Com o objetivo de identificar como foi articulada a herança sobre os estudos da identidade nacional e as novas propostas, modernas, sustentadas por seus participantes, este encontro virtual propõe uma reflexão sobre o lugar discursivo que assume a cidade de São Paulo em relação à identidade brasileira, a partir do estudo das principais características que fundamentaram a realização da Semana de Arte Moderna de 1922, com ênfase na relação estratégica entre o discurso sobre identidade nacional e sua estética vanguardista.
Uila (Uilton Garcia Cardoso Júnior), com formação na área da História da Arte pela Unifesp, tem como pesquisa principal os estudos do uso das imagens e da colonialidade nas relações raciais da história brasileira. Já trabalhou como educador em museus e instituições culturais, e atualmente é professor de História na Noc Educação, pesquisador no Acervo Bajubá e no Descolonizarte. Participou do Experiências Negras no Instituto Tomie Ohtake (2019), do Diversas: encontro sobre ação educativa e diversidades (2018-19) no SESC, SENAC e NÚCLEO LUZ e da Residência de Pesquisa em Arte Contemporânea na Uberbau_House (2020).
Encontro virtual no Zoom, para professoras(es), educadoras(es), pesquisadoras(es), estudantes e artistas. Com inscrição prévia.
Link do evento é enviado no dia por e-mail com 1h de antecedência da atividade.
Para intérprete de Libras, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48hs de antecedência.
Para certificado, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br após a atividade, com comprovante de inscrição em anexo.
Essa atividade faz parte do programa Contatos com a arte.
Legenda da obra em destaque: Lasar Segall (Vilna, Lituânia, 1889 – São Paulo, SP, 1957), Paisagem brasileira, 1925. Óleo sobre tela, 64 × 54 cm. Acervo Museu Lasar Segall – Ibram/Ministério do Turismo. Foto: Digitalização de Jorge Bastos.
Observação do contexto específico das festas populares e suas relações com a realidade e características sócio-culturais brasileiras, com ênfase na presença da população africana e crioula a partir de um estudo crítico dos casos das agremiações Baixada Africana (1895) e Pândegos de África (1897), ambos fundados em Salvador-Bahia. Este encontro virtual propõe uma atenção à percepção da estratégia elitista de tornar menos ‘africanizado’ os costumes culturais relacionados aos corpos que habitam as rua e as festas populares, e das estratégias das agremiações carnavalescas negras em constituir um discurso e estética negros.
Uila (Uilton Garcia Cardoso Júnior), com formação na área da História da Arte pela Unifesp, tem como pesquisa principal os estudos do uso das imagens e da colonialidade nas relações raciais da história brasileira. Já trabalhou como educador em museus e instituições culturais, e atualmente é professor de História na Noc Educação, pesquisador no Acervo Bajubá e no Descolonizarte. Participou do Experiências Negras no Instituto Tomie Ohtake (2019), do Diversas: encontro sobre ação educativa e diversidades (2018-19) no SESC, SENAC e NÚCLEO LUZ e da Residência de Pesquisa em Arte Contemporânea na Uberbau_House (2020).
Encontro virtual no Zoom, para professoras(es), educadoras(es), pesquisadoras(es) e estudantes, com 50% das vagas destinadas para a rede pública de ensino. Com inscrição prévia.
Com intérpretes de Libras.
Link do evento é enviado no dia por e-mail com 1h de antecedência da atividade.
Para certificado, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br após a atividade, com comprovante de inscrição em anexo.
Essa atividade faz parte do programa Formação em arte e acessibilidade.
Legenda da imagem: Tarsila do Amaral (Capivari, SP, 1886 – São Paulo, SP, 1973), Carnaval em Madureira, 1924. Óleo sobre tela, 76 × 63,5 cm. Acervo da Fundação José e Paulina Nemirovsky, em comodato com a Pinacoteca do Estado de São Paulo. Foto: Isabella Matheus.
Uma oficina de criação, confecção e história de bonecas africanas Abayomi, no formato online. Abayomi significa “encontro precioso”, “aquela que trás alegria”, em Iorubá. São pequenos tesouros que atuam como forma de expressão homenageando os antepassados e divulgando a preciosa cultura que trazem consigo. As bonecas Abayomi são elemento de afirmação das raízes da cultura brasileira, de poder do feminino matriarcal, fortalecimento da auto-estima do povo preto, de resistência cultural e de preservação das artes manuais, sendo instrumento valioso nas mãos de educadores interessados em propagar conhecimento histórico, cultural e criativo, combinando poéticas que se amarram em cores, imaginação, música e elementos da cultura afro-brasileira.
Materiais:
Talita Frangione, mulher preta em diáspora, é mãe do Davi Frangione Trega, um menino de 10 anos, musical, sonhador e consciente de sua ancestralidade. Formada como bacharel em moda pela UNIP, especializou-se em Design de Jóias na Bellas Artes, em Maquiagem Profissional no Senac e Terapia Complementar no Atmam Espaço Vivencial. Atua na produção cultural em Ilhabela (SP) e como apresentadora, curadora e comunicadora digital do Festival Felino Preta edição online 2020 e 2021. Toca agbê desde 2013 e atualmente é oficineira de danças e toques de cultura popular (maracatu de baque virado e dança afro). Artesã envolvida com o universo das danças, toques e histórias das Iabás (orixás femininos).
Grupo Sementeira pesquisa ritmos da cultura popular, histórias e brincadeiras cantadas da cultura tradicional da infância. Jogos de versos, cancioneiro popular, baião, côco, maracatu, ciranda, fazem parte de seu repertório, temperados com outras sonoridades do mundo. Cantos para se brincar em roda, para dar as boas vindas aos que estão chegando, para manter viva a criança em nós.
Oficina virtual no Zoom, para crianças a partir de 3 anos, acompanhadas de suas(eus) responsáveis.
Link do evento é enviado no dia por e-mail com 1h de antecedência da atividade.
Para intérprete de Libras, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48hs de antecedência.
Para certificado, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br após a atividade, com comprovante de inscrição em anexo.
Essa atividade faz parte do programa Família MAM.
Créditos da imagem: Daniela Mantegari.
A apresentação do ritual do Xondaro compreende o nhande rekó (modo de vida e cultura) do povo Guarani Mbya. O Xondaro é um jeroky (dança) também realizado fora da Opy (casa de reza), uma técnica corporal embalada em um ritmo em que se ensina a defesa e o fortalecimento do corpo e do espírito do xondaro (guerreiro) que dança ao som do Mbaraká (violão), do rave’i (rabeca) e do angu apu (tambor).Organizados em círculo, evocando o formato do Sol, da Lua e da Terra os xondaros seguem os comandos do yvyra’ija, com auxílio do popygua (instrumento Guarani) que orienta a roda dos guerreiros.
