live Moquém_Surarî: Ũn Ka’ok: a força das mulheres indígenas nas artes, com Arissana Pataxó, Rita Huni Kuin, Yaka Huni Kuin e mediação de Paula Berbert Programa de Visitação


Data: 20 de outubro, 2021
Horário: 19h

 

Conversa sobre as perspectivas das mulheres indígenas em relação às manifestações expressivas e aos conhecimentos tradicionais de seus povos, bem como suas elaborações sobre a articulação de um movimento de arte indígena no Brasil.

As artistas estão em cartaz na exposição Moquém_Surarî: arte indígena contemporânea.

 

YouTube do MAM
Com Interpretação em Libras

 

Arissana Pataxó é artista visual e professora. Em seu trabalho artístico utiliza de diversas técnicas e suportes para a sua produção, tendo como referência a suas vivências junto ao seu povo e a outros povos indígenas. Desde 2005 vem realizando diversas exposições individuais e coletivas, sendo a mais recente no Festival de arte indígena Rec Tyty, com curadoria de Ailton Krenak, Naine Terena, Cristine Takuá e Carlos Papá. Em 2016 foi indicada ao Prêmio PIPA e premiada com o 2º lugar no Pipa Online.

Rita Sales Huni Kuin (Aldeia Chico Curumim, Terra Indígena Kaxinawa do Rio Jordão, 1994) é artista do povo Huni Kuin, uma das fundadoras do grupo Kayatibu, que divulga a cultura e a espiritualidade de seu povo por meio das artes. É uma das artistas convidadas da exposição Moquém_Surarî.

Yaka Huni Kuin (Aldeia Chico Curumim, Terra Indígena Kaxinawa do Rio Jordão, 1996) é artista do povo Huni Kuin, uma das fundadoras do grupo Kayatibu, que divulga a cultura e a espiritualidade de seu povo por meio das artes. É uma das artistas convidadas da exposição Moquém_Surarî.

Paula Berbert é antropóloga e produtora. É coordenadora de projetos na Galeria Jaider Esbell de Arte Indígena Contemporânea. Atua nos campos da curadoria e mediação intercultural, articulando iniciativas de artistas e cineastas indígenas aos sistemas ocidentais de arte e cinema. Tem experiência em comunidades pedagógicas formais e não-formais, especialmente nos temas da arte-educação e artivismo, dos direitos humanos e socioambientais, questões indígenas, feministas e decoloniais. É mestre em Antropologia (UFMG) e especialista em Estudos e Práticas Curatoriais (FAAP). Atualmente faz doutorado no Programa de Pós-graduação em Antropologia da USP, onde realiza pesquisa sobre arte indígena contemporânea.

 

Essa atividade integra a programação em parceria entre Fundação Bienal de São Paulo e Galeria Jaider Esbell de Arte Indígena Contemporânea.

Essa atividade faz parte do Programa de Visitação, com patrocínio Pinheiro Neto Advogados.

 

Legendas: Yaka Huni Kuin, Yube Inu Yube Shanu (detalhe), 2021. acrílica sobre tela, 100 x 100 cm / Nete Bekun (A mulher que transformou as medicinas) (detalhe), 2021. acrílica sobre tela, 100 x 100 cm. Foto: Karina Bacci