Leonardo Castilho é surdo e, desde os 10 anos, ator, performer, educador, ativista, MC e produtor. É um dos idealizadores e responsável pela festa Vibração, pelo Bloco Vibramão – Carnaval, produtor da Sencity Brasil e de festas para a comunidade surda de São Paulo, produtor executivo do Festival de Folclore Surdos, e produtor/artista do Festival Clin D’Oeil (França). Faz parte da empresa GDAF (EUA). Desde 2005 atua no setor Educativo do MAM São Paulo como educador, produtor de Acessibilidade, assistente e professor dos cursos de Performance e Corposinalizante do Programa Igual Diferente. O Corposinalizante, como projeto, recebeu alguns prêmios, como o 1º lugar no Prêmio Darcy Ribeiro 2009 (IPHAN/MinC). É MC do Slam do Corpo e foi repórter em Libras para o canal Multishow no Rock in Rio 2017. Já interpretou músicas em libras no Palco Sunset dos shows de Liniker e Banda Baiana System no Rock in Rio e Auditório Ibirapuera.
instagram do mam
atividade gratuita
participação: livre
Esta atividade faz parte do Programa de visitação, com patrocínio Instituto Votorantim e Pinheiro Neto Advogados, e Tecnologias assistivas, com patrocínio IBM.
Edição de batalhas do Breaking Ibira. As batalhas de dança 1×1 tem como proposta principal o desafio entre os dançarinos. Contará com DJ, MC e três duplas de B.boys.
Breaking Ibira é um evento criado por b.boys que tem por objetivo reunir b.boys e b.girls, amantes da cultura urbana e hip-hop, assim como outras modalidades artísticas, para encontrar desafios através da dança e expressar sua criatividade e habilidade em suas sessions (sequências organizadas de passos de breaking). Desde 2017, em parceria com o MAM Educativo, o evento tem atraído pessoas de diversas regiões de São Paulo e um público significativo, tanto de praticantes de breaking quanto de admiradores da cultura de diversas regiões, inclusive de países da América Latina como Argentina, Peru e Venezuela.
Esta atividade faz parte do programa Domingo mam, com patrocínio Tozzini Freire Advogados.
Foto: Victor Ugo
Costura como imagem de partes separadas que se aproximam e se reforçam. Oficina de dança conduzida por Zumb.boys que desenvolve o método próprio da companhia, que tem o breaking como base de exploração. Serão abordados estudos e princípios fundamentais que colaboram diretamente para o entendimento e o desenvolvimento corporal dos participantes, a partir de jogos de composição cênica, procedimentos de criação, propostas de trabalho singular e coletivo, que visam ampliar a escuta e a capacidade de improviso desses corpos em diálogo.
inscrições aqui
atividade gratuita, vagas limitadas
encontro por videochamada no zoom (link enviado aos participantes no dia da atividade)
participação: *é necessária experiência prévia em dança
Com 17 anos de existência, o grupo Zumb.boys, nascido na periferia de São Paulo, acumula uma longa trajetória de pesquisa e produção em dança, tendo criado sua própria identidade utilizando a dança breaking como base de pesquisa. Nessa jornada foram produzidos 5 espetáculos, um deles em 2016, “Dança por Correio”, recebe o prêmio APCA – Associação Paulista de Críticos de Artes, de melhor espetáculo (não estreia). Em 2017, foi novamente indicado ao prêmio APCA como melhor espetáculo, agora com o trabalho “O que se Rouba”. Neste mesmo ano, “Dança por Correio” recebe o prêmio Break SP de melhor espetáculo, e “Mané Boneco” recebe o Prêmio Denilto Gomes – Intervenção Urbana.
Esta atividade faz parte do programa Domingo mam, com patrocínio Tozzini Freire Advogados.
Ao participar desta atividade/evento, você autoriza, de forma gratuita e definitiva, o MAM – Museu de Arte Moderna de São Paulo, a utilizar sua imagem, voz, dados biográficos e sinais característicos, captados em vídeo, áudio, fotografia e prints, para fins de registro, divulgação e promoção das atividades do Museu, em quaisquer meios, veículos, suportes, mídias, métodos e tecnologias, tangíveis ou intangíveis. Caso você não queira que sua imagem seja divulgada, por favor informar o MAM (educativo@mam.org.br).
Neste encontro faremos um percurso lúdico pelo Jardim de esculturas descobrindo outras formas de ver e perceber as obras, através de músicas e brincadeiras da cultura popular e da infância.
inscrições aqui atividade gratuita, vagas limitadas
encontro por videochamada no zoom (link enviado aos participantes no dia da atividade)
participação: livre
Mirela Estelles é educadora e contadora de histórias, formada em Comunicação das Artes do Corpo pela PUC-SP e pós-graduada em Linguagens da Arte no CEUMA, Centro Universitário Maria Antônia. Desde 2003 atua como educadora e contadora de histórias em escolas, livrarias, bibliotecas, museus e espaços culturais. É educadora formadora do setor Educativo do Museu de Arte Moderna de São Paulo desde 2009. Idealizadora e realizadora da Semana da cultura tradicional da infância e das narrações simultâneas, em português e libras (língua brasileira de sinais).
Sandra Bittar Há mais de 10 anos trabalhando com música e movimento para bebês, cantos e danças da cultura popular, arte e educação com crianças, jovens e adultos. Formada em Eutonia, realiza também workshops em festivais, unindo o corpo ao prazer de cantar. Em Ilhabela, criou o grupo musical ‘Sementeira’, ao lado de Gih Maldonado e outros artistas.
Gih maldonado Natural de Franca SP, artista musical desde criança, inicia os estudos aos 9 anos de idade com o violino, instrumento principal que a leva a estudar no Conservatório de Tatuí a partir de 2012. Cada vez mais inserida no universo musical se aventura nos estudos da percussão e voz também. Atualmente em Ilhabela, é regente do Coral Celina Pellizari – FUNDACI e batuqueira do grupo de maracatu Marabantu, além de participar de vários projetos no litoral norte como artista da música, do corpo, voz e percussão.
O evento faz parte do programa Família mam.