O ritual Xondaro é um treinamento que os antigos faziam para ter reflexos e resistência, uma dança para aprender a lutar, uma preparação para a guerra, para proteger o povo Guarani dos ataques dos juruá (homem branco) e também para viver harmoniosamente com a família natureza.
Xondaro Kuery Kaguy Ijá (Guardiões da Floresta) é formado por guerreiros do povo Guarani Mbya, da Terra Indígena Jaraguá, localizada em São Paulo (SP).
Atividade presencial, livre. Aberta ao público.
Sem inscrição prévia, na Marquise no entorno do mam (verificar local no dia, na recepção).
Para intérprete de Libras, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48hs de antecedência.
Aquisição de ingresso para a exposição no dia e horário(s) do evento.
Essa atividade faz parte do programa Domingo MAM.
Nossos mais velhos contam as histórias do Jabuti que, apesar de ele ser lento, pequeno e não saber subir em árvore, é capaz de derrotar a anta, a mucura, a onça e o veado. As histórias do esperto Jabuti são ensinamentos para os jovens, para que não se sintam limitados e sem esperanças.
Anderson Kary Báya é artista indígena de Iauaretê (AM), pesquisador da cosmovisão, das danças, dos cantos e dos grafismos de seus povos Tariano e Tukano. Iniciou suas atividades artísticas oficialmente em 2003, atuando como músico no grupo de artes Dyroá Báya. Depois disso teve suas primeiras experiências no teatro e dança com a Cia. Uatê. Em 2008 iniciou suas participações no cinema e na TV, em curtas, longas metragens e seriados. Atualmente organiza vivências diversas relacionadas às culturas indígenas em comunidades pedagógicas formais e não-formais, e é artista-educador do Programa de Iniciação Artística (PIÁ – 2021, Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo).
Atividade presencial, livre. Aberta ao público.
Sem inscrição prévia.
Para intérprete de Libras, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48hs de antecedência.
Vagas limitadas, sujeitas à capacidade de lotação do espaço.
Aquisição de ingresso para a exposição no dia e horário(s) do evento.
Essa atividade faz parte do programa Família MAM.
Roda de conversa virtual com a equipe do filme LIMIAR, um documentário autobiográfico realizado por uma mãe que acompanha a transição de gênero de seu filho adolescente. Com Noah Circe, Helena Agalanéa e Uma Reis Sorrequia.
Uma Reis Sorrequia é coordenadora de criação e produção dos materiais de apoio às exibições do Limiar, arte-educadora no Museu da Língua Portuguesa (MLP), e mestranda pelo Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Práticas de Consumo (PPGCOM/ESPM), cursando o aperfeiçoamento em Infâncias e Direitos Humanos (CLACSO). Licenciada em Geografia pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), tendo realizado parte de seus estudos de graduação na Universidad Nacional de Córdoba (UNC) e Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), é ativista, militante e defensora dos direitos humanos, em especial da população LGBTI+, transfeminista, cuir, sudaca e decolonial.
Helena Agalenéa, travesti, atriz, escritora e bruxa, é bacharel em artes cênicas pela UNICAMP, integrante da coletiva Rainha Kong e da Casa de Ubuntu. Atualmente cursa Estudos Literários, também na Universidade Estadual de Campinas.
Noah Circe é Ilustradore e quadrinista não-binárie, encantade pela natureza, pelo bizarro e pela magia. Está cursando Artes Visuais na USP.
Encontro virtual no Zoom, para professoras(es), educadoras(es), pesquisadoras(es) e estudantes, com 50% das vagas destinadas para a rede pública de ensino. Com inscrição prévia.
Com intérpretes de Libras.
Link do evento é enviado no dia por e-mail com 1h de antecedência da atividade.
Para certificado, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br após a atividade, com comprovante de inscrição em anexo.
LIMIAR é um documentário autobiográfico realizado por uma mãe que acompanha a transição de gênero de seu filho adolescente: entre 2016 e 2019 ela o entrevista abordando os conflitos, certezas e incertezas que o perpassam numa busca profunda por sua identidade. Ao mesmo tempo, a mãe, revelada por meio de uma narração em primeira pessoa e por sua voz que conversa com o filho por detrás da câmera, passa ela também por um processo de transformação que a obriga a romper velhos paradigmas, enfrentar medos e desmantelar preconceitos.
Seleção oficial HotDocs 2021, Melhor filme no Festival do Rio LGBTI+, Melhor Direção (28° Mix Brasil), Melhor Documentário (Lovers Film Festival – Italia), Melhor Direção, Melhor Fotografia, Melhor Roteiro e Melhor Desenho de Som (14° For Rainbow – Fortaleza).
Essa atividade faz parte do programa Formação em arte e acessibilidade.
Na plataforma Taturana
LIMIAR é um documentário autobiográfico realizado por uma mãe que acompanha a transição de gênero de seu filho adolescente: entre 2016 e 2019 ela o entrevista abordando os conflitos, certezas e incertezas que o perpassam numa busca profunda por sua identidade. Ao mesmo tempo, a mãe, revelada por meio de uma narração em primeira pessoa e por sua voz que conversa com o filho por detrás da câmera, passa ela também por um processo de transformação que a obriga a romper velhos paradigmas, enfrentar medos e desmantelar preconceitos.
LIMIAR traz um olhar íntimo e familiar sobre a transição de uma pessoa trans, bem como a transição das pessoas que estão no seu entorno. Queremos ampliar esse debate para além das vivências que são retratadas no filme, falar de outras formas de existências possíveis, os entraves sociais que possam dificultar o processo de transição e também os atravessamentos que perpassam esses indivíduos. Por isso o filme é disponibilizado para que organizações, grupos, escolas, empresas ou qualquer pessoa interessada, possam promover sessões autogestionadas do filme seguidas de alguma conversa ou outra atividade.
Disponibilização do link para o documentário no dia da exibição.
O documentário poderá ser assistido por um período de 3 dias a partir do dia da exibição.
Instruções de acesso à plataforma e informações sobre a exibição serão enviadas as(aos) inscritas(os) no dia, por e-mail.
Após a exibição, participe da roda de conversa virtual com a equipe do documentário. Para saber mais, acesse aqui.
Disponível em Libras e versão com audiodescrição.
Essa atividade faz parte do programa Domingo MAM.
Neste dia de celebrar e resgatar as raízes afro-brasileiras de nossa história, propomos, a partir dessa oficina, conhecer, construir e jogar Mancala, um jogo de tabuleiro presente tradicionalmente em vários países do continente africano como Egito, Etiópia e Nigéria. Mancala é um jogo de estratégia e pode ser um jeito divertido de estimular o raciocínio lógico e matemático para todas as idades (a partir dos 5 anos).
Materiais disponibilizados pelo MAM Educativo no dia do evento.
Oficina presencial, para crianças a partir de 6 anos, acompanhadas de suas(eus) responsáveis.
Inscrições com 30 minutos de antecedência com o MAM Educativo na recepção do mam.
Para intérprete de Libras, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48hs de antecedência.
