Mire Veja: MAM São Paulo visita o SESC Bom Retiro

01 jul 26 – 27 set 26 visite
em cartaz
em cartaz
mídias assistivas
Térreo
Primeiro Andar
Segundo Andar
Terceiro Andar
Street Pole, de Iran do Espírito Santo
Lute, de Rubens Gerchman
Construtivismo Naval II, de Nelson Leirner
Construtivismo Musical, de Nelson Leirner
Composição, de Lothar Charoux
Sem título, de Franz Weissmann
Estrutura vermelha, de Emanoel Araújo
Treme Terra, de Pedro Motta
Ibirapuera, German Lorca
Branco, de Laura Vinci
Sem título, de Alberto da Veiga Guignard
Corpos extranhos, de Rosângela Rennó
Comunhão I, de Rodrigo Braga
As irmãs, de Alfredo Ceschiatti
Dança, Heitor dos Prazeres
Tatá Piriri, de Xadalu Tupã Jekupe
Luz natural, de Eduardo Coimbra
Sem título, de Rodrigo Andrade

videoguia | Mire Veja: MAM São Paulo visita o SESC Bom Retiro – Percurso poético

videoguia | Mire Veja: MAM São Paulo visita o SESC Bom Retiro – Térreo

videoguia | Mire Veja: MAM São Paulo visita o SESC Bom Retiro – Primeiro andar

videoguia | Mire Veja: MAM São Paulo visita o SESC Bom Retiro – Segundo andar

videoguia | Mire Veja: MAM São Paulo visita o SESC Bom Retiro – Terceiro andar
curadoria
Mirela Estelles

É mediadora cultural que investiga os desdobramentos da narração de histórias na educação em museus e exposições de arte. Estudou comunicação das artes do corpo na PUC-SP e especializou-se em linguagens da arte no Centro Universitário MariAntonia, onde iniciou as pesquisas e atividades do projeto Histórias para Ver e Ouvir (2011-). Com experiência em arte contemporânea, educação, livro e leitura, culturas da infância, patrimônio imaterial e públicos de museus, realiza a curadoria de exposições e de projetos educativos em escolas, livrarias, bibliotecas, museus e outras instituições culturais, com atenção aos aspectos de acessibilidade e diversidade na gestão cultural de equipes multidisciplinares. Atualmente, coordena a área de educação do Museu de Arte Moderna de São Paulo, onde atua desde 2009. Neste museu, fez a curadoria da exposição Elementar: fazer junto (2023); idealizou os projetos: Semana das Culturas da Infância (2012-), Festival Corpo Palavra (2021-) e Histórias no Jardim (2022-).

Valquíria Prates
Imagem. Descrição da imagem: Um retrato fotográfico em preto e branco focado no plano médio mostra uma mulher de pele clara sorrindo. Ela está ligeiramente de perfil esquerdo, com o rosto voltado diretamente para a câmera. Seu cabelo é castanho-escuro, curto, volumoso, com cachos abertos e uma franja sutil sobre a testa. Ela exibe um sorriso largo que revela os dentes superiores. A mulher veste uma blusa de gola alta escura sob uma jaqueta de material sintético semelhante a couro, aberta na frente, com costuras marcadas e acabamentos canelados na gola e na barra. O fundo é composto por uma parede rústica de blocos ou pedras claras, com texturas ásperas e imperfeições naturais que estão ligeiramente fora de foco. A iluminação é difusa e uniforme, destacando os contornos de seu rosto e o brilho suave da jaqueta. Fim da descrição.

Valquíria Prates é pesquisadora, curadora e educadora. Investiga a mediação cultural das artes visuais e da literatura, com uma trajetória que integra pesquisa, escrita, curadoria e educação em museus, bibliotecas, universidades, escolas e outras instituições culturais. É graduada em Letras e Pedagogia, Mestre em políticas públicas de acessibilidade pela Universidade de São Paulo e Doutora em Artes pela Unesp, onde defendeu a tese Como fazer junto: a arte e a educação na mediação cultural. Seu trabalho articula saberes e práticas colaborativas de mediação em diferentes territórios e contextos sociais. Atualmente, realiza projetos com o Museu de Arte Moderna de São Paulo, Instituto Moreira Salles, a Fundação Roberto Marinho, o Instituto Inhotim, e o Instituto de Arte Contemporânea de Ouro Preto.