Ao participar desta atividade/evento, você autoriza, de forma gratuita e definitiva, o MAM – Museu de Arte Moderna de São Paulo, a utilizar sua imagem, voz, dados biográficos e sinais característicos, captados em vídeo, áudio, fotografia e prints, para fins de registro, divulgação e promoção das atividades do Museu, em quaisquer meios, veículos, suportes, mídias, métodos e tecnologias, tangíveis ou intangíveis. Caso você não queira que sua imagem seja divulgada, por favor informar o MAM (educativo@mam.org.br).
Visitas educativas são conversas nas quais é estimulada a reflexão crítica através da arte. Neste momento em que o museu está com uma intensa programação online, o Educativo do mam oferece visitas virtuais em português, Libras, inglês, francês e espanhol. Mais informações logo abaixo. Agenda a sua!
Agendamento de visitas virtuais através do e-mail: educativo@mam.org.br
Essa atividade faz parte do Programa de visitação, com patrocínio Instituto Votorantim.
Ao participar desta atividade/evento, você autoriza, de forma gratuita e definitiva, o MAM – Museu de Arte Moderna de São Paulo, a utilizar sua imagem, voz, dados biográficos e sinais característicos, captados em vídeo, áudio, fotografia e prints, para fins de registro, divulgação e promoção das atividades do Museu, em quaisquer meios, veículos, suportes, mídias, métodos e tecnologias, tangíveis ou intangíveis. Caso você não queira que sua imagem seja divulgada, por favor informar o MAM (educativo@mam.org.br).
Datas: 09, 16, 23, 30 de agosto, 06, 13, 20, 27 de setembro, 04, 11, 18, 25 de outubro, 01, 08, 22 e 29 de novembro de 2023 Horário: Quartas-feiras, das 14h às 16h por videoconferência Professores: Leonardo Castilho e Erika Mota
Corposinalizante é um grupo de trabalho do Museu de Arte Moderna de São Paulo que pesquisa e produz arte, aberto a jovens surdos e ouvintes interessados na Língua Brasileira de Sinais (Libras). Considerando a dimensão pública da arte e o constante interesse em inventar formas de comunicação, o grupo desenvolve projetos culturais, documentários, performances e intervenções poéticas que dão visibilidade à identidade surda e à cultura dos jovens.
Serão reservadas 60% das vagas para pessoas surdas e 40% para o público geral interessado.
O curso será ministrado via plataforma de videoconferência Zoom Meetings.
mais informações
igualdiferente@mam.org.br ou Whatsapp: (11) 99850-3213 (somente mensagens – texto, áudio ou vídeo)
Inscrições abertas a partir do dia 11 de julho
Leonardo Castilho
É surdo sinalizante, fluente em Libras, Português, SÍ (Internacional de sinais), LSF (Língua Francesa de Sinais) e ASL (Língua Estadunidense de Sinais). Trabalha como ator, performer, educador, ativista, MC e produtor cultural. É um dos idealizadores e responsáveis pelas equipes Vibração, Bloco Vibramão – Carnaval e Sencity no MAM São Paulo, festas para a comunidade surda de São Paulo. Também é o MC do Slam do Corpo, produtor do Festival de Folclore Surdos e produtor/artista do Festival Clin D’Oeil (França), além de fazer parte da empresa GDAF (EUA). Foi repórter em Libras para Multishow no Rock in Rio 2017 e intéprete de músicas em Libras no Palco Sunset, em 2022. Trabalhou por mais de 15 anos no setor educativo MAM São Paulo, onde atuou como produtor de Acessibilidade, educador e professor no Programa Igual Diferente, no curso de Performance. Desde 2008, é integrante do Corposinalizante, projeto que recebeu diversos prêmios como o 1º lugar no Prêmio Darcy Ribeiro 2009 (IPHAN/MinC).
Erika Mota
Pedagoga, tradutora e intérprete de Libras. Integrante do grupo Corposinalizante, co-autora e co-curadora do Projeto LiteraSurda, no Sesc Paulista e Sesc Campo Limpo, em 2018 e 2019. Atua como intérprete de Libras na esfera cultural em diversas linguagens artísticas, nas principais instituições culturais como: MAM São Paulo, Itaú Cultural, FliP, Sesc, Mostra de Teatro Panorama Petrobras-SP, Bienal, além de participação no Rock in Rio 2017.
Playlist – Corposinalizante
Datas: 10, 17, 24, 31 de agosto, 14, 21, 28 de setembro, 05, 19, 26 de outubro, 09, 16, 23, 30 de novembro e 7 de dezembro de 2023 Horário: Quintas-feiras, das 14h às 16h, presencial Professores: Elisa Band e Leonardo Castilho
Um espaço para a experimentação e pesquisa da prática artística da performance, que utiliza elementos de várias áreas na criação de uma cena, como o teatro, a dança ,a literatura, a música e as artes visuais, além do potencial performático da língua brasileira de sinais – Libras. Por meio de procedimentos variados de performance, os participantes poderão ampliar seu repertório criativo e pessoal. Também criarão performances individuais e coletivas, lidando com a interface entre arte e a vida experimentada nessa linguagem.
Curso presencial
Inscrições para pré-cadastro Pelo e-mail igualdiferente@mam.org.br ou Whatsapp: (11) 99850-3213 (somente mensagens – texto, áudio ou vídeo)
Inscrições abertas a partir do dia 11 de julho
Elisa Band
É performer, encenadora e pesquisadora. Formada em Artes Cênicas-Unicamp, foi uma das fundadoras do grupo K, dirigido por Renato Cohen. Em 2015, foi residente da Akademie Schloss Solitude (Alemanha) e publicou o livro de contos Perecíveis. Em 2021, apresentou a performance Nica pelo SESC. Ministra cursos de teatro e performance na SP Escola de Teatro, MAM São Paulo, Escola Superior de Artes Célia Helena, entre outros. Desde 2016 é diretora de Teatro da ONG Ser em Cena. Atualmente, é doutoranda pela ECA – USP e diretora da Cia. Ueinzz. Suas áreas são teatro contemporâneo, performance e literatura.