Essa atividade faz parte do programa Família MAM.
Neste encontro virtual, a artista, pesquisadora e professora Mirella Maria, por meio de exercícios de observação de imagem, vídeo e textos, propõe uma compreensão das diversas camadas de leitura, interpretação e revisão de imaginários que constituímos para potencializar uma rica e crítica percepção visual que se apresenta em debates dentro das discussões étnico raciais, de gênero e sexualidade ao longo da história da arte latino americana.
Mirella Maria é artista visual, pesquisadora e professora. Graduada em Artes Visuais e mestra em Arte Educação pela Universidade Júlio de Mesquita Filho – UNESP. Atuou como arte educadora e formadora em espaços como Museu Afro Brasil, SESC, Instituto Adelina, Sparks School (South Africa). Como artista visual, participou da XII Bienal do Mercosul. Atualmente, é professora de atendimento educacional especializado na Prefeitura Municipal de SP- PMSP e consultora educacional. Sua pesquisa é voltada para a produção artística contra-hegemônica, alinhando a epistemologias do Sul Global, questões étnico-raciais/gênero, estudos pós-coloniais.
Encontro virtual no Zoom, para professoras(es), educadoras(es), pesquisadoras(es) e estudantes, com 50% das vagas destinadas para a rede pública de ensino. Com inscrição prévia.
Com intérpretes de Libras.
Link do evento é enviado no dia por e-mail com 1h de antecedência da atividade.
Para certificado, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br após a atividade, com comprovante de inscrição em anexo.
Essa atividade faz parte do programa Formação em arte e acessibilidade.
Legenda da imagem: Paulo Nazareth, sem título, 2013. Impressão em jato de tinta sobre papel, 84 x 111 cm. Doação do artista por intermédio do Clube de Colecionadores de Fotografia MAM São Paulo.
Macunaíma, um herói sem caráter, livro escrito por Mário de Andrade, nos fornece muitas chaves para pensar o movimento modernista paulista. A cidade, a identidade, o estrangeiro e o nacional são temas levantados neste encontro virtual interdisciplinar onde a arte e a antropologia se encontram. O que há de contemporâneo neste livro? Como o ler e a partir de quais referências? Estas são algumas das questões para analisar a produção visual contemporânea e suas releituras a partir da obra Andradina.
Cristina Fernandes é graduanda em História da Arte pela Universidade Federal de São Paulo, atua como educadora não formal em espaços expositivos e desenvolve pesquisa sobre a temática da arte popular e o mercado da arte como tentativa de construir novas narrativas e pensar as hierarquias presentes.
Encontro virtual no Zoom, aberto ao público. Com inscrição prévia.
Link do evento é enviado no dia por e-mail com 1h de antecedência da atividade.
Para intérprete de Libras, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48hs de antecedência.
Para certificado, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br após a atividade, com comprovante de inscrição em anexo.
Essa atividade faz parte do Programa de Visitação.
Legenda da obra em destaque: Tarsila do Amaral, Retrato de Mário de Andrade, 1922. Óleo sobre tela, 53,5 × 46,5 cm. Acervo Artístico-Cultural dos Palácios do Governo do Estado de São Paulo.
Tecidos e saberes costuram diálogos entre diversas gerações, as artes têxteis e manuais nos convidam ao desaceleramento do ritmo presente nos grandes centros urbanos. Esta atividade presencial pretende abordar aspectos sensíveis e subjetivos na arte de tecer e bordar em diferentes culturas. Quantas histórias podemos guardar e contar através das linhas? Quais memórias estão presentes em nossas tessituras?
Materiais disponibilizados pelo MAM Educativo no dia da oficina.
Amanda Harumi Falcão é artista visual e arte educadora, formada em bacharelado em Artes Visuais e licenciada em Artes no Centro Universitário Belas Artes de São Paulo. Já atuou em educativo de instituições culturais com exposições temporárias, e atualmente faz parte do educativo do MAM São Paulo. Em suas pesquisas, busca costurar a relação entre memória e o fazer artesanal, como também investigar os processos sutis e interdisciplinares na mediação cultural e arte educação.
Atividade presencial, livre.
Inscrições com 30 minutos de antecedência com o MAM Educativo na recepção do MAM.
Para intérprete de Libras, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48hs de antecedência.
Essa atividade faz parte do programa Domingo MAM.
Na exposição Moderno onde? Moderno quando? A Semana de 22 como motivação é possível encontrar obras feitas por Flávio de Carvalho, um artista modernista que adorava desenhar e pintar retratos. Além de desenhos e pinturas, Flávio também produziu cenários de peças, figurinos, escreveu livros e assinou projetos arquitetônicos. O conjunto de casas concebido pelo artista na alameda Lorena em São Paulo contava com uma simpática construção que encarava de olhos abertos todas as pessoas que passassem por ela. Se travava de uma casa com rosto, olhos, nariz e boca. Era a paixão pelos retratos traduzida em arquitetura!
Ora, se uma casa pode ser um rosto, o nosso rosto poderia ser uma casa? Nesta oficina virtual construiremos um projeto de casa inspirada em nossas próprias feições, com portas sorridentes, telhados cabeludos e testas avarandadas.
Para isso separe os seguintes materiais:
Oficina virtual no Zoom, para crianças a partir de 3 anos, acompanhadas de suas(eus) responsáveis.
Link do evento é enviado no dia por e-mail com 1h de antecedência da atividade.
Para intérprete de Libras, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48hs de antecedência.
Para certificado, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br após a atividade, com comprovante de inscrição em anexo.
Essa atividade faz parte do programa Família MAM.
Tecidos e saberes costuram diálogos entre diversas gerações, as artes têxteis e manuais nos convidam ao desaceleramento do ritmo presente nos grandes centros urbanos. Esta atividade pretende abordar aspectos sensíveis e subjetivos na arte de tecer e bordar em diferentes culturas. Quantas histórias podemos guardar e contar através das linhas? Quais memórias estão presentes em nossas tessituras?
Materiais:
Amanda Harumi Falcão é artista visual e arte educadora, formada em bacharelado em Artes Visuais e licenciada em Artes no Centro Universitário Belas Artes de São Paulo. Já atuou em educativo de instituições culturais com exposições temporárias, e atualmente faz parte do educativo do MAM São Paulo. Em suas pesquisas, busca costurar a relação entre memória e o fazer artesanal, como também investigar os processos sutis e interdisciplinares na mediação cultural e arte educação.
Atividade virtual no Zoom, livre. Com inscrição prévia.
Link do evento é enviado no dia por e-mail com 1h de antecedência da atividade.
Para intérprete de Libras, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48hs de antecedência.
Para certificado, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br após a atividade, com comprovante de inscrição em anexo.
Essa atividade faz parte do programa Domingo MAM.
