faz parte do programa Domingo MAM .
Nesta oficina, vamos experimentar um meio de impressão alternativo e suas diferentes formas de criação a partir da técnica do lambe-lambe — uma manifestação da arte urbana que une criação gráfica, intervenção no espaço público e comunicação visual.
Historicamente, o lambe-lambe surgiu como uma prática de colagem de cartazes nas ruas, muito comum no Brasil a partir de 1920, inicialmente voltada para a divulgação de eventos, como espetáculos de circo e teatro. Com o passar do tempo, essa linguagem se transformou e se consolidou como uma poderosa ferramenta de expressão política, artística e coletiva, adotada por movimentos sociais, artistas e coletividades urbanas.
Amanda Alves Vilas Boas Oliveira
Amanda Alves Vilas Boas Oliveira ou Amanza é educadora e fotógrafa. Sua formação acadêmica é Bacharelado em História da Arte na Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) e Técnico em Comunicação Visual pela ETEC Tiquatira. Apresenta o podcast “O Conceito” sobre história da arte e cultura pop. Percorreu entre instituições culturais como Pinacoteca do Estado de São Paulo e SESC Consolação, Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo e produção de projetos culturais periféricos. Atualmente é educadora no Museu de Arte Moderna de São Paulo. Sua pesquisa permeia entre direito à cidade, expressões musicais e cultura das infâncias.
Atividade presencial e gratuita, para crianças e seus acompanhantes de todas as idades. Inscrições no local com 30 minutos de antecedência. Para intérprete de Libras ou audiodescrição, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48h de antecedência. Para emissão de certificado, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br após a atividade, com comprovante de inscrição em anexo.
Nesta oficina, as pessoas participantes serão convidadas a produzirem os seus livretos a partir de materiais diversos como recortes, canetinhas, lápis e técnicas como corte, dobra e colagem. Ao longo da oficina a liberdade artística e a expressão da identidade de cada pessoa será incentivada de maneira lúdica.
Maria Ferreira
É artista, educadora, produtora cultural, artesã e fotógrafa. Possui licenciatura em História e pós-graduanda em História, Sociedade e Cultura. Atua há quinze anos em instituições culturais como Itaú Cultural, Espaço Cultural Porto Seguro, CCBB e unidades do SESC-SP. Na educação, desenvolve pesquisa sobre o potencial da prática lúdico-construtiva na mediação de linguagens artísticas, elaborando materiais educativos, publicações, oficinas e vivências.
Luna Aurora Souto
Luna Aurora ou Luna Dy Córtes é beletrista pela Universidade de São Paulo, pós-graduanda em Arte e Educação pelo Centro Universitário Belas Artes, escritora, multiartista da palavra e educadora. Publicou Mem(orais): poéticas de uma Byxa-travesty preta de cortes pela editora Urutau em 2019 e Prospectos: feitiços entre o tempo, o vórtex, o eu e o eco pela mesma editora em 2023. Pesquisa as interdisciplinaridades de linguagens focando na escrita em conjunto com as discussões sobre identidade de gênero e travestilidades.
Atividade presencial e gratuita, para crianças e seus acompanhantes de todas as idades. Inscrições no local com 30 minutos de antecedência. Para intérprete de Libras ou audiodescrição, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48h de antecedência. Para emissão de certificado, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br após a atividade, com comprovante de inscrição em anexo.
Nesta oficina, os participantes serão introduzidos à técnica da papelogravura, uma forma de gravura em baixo-relevo que utiliza papéis reciclados, colagens e materiais simples para criar matrizes de impressão. A proposta é explorar as possibilidades expressivas da textura e da repetição, promovendo uma experiência artística sensorial e sustentável. Durante o encontro, os participantes aprenderão a compor suas próprias matrizes com papelão, recortes, colas e outros materiais reaproveitáveis, criando suas composições.
Caroline Machado
É educadora, artista e produtora cultural. Técnica em Dança, licenciada em Artes Visuais, pós graduanda no curso “A Pedagogia das Miudezas na Educação das Infâncias: sobre epistemologias, utopias e teimosias” pela A Casa Tombada. Em suas pesquisas encruzilha relações entre corpo, memória e aspectos da cultura afro-diaspórica e popular brasileira no campo da arte-educação.