Leonardo Castilho
É surdo sinalizante, fluente em Libras, Português, SÍ (Internacional de sinais), LSF (Língua Francesa de Sinais) e ASL (Língua Estadunidense de Sinais). Trabalha como ator, performer, educador, ativista, MC e produtor cultural. É um dos idealizadores e responsáveis pelas equipes Vibração, Bloco Vibramão – Carnaval e Sencity no MAM São Paulo, festas para a comunidade surda de São Paulo. Também é o MC do Slam do Corpo, produtor do Festival de Folclore Surdos e produtor/artista do Festival Clin D’Oeil (França), além de fazer parte da empresa GDAF (EUA). Foi repórter em Libras para Multishow no Rock in Rio 2017 e intéprete de músicas em Libras no Palco Sunset, em 2022. Trabalhou por mais de 15 anos no setor educativo MAM São Paulo, onde atuou como produtor de Acessibilidade, educador e professor no Programa Igual Diferente, no curso de Performance. Desde 2008, é integrante do Corposinalizante, projeto que recebeu diversos prêmios como o 1º lugar no Prêmio Darcy Ribeiro 2009 (IPHAN/MinC).
Playlist – Processos de Criação em Performance
Datas: 09, 16, 23, 30 de agosto, 06, 13, 20, 27 de setembro, 04, 11, 18, 25 de outubro, 01, 08, 22 e 29 de novembro de 2023 Horário: Quartas-feiras, das 09h30 às 11h30, por videoconferência e presencial Necessário ter disponibilidade para participar das duas modalidades. Professora: Karina Bacci
O curso propõe exercícios práticos e abordará questões relativas ao uso da fotografia nas artes para estimular processos de criação e desenvolver um ensaio fotográfico autoral.
Conteúdo:
Atividades práticas
Fotografia e Arte
Seleção de Imagens
Elaboração de ensaio autoral
equipamento necessário: celular com aplicativo com a função Manual (M), câmera compacta ou câmera fotográfica DSLR digital ou analógica.
O curso será ministrado via plataforma de videoconferência Zoom Meetings.
mais informações igualdiferente@mam.org.br ou Whatsapp: (11) 99850-3213 (somente mensagens – texto, áudio ou vídeo)
Karina Bacci
Doutoranda em Artes Visuais na ECA/USP na área de concentração: Teoria, Ensino e Aprendizagem de Arte, Karina Bacci tem pós-graduação em Cinema, Vídeo e Fotografia e graduação em Fotografia, com habilitação em Arte e Cultura. Faz parte do GMEPAE (Grupo Multidisciplinar de Estudo e Pesquisa em Arte e Educação da ECA USP) e atua como fotógrafa e educadora na área cultural. Ministra cursos no MAM-SP desde 2001, além de lugares como USP, CCSP, SESC e Casa Mário de Andrade, tendo ganhado prêmios nessa área. É educadora, fotógrafa e curadora dos projetos itinerantes Retratos da Terra, Cidade Através da Lente e Olhar da Comunidade, com 53 oficinas, exposições e catálogos realizados em diferentes cidades do Brasil. Foi curadora da exposição Evgen Bavcar e Imagens Possíveis, em 2016, da exposição Tramas na Casa Mário de Andrade, em 2015, e das mostras de cinema do MAM-SP (Cinemam), de 2003 a 2005.
Galeria
Retrato frontal de homem negro vestindo boné azul, com luvas de goleiro na frente cobrindo parcinalmente seu rosto. Fundo azul.Teto de caverna em cores marrom e branca. No centro, um feixe de luz adentra este espaço por uma pequeno buraco.Rua de casas sinuosa com cantereiros arborizados. O dia esta ensolarado.Lago com plantas aquáticas, como as Vitórias Régias, que ocpuam toda a imagem. Ao centro, um pássaro pousa em uma folha.Mulher de cabelos longos vira o rosto para cima e cruza os braços atrás das costas. A luz do sol ilumina sua face. Ao fundo, muro de pedras e plantas. Imagem em preto e branco.Trilha pavimentada de parque. Ao centro,, uma mulher de vestido longo fotografa o detalhe de uma flor vermelha em uma árvore, que colore toda a imagem.Montagem preto e branco de duas imagens. Da esquerda para a direita: Macro de uma folha que tem detalhes de sua estrutura curvas em semicíruculo; duas pessoas em um palco estão uma sobre a outra. O homem se curva de costas, apoiando pés e mãos no chão, enquanto uma mulher se deita sobre ele. Montagem coloridas de quatro imagens de paisagens. Da esquerda para a direita: Estrada de terra em caminho arborizado; Detalhe de uma ninho de pássaro circular deitado no chão entre folhas e pedras; leito de rio com pedras e margens arborizadas; linhas de árvores uma ao lado da outra em um morro.Montagem colorida de duas imagens. Da esquerada para a direita: janela com cortina xadrez fechada, por ela passa a claridade externa, iluminando levemente uma flor a sua frente; janela aberta, mostrando o recorte de uma paisagem urbana, com fachada de um prédio, árvores e fiação elétrica a frente. Uma flor, do lado de dentro da casa se mistura com a paisagem externa. Entre ambas as imagens, o seguinte texto: Janelas! Através delas descortino o mundo lá fora.Enquadramento de uma porta de madeira desgastada pelo tempo em um batente de concreto. Ao centro, um gradeado retangular cobre uma pequena janela. Imagem em preto e branco.Imagem sépia de uma rio no meio de uma mata alagada. A direita, ao fundo, um barco a motor com três pessoas se navega ria abaixo.Chão ladrilhado em branco com imagens estilizadas de plantas e flores em preto..