artistas
Alberto da Veiga Guignard
(Nova Friburgo, RJ, Brasil, 1896 – Belo Horizonte, MG, Brasil, 1962)
Alfredo Ceschiatti
(Belo Horizonte, MG, Brasil [Brazil], 1918 – Rio de Janeiro, RJ, Brasil, 1989)
Amelia Toledo
(São Paulo, SP, Brasil, 1926 – Cotia, SP, Brasil, 2017)
Antonio Henrique Amaral
(São Paulo, SP, Brasil, 1935–2015)
Artur Barrio
(Porto, Portugal, 1945)
Brígida Baltar
(Rio de Janeiro, RJ, Brasil, 1959–2022)
Cao Guimarães
(Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil, 1965)
Carlos Zilio
(Rio de Janeiro, RJ, Brasil, 1944)
Cássio Vasconcellos
(São Paulo, SP, Brasil, 1965)
Claudio Tozzi
(São Paulo, SP, Brasil, 1944)
Cleber Machado
(Porto Alegre, RS, Brasil, 1937 – São Paulo, SP, Brasil, 2020)
Eduardo Coimbra
(Rio de Janeiro, RJ, Brasil, 1955)
Emanoel Araujo
( Santo Amaro, BA, Brasil, 1940 – São Paulo, SP, Brasil, 2022)
Franz Weissmann
(Knittelfeld, Áustria, 1911 – Rio de Janeiro, RJ, Brasil, 2005)
German Lorca
(São Paulo, SP, Brasil, 1922–2021)
Giuliana Giorgi
(Turim, Itália, 1911 –2009)
Heitor dos Prazeres
(Rio de Janeiro, RJ, 1898 – 1966)
Iran do Espírito Santo
(Mococa, SP, Brasil, 1963)
Labö | Rafaela Kennedy
(Belém, PA, Brasil [Brazil], 1995 | Manaus, AM, Brasil, 1994)
Laura Vinci
(São Paulo, SP, Brasil, 1962)
Lenora de Barros
(São Paulo, SP, Brasil, 1953)
Lothar Charoux
(Viena, Áustria, 1912 – São Paulo, SP, Brasil, 1987)
Motta & Lima
(São Paulo, SP, Brasil, 1976 – ambos)
Nelson Leirner
(São Paulo, SP, Brasil, 1932 – Rio de Janeiro, RJ, Brasil 2020)
Paulo Bruscky
(Recife, PE, Brasil, 1949)
Paulo Nenflídio
(São Bernardo do Campo, SP, Brasil, 1976)
Pedro Motta
(Belo Horizonte, MG, Brasil, 1977)
Rodrigo Andrade
(São Paulo, SP, Brasil, 1962)
Rodrigo Braga
(Manaus, AM, Brasil, 1976)
Rosângela Rennó
(Belo Horizonte, MG, Brasil, 1962)
Rubens Gerchman
(Rio de Janeiro, RJ, Brasil, 1942 – São Paulo, SP, Brasil, 2008)
Sara Ramo
(Madri, Espanha, 1975)
Xadalu Tupã Jekupé
(Alegrete, RS, 1985 – Porto Alegre, RS)
Zimar
(Matinha, MA, Brasil, 1959)
serviço
Exposição:
Local:
Curadoria:
Abertura:
Período expositivo:
Local:
Horário de funcionamento:
Entrada:
Classificação indicativa:

FAAP na coleção do MAM: a formação do artista

26 mar 26 – 28 jun 26
passadas
passadas
mídias assistivas
00. FAAP na coleção do MAM: a formação do artista
01. Santídio Pereira Souza
02. Leda Catunda
03. Alex Cerveny
04. Andre Komatsu
05. Carmela Gross
06. Gustavo Rezende
07. José Leonilson
08. Vik Muniz
09. Mauro Restiffe
10. Regina Silveira
11. FAAP na Coleção do MAM
12. MAM em Movimento
13. Núcleo "Estudantes"
14. Núcleo "Corpo Docente"
15. Núcleo "Artistas"
16. Entrelaçamento entre escola e museu

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curadoria
Cauê Alves

É mestre e doutor em Filosofia pela FFLCH-USP. Professor do Departamento de Artes da FAFICLA-PUC-SP, é curador-chefe do Museu de Arte Moderna de São Paulo e coordenador do grupo de pesquisa em História da Arte, Crítica e Curadoria (CNPq). Publicou diversos textos sobre arte, entre eles no catálogo Mira Schendel (Museu de Arte Contemporânea de Serralves, Pinacoteca de São Paulo e Tate Modern, 2013). Foi curador-chefe do Museu Brasileiro da Escultura e Ecologia (MuBE, 2016-2020), curador assistente do Pavilhão Brasileiro na 56ª Bienal de Veneza (2015) e curador adjunto da 8ª Bienal do Mercosul (2011).

Marcos Moraes
Imagem. Início da descrição de imagem: Retrato frontal em tom sépia de um homem de pele clara, com cabelos curtos e grisalhos penteados para o lado. Ele olha diretamente para a câmera com uma expressão séria. Usa óculos de grau com armação grossa e escura e possui um pequeno cavanhaque logo abaixo do lábio inferior. Veste um paletó de cor clara sobre uma camisa branca com pequenas estampas. Ao fundo, de forma desfocada, vê-se uma estrutura de vitrais com desenhos quadriculados com silhuetas de galhos de árvores. Fim da descrição de imagem.