A madeira como o elemento terra, que fixa e afixa. Que aterra terrenos, territórios e terreiros. Ao longo de seu processo artístico, Rodrigo Bueno evoca a alma das coisas e dá forma e contorno às experiências intangíveis, e se utiliza de materiais e matérias-primas cujas naturezas essenciais, no nosso cotidiano, já não estão mais perceptíveis aos sentidos do corpo físico. Com um trabalho que configura aproximação entre o terreno e o divino, o artista se encontra com a matéria-prima madeira, e os objetos dela elaborados, e com ela propõe novas experiências e sentidos, ao mesmo tempo que resgata suas memórias de existências antepassadas. Neste encontro virtual, Rodrigo Bueno fala da sua relação com a madeira na sua poética como um todo, em suas obras, transitando entre os seus trabalhos em exposição na Zona da Mata e toda a sua produção artística.
Rodrigo Bueno está à frente do Ateliê Mata Adentro. Um galpão no bairro paulistano da Lapa, onde articulam-se diversos processos criativos que recuperam resíduos da cidade e os transformam em ambientes, encontros, pinturas e jardins que falam da continuidade da vida, do eixo que sustenta o todo, da cultura em constante movimento. Coordena a criação de espaços dinâmicos verdes, fundamentados na recuperação de materiais, encontro, cultivo, ritual e celebração no Goethe Institut, em algumas unidades do SESC e principalmente em seu atelier. Participou de residências em CCAC (Trinidad & Tobago), Sacatar Foundation (Bahia) e Encuentros de Medellin 07 (Colômbia). Foi convidado da 28ª Bienal de São Paulo (2008), e expôs no MAM, Instituto Tomie Ohtake, MCB e MUBE, em São Paulo, como em galerias e instituições em Bruxelas, Londres, Nova York, São Francisco, Paris, Buenos Aires, Bogotá e Lima.
Encontro virtual no Zoom, para professoras(es), educadora(es), pesquisadoras(es), estudantes e artistas. Com inscrição prévia.
Link do evento é enviado no dia por e-mail com 1h de antecedência da atividade.
Para intérprete de Libras, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48hs de antecedência.
Para certificado, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br após a atividade, com comprovante de inscrição em anexo.
Essa atividade faz parte do programa Contatos com a arte e do eixo educativo Marcenaria no MAM.
Legenda da imagem: Rodrigo Bueno (Campinas, SP, 1967). Detalhe da obra Origem e Destino, 2021. Foto de cortesia do artista.
Memória da infância, memória da ancestralidade. Um convite para celebrar o mês da consciência negra a partir de músicas e brincadeiras das culturas da infância, da cultura popular e das raízes afro-brasileiras. Participação especial de Talita Frangione.
Grupo Sementeira pesquisa ritmos da cultura popular, histórias e brincadeiras cantadas da cultura tradicional da infância. Jogos de versos, cancioneiro popular, baião, côco, maracatu, ciranda, fazem parte de seu repertório, temperados com outras sonoridades do mundo. Cantos para se brincar em roda, para dar as boas vindas aos que estão chegando, para manter viva a criança em nós.
Atividade presencial, livre. Aberta ao público.
Sem inscrição prévia, na Marquise no entorno do mam (verificar local no dia, na recepção).
Para intérprete de Libras, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48hs de antecedência.
Essa atividade faz parte do programa Domingo MAM.
Inspiradas na fauna e flora presentes nos arredores do MAM, localizado no Parque Ibirapuera, as(os) participantes desta atividade presencial serão convidadas(os) a aguçar os olhares em busca de elementos da natureza que serão utilizados em composições de desenhos e esculturas. Quantas tonalidades de cores e quais texturas estarão presentes em sua coleta? Quais são os cheiros que você encontrará no caminho? Prepare o seu olhar investigativo e venha participar com a gente!
Materiais disponibilizados pelo MAM Educativo no dia da oficina.
Atividade presencial, para crianças a partir de 3 anos, acompanhadas de suas(eus) responsáveis.
Inscrições com 30 minutos de antecedência com o MAM Educativo na recepção do MAM.
Para intérprete de Libras, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48hs de antecedência.
Essa atividade faz parte do programa Família MAM e do eixo educativo Arte e Ecologia.
A caminhada de observação de plantas do entorno do MAM com a bióloga Assucena Tupiassú foi um encontro entre a arte e a ecologia. A atividade que aconteceu de forma virtual e presencialmente, em setembro, teve como proposta um olhar investigativo para o bioma aos arredores do Museu de Arte Moderna de São Paulo, localizado no Parque Ibirapuera.
No vídeo será possível acompanhar registros dos caminhos percorridos entre as aproximadamente 15 mil árvores, com quase 400 espécies diferentes, plantas arbustivas e herbáceas, nativas e exóticas em cada canto, às vezes escondidas ou transbordando em flores, sendo algumas delas escolhidas pelo paisagista Roberto Burle Marx. Observe a fauna e a flora do entorno do MAM no vídeo!
Assucena Tupiassú é bióloga e empreendedora social com especialização em Saúde Pública; Gestão Ambiental; Ecologia, Arte e Sustentabilidade e Design For Sustainability – Gaia Education. Atua como voluntária na prática da jardinagem como ferramenta terapêutica e da jardinagem como instrumento fundamental na educação (2014 – 2021). É professora de Jardinagem e Paisagismo da Escola Municipal de Jardinagem – PMSP (1992 – 2021); consultora em Paisagismo Sustentável (1994 – 2021); apresentou o quadro “Que planta é essa?” no Programa Arquitetura Verde, veiculado pela Globosat (2013 – 2015); coordenou o Projeto Crer-Ser – Germinando a Cidadania – Curso de capacitação profissional para jovens em vulnerabilidade (1994 – 2012); coordenou o Curso de Paisagismo da Universidade Anhembi Morumbi (2001 – 2002); é autora do Livro “Da planta ao jardim” (Ed. Nobel e Ed. Kindle); é coautora dos livros “Sustentar da Vida” (Ed. Paulínia), “Apostila de Jardinagem” (SVMA/PMSP), “Manual de Plantas Medicinais” (SVMA/PMSP), “Apostila de Recursos Paisagístico” (SVMA/PMSP), “Manual de Jardinagem e Paisagismo” (Instituto Botânico de São Paulo) e “Como ensinar plantando” (Fundação do Instituto de Pesquisas Tecnológicas – FIPT). Recebeu o Prêmio Dorothy Stang na Categoria Humanidade, em 2019, na Câmara Municipal de São Paulo.
Essa atividade faz parte do Programa de Visitação e do eixo educativo Arte e Ecologia.