Datas: 09, 16, 23, 30 de agosto, 06, 13, 20, 27 de setembro, 04, 11, 18, 25 de outubro, 01, 08, 22 e 29 de novembro de 2023 Horário: Quartas-feiras, das 15h às 17h, presencial Professora: Laura Teixeira
Espaço de pesquisa em desenho e outras linguagens gráficas, envolvendo colagem e impressão com diversos materiais, onde as propostas serão muitas vezes norteadas pelo diálogo com materiais específicos – utilizados tradicionalmente para desenho ou não – levando em conta suas restrições e possibilidades. Teremos certa flexibilidade no planejamento dos encontros semanais de modo a incorporar eventuais demandas específicas do grupo, em práticas individuais e coletivas.
mais informações igualdiferente@mam.org.br ou Whatsapp: (11) 99850-3213 (somente mensagens – texto, áudio ou vídeo)
Inscrições abertas a partir do dia 11 de julho
Laura Teixeira
É artista visual, professora, ilustradora e designer. Graduou-se em Arquitetura e Urbanismo e possui mestrado pela Universidade de São Paulo. Especializou-se em Ilustração Criativa na Eina – Universidade Autônoma de Barcelona. Sua pesquisa gira em torno da linguagem do desenho vinculada a materialidades diversas e de suas relações com o espaço tridimensional. É autora de Pássaro desenho (Mov Palavras, 2015), Bolinha branca (idem), Água de pegar (Jujuba, 2011), Número de Circo (Hedra, 2008) e Letra de Forma (idem). Além de ser artista orientadora no programa Igual Diferente do Museu de Arte Moderna de São Paulo, vêm atuando em diversas instituições como MASP, UNESP, SESC, Ateliescola Acaia, Escola da Cidade, Laboratório Emília de Formação, Oficinas Culturais do Estado e Escola Britânica de Artes Criativas – University of Hertfordshire, UK.
Caminhar, coletar e criar tintas naturais para experimentações artísticas, nos possibilita profundas conexões com a natureza, uma vez que nos oferece matéria prima abundante para produção de tintas e de outros materiais. Podemos encontrar pigmentos em matas fechadas, em nossos quintais, jardins ou até mesmo em nossa cozinha. O objetivo desta oficina virtual é, a partir da produção de tintas por meio dos pigmentos minerais e vegetais, aproximarmo-nos da terra, ampliando nossas experiências com o mundo natural e com a natureza que somos.
inscrições aqui
atividade gratuita, vagas limitadas
encontro por videochamada no zoom (link enviado aos participantes no dia da atividade)
participação: Para crianças a partir de 7 anos, com inscrição prévia.
para intérprete de Libras, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48 horas de antecedência
Lista de materiais:
– 2 colheres de sopa de cúrcuma;
– 200 ml de álcool 70° líquido (pode ser também o 92° ou 46°);
– 1 colher;
– 1 pote com tampa;
– 3 filtros de café;
– 3 colheres de sopa de Bicarbonato;
– 1 limão;
– 1 repolho roxo;
– Coletar pelo menos duas ou mais amostras de terra (aproximadamente 200 gramas para cada cor);
– Um pote com tampa, para cada amostra de terra coletada;
– 1 Espátula;
– 100 ml de óleo de linhaça ou óleo de nozes;
– 1 peneira pequena;
– 1 pincel;
– Folhas de papel para pintura;
– Água.
Denise Valarini é artista visual e educadora. Graduada em Artes Visuais (Puc-Campinas), mestra em Artes (Unicamp). É fundadora do projeto Poética do Habitar e professora universitária no curso de Pedagogia.
Essa atividade faz parte do programa Família mam, com patrocínio PwC, e Arte e ecologia, com patrocínio Havaianas.
Ao participar desta atividade/evento, você autoriza, de forma gratuita e definitiva, o MAM – Museu de Arte Moderna de São Paulo, a utilizar sua imagem, voz, dados biográficos e sinais característicos, captados em vídeo, áudio, fotografia e prints, para fins de registro, divulgação e promoção das atividades do Museu, em quaisquer meios, veículos, suportes, mídias, métodos e tecnologias, tangíveis ou intangíveis. Caso você não queira que sua imagem seja divulgada, por favor informar o MAM (educativo@mam.org.br).
Já parou para observar o que a fotografia e o bordado possuem em comum? Inspirada na exposição Clube dos colecionadores de fotografia do mam – 20 anos, esta oficina virtual propõe um espaço de troca e reflexão sobre duas linguagens que costuram a memória de diferentes gerações, assim como ganham novos usos e significados com o passar do tempo. Separe os materiais e venha bordar esse encontro com a gente.
inscrições aqui
atividade gratuita, vagas limitadas
encontro por videochamada no zoom (link enviado aos participantes no dia da atividade)
participação: livre, com inscrição prévia.
para intérprete de Libras, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48 horas de antecedência
Amanda Harumi Falcão é artista visual e arte educadora, formada em bacharelado de Artes Visuais e licenciando Artes no Centro Universitário Belas Artes de São Paulo. Já atuou em educativos de instituições culturais como Sesc Pompeia e Sesc 24 de Maio, e atualmente faz parte do educativo do MAM São Paulo. Em suas pesquisas, busca costurar a relação entre memória e o fazer artesanal, como também investigar os processos sutis e interdisciplinares na mediação cultural e arte educação.
Lista de materiais:
– Fotografia revelada/impressa ou recortes de revistas;
– Linhas de costura ou meada;
– Agulha compatível;
– Lápis;
– Borracha;
– Tesoura.
Essa atividade faz parte do programa Domingo mam, com patrocínio Tozzini Freire Advogados.
Ao participar desta atividade/evento, você autoriza, de forma gratuita e definitiva, o MAM – Museu de Arte Moderna de São Paulo, a utilizar sua imagem, voz, dados biográficos e sinais característicos, captados em vídeo, áudio, fotografia e prints, para fins de registro, divulgação e promoção das atividades do Museu, em quaisquer meios, veículos, suportes, mídias, métodos e tecnologias, tangíveis ou intangíveis. Caso você não queira que sua imagem seja divulgada, por favor informar o MAM (educativo@mam.org.br).
