curso online | arte contemporânea e suas relações com a música com Rafael Vogt Maia Rosa


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Datas: 24, 31 de março, 07, 14, 28 de abril, 05, 12, 19 de maio de 2022
Horário: das 19h às 21h via Zoom
Inscrições encerradas

Quintas-feiras

Público: interessados em geral 

Duração: 08 encontros

Investimento: R$ 640,00 em até 6 parcelas

As aulas acontecem ao vivo via plataforma Zoom

Aulas gravadas disponibilizadas apenas por tempo determinado

Curso contempla certificado no final

 

O curso apresenta um panorama da arte contemporânea, de antecedentes modernos até os dias atuais, através de paralelos com o universo da música erudita e popular. Serão abordadas obras de, entre outros, Maria Martins, Heitor Villa Lobos, Alberto da Veiga Guignard, Lygia Pape, Lygia Clark, Hélio Oiticica, Wesley Duke Lee, Antônio Dias, Tunga, Adriana Varejão, Valeska Soares, Camila Sposati, Renata Lucas, Barbara Wagner e Benjamin de Burca, Grace Passô, bem como de artistas e músicos estrangeiros, a partir do mesmo contexto.

 

Programação

Encontro 01 (24.03) – O canto dos pássaros: restauros do belo natural

Questões de gêneros artísticos; retratismo e delineamento da subjetividade através da melodia, de apropriações do natural no musical; Heitor Villa Lobos, Geração Nacionalista, a paisagem na música e na pintura, Olivier Messiaen, Alan Resnais, pensamentos de Agamben sobre o contemporâneo.

 

Encontro 02 (31.03) – Wave: novas melodias e ideias de modernização.

Relações entre a arquitetura modernista, o elemento congenial no espírito modernizador da Bossa Nova e do Neoconcretismo. Relações entre som e cor. Obras de Lygia Clark, Lygia Pape, Sergio Camargo, Tom Jobim, João Gilberto, Phonosofia, de Camila Sposati (breve entrevista).

 

Encontro 03 (07.04) – Objeto não identificado: nova figuração e tropicalismo

Blow Up, de Michelangelo Antonioni; Tropicália; Rogério Sganzerla; Cinema Falado Heliotapes; Caetano Veloso.

 

Encontro 04 (14.04) – Derrotas e vitórias: experimentalismo, competição e indústria

O encontro será dedicado a uma abordagem alternativa das relações entre psicanálise, antipsiquiatria. Serão vistas obras de Wesley Duke Lee, Antônio Dias, Tunga, e apresentado um vídeo sobre o universo da vetorização de aves canoras.

 

Encontro 05 (28.04) – Abertura 1980

Síntese onírica por Walter Benjamin, Fetichismo na Música por Adorno, Frank Sinatra e John Cage em São Paulo, as relações entre rock e MPB e as artes plásticas. Orientalismos.

 

Encontro 06 (05.05) – Lindo lago do amor: instalações sonoras e paisagismo

O encontro é especialmente dedicado às instalações do Instituto Inhotim, obras de Oscar Niemeyer, Roberto Burle-Marx, Steve Reich, Doug Aitken, Lygia Pape, Lygia Clark, Hélio Oiticica, Adriana Varejão e Valeska Soares.

 

Encontro 07 (12.05) – Trilhas sonoras: hipercorreção, teatralidade e política 

Mike Kelley, Bruce Nauman, Renata Lucas, Barbara Wagner e Benjamin de Burca, e Grace Passô.

 

Encontro 08 (19.05) – Delivered in Voices (2015): o dispositivo vocal e a forma canção na arte brasileira contemporânea

O encontro será dedicado a uma introdução à poética e pensamento de Tunga (1952-2016), sua formação ligada à poesia e arquitetura, suas obras emblemáticas na década de 1980, suas “instaurações” e presença no Instituto Inhotim, e trará material inédito cedido pelo artista ao palestrante sobre sua última série, o dispositivo multimidia “Delivered in Voices” (2015).

 

Rafael Vogt Maia Rosa (São Paulo, 1974) estudou violoncelo com Zygmunt Kubala, tendo realizado uma primeira exposição de gravuras em metal, Gênesis (1992), na Comunidade de Cristãos de São Paulo. Formado em Linguística, mestre e doutor em Teoria Literária e Literatura Comparada pela USP. Foi pesquisador visitante na Yale Graduate School e artista convidado no departamento de Theater and Performance Studies da Yale University, entre 2010 e 2015. Trabalhou como repórter na área de cultura do jornal Folha de S. Paulo e na Fundação Bienal. Integrou o Círculo de Dramaturgia do CPT, dirigido por Antunes Filho, onde teve ensaiada e publicada sua peça Banhistas (SESC, 2005). Desde 2001, ministra cursos livres sobre arte brasileira contemporânea em instituições como Museu de Arte Moderna de São Paulo, Pinacoteca do Estado, Instituto Tomie Ohtake, SESC, entre outros. Foi professor do bacharelado em artes visuais da Faculdade Santa Marcelina, e mentor no 2011 Yale Playwrights. Apresentou a performance The False Beginners (2014), no Movement Research, em Nova York. Curou as mostras A Zona: Duke Lee, Baravelli, Fajardo, Nasser e Resende (2009), com o poeta João Bandeira, Marcello Nitsche: O Espaço Onomatopaico (2008) e Camila Sposati: Espaço Gabião (2011), no Centro Universitário Mariantonia USP, HONY: Heliotapes (Casa das Rosas, 2015), Retratos (Galeria Millan, 2017), Abertura 1980: (Instituto Figueiredo Ferraz, 2019). É autor da peça radiofônica Esquecendo Wimbledon (Grito e Escuta, 7a Bienal do Mercosul, 2009), Enquanto Estiver Aqui (Teatro Para Alguém, 2012) e da exposição de aquarelas e vídeos Senhor das Nuvens (Galeria São Paulo Flutuante, 2019). Publicou entrevistas com Paulo de Carvalho Neto, Regina Silveira, Nelson Leirner, Ronald Golias, José Resende, Tunga, Alan Pauls, K.J. Holmes, Robert Storr e textos como Inútil Paisagem, Alberto da Veiga Guignard (Novos Estudos CEBRAP, 2000), Até onde se pode ir muito longe? (Ars USP, 2007), Planos Gerais de Mônica Nador (Pinacoteca do Estado, 2013), Ilhas de Fato eFicção, Laura Belém (CosacNaify, 2013), Bela Triste Natureza: Janaina Tschäpe (Revista Jacarandá, 2015), entre outros. É professor de Teoria e Crítica no Programa de Pós-graduação da Faculdade Belas Artes e ministra e dedica-se à montagem da peça Complexo de Oleanna (2019) e a residência on-line A Voz do Artista. Suas investigações pensam as ressonâncias das teatralidades presentes na arte brasileira das décadas de 1960, 70 e 80, na cena atual.

 

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Dúvidas:

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Waltercio Caldas, Clave muda, 2005, coleção mam doação Vera Diniz.

 

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