A musicista Renata Mattar (Brasil) uniu-se às cantoras Mah Mooni (Irã), Oula Al Saghir (Palestina) e Mariama Camará (Guiné Conacri) para propor uma vivência onde se compartilham cantigas de ninar e brincadeiras cantadas de cinco países (Turquia, além dos já citados). As brincadeiras convidam o público a participar com a voz, gestos e ritmos, proporcionando interatividade e momentos emocionantes de trocas culturais.
atividade gratuita, vagas limitadas
encontro virtual no Zoom, livre
com inscrição prévia (link enviado aos participantes no dia da atividade)
para intérprete de Libras, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48hs de antecedência
Renata Mattar atuou como cantora no espetáculo A Vida É Sonho, de Gabriel Villela (1992), como diretora musical de Auto da Paixão (1993), de Romero de Andrade Lima, e diretora musical dos espetáculos Romeu e Julieta e Auto do Rico Avarento, do grupo Romançal de teatro, formado por Ariano Suassuna. É fundadora do grupo Comadre Florzinha e fundou em 2001 o grupo Beija-Fulô na Casa de Cultura da Penha, ganhando o prêmio VAI, da Prefeitura Municipal de São Paulo (2003). Desde 2002 atua como cantora e acordeonista do grupo Palavra Cantada. Participou do projeto do Ministério do Desenvolvimento Agrário, intitulado Sons e Imagens da Terra – um mapeamento dos cantos de trabalho ligados à agricultura em todo o país. É vocalista e acordeonista da banda As Orquídeas do Brasil, de Itamar Assumpção e fundou a Cia Cabelo de Maria.
Mah Mooni nasceu em Teerã, capital do Irã. Desde criança, as suas grandes paixões eram as artes e o canto. Formou-se em Filosofia e fez um curso de cinema e introdução à música clássica. Fez parte de coral e da banda Ariana, em Teerã (no país, devido a leis religiosas rígidas, as mulheres são proibidas de cantar sozinhas). Mudou-se para o Brasil em 2012 em busca de liberdade e com o desejo de fazer as suas próprias escolhas na vida. Em 2017, juntou-se à Orquestra Mundana Refugi, fundada por Carlinhos Antunes. Teve apresentações com sua banda Um Sonho, entre outras bandas: Kereshme, formada por Gabriel Levy; Banda de mulheres Al Tananir, fundada por Renata Mattar; e Brisa do oriente, formada por Daniel Szafran.
Mariama Camara é da Guiné, Conacri, e vive no Brasil há 11 anos. Ela atua como dançarina, percussionista, cantora, coreógrafa e professora. Sua carreira artística é consolidada internacionalmente desde 1999. Integrou o Les Ballets Africains (1999-2007), e dançou com artistas renomados como Youssou N’dour (Senegal), Youssouf Koumbassa (Conacri, Guiné), e Salif Keita (Mali). De 2007 para cá ela tem sido convidada por grupos e produtores culturais que desenvolvem seminários, acampamentos internacionais, cursos e oficinas de dança, percussão e canto por diversos países da Europa, Oriente Médio, Ásia e Américas. Mariama traz um vasto repertório que vivenciou na sua aldeia, onde ainda hoje se canta para preparar a terra no momento de plantar, para pilar o milho, durante a pesca, nas festas de casamentos, nascimento e morte, nas oferendas em rios e no mar. A música acompanha todos os rituais da vida da comunidade, se tornando fundamental na consagração desses eventos.
Oula é uma cantora árabe, palestina-síria, que passou a amar a música e a arte desde a infância através de seu pai. Iniciou sua carreira artística profissionalmente assim que chegou ao Brasil, onde já realizou apresentações como cantora, atriz, contadora de história e palestrante, sempre cantando canções clássicas e revolucionárias. Além de integrante da Orquestra Mundana Refugi, criou também sua própria banda de música árabe chamada Nahawand. Oula tem um sonho de ainda formar um centro cultural Árabe no Brasil, para ensinar música e arte, incluindo teatro, cinema e língua árabe para adultos e crianças.
Essa atividade faz parte do programa Domingo mam, com patrocínio Tozzini Freire Advogados.

A educadora Barbara Jimenez transita pela exposição que apresenta trabalhos de 34 artistas indígenas que corporificam transformações e traduções visuais de suas cosmologias e narrativas, presentificando a profundidade temporal que fundamenta suas práticas. A partir de um diálogo com obras que atestam que o tempo da arte indígena contemporânea não é refém do passado e que sua ancestralidade é mobilizada no agora, a visita conduzida de modo híbrido apresentará em abordagens educativas por meio de narrativas lúdicas uma produção de outras formas de encontro entre mundos não fundamentadas nos extrativismos coloniais.
atividade gratuita, vagas limitadas
visita virtual no Zoom, para professoras(es), educadoras(es), pesquisadoras(es), estudantes e artistas
com inscrição prévia (link enviado aos participantes no dia da atividade)
para intérprete de Libras, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48hs de antecedência
Barbara Ganizev Jimenez é educadora com formação em História pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Pós graduanda em Educação na Faculdade Rudolf Steiner. Desde 2012 atua no Museu de Arte Moderna de São Paulo, onde é responsável pelo programa Domingo MAM, programa premiado que celebra a cultura popular brasileira, a cultura de rua, os direitos humanos e a diversidade nas linguagens das artes cênicas, visuais e do corpo. Atualmente lidera a área de cursos do MAM, e mantém pesquisas em Educação, Linguagem e Antropologia. Co-fundadora da CAU_ (Cartografias Afetivas Urbanas) curadorias, intervenções artístico-educativas cidade afora e (i)mediações.
Essa atividade integra a programação em parceria entre Fundação Bienal de São Paulo e Galeria Jaider Esbell de Arte Indígena Contemporânea.
Essa atividade faz parte do programa Contatos com a arte.

Reaproveitamento. Este é o lema do artista Isaias Miliano, que transforma móveis em obras de arte. Da coleta na mata e na roça para uma uma coleta urbana, o artista se apropria de móveis antigos de cedro que as pessoas descartam e jogam fora para extrair a matéria prima do seu trabalho, onde insere grafismos de povos da Amazônia de Roraima, grafismos contemporâneos e os encontrados em sítios arqueológicos. Assim, Isaias conta histórias e lendas da Amazônia na madeira, por meio de suas obras. Neste encontro virtual, o artista indígena compartilhará o seu processo artístico e demonstrará como realiza biojoias, feitas de sobras de materiais que em alguns casos já foram usados por ele, ou que parte de partes de gavetas e portas pequenas de armário (as partes mais finas), para construir colares e brincos.
O artista está em cartaz na exposição Moquém_Surarî: arte indígena contemporânea.
atividade gratuita, vagas limitadas
encontro virtual no Zoom, para professoras(es), educadoras(es), pesquisadoras(es), estudantes e artistas
com inscrição prévia (link enviado aos participantes no dia da atividade)
para intérprete de Libras, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48hs de antecedência
Isaias Miliano trabalha há mais de 30 anos com arte plástica contemporânea, usando como matéria-prima a madeira (cedro doce, abundante em Roraima) e como técnica o entalhe. Como tema, utiliza o grafismo e o desenho rupestre de Roraima e da Amazônia. O reaproveitamento é uma constante em seu trabalho, por meio da coleta de madeira descartada, e a arqueologia aparece na inserção de elementos extraídos de sítios arqueológicos do estado de Roraima. Já atuou como professor de entalhe em madeira e de escultura em cursos de escolas técnicas, fazendo parcerias com universidades, participando de eventos como feiras e em galerias. Já atuou também com produção cultural em instalação e cenografia indígena. É um dos 34 artistas da exposição Moquém_Surarî: arte indígena contemporânea no MAM São Paulo em parceria com a 34ª Bienal de São Paulo.