Neste encontro virtual da série Marcenaria no mam, a artista, escultora, gravadora e desenhista Elisa Bracher, que possui gravuras no acervo do mam e uma de suas esculturas exposta no Jardim de Esculturas do museu, conversa sobre o seu processo de criação de esculturas monumentais realizadas com o emprego de troncos de madeira e o auxílio de uma equipe de marceneiros. Ela também fala sobre o seu processo com a gravura e a relação entre práticas que alimenta o seu trabalho, como sobre a atuação do Instituto Acaia, uma organização social sem fins lucrativos que nasceu no ateliê da artista, quando recebia crianças das favelas do entorno para atividades como as de gravura, escultura e marcenaria, sendo responsável pelo acolhimento e a formação de artistas como Santídio Pereira.
inscrições aqui
atividade gratuita, vagas limitadas
encontro por videochamada no zoom (link enviado aos participantes no dia da atividade)
participação: Professores, educadores, estudantes e artistas, com inscrição prévia.
para intérprete de Libras, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48 horas de antecedência
Elisa Bracher (São Paulo, 1965), conhecida por suas grandes esculturas de madeira, espalhadas por vários espaços públicos, como o Jardim de Esculturas do mam, possui uma produção artística que permeia quatro meios distintos – desenho, gravura, escultura e fotografia – que não acontecem de maneira independente, estando interligados em sua poética. Sua formação em artes plásticas deu-se na Fundação Armando Álvares Penteado (1989), sendo complementada por um curso de gravura em metal com Evandro Carlos Jardim. Sua carreira despontou, inicialmente, no campo da gravura, meio pelo qual foi premiada em diferentes momentos. No início dos anos 1990, envereda também pelo campo da escultura e passa a experimentar a arte com diversos materiais, em especial a madeira. Em 2009, a artista toma partido da condição plástica dos materiais, característica percebida com clareza em seu trabalho realizado em adobe (taipa de pilão) e empregada, pela primeira vez, na exposição Experimentando Espaços, no Museu da Casa Brasileira. Em função do caráter monumental e ambiental de suas peças, possui um número considerável de trabalhos espalhados por espaços públicos, como também, nas mais diversas instituições de arte, como o mam são paulo. Elisa é fundadora e diretora do Instituto Acaia, uma organização não governamental criada em 1997, que recebe crianças e adolescentes de 4 a 18 anos, moradores dos arredores do CEAGESP, participantes de diversas oficinas: linguagem oral e escrita, artes, música, letramento digital, marcenaria, biblioteca, vídeo, oficina do sentimento, capoeira, dança, costura e bordado, culinária, xilogravura e tipografia.
Essa atividade faz parte do programa Contatos com a arte + Marcenaria no mam, com patrocínio Leo Social.
Detalhe da obra de Elisa Bracher, Sem título, 1999. Madeira e parafusos de ferro, 900 x 210 cm. Coleção mam, doação Banco ABC Brasil. Foto: Paulo Altafin
Ao participar desta atividade/evento, você autoriza, de forma gratuita e definitiva, o MAM – Museu de Arte Moderna de São Paulo, a utilizar sua imagem, voz, dados biográficos e sinais característicos, captados em vídeo, áudio, fotografia e prints, para fins de registro, divulgação e promoção das atividades do Museu, em quaisquer meios, veículos, suportes, mídias, métodos e tecnologias, tangíveis ou intangíveis. Caso você não queira que sua imagem seja divulgada, por favor informar o MAM (educativo@mam.org.br).
Visita virtual à exposição Antonio Dias: derrotas e vitórias, conhecendo o artista contemporâneo Antonio Dias a partir da coleção de obras formada por ele mesmo ao longo da vida, permeando as diferentes fases do seu trabalho.
inscrições aqui
atividade gratuita, vagas limitadas
encontro por videochamada no zoom (link enviado aos participantes no dia da atividade)
participação: aberta ao público, com inscrições prévias
para intérprete de Libras, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48 horas de antecedência
Essa atividade faz parte do Programa de Visitação, com patrocínio Pinheiro Neto Advogados.
Ao participar desta atividade/evento, você autoriza, de forma gratuita e definitiva, o MAM – Museu de Arte Moderna de São Paulo, a utilizar sua imagem, voz, dados biográficos e sinais característicos, captados em vídeo, áudio, fotografia e prints, para fins de registro, divulgação e promoção das atividades do Museu, em quaisquer meios, veículos, suportes, mídias, métodos e tecnologias, tangíveis ou intangíveis. Caso você não queira que sua imagem seja divulgada, por favor informar o MAM (educativo@mam.org.br).
Entre as moradias construídas a partir do barro, existem pequenas casinhas que podemos encontrar em árvores e até mesmo em postes de luz. São casas construídas por um pássaro que leva o barro no nome e possui fama de construtor: o joão-de-barro.
Desde setembro de 2020, o artista Thiago Honório ocupa o corredor de passagem entre as salas expositivas do mam com uma instalação que revestiu as paredes do museu com barro e galhos de árvores colhidos no Parque Ibirapuera, aludindo às técnicas de construção de pau-a-pique e taipa de mão. A obra, carregada de memórias e imaginários, nos convida a refletir sobre os lugares em que habitamos e se neles há espaço para a terra, o barro e outras formas de conexão com a natureza.
Esta oficina virtual é um convite para construirmos a nossa morada como passarinhos. Vamos juntar uma porção de barro e construir uma casinha, como as de joão-de-barro, ou as que inspiraram o Projeto Parede de Thiago.
inscrições aqui
atividade gratuita, vagas limitadas
encontro por videochamada no zoom (link enviado aos participantes no dia da atividade)
participação: Para crianças a partir de 3 anos, com inscrição prévia.
para intérprete de Libras, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48 horas de antecedência
Materiais:
– Terra ou argila;
– Água;
– Palha;
– Folhas secas;
– Galhos de árvores.
Essa atividade faz parte do programa Família mam, com patrocínio PwC, e Arte e ecologia, com patrocínio Havaianas.
Ao participar desta atividade/evento, você autoriza, de forma gratuita e definitiva, o MAM – Museu de Arte Moderna de São Paulo, a utilizar sua imagem, voz, dados biográficos e sinais característicos, captados em vídeo, áudio, fotografia e prints, para fins de registro, divulgação e promoção das atividades do Museu, em quaisquer meios, veículos, suportes, mídias, métodos e tecnologias, tangíveis ou intangíveis. Caso você não queira que sua imagem seja divulgada, por favor informar o MAM (educativo@mam.org.br).
Ivan Baron nos convida a escutarmos suas histórias e vivências como pessoa com paralisia cerebral, contando-as com humor e refletindo sobre seu trabalho na desconstrução de atitudes capacitistas em nossa sociedade.
inscrições aqui
atividade gratuita, vagas limitadas
encontro por videochamada no zoom (link enviado aos participantes no dia da atividade)
participação: Professores, educadores, estudantes e artistas, com inscrição prévia.
para intérprete de Libras, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48 horas de antecedência
Ivan Baron, potiguar de 23 anos, estudante de pedagogia e conhecido nas redes sociais como “influenciador da inclusão”. Por último, mas não menos importante, é uma pessoa com paralisia cerebral.