É diretor-geral do Museu de Arte Brasileira – MAB FAAP. Doutor pela FAUUSP, bacharel em Direito e Artes Cênicas pela mesma Universidade, especialista em Arte – Educação – Museu, pela ECA USP; e Museologia pela Escola de Sociologia e Política de São Paulo. Professor de história da arte na graduação e pós graduação, Coordenador dos cursos de Artes Visuais (Bacharelado e Licenciatura) FAAP; da Residência Artística FAAP e do Programa de residência da FAAP, na Cité des Arts, Paris, e dos Seminários de Investigações contemporâneas FAAP. Integrou o Grupo de Estudo em Curadoria do MAM e o corpo de interlocutores do PIESP. Membro do ICOM Brasil. Curador independente, realizou exposições em instituições como MAC USP, IEB USP, MAM São Paulo, MAB FAAP, Itaúcultural, entre outras. Publicações sobre artistas como Luis Sacilloto, Adriana Varejão, Sandra Cinto, Rodolpho Parigi, Mauro Piva, além de textos de exposições e publicações.

artistas
Alex Červený
(São Paulo, SP, Brasil, 1963)
Alex Vallauri
(Asmara, Etiópia (1949) – São Paulo, SP, Brasil (1987))
Ana Maria Tavares
(Belo Horizonte, MG, Brasil, 1958)
Anna Mantovani
André Komatsu
(São Paulo, SP, Brasil, 1978)
assume vivid astro focus (avaf)
Caetano de Almeida
(Campinas, SP, Brasil, 1964)
Caio Reisewitz
(São Paulo, SP, Brasil, 1967)
Carla Chaim
(São Paulo, SP, Brasil, 1983)
Carla Zaccagnini
(Buenos Aires, Argentina, 1973)
Carmela Gross
(São Paulo, São Paulo, Brasil, 1946)
Celina Yamauchi
Celso Orsini
(Itabira, MG, Brasil, 1958)
Claudio Mubarac
(Rio Claro, SP, Brasil, 1959)
Dora Longo Bahia
(São Paulo, SP, Brasil, 1961)
Edgard de Souza
(São Paulo, SP, Brasil, 1962)
Edith Derdyk
(São Paulo, SP, Brasil, 1955)
Edouard Fraipont
(São Paulo, SP, Brasil, 1972)
Elisa Bracher
(São Paulo, SP, Brasil, 1965)
Evandro Carlos Jardim
(São Paulo, SP, Brasil, 1936)
Fabiano Marques
(Santos, SP, Brasil, 1970)
Fabio Morais
(São Paulo, SP, Brasil, 1975)
Fabricio Lopez
(Santos, SP, Brasil, 1977)
Felipe Cama
(Porto Alegre, RS, Brasil, 1977)
Felipe Cohen
(São Paulo, SP, Brasil, 1976)
Flávia Junqueira
(São Paulo, SP, Brasil, 1985)
Gilberto Mariotti
(São Paulo, SP, Brasil, 1945)
Motta & Lima
(São Paulo, SP, Brasil, 1976 – ambos)
Guilherme Peters
(São Paulo, São Paulo, Brasil, 1987)
Gustavo Rezende
(Passa Vinte, MG, Brasil, 1960)
Herman Tacasey
(São Paulo, SP, Brasil, 1962)
Hudinilson Júnior
(São Paulo, SP, Brasil, 1957 – 2013)
Iran do Espírito Santo
(Mococa, SP, Brasil, 1963)
Jac Leirner
(São Paulo, SP, Brasil, 1961)
João Loureiro
(São Paulo, SP, Brasil, 1972)
José Leonilson
(Fortaleza, CE, Brasil, 1957 – São Paulo, SP, Brasil, 1993)
José Moraes
(Rio de Janeiro, RJ, Brasil, 1921 – São Paulo, SP, Brasil, 2003)
José Spaniol
(São Luiz Gonzaga, RS, Brasil, 1960)
Julio Plaza
(Madri, Espanha, 1938 – São Paulo, SP, Brasil, 2003)
Karola Braga
(São Caetano do Sul, SP, Brasil, 1988)
Keila Avelar
(Santo Antônio da Platina, PR, Brasil, 1970)
Laurita Salles
(São Paulo, SP, Brasil, 1952)
Leda Catunda
(São Paulo, SP, Brasil, 1961)
Leticia Ramos
(Santo Antônio da Patrulha, RS, Brasil, 1976)
Leya Mira Brander
(São Paulo, SP, Brasil, 1976)
Lia Chaia
(São Paulo, São Paulo, Brasil, 1978)
Lina Kim
(São Paulo, SP, Brasil, 1975)
Lucas Bambozzi
(Matão, SP, 1965 – Vive e trabalha em São Paulo, SP)
Lucia Koch
(Porto Alegre, RS, Brasil, 1966)
Luiz Solha
(Mongaguá, SP, Brasil, 1958)
Luiz Zerbini
(São Paulo, SP, Brasil, 1959)
Lydia Okumura
(Oswaldo Cruz, SP, Brasil, 1948)
Marcelo Arruda
(São Paulo, SP, Brasil, 1967)
Marcelo Cidade
(São Paulo, São Paulo, Brasil, 1979)
Marcello Nitsche
(São Paulo, SP, Brasil, 1942 – 2017)
Marcia Xavier
(Belo Horizonte, MG, Brasil, 1967)
Marcius Galan
(Indianápolis, Estados Unidos, 1972)
Maria Teresa Louro
(São Paulo, SP, Brasil, 1963)
Marina Rheingantz
(Araraquara, SP, Brasil, 1984)
Marina Saleme
(São Paulo, SP, Brasil, 1958)
Mario Ishikawa
(Presidente Prudente, SP, Brasil, 1944)
Mauro Piva
(Rio de Janeiro, RJ, Brasil, 1977)
Mauro Restiffe
(São José do Rio Preto, SP, Brasil, 1970)
Monica Barth
(São Paulo, SP, Brasil, 1961)
Mônica Nador
(Ribeirão Preto, SP, Brasil, 1955)
Monica Schoenacker
(São Paulo, SP, Brasil, 1967)
Nelson Leirner
(São Paulo, SP, Brasil, 1932 – Rio de Janeiro, RJ, Brasil 2020)
Nicolas Vlavianos
(Atenas, Grécia, 1929 – São Paulo, SP, Brasil, 2022)
Norberto Nicola
(São Paulo, SP, Brasil, 1931 – 2007)
Paulo Pasta
(Ariranha, SP, Brasil, 1959)
Pazé
(São Paulo, SP, Brasil, 1962)
Regina Johas
(São José do Rio Preto, SP, Brasil, 1959)
Regina Silveira
(Porto Alegre, RS, 1939 – Vive e trabalha em São Paulo, SP)
Ricardo Carioba
(São Paulo, SP, Brasil, 1976)
Rogério Canella
(São Paulo, SP, Brasil, 1973)
Rosângela Dorazio
(Araguari, MG, Brasil, 1963)
Sandra Cinto
(Santo André, SP, Brasil, 1968)
Santídio Pereira
(Isaías Coelho (PI), 1996)
Sérgio Romagnolo
(São Paulo, SP, Brasil, 1957)
Sidney Amaral
(São Paulo, SP, Brasil, 1973–2017)
Tiago Judas
(São Paulo, SP, Brasil, 1979)
Thiago Bortolozzo
(São Paulo, SP, Brasil, 1976)
Thiago Honório
(Carmo do Paranaíba, MG, Brasil, 1979)
Ulysses Bôscolo
(São Paulo, SP, Brasil, 1977)
Vik Muniz
(São Paulo, SP, Brasil, 1961)
Wagner Malta Tavares
(São Paulo, SP, Brasil, 1964)
imagens
serviço
FAAP na coleção do MAM São Paulo: a formação do artista
Abertura:
Encerramento:
Local:
Horário de funcionamento:
Acessibilidade:
Classificação indicativa:
Entrada gratuita
Fechado às segundas-feiras
Imagem. Início da descrição de imagem: Banner horizontal com fundo vermelho texturizado. No centro, um grande bloco de texto em cor laranja exibe o título