Essa atividade integra a programação em parceria entre Fundação Bienal de São Paulo e Galeria Jaider Esbell de Arte Indígena Contemporânea.
Essa atividade faz parte do Programa de Visitação, com patrocínio Pinheiro Neto Advogados, e Marcenaria no mam, com patrocínio Leo Social.

Visita virtual à exposição Zona da Mata, em cartaz no MAC USP e MAM, mediada por ambos seus educadores via plataforma de videoconferência, apresentando um roteiro de visita híbrida e integrada disponível para o agendamento de visitas educativas.
A exposição, instalada no térreo e quinto andar (ala B) do MAC, e na Sala de Vidro do MAM, com atividades na área adjacente na Marquise, adota o termo “Zona da Mata” como metáfora simbólica, não geográfica, no reconhecimento do desafio brasileiro de repactuar a constituição de seu território com a restituição da dignidade ao que precisamos reconhecer como nossa morada, reaprendendo as sabedorias indígena e afro-descendente como forma de salvaguardar nossa condição humana e o inevitável convívio entre seres humanos e paisagens. Obras de artistas como Claudia Andujar, Fernando Limberger, Guto Lacaz, Marcius Galan, Julio Plaza, Paulo Nazareth e Rodrigo Bueno compõem o território da exposição que coloca em pauta a relação entre cultura e natureza, propondo reflexão crítica sobre o problema ecológico da sociedade atual. *Agendamento disponível pelo e-mail educativo@mam.org.br.
atividade gratuita, vagas limitadas
visita virtual no Zoom, livre
com inscrições prévias (link enviado aos participantes no dia da atividade)
para intérprete de Libras, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48hs de antecedência
Barbara Ganizev Jimenez é educadora com formação em História pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), bacharelado e licenciatura, pós graduanda em Educação na Faculdade Rudolf Steiner. Desde 2012 atua no MAM São Paulo, onde é responsável pelo Domingo MAM, programa premiado que celebra a cultura popular brasileira, a cultura de rua, os direitos humanos e a diversidade. Atualmente também lidera a área de cursos pagos do museu e mantém pesquisas em Educação, Escrita e Antropologia. É co-fundadora da CAU_ (Cartografias Afetivas Urbanas) curadorias, intervenções artístico-educativas cidade afora e (i)mediações.
Evandro Nicolau é doutor em Estética e História da Arte pelo Programa Interunidades em Estética e História da Arte da Universidade de São Paulo (PPGEHA USP) e educador no MAC USP responsável pelo programa de visitas mediadas.
Essa atividade faz parte do Programa de Visitação, com patrocínio Pinheiro Neto Advogados.

Conversa sobre as possibilidades de atividades virtuais e presenciais para o público de instituições sociais e da saúde no museu, a partir da exposição Zona da Mata, em cartaz no MAC USP e no MAM. A proposta integra os programas educativos de ambas as instituições que promovem saúde e bem estar pelo museu, abordando a noção de território como algo que nos circunscreve, tanto geograficamente quanto em suas dimensões culturais, políticas e afetivas: quais são os territórios e paisagens que nos habitam? Atividade voltada para educadora(es) e profissionais de instituições sociais e da saúde.
formação virtual no Zoom, para educadoras(es) e profissionais de instituições sociais e da saúde
com inscrição prévia, sendo 50% das vagas destinadas para a rede pública (link enviado aos participantes no dia da atividade)
com intérpretes de Libras
Andrea Amaral Biella é doutora em Educação pela Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (FE USP) e educadora no MAC USP, responsável por programas educativos para famílias, professores e demais multiplicadores, além do Viva Arte! Bem-estar Social e Saúde no Museu que atua na interface arte e saúde.
Fernanda Vargas Zardo é educadora artista, com experiência em dança e formação em artes plásticas, com trabalhos e pesquisas voltadas para performance e videoarte. Atua no MAM São Paulo desde 2012, onde é responsável pelos programas de Visitação, Escolas Parceiras e Contatos com a arte, de formação para professoras(es), educadora(es), pesquisadoras(es), estudantes e artistas. Desenvolve processos pedagógicos afetivos por meio da arte, estudos sobre antroposofia e colabora desde 2021 com o coletivo Cartografias Afetivas Urbanas (CAU_), curadorias, intervenções artístico-educativas cidade afora e (i)mediações.
Essa atividade faz parte do programa Formação em arte e acessibilidade.

Como podemos nos reconectar com a natureza? Partindo do estudo das plantas, esta oficina virtual promove a ligação entre a sua estrutura rizomática (por meio da arquitetura cooperativa e da autonomia energética) e a estrutura da colagem (por meio da reciclagem, da multiplicidade e da diversidade). Desenvolveremos temas como intuição, adaptação e regeneração, trabalhando manualmente com imagens, folhas naturais, desenho e colagem. O objetivo é investigar o potencial das plantas para revitalizar nossos sentidos e observar a metamorfose que está acontecendo em tudo. “Que a gente viva mais essa experiência do corpo sendo natureza”, Ailton Krenak.
oficina virtual no Zoom, aberta ao público
com inscrição prévia (link enviado aos participantes no dia da atividade)
para intérprete de Libras, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48hs de antecedência
Materiais:
Lápis para desenhar (lápis, caneta, canetinha, etc);
Tesoura;
Cola;
Imagens para recortar (revistas, jornais, fotografias, etc);
Papel para fundo da colagem;
Folha de planta (escolha uma da sua casa, jardim, rua, ou bairro);
Chá (preferência por ervas frescas, como hortelã, manjericão, capim cidreira, etc).
Manuela Eichner é artista visual multifacetada que vive e trabalha entre São Paulo e Berlim. Sua prática abarca desde vídeos e performances até oficinas colaborativas, passando pelo desenvolvimento de ilustrações, instalações e murais. Nessas diferentes frentes, recorre sistematicamente a princípios de colagem, ruptura e embaralhamento da unidade espacial. Os experimentos realizados em seus projetos Monstera Deliciosa, onde combina materiais visuais encontrados em revistas com plantas vivas, e MONSTRA, uma coreografia-colagem para pessoas e plantas, interpelam o espectador e suas presunções sobre corpo, espaço e natureza.
Essa atividade faz parte do programa Domingo mam, com patrocínio Tozzini Freire Advogados, e Arte e ecologia, com patrocínio Havaianas.