Essa atividade faz parte do programa Domingo mam, com patrocínio Tozzini Freire Advogados.
Ao participar desta atividade/evento, você autoriza, de forma gratuita e definitiva, o MAM – Museu de Arte Moderna de São Paulo, a utilizar sua imagem, voz, dados biográficos e sinais característicos, captados em vídeo, áudio, fotografia e prints, para fins de registro, divulgação e promoção das atividades do Museu, em quaisquer meios, veículos, suportes, mídias, métodos e tecnologias, tangíveis ou intangíveis. Caso você não queira que sua imagem seja divulgada, por favor informar o MAM (educativo@mam.org.br).
O poeta Lucas Lins e o folhetinista Danilo Lago oferecem a oficina virtual de criação de escrita Envelocontos, cuja proposta é estimular a escrita em poesia e a exploração de sentidos entre o objeto envelope/carta e suas possibilidades de relação com a palavra, o gesto e os significados de troca, intimidade, memória: percursos relacionados a rua, a entrega, o trajeto, o extravio e a não correspondência. Entre exercícios e análises dos resultados, serão apresentadas referências da poesia, poesia visual, arte postal, entre outras, que auxiliarão na criação de um repertório comum.
inscrições aqui
atividade gratuita, vagas limitadas
encontro por videochamada no zoom (link enviado aos participantes no dia da atividade)
participação: livre, com inscrição prévia.
para intérprete de Libras, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48 horas de antecedência
Lucas Lins reside na Cidade Tiradentes, zona leste de São Paulo, e é autor dos livros “Remando Contra a Maré” (2016) e “Declínio & Esplendor da Bicicleta” (2018). Foi Residente Literário da FLIM 2019. Em 2020 produziu a série de poemas sobre a quarentena, intitulada “Poesia Para Matar o Corona”, trabalho com destaque no Jornal Estado de SP, Revista Select e publicado na revista mexicana Bitácora del Encierro.
Danilo Lago reside em Guaianases, zona leste de São Paulo, é formado em Teologia e é autor dos folhetos “Crônicas Cinzentas” (2015), “Saudade tem gosto de pedra” (2017) e “Oitenta e oito motivos pra continuar caindo” (2020).
Essa atividade faz parte do programa Domingo mam, com patrocínio Tozzini Freire Advogados.
Ao participar desta atividade/evento, você autoriza, de forma gratuita e definitiva, o MAM – Museu de Arte Moderna de São Paulo, a utilizar sua imagem, voz, dados biográficos e sinais característicos, captados em vídeo, áudio, fotografia e prints, para fins de registro, divulgação e promoção das atividades do Museu, em quaisquer meios, veículos, suportes, mídias, métodos e tecnologias, tangíveis ou intangíveis. Caso você não queira que sua imagem seja divulgada, por favor informar o MAM (educativo@mam.org.br).
Nesta atividade virtual, a partir de fotografias presentes na exposição Clube de colecionadores de fotografia do MAM – 20 anos e de textos literários que permeiam o universo dos laços familiares, os participantes serão convidados a ampliar suas reflexões e seu olhar sobre a fotografia como linguagem artística, como texto e como processo de construção poética sobre as relações cotidianas.
inscrições aqui
atividade gratuita, vagas limitadas
encontro por videochamada no zoom (link enviado aos participantes no dia da atividade)
participação: Para crianças a partir de 4 anos, com inscrição prévia.
para intérprete de Libras, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48 horas de antecedência
Juliana Monteiro Carrascoza nasceu no Rio de Janeiro e vive em São Paulo, onde cursou Letras e, desde então, trabalha com as palavras, em salas de aula. Como fotógrafa, em 2017, em co- autoria com o escritor João Anzanello Carrascoza, lançou o livro Catálogo de Perdas, composto por 40 fotografias e 40 contos. Essa obra foi selecionada pelo Festival ZUM, finalista do prêmio Jabuti e vencedora do prêmio FNLIJ nas categorias leitor adulto e projeto editorial. Publicou, em edições independentes, Pandora (2020) e Aprendiz (2021).
Essa atividade faz parte do programa Contatos com a arte.
Ao participar desta atividade/evento, você autoriza, de forma gratuita e definitiva, o MAM – Museu de Arte Moderna de São Paulo, a utilizar sua imagem, voz, dados biográficos e sinais característicos, captados em vídeo, áudio, fotografia e prints, para fins de registro, divulgação e promoção das atividades do Museu, em quaisquer meios, veículos, suportes, mídias, métodos e tecnologias, tangíveis ou intangíveis. Caso você não queira que sua imagem seja divulgada, por favor informar o MAM (educativo@mam.org.br).
Oficina virtual para crianças a partir de 6 anos, acompanhadas de responsáveis, com inscrição prévia.
A câmara escura foi uma das principais bases para a criação da fotografia. Ao longo dos séculos já foi feita de diferentes materiais, por exemplo: madeira, papelão, lata de alumínio, e até mesmo cabaça de coco, como na obra Loading… (2003) de Miguel Chikaoka, um dos artistas que integra a exposição Clube de colecionadores de fotografia do mam – 20 anos. Neste encontro virtual propomos a confecção de uma câmara escura para explorarmos a física presente neste dispositivo, sua relação com o nosso olhar e a fotografia. Separe os materiais e venha participar da oficina!
inscrições aqui
atividade gratuita, vagas limitadas
encontro por videochamada no zoom (link enviado aos participantes no dia da atividade)
participação: livre, com inscrição prévia.
para intérprete de Libras, solicitar pelo e-mail educativo@mam.org.br com até 48 horas de antecedência
Lista de materiais:
– Cartolina preta;
– Papel alumínio;
– Cola;
– Tesoura;
– Agulha;
– Papel vegetal.
Essa atividade faz parte do programa Família mam, com patrocínio PwC.
