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MAM São Paulo na Pinacoteca do Ceará: corpo e cidade em movimento

24 jan 26 – 25 jan 26 visite
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curadoria
Cauê Alves

É mestre e doutor em Filosofia pela FFLCH-USP. Professor do Departamento de Artes da FAFICLA-PUC-SP, é curador-chefe do Museu de Arte Moderna de São Paulo e coordenador do grupo de pesquisa em História da Arte, Crítica e Curadoria (CNPq). Publicou diversos textos sobre arte, entre eles no catálogo Mira Schendel (Museu de Arte Contemporânea de Serralves, Pinacoteca de São Paulo e Tate Modern, 2013). Foi curador-chefe do Museu Brasileiro da Escultura e Ecologia (MuBE, 2016-2020), curador assistente do Pavilhão Brasileiro na 56ª Bienal de Veneza (2015) e curador adjunto da 8ª Bienal do Mercosul (2011).

Vera Chaia e Miguel Chaia

Vera Chaia e Miguel Chaia fizeram mestrado e doutorado em Ciências Sociais na Universidade de São Paulo – USP. Ambos são professores da Faculdade e da Pós Graduação em Ciências Sociais da PUC-SP e autores de artigos e livros. Ele leciona também no curso de Arte: História, Crítica e Curadoria na mesma universidade e participa de vários conselhos de relevantes instituições de arte em São Paulo. São pesquisadores do Núcleo de Estudos em Arte,Mídia e Política – NEAMP.

artistas
Berna Reale
(Belém, Pará, 1965)
Cinthia Marcelle
(Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil, 1974)
Carmela Gross
(São Paulo, São Paulo, Brasil, 1946)
Cao Guimarães
(Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil, 1965)
Giselle Beiguelman
(São Paulo, São Paulo, Brasil, 1962)
Guilherme Peters
(São Paulo, São Paulo, Brasil, 1987)
Lia Chaia
(São Paulo, São Paulo, Brasil, 1978)
Marcelo Cidade
(São Paulo, São Paulo, Brasil, 1979)
Nicole Kouts
(São Paulo, São Paulo, Brasil, 1997)
Rafaela Kennedy
(Manaus, Amazonas, Brasil, 1994)
Rodrigo Cass
(São Paulo, São Paulo, Brasil, 1983)
Sansa Rope
(São Paulo – 1993)
Sara Ramo
(Madri, Espanha,1975)
Tiago Rivaldo
(Porto Alegre, Rio Grande do Sul, 1976)
imagens
serviço
MAM na Cinemateca: corpo e cidade em movimento
vídeos da doação Chaia 
Exibição audiovisual + debate com Cauê Alves:
Sessão acessível:
Curadoria:
Realização
Local:
Classificação indicativa:
Capacidade:
Inscrição:
Curadoria:

39º Panorama da Arte Brasileira: Depois que tudo foi dito

futuras
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curadoria
Diane Lima
Imagem. Descrição da imagem: Um retrato de Diane Lima em preto e branco, capturado em plano frontal e próximo. A mulher tem pele negra clara, olhar direto e sério, e um volume de cabelo afro cacheado e escuro que emoldura o rosto. Ela veste uma camisa social de cor clara com uma textura amarrotada, aberta sobre uma blusa de malha branca de trama aberta (ou crochê). O fundo é uma parede texturizada e branca, com luz natural intensa vinda da lateral, criando áreas de alto contraste e definindo a silhueta do cabelo. Fim da descrição.

Curadora e pesquisadora, Diane Lima é mestra em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP e Pre-doctoral Mellon Fellow, afiliada ao Critical Racial Anti Colonial Study Co-Lab  (CRACS Co-Lab) no Department of Spanish & Portuguese Languages and Literatures na New York University. Recentemente, foi anunciada como curadora do Pavilhão do Brasil na 61ª Exposição Internacional de Arte – La Biennale di Venezia. Suas exposições anteriores incluem coreografias do impossível – 35ª Bienal de São Paulo (2023), Paulo Nazareth: Luzia no Museo Tamayo, na Cidade do México (2024), O rio é uma serpente – 3ª Frestas Trienal de Artes do SESC São Paulo (2020/2021), e o programa de dois anos Diálogos Ausentes no Itaú Cultural (São Paulo, 2016-2017), que desempenhou um papel histórico na virada anticolonial da arte contemporânea brasileira.

Em 2025, Lima foi nomeada para o Conselho Consultivo Científico da documenta e Museum Fridericianum gGmbH, na Alemanha, onde atua como vice-presidente. Entre 2024 e 2025, foi Diretora de Programação da ESAP Fellowship 2025 – uma iniciativa liderada pela A&L Berg Foundation para promover o desenvolvimento profissional de curadores latinex nos Estados Unidos.

Em 2024, Lima foi professora convidada no Instituto de Pesquisa Estética da Universidade Nacional Autônoma do México (UNAM). Diane Lima editou a aclamada antologia Negros na Piscina: Arte Contemporânea, Curadoria e Educação (Fósforo, 2024), que documenta os últimos dez anos de debates sobre racialidade e arte no Brasil. Também coeditou o volume Textes à lire à voix haute (Textos para ler em voz alta), que reuniu vozes dissidentes anticoloniais em contextos lusófonos e francófonos (Brook, 2022). Ela também é uma das vencedoras da Ford Foundation Global Fellowship 2021, programa que celebra a nova geração de líderes globais em justiça social.

serviço
Exposição:
Curadoria:
Abertura:
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