MAM São Paulo na Pinacoteca do Ceará: corpo e cidade em movimento

24 jan 26 – 25 jan 26
passadas
passadas
curadoria
Cauê Alves

É mestre e doutor em Filosofia pela FFLCH-USP. Professor do Departamento de Artes da FAFICLA-PUC-SP, é curador-chefe do Museu de Arte Moderna de São Paulo e coordenador do grupo de pesquisa em História da Arte, Crítica e Curadoria (CNPq). Publicou diversos textos sobre arte, entre eles no catálogo Mira Schendel (Museu de Arte Contemporânea de Serralves, Pinacoteca de São Paulo e Tate Modern, 2013). Foi curador-chefe do Museu Brasileiro da Escultura e Ecologia (MuBE, 2016-2020), curador assistente do Pavilhão Brasileiro na 56ª Bienal de Veneza (2015) e curador adjunto da 8ª Bienal do Mercosul (2011).

Vera Chaia e Miguel Chaia

Vera Chaia e Miguel Chaia fizeram mestrado e doutorado em Ciências Sociais na Universidade de São Paulo – USP. Ambos são professores da Faculdade e da Pós Graduação em Ciências Sociais da PUC-SP e autores de artigos e livros. Ele leciona também no curso de Arte: História, Crítica e Curadoria na mesma universidade e participa de vários conselhos de relevantes instituições de arte em São Paulo. São pesquisadores do Núcleo de Estudos em Arte,Mídia e Política – NEAMP.