Ao participar desta atividade/evento, você autoriza, de forma gratuita e definitiva, o MAM – Museu de Arte Moderna de São Paulo, a utilizar sua imagem, voz, dados biográficos e sinais característicos, captados em vídeo, áudio, fotografia e prints, para fins de registro, divulgação e promoção das atividades do Museu, em quaisquer meios, veículos, suportes, mídias, métodos e tecnologias, tangíveis ou intangíveis. Caso você não queira que sua imagem seja divulgada, por favor informar o MAM (educativo@mam.org.br).
O encontro irá propor reflexões sobre a realidade de pessoas dentro do Transtorno do Espectro Autista (TEA), de suas famílias e redes de apoio, dentro do atual contexto social, e de seus ativismos e protagonismos na promulgação das transformação nas micro e macro políticas públicas e ações sociais.
inscrições aqui
atividade gratuita, vagas limitadas
encontro por videochamada no zoom (link enviado aos participantes no dia da atividade)
Para professores, educadores e estudantes, com inscrições prévias, sendo 50% das vagas destinadas à rede pública de ensino.
Com intérpretes de Libras.
Adriana Godoy é musicista, cantora profissional e professora de canto. Mãe de dois jovens, um de 20 e outro 18 anos, sendo o mais jovem autista de nível II (moderado). É ativista em inclusão e direitos da Pessoa Com Deficiência, com foco na causa autista, e idealizadora do site Autismo Projeto Integrar, dedicado à difusão do ensino inclusivo e produção de pistas visuais, denominado Desenhos Roteirizados, como ferramenta de acessibilidade. É vice presidente da Associação Paulista de Autismo e colaboradora do Município de São Paulo, junto à Educação Municipal, Educação Estadual, Secretaria Municipal da Pessoa Com Deficiência e do GEDUC (Grupo de atuação em Educação do Ministério Público de São Paulo), em diálogos de implementação de políticas públicas e seus respectivos acompanhamentos.
Essa atividade faz parte do programa Formação em arte e acessibilidade.
Ao participar desta atividade/evento, você autoriza, de forma gratuita e definitiva, o MAM – Museu de Arte Moderna de São Paulo, a utilizar sua imagem, voz, dados biográficos e sinais característicos, captados em vídeo, áudio, fotografia e prints, para fins de registro, divulgação e promoção das atividades do Museu, em quaisquer meios, veículos, suportes, mídias, métodos e tecnologias, tangíveis ou intangíveis. Caso você não queira que sua imagem seja divulgada, por favor informar o MAM (educativo@mam.org.br).
15 fev (sáb) 15h às 16h
pintura com confete
Inspirados pelo clima do carnaval, convidamos os visitantes a criarem imagens utilizando confetes.
quem: mam educativo
+ 4 anos
Atividade gratuita. Vagas limitadas.
Distribuição de senhas com 30 minutos de antecedência.
+info: educativo@mam.org.br e +55 11 5085 1313
29 fev (sáb) 15h
na palma da mão: cacuriando – intervenção artística com grupo Êba
A intervenção visa apresentar a transcriação da língua portuguesa em língua de sinais, através de músicas e brincadeiras construídas coletivamente pelo cacuriá, dança típica do estado do Maranhão. Levando o público a um grau de entrega e interação, a proposta busca quebrar com barreiras que só o lúdico, o mágico e a diversão são capazes de fazer.
Sobre o grupo êBA!
O grupo surgiu no início de 2012 a partir da intersecção entre diversos interesses: a contação de histórias, as brincadeiras infantis, a cultura popular e a cultura Surda. Foi com estas quatro bases que o grupo passou a desenvolver técnicas de narração que pudessem unir o público surdo e o ouvinte num mesmo universo lúdico e interativo – o que também se desenrolou em oficinas, cursos, formação de educadores e intervenções culturais. O grupo é formado por Amanda Lioli, pedagoga e intérprete de LIBRAS, Brunna Talita, contadora de histórias e educadora e Li Albano, psicóloga social e percussionista, além de artistas surdas e ouvintes convidadas. Nos últimos anos, realizou apresentações, oficinas e mediações de leitura bilíngues em Bibliotecas Estaduais e Municipais de São Paulo, Auditório Ibirapuera, Casa das Rosas, Itaú Cultural, Sesc Belenzinho, Sesc Santo André, Sesc Santo Amaro, Sesc Campo Limpo, Sesc Jundiaí, Sesc Pompéia, Sesc Campinas, Sesc Registro, Sesc Santos, Sesc Osasco, Sesc Ipiranga, Sesc Parque Dom Pedro, Sesc 24 de maio, Bibliosesc Santana, Circuito Sesc de Artes 2016 e 2017 (passando por mais de 100 cidades no interior e litoral do estado de São Paulo), Mostra Sesc Cariri de Culturas (CE) , participou de eventos literários como a Bienal do Livro, Festa Literária da Zona Sul em São Paulo e Festa Lítero-Musical de São José dos Campos e Feira Literária Internacional de Paraty (FLIP) no Sesc Paraty, além de eventos voltados à comunidade Surda como Setembro Azul e Virada Inclusiva, em centros culturais públicos e privados.
+ 4 anos
Atividade gratuita. Vagas limitadas.
Distribuição de senhas com 30 minutos de antecedência.
+info: educativo@mam.org.br e +55 11 5085 1313
25 fev (ter) 15h
oficina Carnaval da cintura para baixo
+ 4 anos
Atividade gratuita. Vagas limitadas.
Distribuição de senhas com 30 minutos de antecedência.
+info: educativo@mam.org.br e +55 11 5085 1313
22 fev (sáb) 15h
oficina de dragões voadores
+ 4 anos
Atividade gratuita. Vagas limitadas.
Distribuição de senhas com 30 minutos de antecedência.
+info: educativo@mam.org.br e +55 11 5085 1313
08 fev (sáb) 15h às 16h
Oficina de lightpainting
Os participantes irão produzir imagens a partir da técnica fotográfica de lightpainting: pintura com a luz.
+ 04 anos
Atividade gratuita. Vagas limitadas.
Distribuição de senhas com 30 minutos de antecedência.
+info: educativo@mam.org.br e +55 11 5085 1313
Programa educativo que conta com uma programação de atividades culturais com oficinas, espetáculos e debates, gratuita e aberta a todas as pessoas que frequentam o Parque Ibirapuera aos domingos.