O que é acesso à cultura? A partir do estudo de caso do premiado programa Domingo MAM (2013) serão apresentadas as estratégias institucionais artístico-pedagógicas responsáveis pela implementação de uma programação cultural de política afirmativa na grade do museu frente a um cenário de situação de risco e desrespeito aos direitos humanos. É no Domingo MAM que o museu e seus públicos desenvolvem juntos ações que pensam no direito à cidade e no incentivo à cultura de rua, a compreensão do ambiente da marquise como um espaço democrático de convivência e celebração da diversidade. A metodologia a ser abordada passará pelos tópicos de: diagnóstico, indicadores, elaboração, planejamento e avaliação, a fim de mensurar a transformação social alcançada.
encontro virtual no Zoom, para professoras(es), educadoras(es), pesquisadoras(es) e estudantes, com 50% das vagas destinadas para a rede pública de ensino
com inscrição prévia (link enviado aos participantes no dia da atividade)
com intérpretes de Libras
Barbara Ganizev Jimenez é educadora com formação em História pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Pós graduanda em Educação na Faculdade Rudolf Steiner. Desde 2012 atua no Museu de Arte Moderna de São Paulo, onde é responsável pelo programa Domingo MAM, programa premiado que celebra a cultura popular brasileira, a cultura de rua, os direitos humanos e a diversidade nas linguagens das artes cênicas, visuais e do corpo. Atualmente lidera a área de cursos do MAM SP, e mantém pesquisas em Educação, Linguagem e Antropologia. Co-fundadora da CAU_ (Cartografias Afetivas Urbanas) curadorias, intervenções artístico-educativas cidade afora e (i)mediações.
Essa atividade faz parte do programa Formação em arte e acessibilidade.

Conversa sobre as perspectivas das mulheres indígenas em relação às manifestações expressivas e aos conhecimentos tradicionais de seus povos, bem como suas elaborações sobre a articulação de um movimento de arte indígena no Brasil.
As artistas estão em cartaz na exposição Moquém_Surarî: arte indígena contemporânea.
YouTube do MAM
Com Interpretação em Libras
Arissana Pataxó é artista visual e professora. Em seu trabalho artístico utiliza de diversas técnicas e suportes para a sua produção, tendo como referência a suas vivências junto ao seu povo e a outros povos indígenas. Desde 2005 vem realizando diversas exposições individuais e coletivas, sendo a mais recente no Festival de arte indígena Rec Tyty, com curadoria de Ailton Krenak, Naine Terena, Cristine Takuá e Carlos Papá. Em 2016 foi indicada ao Prêmio PIPA e premiada com o 2º lugar no Pipa Online.
Rita Sales Huni Kuin (Aldeia Chico Curumim, Terra Indígena Kaxinawa do Rio Jordão, 1994) é artista do povo Huni Kuin, uma das fundadoras do grupo Kayatibu, que divulga a cultura e a espiritualidade de seu povo por meio das artes. É uma das artistas convidadas da exposição Moquém_Surarî.
Yaka Huni Kuin (Aldeia Chico Curumim, Terra Indígena Kaxinawa do Rio Jordão, 1996) é artista do povo Huni Kuin, uma das fundadoras do grupo Kayatibu, que divulga a cultura e a espiritualidade de seu povo por meio das artes. É uma das artistas convidadas da exposição Moquém_Surarî.
Paula Berbert é antropóloga e produtora. É coordenadora de projetos na Galeria Jaider Esbell de Arte Indígena Contemporânea. Atua nos campos da curadoria e mediação intercultural, articulando iniciativas de artistas e cineastas indígenas aos sistemas ocidentais de arte e cinema. Tem experiência em comunidades pedagógicas formais e não-formais, especialmente nos temas da arte-educação e artivismo, dos direitos humanos e socioambientais, questões indígenas, feministas e decoloniais. É mestre em Antropologia (UFMG) e especialista em Estudos e Práticas Curatoriais (FAAP). Atualmente faz doutorado no Programa de Pós-graduação em Antropologia da USP, onde realiza pesquisa sobre arte indígena contemporânea.
Essa atividade integra a programação em parceria entre Fundação Bienal de São Paulo e Galeria Jaider Esbell de Arte Indígena Contemporânea.
Essa atividade faz parte do Programa de Visitação, com patrocínio Pinheiro Neto Advogados.

O que é acesso à infância? Ao dedicar-nos à infância e à garantia de seus direitos na relação com a arte e outros saberes, fomentamos a elaboração de múltiplas vivências e sua validação na construção de uma sociedade mais plural, inclusiva e pertencente a todas as pessoas. E por meio de situações que integram as histórias, músicas e brincadeiras, é que as crianças e adultos se aproximam dessa construção social, ampliando seu olhar e repertório artístico e imagético de forma lúdica e significativa. Nesta formação virtual, serão compartilhadas experiências vivenciadas nas exposições que estiveram em cartaz no MAM São Paulo entre 2008 e 2019, refletindo e compartilhando também as ações online que têm sido realizadas desde março de 2020.
atividade gratuita, vagas limitadas
encontro por videochamada no zoom (link enviado aos participantes no dia da atividade)
para professores, educadores e estudantes, com inscrições prévias, sendo 50% das vagas destinadas à rede pública de ensino
com intérpretes de Libras
Mirela Estelles é educadora e contadora de histórias, formada em Comunicação das Artes do Corpo pela PUC-SP, especializada em Linguagens da Arte no CEUMA (Centro Universitário Maria Antônia). Com experiência em educação, formação cultural, arte e infância, desenvolve projetos culturais e educativos em escolas, livrarias, bibliotecas, museus e espaços culturais. Atualmente coordena o Educativo do MAM São Paulo, onde atua desde 2009 e idealizou a Semana da Cultura Tradicional da Infância (2012), o Festival Corpo Palavra (2021) e estruturou o programa Família MAM com narrações de histórias simultâneas em português e Libras (língua brasileira de sinais) (2011), que originou o projeto Histórias para Ver e Ouvir.
Essa atividade faz parte do programa Formação em arte e acessibilidade.

Cantar aquilo que podemos ver com os olhos do espírito, cantar as histórias da floresta, ecoar com as telas os cantos tradicionais do povo Huni Kuin. Intervenção na exposição Moquém_Surarî: arte indígena contemporânea com canções tradicionais huni kuin com grupo Kayatibu de jovens Huni Kuin da aldeia Chico Curumim (Terra Indígena Kaxinawa do Rio Jordão, Acre).
O encontro segue o protocolo de segurança implementado a partir das diretrizes dos órgãos competentes.
apresentação musical ao vivo presencial aberta ao público.
livre, sem inscrição prévia. Aquisição de ingresso para a exposição no dia e horário(s) do evento.
vagas limitadas, sujeitas à capacidade de lotação do espaço.
para intérprete de Libras, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48hs de antecedência.