artistas
Berna Reale
(Belém, Pará, 1965)
Cinthia Marcelle
(Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil, 1974)
Carmela Gross
(São Paulo, São Paulo, Brasil, 1946)
Cao Guimarães
(Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil, 1965)
Giselle Beiguelman
(São Paulo, São Paulo, Brasil, 1962)
Guilherme Peters
(São Paulo, São Paulo, Brasil, 1987)
Lia Chaia
(São Paulo, São Paulo, Brasil, 1978)
Marcelo Cidade
(São Paulo, São Paulo, Brasil, 1979)
Nicole Kouts
(São Paulo, São Paulo, Brasil, 1997)
Rafaela Kennedy
(Manaus, Amazonas, Brasil, 1994)
Rodrigo Cass
(São Paulo, São Paulo, Brasil, 1983)
Sansa Rope
(São Paulo – 1993)
Sara Ramo
(Madri, Espanha, 1975)
Tiago Rivaldo
(Porto Alegre, Rio Grande do Sul, 1976)
imagens
serviço
MAM na Cinemateca: corpo e cidade em movimento
vídeos da doação Chaia 
Exibição audiovisual + debate com Cauê Alves:
Sessão acessível:
Curadoria:
Realização
Local:
Classificação indicativa:
Capacidade:
Inscrição:
Curadoria:
curadoria
Diane Lima
(Curadora)
Imagem. Descrição da imagem: Um retrato de Diane Lima em preto e branco, capturado em plano frontal e próximo. A mulher tem pele negra clara, olhar direto e sério, e um volume de cabelo afro cacheado e escuro que emoldura o rosto. Ela veste uma camisa social de cor clara com uma textura amarrotada, aberta sobre uma blusa de malha branca de trama aberta (ou crochê). O fundo é uma parede texturizada e branca, com luz natural intensa vinda da lateral, criando áreas de alto contraste e definindo a silhueta do cabelo. Fim da descrição.

Curadora e pesquisadora, Diane Lima é mestra em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP e Pre-doctoral Mellon Fellow, afiliada ao Critical Racial Anti Colonial Study Co-Lab  (CRACS Co-Lab) no Department of Spanish & Portuguese Languages and Literatures na New York University. Recentemente, foi anunciada como curadora do Pavilhão do Brasil na 61ª Exposição Internacional de Arte – La Biennale di Venezia. Suas exposições anteriores incluem coreografias do impossível – 35ª Bienal de São Paulo (2023), Paulo Nazareth: Luzia no Museo Tamayo, na Cidade do México (2024), O rio é uma serpente – 3ª Frestas Trienal de Artes do SESC São Paulo (2020/2021), e o programa de dois anos Diálogos Ausentes no Itaú Cultural (São Paulo, 2016-2017), que desempenhou um papel histórico na virada anticolonial da arte contemporânea brasileira.

Em 2025, Lima foi nomeada para o Conselho Consultivo Científico da documenta e Museum Fridericianum gGmbH, na Alemanha, onde atua como vice-presidente. Entre 2024 e 2025, foi Diretora de Programação da ESAP Fellowship 2025 – uma iniciativa liderada pela A&L Berg Foundation para promover o desenvolvimento profissional de curadores latinex nos Estados Unidos.

Em 2024, Lima foi professora convidada no Instituto de Pesquisa Estética da Universidade Nacional Autônoma do México (UNAM). Diane Lima editou a aclamada antologia Negros na Piscina: Arte Contemporânea, Curadoria e Educação (Fósforo, 2024), que documenta os últimos dez anos de debates sobre racialidade e arte no Brasil. Também coeditou o volume Textes à lire à voix haute (Textos para ler em voz alta), que reuniu vozes dissidentes anticoloniais em contextos lusófonos e francófonos (Brook, 2022). Ela também é uma das vencedoras da Ford Foundation Global Fellowship 2021, programa que celebra a nova geração de líderes globais em justiça social.

Giovanna Querido
(Gerente de Projetos da Curadoria)
Imagem. Descrição da imagem: Retrato em preto e branco, com formato quadrado, focado no busto de uma mulher jovem de pele clara, posicionada no centro da composição. Ela tem cabelos escuros, levemente ondulados, na altura dos ombros e com uma franja reta sobre a testa. Seu semblante é sereno e ela direciona o olhar discretamente para o lado direito da câmera. Ela veste um casaco ou jaqueta escura e estruturada, de gola aberta. O fundo é composto por uma parede de textura fosca e granulada, iluminada por um forte feixe de luz circular, no estilo spotlight ou holofote, que destaca a jovem no centro e cria uma moldura de sombra escura e arredondada ao redor de toda a imagem. Fim da descrição.

Giovanna Querido atua nas áreas de curadoria, gestão cultural e desenvolvimento institucional, com interesse nas relações entre arte, política e trabalho no campo das artes. Recentemente concluiu o mestrado em Arts Administration pela Teachers College, Columbia University, com bolsa integral da Fundação Lemann. É bacharela em Jornalismo e pós-graduada em Gestão de Artes e Cultura pela Universidade de São Paulo (USP), além de ter realizado estudos em Arte Contemporânea na Université Lumière Lyon 2, na França.

Recentemente, atua como Gerente de Projetos da Curadoria da 39ª Panorama da Arte Brasileira: Depois Que Tudo Foi Dito, no MAM São Paulo, e como Assistente Curatorial do Pavilhão do Brasil na 61ª Exposição Internacional de Arte – La Biennale di Venezia (2026). Também trabalhou no Studio Museum in Harlem, Creative Time e Instituto Moreira Salles. Atualmente, é Program Coordinator da A&L Berg Foundation (Estados Unidos).