Atividade presencial e gratuita, aberta ao público e crianças a partir de 8 anos, junto de seus responsáveis. Vagas limitadas. Inscrições no local com 30 minutos de antecedência. Para intérprete de Libras ou audiodescrição, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48h de antecedência.
O programa Histórias no Jardim abrange a realização e circulação de uma série de vídeos que convida o público a vivenciar as obras do Jardim do MAM a partir do brincar e do lúdico. A iniciativa articula narrações de histórias e apresentações musicais, promovendo uma aproximação sensível entre arte, natureza e imaginação.
Com a participação de Ana Luísa Lacombe, Grupo êBA!, Grupo Sementeira, Cristino Wapichana e Mafuane Oliveira, o programa amplia o acesso aos conteúdos do museu e fortalece o diálogo com públicos diversos, especialmente crianças e famílias.
É artista da palavra, atriz, contadora de histórias, escritora, figurinista, graduada em licenciatura em Artes Visuais, pós-graduada em Narração Artística em Contexto Urbano. Diretora artística da Cia Teatral Faz e Conta que produziu 7 espetáculos de teatro narrativo ao longo de seus 22 anos e ganhou vários prêmios como APCA, FEMSA-Coca-cola, Prêmio de Incentivo ao Teatro Infantil e Jovem, entre outros. Professora de 2008 a 2022 do Curso de Formação de Contadores de Histórias da Biblioteca Hans Christian Andersen, palestrante e ministrante de cursos sobre a arte da palavra, dando aulas na pós-graduação da Casa Tombada e na Faculdade Cantareira. Alguns de seus livros: “Quanta História Numa História! – relato das experiências de uma contadora de histórias” (ganhador do Edital PROAC para sua publicação), “Teia de Experiências – reflexões sobre a formação do contador de histórias”, “A Árvore de Tamoromu” (Prêmio FNLIJ de Melhor Reconto), “Fadas, Bruxas e Aventureiras” (em parceria com Penélope Martins), “Onde Mora o Lobo?” e “Mergulho na História – BarbAzul”. Integrante do Coletivo Portal das Histórias que tem uma plataforma de conteúdo on-line sobre a arte da palavra oral e escrita.
Cristino Wapichana
(Boa Vista, RR, 1971)
Contador de histórias, escritor, músico, compositor, produtor cultural. Artista indígena, utiliza-se de sua familiaridade com as palavras e a música para disseminar histórias, saberes e heranças dos povos originários, reforçando a importância dessa população para a formação da sociedade brasileira.
Grupo êBA!
Nasceu em 2012, com o objetivo de proporcionar um novo tipo de encontro entre culturas. As histórias, brincadeiras e músicas transformaram-se em instrumentos para chegar até as crianças, levando leitura, alegria e muita imaginação. É formado por Amanda Lioli, pedagoga e intérprete de LIBRAS, Brunna Talita, contadora de histórias e educadora e Li Albano, psicóloga social e percussionista, além de contar com a participação de artistas surdes.
Grupo Sementeira
Pesquisa ritmos da cultura popular, histórias e brincadeiras cantadas da cultura tradicional da infância. Jogos de versos, cancioneiro popular, baião, côco, maracatu, ciranda, fazem parte de seu repertório, temperados com outras sonoridades do mundo. Cantos para se brincar em roda, para dar as boas vindas aos que estão chegando, para manter viva a criança em nós.
Mafuane Oliveira
É pesquisadora, educadora, contadora de histórias e mestranda no Instituto de Artes da UNESP. Tem dedicado suas pesquisas aos temas da memória, performance, oralidade, oralituras afrobrasileiras, literatura infanto-juvenil e culturas da infância. É criadora da Cia Chaveiroeiro, projeto de narração de histórias e formação de professores, voltada a pesquisa, difusão e transcriação de narrativas tradicionais africanas e afro-luso-ameríndias. Também é apresentadora do programa Contos Rá Tim Bum e co-autora do livro infanto-juvenil Mesma Nova História.
museu de arte moderna de são paulo
A sede do MAM está temporariamente fechada em virtude da reforma da marquise do Parque Ibirapuera.