Kayatibu é um grupo de jovens Huni Kuin da Aldeia Chico Cumurim da Terra Indígena Kaxinawa do Jordão (AC). Com Rita Huni Kuin, Txai Shane Huni Kuin, Yaka Huni Kuin e Shane Huni Kuin.
Essa atividade integra a programação em parceria entre Fundação Bienal de São Paulo e Galeria Jaider Esbell de Arte Indígena Contemporânea.
Essa atividade faz parte do programa Domingo mam, com patrocínio Tozzini Freire Advogados.

Contação de histórias na exposição Moquém_Surarî: arte indígena contemporânea sobre a cosmovisão do povo Huni Kuin.
O encontro segue o protocolo de segurança implementado a partir das diretrizes dos órgãos competentes.
atividade presencial aberta ao público.
livre, sem inscrição prévia. Aquisição de ingresso para a exposição no dia e horário do evento.
vagas limitadas, sujeitas à capacidade de lotação do espaço.
para intérprete de Libras, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48hs de antecedência.
Rita Sales Huni Kuin (Aldeia Chico Curumim, Terra Indígena Kaxinawa do Rio Jordão, 1994) é artista do povo Huni Kuin, uma das fundadoras do grupo Kayatibu, que divulga a cultura e a espiritualidade de seu povo por meio das artes. É uma das artistas convidadas da exposição Moquém_Surarî.
Essa atividade integra a programação em parceria entre Fundação Bienal de São Paulo e Galeria Jaider Esbell de Arte Indígena Contemporânea.
Essa atividade faz parte do programa Família mam, com patrocínio PwC.

Conversa sobre as relações entre as práticas xamânicas e as artes indígenas com Bu’ú Kennedy (xamã e artista tukano) e Carlos Papá (cineasta e pajé guarani mbya). Mediação de Pedro Cesarino.
Os artistas estão em cartaz na exposição Moquém_Surarî: arte indígena contemporânea.
YouTube do MAM
Com Interpretação em Libras
Carlos Papá Mirim Poty é cineasta e líder espiritual. Foi curador do festival rec•tyty. Grande conhecedor da língua e cultura de seu povo, Guarani Mbya, Papá vive na aldeia Rio Silveira, em São Paulo. Trabalha há mais de 20 anos com produções audiovisuais, fortalecendo e valorizando a cultura mbya por meio de documentários, filmes e oficinas culturais para os jovens. Papá é fundador do Instituto Maracá.
Bu’ú Kennedy (Bu’ú do povo Ye’pamahsã; na sociedade registrado João Kennedy Lima Barreto) nasce na Aldeia Kayrá no rio Tiquié nas terras indígenas do Alto Rio Negro, Município de São Gabriel da Cachoeira no noroeste do Amazonas (Brasil), fronteira com Colômbia. É membro do Clã Üremirin Sararó – Fátria Patrilinear do povo Ye’pamahsã da Amazônia, também conhecidos como Tukanos. No povo Ye’pamahsã, o nome Bu’ú, traduzido para português, “tucunaré”, um peixe encantado dos rios amazônicos, é dado ao homem que representa a pessoa de vida curta e brava. É filho de pai do povo Ye’pamahsã e mãe do povo Tuyuka. Fala os idiomas paterno, materno e português.
Pedro de Niemeyer Cesarino é professor do Departamento de Antropologia da FFLCH/USP e doutor em antropologia social pelo Museu Nacional da UFRJ. Especialista em etnologia indígena e nas relações entre antropologia, arte e literatura, publicou diversos artigos e livros, entre os quais “Oniska – poética do xamanismo na Amazônia” (Ed. Perspectiva, 2011, Prêmio Jabuti de Ciências Humanas 2012), “Quando a Terra deixou de falar – cantos da mitologia marubo” (Ed. 34, 2013) e “Políticas culturais e povos indígenas”, com Manuela Carneiro da Cunha (Ed. Cultura Acadêmica, 2014, Prêmio Jabuti de Ciências Humanas 2015). Como autor de ficção, publicou também o romance “Rio Acima” (Companhia das Letras, 2016, semifinalista do Prêmio Oceanos 2017). É consultor da exposição Moquém_Surarî: arte indígena contemporânea.
Essa atividade integra a programação em parceria entre Fundação Bienal de São Paulo e Galeria Jaider Esbell de Arte Indígena Contemporânea.
Essa atividade faz parte do Programa de Visitação, com patrocínio Pinheiro Neto Advogados.

A matéria madeira tem cheiro, textura, temperatura, consistência, personalidade e história. Mesmo quando a árvore “morre” o brincar continua. Da madeira seca se inventam outros mundos. São inúmeros os brinquedos feitos com madeira: piões, cavalinhos de pau, bilboquê, “mané gostoso”, carrinhos diversos, bonecas e bonecos, animais entalhados, casinhas, corrupios, assobios, flautas e cavaquinhos; berimbau, tambores, reco-reco e tamborins… Neste encontro virtual, o ser brincante Adelsin nos convida a contemplar imagens e relatos dos brinquedos surgidos desse eterno encontro entre o humano e o vegetal pelo Brasil afora, apresentando-nos a possibilidade de construção de dois brinquedos indígenas: um Zunidor e um Pião. O encontro terá participação especial de um artesão do Jequitinhonha que constrói brinquedos encantados com madeira.
atividade gratuita, vagas limitadas
encontro virtual no Zoom, para professoras(es), educadoras(es), pesquisadoras(es), estudantes e artistas
com inscrição prévia (link enviado aos participantes no dia da atividade)
para intérprete de Libras, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48hs de antecedência
Materiais:
1 “taubinha” (tábua fina de caixote de frutas com 20 a 30 cm de comprimento, 3 a 5 cm de largura e máximo de 5 mm de espessura). Pode ser qualquer madeira;
3 metros de barbante;
1 lixa para madeira;
1 faca, serrote ou arco de serra para cortar madeira;
2 palitos de churrasco de bambu;
1 revista ou jornal já lidos;
1 cola branca pequena;
1 furador (chave Philips bem fininha, prego médio ou sovela) ou furadeira.
Adelsin (Adelson Fernandes Murta Filho) é brincante e integrante da Casa das 5 Pedrinhas/Zerinho ou Um. Com formação em artes plásticas, trabalha há mais de trinta anos com a pesquisa, documentação e irradiação da cultura das crianças. Realiza “oficinas de brinquedos” para crianças, jovens e adultos em todo o Brasil e consultoria para instituições públicas e privadas e ONGs que trabalham com a criança, a cultura, a educação e o meio ambiente. Adelsin ajudou a conceber e a implantar mais de 40 centros de cultura infantil no Vale do Jequitinhonha em MG, no Cariri no CE e nas regiões metropolitanas de Belo Horizonte, de Fortaleza e de Maceió.
Essa atividade faz parte do programa Família mam, com patrocínio PwC, e Marcenaria no mam, com patrocínio Leo Social.
A sede do MAM está temporariamente fechada em virtude da reforma da marquise do Parque Ibirapuera.
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