Anteriormente, foi Coordenadora Executiva da Presidência da Fundação Bienal de São Paulo, integrando a equipe responsável pela 34ª (2021) e 35ª (2023) Bienais de São Paulo, bem como pelos Pavilhões do Brasil nas Bienais de Arte e de Arquitetura de Veneza.

artistas
Allan Weber
(1992 – Rio de Janeiro, RJ, Brasil)
Amorí
(1995 – Ribeirão, PE, Brasil)
Ana Cláudia Almeida
(1993 – Rio de Janeiro, RJ, Brasil)
André Felipe Cardoso
(1997 – Quilombo São Félix, Minaçu, GO, Brasil)
Anti Ribeiro
(1995 – São Cristóvão, SE, Brasil)
Arorá
(2000 – Rio de Janeiro, RJ, Brasil)
Bárbara Banida
(1996 – Fortaleza, CE, Brasil)
biarritzzz
(1994 – Fortaleza, CE, Brasil)
Carolina Cordeiro
(1983 – Belo Horizonte, MG, Brasil)
Caroline Ricca Lee
(1990 – São Paulo, SP, Brasil)
Chacha Barja
(1990 – Belém, PA, Brasil)
Darks Miranda
(1985 – Fortaleza, CE, Brasil)
Emer Freire
(1995 – São Paulo, SP, Brasil)
Fykyá Pankararu
(1999 – São Paulo, SP, Brasil)
Gilson Plano
(1988 – Goiânia, GO, Brasil)
Helô Sanvoy
(1985 – Goiânia, GO, Brasil)
Iagor Peres
(1995 – Rio de Janeiro, RJ, Brasil)
Josi
(1983 – Itamarandiba, MG, Brasil)
Jota Mombaça
(1991 – Natal, RN, Brasil)
Kuenan Mayu
(2003 – Terra Indígena Tikuna Feijoal, Benjamin Constant, AM, Brasil)
Lia D’Castro
(1978 – Martinópolis, SP, Brasil)
Lita Cerqueira
(1952 – Salvador, BA, Brasil)
Marcelo Conceição
(1966 – Niterói, RJ, Brasil)
Moacir
(1954 – 2025 – Alto Paraíso de Goiás, GO, Brasil)
Nazas
(1997 – Ourém, PA, Brasil)
Osvaldo Gaia
(1961 – Belém, PA, Brasil)
Oto Ferreira
(1995 – Serrinha, BA, Brasil)
Rafael Chavez
(1996 – São Mamede/Santa Luzia, PB, Brasil)
Rayana Rayo
(1989 – Recife, PE, Brasil)
Rodrigo Cass
(1983 – São Paulo, SP, Brasil)
Rose Afefé
(1988 – Varzedo, BA, Brasil)
Thaís Muniz
(1985 – Feira de Santana, BA, Brasil)
Ygor Landarin
(1995 – Uruguaiana, RS, Brasil)
serviço
Exposição:
Curadoria:
Gerente de Projetos da Curadoria:
Abertura:
Encerramento:
Verifique a classificação indicativa
Descrição de imagem: A foto apresenta uma instalação artística. Os objetos presentes na imagem são de madeira, com exceção de um objeto oval branco. A obra mostra três objetos dentro de um espaço branco e estreito, entre eles: uma cadeira de escritório de imigração, simbolizando a transição e a espera. Além disso, um cadeiral de igreja católica do século 19, que evoca o papel da religião na exploração colonial. Também está presente a escultura "Cradle" ["Berço"] de Kiswanson, que aponta para o que está ausente. Esses elementos, flutuando fora de alcance, representam os limiares institucionais (igreja, escritório de imigração) que estruturam e tentam nomear vidas em transição como imigrações, exílios e colonizações. A obra desenvolve uma linguagem escultórica que se conecta à experiência do desterro do artista e à realidade global de diásporas e conflitos. Fim da descrição.
mídias assistivas
Tarik Kiswanson

Tarik Kiswanson: Limiar (Libras – Texto Curatorial)
imagens
curadoria
Cauê Alves

É mestre e doutor em Filosofia pela FFLCH-USP. Professor do Departamento de Artes da FAFICLA-PUC-SP, é curador-chefe do Museu de Arte Moderna de São Paulo e coordenador do grupo de pesquisa em História da Arte, Crítica e Curadoria (CNPq). Publicou diversos textos sobre arte, entre eles no catálogo Mira Schendel (Museu de Arte Contemporânea de Serralves, Pinacoteca de São Paulo e Tate Modern, 2013). Foi curador-chefe do Museu Brasileiro da Escultura e Ecologia (MuBE, 2016-2020), curador assistente do Pavilhão Brasileiro na 56ª Bienal de Veneza (2015) e curador adjunto da 8ª Bienal do Mercosul (2011).