Sempre em área externa, na Marquise, em frente à Sala de Vidro do MAM, oficinas plásticas, música, corpo, cultura popular, cultura de rua e diálogos se encontram para as atividades do Domingo MAM.
23 fevereiro (dom)
15h Confecção de adereços de carnaval, com mam educativo
Oficina de confecção de adereços diversos para carnaval. A partir do estímulo dos materiais propostos, o mam educativo propõe a criação de adereços tradicionais com formatos modernos como, máscaras, ombreiras, chapéus, etc.
Local: Marquise, em frente à Sala de Vidro do mam.
Programa educativo que conta com uma programação de atividades culturais com oficinas, espetáculos e debates, gratuita e aberta a todas as pessoas que frequentam o Parque Ibirapuera aos domingos.
Sempre em área externa, na Marquise, em frente à Sala de Vidro do MAM, oficinas plásticas, música, corpo, cultura popular, cultura de rua e diálogos se encontram para as atividades do Domingo MAM.
16 fevereiro (dom)
16h – 17h30 Fragmentos de uma Encruzilhada: dança, hip hop, negritudes e brasilidades
Esta oficina de dança aberta para todos interessados propõe, a partir da pesquisa de linguagem Encruzilhada do grupo Fragmento Urbano, provocar nos corpos reflexões sobre as danças afro-brasileiras na contemporaneidade, produzidas em espaços urbanos. Provocando a partir de experiências dos corpos brasileiros atravessado por diversas manifestações populares, modos de viver, de olhar o mundo e de descobrir no próprio corpo uma maneira própria de se recriar.
Fragmento Urbano é um grupo de dança que propõe criação de espetáculos a partir da linguagem das Danças Urbanas (Hip Hop) para intervenção urbana. Dançar na rua promovendo uma vivência de arte acessível e possível, buscando ser uma referência na criação e difusão em dança a partir do que a quebrada produz, circulando pelos mais variados locais das zonas urbanas. Sua responsabilidade social e política é o que os move, por isso produzimos dança respeitando as diferenças, despertando empatia, reconhecendo e valorizando nossas raízes afro brasileiras e indígenas
Local: Marquise, em frente à Sala de Vidro do mam.
Programa educativo que conta com uma programação de atividades culturais com oficinas, espetáculos e debates, gratuita e aberta a todas as pessoas que frequentam o Parque Ibirapuera aos domingos.
Sempre em área externa, na Marquise, em frente à Sala de Vidro do MAM, oficinas plásticas, música, corpo, cultura popular, cultura de rua e diálogos se encontram para as atividades do Domingo MAM.
16 fevereiro (dom)
11h Oficina barangandão arco-íris, com mam educativo
Oficina de confecção de brinquedo voador da cultura tradicional da infância, inspirado em histórias da cultura popular. Não é necessária experiência prévia.
Local: Marquise, em frente à Sala de Vidro do mam.
Programa educativo que conta com uma programação de atividades culturais com oficinas, espetáculos e debates, gratuita e aberta a todas as pessoas que frequentam o Parque Ibirapuera aos domingos.
Sempre em área externa, na Marquise, em frente à Sala de Vidro do MAM, oficinas plásticas, música, corpo, cultura popular, cultura de rua e diálogos se encontram para as atividades do Domingo MAM.
09 fevereiro (dom)
16h – 17h30 Dançando como nos videoclipes, com Isa Zendron
Sabe aquela sensação boa de dançar em casa e se sentir um pop star? Este é o intuito dessa aula. Uma aula de 1h30, com aquecimento e uma pincelada em consciência corporal para as pessoas soltarem seu corpo e se libertar da vergonha. Em seguida uma coreografia para fazer todos mexerem o seu corpo e a sua coordenação motora. Não só pela parte física, a aula também é muito importante para trabalhar a auto-estima, a liberdade de movimentação e nosso empoderamento como pessoas dançantes. Não é necessária experiência prévia.
Isadora Zendron é formada em Moda, mas com longa vivência na dança. Praticou Ballet e foi atleta federada pelo Estado de Santa Catarina em Ginástica Rítmica Desportiva. Após 15 anos praticando essa modalidade, migrou para a danças mais artísticas, onde participou de vários cursos de hip-hop, street dance e jazz no Brasil e também nos Estados Unidos (Broadway Dance Center). Competiu com seu Grupo de Dança – GAHP em alguns festivais renomados como o FIH2 Festival Internacional de Hip Hop de Curitiba e o Festival de Dança de Joinville.
Local: Marquise, em frente à Sala de Vidro do mam.
Programa educativo que conta com uma programação de atividades culturais com oficinas, espetáculos e debates, gratuita e aberta a todas as pessoas que frequentam o Parque Ibirapuera aos domingos.
Sempre em área externa, na Marquise, em frente à Sala de Vidro do MAM, oficinas plásticas, música, corpo, cultura popular, cultura de rua e diálogos se encontram para as atividades do Domingo MAM.
09 fevereiro (dom)
11h Oficina de desenho expandido, com mam educativo
Através da exploração entre o bi e o tridimensional, o público experimentará como o desenho pode dialogar com a escultura. Não é necessária experiência prévia.
Local: Marquise, em frente à Sala de Vidro do mam.
Ateliê Educativo: narrativas fantásticas e livro-objeto-livro
Vivência de experiências elaboradas para a exposição Livros de artista da Biblioteca do MAM, em um espaço de atividades educativas para experimentar o fazer artístico nas exposições do MAM. A experiência poética Narrativas fantásticas é a criação de um livro de artista por meio do jogo surrealista cadavre exquis, uma criação coletiva que subverte o discurso literário convencional, pela reunião de imagens, frases e/ou textos de modo rápido e espontâneo.
A proposta Livro-objeto-livro conta com intervenções artísticas em pequenos catálogos e objetos como capas de CD, em exercícios de corte, colagem e pintura que criam objetos-livros tridimensionais.
Contatos com a arte
Programa de formação cultural de professores, educadores e universitários fomentando seu papel de multiplicador das diferentes expressões artísticas e abordagens pedagógicas a partir de processos criativos.
A programação Volta às aulas antecede o início de cada semestre letivo com apresentação do cronograma de exposições do museu, visitas, oficinas e palestras.
+professoras(es) e educadoras(es), interessadas(os) no geral