Paulo Miyada

Curador e pesquisador de arte contemporânea, dedica-se a projetos que contribuam tanto com visadas mais amplas e precisas da história da arte quanto com a reflexão crítica e desejante do tempo presente. Comprometido com o diálogo com artistas, preza igualmente pelo amadurecimento das instituições como instâncias de relevância pública e social, assim como pelo acolhimento dos públicos como sujeitos sensíveis e pensantes com interesses que transbordam o juízo de valor. Com graduação e mestrado pela FAU-USP, atua hoje como diretor artístico do Instituto Tomie Ohtake e curador adjunto do Centre Pompidou. Foi curador adjunto da 34ª Bienal de São Paulo (2020-21) e assistente de curadoria da 29ª Bienal de São Paulo (2010), além de ter organizado o livro “Bienal de São Paulo desde 1951” (2022). Entre suas curadorias, destacam-se “AI-5 50 anos – Ainda não terminou de acabar” (2018); “Anna Maria Maiolino – PSSSIIIUUU…” (2022); “Ensaios para o Museu das Origens” (2023); “Mira Schendel – Esperar que a palavra se forme” (2024) e “Sonia Gomes – Barroco, mesmo” (2025). Suas publicações foram indicadas diversas vezes para o prêmio Jabuti, incluindo a premiação na categoria Livro de Arte em 2020. Atualmente organiza a mostra “A TERRA O FOGO A ÁGUA E OS VENTOS – Por um Museu da Errância com Édouard Glissant”.

artista
Tarik Kiswanson
(Halmstad, Suécia, 1986 – vive e trabalha em Paris, França)

Por mais de uma década, Tarik Kiswanson tem explorado noções de desenraizamento, metamorfose e memória por meio de sua prática artística interdisciplinar. Um legado de deslocamento e transformação permeia suas obras e é indispensável tanto para sua forma quanto para os modos de percepção que produzem. Embora preserve uma dimensão íntima e pessoal, seu trabalho dialoga com questões universais e com histórias sociais e coletivas de ruptura, perda e regeneração. O conjunto de sua obra pode ser compreendido como uma cosmologia de famílias conceituais interligadas, cada uma explorando variações de temas como refração, multiplicação, desintegração, levitação e polifonia por meio de uma linguagem própria.

Tarik Kiswanson descende de uma família palestina exilada de Jerusalém, primeiro para Trípoli e depois para Amã, antes de finalmente se estabelecer em Halmstad, Suécia, onde ele nasceu em 1986. Kiswanson passou dez anos em Londres, onde estudou arte, antes de se mudar para Paris, cidade onde vive e trabalha desde 2010. É mestre pela École Nationale Supérieure des Beaux-Arts de Paris (2014) e bacharel pela Central Saint Martins – University of the Arts London (2010).

Tarik Kiswanson recebeu o Prêmio Marcel Duchamp em 2023, no Centre Pompidou. Sua obra tem sido tema de diversas exposições individuais em instituições, mais recentemente no Museu de Arte Moderna de São Paulo (2025), Fundação Iberê Camargo (2025), Kunsthalle Portikus (2024), Oakville Galleries (2024), Bonniers Konsthall (2023), Salzburger Kunstverein (2023), Museo Tamayo (2023), M HKA – Museum of Contemporary Art Antwerp (2022) e Carré d’Art – Musée d’art contemporain (2021). Ele participou também de exposições coletivas e bienais em instituições como Centre Pompidou, Kunsthalle Münster, Bienal de Arte Contemporânea de Gotemburgo, Bienal de Lyon, Performa Biennial e Mudam.

serviço
Exposição:
Local:
Curadoria:
Período expositivo:
Endereço:
mídias assistivas
01. Carmela Gross – Arte a mão armada
02. Lenora de Barros – Em forma de família
03. Barbara Wagner – Sem título, da série Brasília Teimosa
04. Rosângela Rennó – Corpos extranhos
05. Laura Vinci – Branco
06. Cao Guimarães – Histórias do não ver
07. José Patrício – Pindorama
08. Marcelo Moscheta – Análogos
09. Ernesto Neto – Noite e dia
10. Em cartaz (Volta ao mundo e Confronto)
imagens
artistas
Aldo Bonadei
(São Paulo, SP, Brasil, 1906 – São Paulo, SP, Brasil, 1974)
Alair Gomes
(Valença, RJ, Brasil, 1921 – Rio de Janeiro, RJ, Brasil, 1992)
Alfredo Volpi
(Lucca, Itália, 1896 – São Paulo, SP, Brasil, 1988)
Anita Malfatti
(São Paulo, SP, Brasil, 1889 – 1964)
Bárbara Wagner
(Brasília, DF, Brasil, 1980)
Boris Kossoy
(São Paulo, SP, Brasil, 1941)
Brígida Baltar
(Rio de Janeiro, RJ, Brasil, 1959–2022)
Caetano de Almeida
(Campinas, SP, Brasil, 1964)
Carlos Vergara
(Santa Maria, RS, Brasil, 1941)
Clóvis Graciano
(Araras, SP, Brasil, 1907 – São Paulo, SP, Brasil, 1988)
Davi de Jesus do Nascimento
(Pirapora, MG, 1997 – vive em Pirapora)
Denis Moreira
(São Paulo, SP, Brasil, 1986)
Efrain Almeida
(Boa Viagem, CE, Brasil, 1964 – Rio de Janeiro, RJ, Brasil, 2024)
Elida Tessler
(Porto Alegre, RS, Brasil, 1961)
Emidio de Souza
(Itanhaém, SP, Brasil, 1868 – Santos, SP, Brasil, 1949)
Emiliano Di Cavalcanti
(Rio de Janeiro, RJ, Brasil, 1897 – 1976)
Ernesto Neto
(Rio de Janeiro, RJ, Brasil, 1964)
Espaço Coringa
(São Paulo, SP, Brasil, 1998)
Fabricio Lopez
(Santos, SP, Brasil, 1977)
Farnese de Andrade
(Araguari, MG, Brasil, 1926 – Rio de Janeiro, RJ, Brasil, 1996)
Fernando Lindote
(Santana do Livramento, RS, Brasil, 1960)
Rebolo
(São Paulo, SP, Brasil, 1902 – 1980)
Iberê Camargo
(Restinga Seca, RS, Brasil, 1914 – Porto Alegre, RS, Brasil, 1994)
Iole de Freitas
(Belo Horizonte, MG, Brasil, 1945)
Jac Leirner
(São Paulo, SP, Brasil, 1961)
Jonathas de Andrade
(Maceió, AL, Brasil, 1982)
José Antônio da Silva
(Sales de Oliveira, SP, 1909 – São Paulo, SP, 1996)
José Damasceno
(Rio de Janeiro, RJ, Brasil, 1968)
José Pancetti
(Campinas, SP, 1902 – Rio de Janeiro, RJ, 1958)
José Patrício
(Recife, PE, Brasil, 1960)
José Spaniol
(São Luiz Gonzaga, RS, Brasil, 1960)
Klaus Mitteldorf
(São Paulo, SP, Brasil, 1953)
Laura Vinci
(São Paulo, SP, Brasil, 1962)
Lenora de Barros
(São Paulo, SP, Brasil, 1953)
Leticia Ramos
(Santo Antônio da Patrulha, RS, Brasil, 1976)
Luiz Paulo Baravelli
(São Paulo, SP, Brasil, 1942)
Mabe Bethônico
(Belo Horizonte (MG), 1966 – Vive entre Genebra e Belo Horizonte)
Marcelo Moscheta
(São José do Rio Preto, SP, Brasil, 1976)
Marco Paulo Rolla
(São Domingos do Prata, MG, 1967)
Marilá Dardot
(Belo Horizonte, MG, Brasil, 1973)
Marcia Xavier
(Belo Horizonte, MG, Brasil, 1967)
Thiago Rocha Pitta
(Tiradentes, MG, Brasil, 1980)
Milton Marques
(Brasília, DF, Brasil, 1971)
Mira Schendel
(Zurique, Suíça, 1919 – São Paulo, SP, Brasil, 1988)
Mário Zanini
(São Paulo, SP, Brasil, 1907 – 1971)
Nazareth Pacheco
(São Paulo, SP, Brasil, 1961)
Nelson Leirner
(São Paulo, SP, Brasil, 1932 – Rio de Janeiro, RJ, Brasil 2020)
Nicolás Robbio
(Buenos Aires, Argentina, 1975)
No Martins
(São Paulo, SP, 1987 – vive em São Paulo)
Paulo Monteiro
(São Paulo, SP, Brasil, 1961)
Rafael Assef
(São Paulo, SP, Brasil, 1970)
Ricardo Basbaum
(São Paulo, SP, Brasil, 1961)
Rivane Neuenschwander
(Belo Horizonte, MG, Brasil, 1967)
Roberto Bethônico
(Itabira, MG, Brasil, 1964)
Rochelle Costi
(Caxias do Sul, RS, Brasil, 1961 – São Paulo, SP, Brasil, 2022)
Rodrigo Braga
(Manaus, AM, Brasil, 1976)
Romy Pocztaruk
(Porto Alegre, RS, Brasil, 1983)
Rosana Paulino
(São Paulo, SP, Brasil, 1968)
Rosângela Rennó
(Belo Horizonte, MG, Brasil, 1962)
Santídio Pereira
(Isaías Coelho (PI), 1996)
Sérgio Adriano H
(Joinville, SC, Brasil, 1975)
Sérgio Milliet
(São Paulo, SP, 1898 – São Paulo, SP, 1966)
Sidney Amaral
(São Paulo, SP, Brasil, 1973–2017)
Tadáskía
(Rio de Janeiro, RJ, 1993 – vive entre o Rio de Janeiro e São Paulo, SP)
Tatiana Blass
(São Paulo, SP, Brasil, 1979)
Tunga
(Palmares, PE, 1952 – Rio de Janeiro, RJ, 2016)
Vera Chaves Barcellos
(Porto Alegre, RS, Brasil, 1938)
Vicente de Mello
(São Paulo, SP, Brasil, 1967)
Walter Carvalho
(João Pessoa, PB, Brasil, 1947)
Xadalu Tupã Jekupé
(Alegrete, RS, 1985 – Porto Alegre, RS)
Yuri Firmeza
(São Paulo, SP, Brasil, 1982)
serviço
MAM São Paulo na Pinacoteca do Ceará: figura e paisagem, palavra e imagem
Período expositivo:
Curadoria:
realização
Endereço:
Entrada gratuita de quarta a domingo